Contexto SAGRADAS ESCRITURAS, março, 2020


ICorinthios 10

E não tentemos a CHRISTO
E não murmureis, como tambem alguns delles murmurarão, e perecerão pelo destruidor.
E todas estas cousas lhes sobreviérão em figura, e estão escritas para nosso aviso, em quem ja os fins dos seculos são chegados.
O que pois cuida que está em pé, olhe que não caia.
[Almeida, 1850]

[782,630]


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fevereiro 08, 2011

O crente (discípulo convertido) e os convencidos.

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Temos presenciado alguns textos que fazem este confronto, entretanto, distanciando da Palavra de Deus, afirmam que o crente é distinto do discípulo, muito embora, tentarmos entender, fica-nos impossível aceitar tal confronto, e isto com relação as próprias palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, quando diz: ... “não sejas incrédulo, mas crente”, ou seja, Cristo nos admoesta a sermos crente nEle, e não nos convencer que Ele exista...

E outra vez, as Sagradas Escrituras nos exortam na fé a sermos crentes, quando dizem: “De sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão” [Gálatas 3.9]...

... e mesmo por que, a salvação está aprovada por Deus aos crentes, “Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação” [1Coríntios 1.21].

Outra idéia que é difundida e errônea na Palavra de Deus, diz respeito que muitos afirmam que o diabo é crente, e isto não é verdade, pois que, ele não crê, mas, se estremece!!

Ressalta-se que, alguns se têm feito, em uma nomenclatura moderna, de evangélicos, termo que não tem respaldo bíblico, mas, que por hora, pelo que temos presenciado no cenário religioso, concorre este termo, evangélico, ao mesmo que ser convencido.

Portanto, passemos ao confronto dos termos, nomenclaturas, situações, na prática da fé, na vida em Cristo e na vida em frequentar “igrejas físicas”:

* O convencido espera pães e peixes; o crente (discípulo convertido) é um pescador.

* O convencido luta por crescer; o crente (discípulo convertido) luta para reproduzir-se.

* O convencido entrega parte de suas finanças; o crente (discípulo convertido) entrega toda a sua vida.

* O convencido precisa ser sempre estimulado; o crente (discípulo convertido) procura estimular os outros.

* O convencido é condicionado pelas circunstâncias; o crente (discípulo convertido) as aproveita para exercer a sua fé.

* O convencido exige que os outros o visitem; o crente (discípulo convertido) visita.

* O convencido busca na Palavra promessas para a sua vida; o crente (discípulo convertido) busca viver a Palavra para receber a promessa da Palavra.

* O convencido pensa em si mesmo; o crente (discípulo convertido) pensa nos outros.

* O convencido se senta para adorar; o crente (discípulo convertido) anda adorando.

* O convencido vale porque soma; o crente (discípulo convertido) vale porque multiplica.

* O convencido busca os sinais e milagres; o crente (discípulo convertido) é seguido por eles.

* O convencido cuida das estacas de sua tenda; o crente (discípulo convertido) desbrava territórios.

* O convencido sonha com a igreja ideal; o crente (discípulo convertido) se entrega por fazer-se a Igreja.

* A meta do convencido é, após ficar rico nesta vida, ir para o Céu; a meta do crente (discípulo convertido) é buscar almas que se arrependam e venham pela misericórdia divina para povoar o Céu.

* O convencido espera um avivamento; o crente (discípulo convertido) é parte dele.

* Ao convencido se promete uma almofada; ao crente (discípulo convertido) se entrega uma cruz.

* O convencido é sócio membro de igreja física; o crente (discípulo convertido) se faz servo.

* O convencido responde “talvez”; o crente (discípulo convertido) responde “eis-me aqui”.

* O convencido preocupa-se em só falar no evangelho; o crente (discípulo convertido) vai, prega e faz outros discípulos.

* O convencido busca suas riquezas para esta vida; o crente (discípulo convertido) tem seu tesouro no céu.

* O convencido espera recompensa para dar; o crente (discípulo convertido) é recompensado porque dá.

* O convencido pede que os outros orem por ele; o crente (discípulo convertido) ora pelos outros.

* O convencido se reúne com outros para buscar a presença do Senhor; o crente (discípulo convertido) tem a presença do Senhor através do Espírito Santo.

* O convencido procura conselhos dos outros para tomar uma decisão; o crente (discípulo convertido) ora a Deus, lê a Palavra e em fé pela ação do Espírito Santo, toma a decisão.

* O convencido espera que o mundo melhore; o crente (discípulo convertido) sabe que não é deste mundo, busca e espera o encontro com Seu Senhor.

* O convencido já se diz ser salvo; o crente (discípulo convertido) busca a salvação.

Somos crente (discípulo convertido) ou estamos simplesmente nos convencendo?


Por Cristo. Em Cristo. Para Cristo. Nos interesses de Sua Igreja.
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___________

fevereiro 10, 2009

... convencido ou convertido?!

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Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos” (Lucas 22.32).

Presenciamos pelos olhos da fé, Jesus advertindo a Pedro, o qual já havia andado com o Mestre, por três anos, e nosso Amado Senhor, assim afirma: “quando te converteres”...

E este mesmo Pedro disse: "Arrependei-vos, pois, e convertei-vos..." (Atos 3:19).

Devemos nos voltar para Deus, quando pecamos e vivemos nos prazeres mundanos, fazemo-nos inimigos de Deus e assim, nos afastamos de Deus, por isso, o chamado de nosso Senhor e Salvador, ao verdadeiro arrependimento, e isto é nossa conversão a Deus e aversão ao mundo, que traz um coração contrito, indo assim a libertação do pecado...

Milhares estão freqüentando igrejas, sem contudo, inclusive pastores e obreiros, terem um real arrependimento, devido na realidade não terem tido uma verdadeira libertação das coisas terrenas e materiais, outrossim, “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, porém tão pouco é este conhecimento da verdade que, impossível um real arrependimento, conseqüente, há um convencimento da existência do pecado...

Mas, milhares ainda, sentem o peso do pecado, como por assim afirmarem:
"eis que tudo se fez novo", essa passagem bíblica retrata que houve renovação na vida do individuo, certo? Mas, porque continuamos pagando as conseqüências da "antiga vida"? É como se os erros passados não fossem apagados, nem "aliviados". Porque?

Quando produzimos frutos de arrependimento, por melhor dizer, arrependemos de nossos pecados, Deus nos perdoa, mas isto não nos ausenta do pagamento pelos nossos erros, Jesus Cristo padeceu no madeiro pelos nossos pecados, para nos justificar diante de Deus, para nossa salvação, pois, se assim não ocorresse, não poderíamos ter direito a glória.

Quando Jesus Cristo sofre na cruz e derrama Seu Santo sangue, o Senhor Jesus faz a aliança com Deus a nosso favor, “Para que, sendo justificados pela sua graça sejamos feitos herdeiros segundo a esperança da vida eterna” (Tito 3.7).

Jesus foi coroado com uma coroa de espinhos para nos coroar com a glória do Pai, “os soldados, tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram sobre a cabeça, e lhe vestiram roupa de púrpura” (João 19.2).

Cristo não nos disse que teríamos uma vida em rosas, só por que O aceitamos como Salvador. De forma alguma!

Jesus sempre nos alertou dos sofrimentos que teríamos nesta vida, o descanso é no lar celestial, não aqui nesta vida terrena, “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16.33).

O que estão pregando na maioria dos púlpitos das igrejas, não é o evangelho de Cristo para remissão de pecados e salvação, somente há uma expectação de alívio, um mar de rosas e busca de ganho material, a fé é em um Jesus, gerente gracioso de um Banco Celestial!

Mas, a verdade, é que o Espírito Santo nos ensina que se ainda sentimos o peso de nossos pecados, é por que verdadeiramente não nos arrependemos e não nos convertemos a Cristo, e sim nos convencemos de que temos pecados!
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