Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

[782,630]


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fevereiro 06, 2012

Dízimo, aliás, taxa, pedágio, encargo, obrigação, ônus...

[197430]

Alguns tolos religiosos (geralmente conhecidos como evangélicos) afirmam que entregam os dízimos nas suas instituições religiosas com placas de igrejas por amor...
... dizem que fazem por amor a obra de Deus!

Porém, lugares com placas de “igreja” fundadas por homens não são obra de Deus; é o engodo, crendice, fantasia da filosofia das religiões, a parvoíce evangélica;

A verdade pela Palavra de Deus é que as instituições religiosas com placas de igrejas não são obra, e jamais serão a casa de Deus!

Eis a Casa de Deus: “Mas Cristo, como Filho, sobre a Sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” [Hebreus 3].

O que são as instituições religiosas com placas de igrejas? São prédios chamados de templos, os lugares comuns que chamam erroneamente de "igreja"; mais precisamente, a maioria das igrejas evangélicas, católica, enfim, todos os prédios de pedras ou tijolos que os religiosos batizam de "santo".

Todos sabemos, e quem entrega também sabem, que os dízimos é uma contribuição, geralmente em dinheiro, que pastores (ou bispos evangélicos, e até católicos) exigem de cada membro para financiar as despesas de interesse religioso, a cargo dos lugares com placa de “igreja”.

O dízimo é um tributo destinado a atender as necessidades gerais da administração religiosa, sem assegurar ao contribuinte qualquer proveito direto em contraprestação a parcela de 10% que pagou; neste particular distingue-se da oferta, a qual se destina a remunerar serviços específicos.

Os dízimos e ofertas nas instituições religiosas é o conjunto de todas as contribuições ou tributos religiosos, são os encargos, obrigações, ônus impostos pelos religiosos que fundam as suas instituições religiosas com placas de “igrejas” e sujeitam a outros que as mantenham.

Os dízimos são mercadorias (religiosas) que são impostos pelas “igrejas” na origem do ganho do suor alheio e não aquele em que se faz sua distribuição aos pobres e necessitados, ou, simplesmente, sua transferência ou remessa para os que realmente necessitam.

Os dízimos é o mesmo que imposto sobre a renda; aquele que recai diretamente sobre o membro da instituição com placa de igreja, em virtude do elevado nível de vida e rendimento dos pastores, bispos evangélicos.

Disfarçados como ofertas, os dízimos incidem sobre os produtos manufaturados religiosos (manutenção dos prédios, salários eclesiásticos);

Algumas instituições religiosas com placas de “igrejas” tem agregado em seus redutos, instituições como creches, clínicas de recuperação de drogados, agências missionárias; infelizmente, estas instituições, de forma filantrópica, são apenas cortina de fumaça para se levantar recursos do Estado, uma vez que, a Constituição Federal deixa clara a não interferência do Estado sobre a administração religiosa (artigo 5º).

O dízimo é a famosa paráfrase religiosa, ou discurso longo e difuso dos religiosos: o chão dá se a gente plantar ou é semeando que se colhe, porém, colher de quem, afinal, quem prometeu mundos e fundos, fez prova e tentou barganhar, foi??

Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.
” [Mateus 4]


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

janeiro 09, 2012

A igreja que está em sua casa

A Palavra de Deus nos testifica sobre as diversas oportunidades que Jesus esteve em lares, fazendo visitas, curas, ensinamentos;
E, não podendo nos fazer de rogados que Seus apóstolos também assim procederam, inclusive por diversos relatos que os santos homens de Deus, ascenderam com testemunhos da ekklēsia (Igreja) reunida nos lares (ou nas casas) daqueles que professam a Cristo como Senhor e Salvador;

- “Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia e a Ninfa e a igreja que está em sua casa” [Colossenses 4];
- “E a nossa amada Afia, e a Arquipo, nosso camarada, e a igreja que está em tua casa” [Filemon 1];
- “As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa” [1Coríntios 16];
- “Saudai também a igreja que está em sua casa. Saudai a Epêneto, meu amado, que é as primícias da Acáia em Cristo” [Romanos 16];

Há uma constante preocupação daqueles que vivem pela simplicidade do evangelho, em visualizar uma só Igreja, baseada nos preceitos do ensinamento de Cristo através da Palavra de Deus (constante pela Bíblia), onde pela unção do Espírito Santo, a Igreja de Cristo se estabelece nas localidades, sem placas, não distorcida em denominações, entretanto, firmada nos lares (ou locais amplos), por todos os que professam o nome do Cordeiro de Deus, chamados santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso.

Porquanto, busquemos o entendimento pela unção do Espírito Santo, a essência para que os crentes reconheçam o plano divino da redenção [“E a unção que vós recebestes dele, fica em vós, e não tendes necessidade de que alguém vos ensine; mas, como a sua unção vos ensina todas as coisas, e é verdadeira, e não é mentira, como ela vos ensinou, assim nele permanecereis” - 1João 2].

O que seríamos sem a presença Espírito Santo neste mundo?? Nada! Sem a bendita presença do Santo Espírito não haveria nem a criação, o que diremos de nosso entendimento de qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus!!

E, é neste sentido que o Espírito Santo também age naqueles que buscam entendimento, que buscam em entender o plano de Deus, e, portanto, não se permitem em se fazer presas de doutrinas e tradições de homens (religiosos, pastores e bispos evangélicos, em especial os que são fundadores de 'igrejas' de placas e usam de títulos, aliás, títulos são coisas pessoais, e não objeto de se tentar reprimir ao próximo)...

E diante tudo o que é apresentado, o maior engodo que se faz presente ao longo dos últimos séculos, diz respeito a “igrejas” de pedras (ou tijolos) com seus templos, ditas, igrejas evangélicas e católica, ou instituições religiosas com placas de igrejas, por que, grande parcela da humanidade está acostumada a estas construções como que lugares santos, o que é um terrível e maligno engano.

Em o Novo Testamento não há uma única referência que estes lugares religiosos sejam a vontade de Deus para a santa e imaculada Igreja, a Noiva do Cordeiro.

A simplicidade do evangelho afirma que estes locais (“igrejas” de pedras ou tijolos, com seus templos, ditas, igrejas evangélicas e católica, ou instituições religiosas com placas de igrejas) não são bíblicos e transmitem ao mundo um equivoco, transfiguram a mensagem da cruz em sacrifício de tolos, norteiam o entendimento bíblico em troca de dinheiro;

Mas, Mateus 16, testifica que o Senhor Jesus edificou Sua Igreja, santa, pura, pois, os santos são pessoas que professam a Cristo como Senhor e Salvador; e em nenhum relato bíblico afirma que Cristo ordenou a construir prédios religiosos, porquanto, lugares comuns (como as instituições religiosas com placas de igrejas) não são santos, jamais serão!!!

Dar valor aos edifícios com placas de ‘igrejas’ é hipocrisia, um empecilho ao evangelho, e em especial, os que os lideram dizendo ser lugares santos!!


Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.


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[187450]