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A mostrar mensagens com a etiqueta perguntas e afins

acolher e incentivar as perguntas das crianças e dos jovens é benéfico

Inquiry is not a project. Inquiry is how we show up in the classroom. Inquiry is a stance from which we teach. (Trevor Mackenzie, Inquiry Mindset, p.13   Quais os benefícios do acolhimento e do incentivo das perguntas em sala de aula?  Criar e desenvolver rotinas de perguntas em sala de aula permite às crianças e aos jovens treinar a competência do perguntar. Sem as perguntas dos alunos e das alunas, é o/a professor/a quem tem o monopólio do questionamento em sala. Perdem-se oportunidades de desenvolver a autonomia e a confiança junto dos alunos e das alunas. Perguntar permite-nos treinar o pensamento colaborativo, bem como a curiosidade e o pensamento crítico e criativo. A atitude a cultivar é a de investigar a pergunta e a resposta possível. Ou respostas. Esta atitude é essencial num mundo em constante mudança, para estas crianças e jovens que estão a ser preparadas para assumirem profissões que ainda hão-de ser criadas. Citando Trevor Mackenzie: "(...) curriculum is not s...

💀 oficina Perguntas Vitais sobre Assuntos Fatais

  💀 imaginando que é possível entrevistar um esqueleto, o que gostarias de lhe perguntar? // qual foi o sentimento que sentiste quando morreste? // como é estar morto? // qual foi a parte da morte que mais gostaste? 💀 para além de criar um tempo e um espaço seguros para pensar, de forma crítica e criativa, sobre o tema da morte, a oficina permitiu um trabalho intencional ao nível da metacognição. 💀 as crianças foram convidadas a pensar sobre as próprias perguntas: – há perguntas que, afinal, perguntam o mesmo? – há perguntas que se aproximam na forma, mas não no conteúdo? – o que torna uma pergunta diferente de outra? 💀 este deslocamento, do conteúdo para o ato de perguntar, ajudou o grupo a tomar consciência dos seus próprios processos de pensamento, a comparar ideias, a identificar critérios e a refinar o modo como formulam questões. 💀 pensar sobre a morte foi também uma forma de pensar sobre como pensamos. 💀 oficina inspirada nos materiais MORTAL! da Ellen Duthie (Wond...

em breve contaremos mais...

...sobre a passagem do nosso projecto por terras de Moçambique. para já, podemos dizer que foi extremamente positivo!

Olívia... no... bairro?

Ele: Oh Mãe... este livro cham-se Olivia no bairro? Eu: No bairro filho? não! Ele: Não? é, é... Olívia no Bairro... Ele:... ó mãe, como se chama aquele sítio onde há montes de quadros? Eu: O Museu?! Ele: Ah! pois... Olívia no museu! É isso! aventuras da Zélia e do Rafa, aqui! a fotografia foi retirada daqui

Bebés gostam de jazz? e de filosofia? - artigo de Maria Barbosa no Expresso

«E eis que ganha terreno a Filosofia para Crianças. O projecto criado de raiz por Joana Rita Sousa - «Filosofia para Crianças, Criatividade & Meia Dúzia de Chapéus às Cores» - tem dois anos e alunos não lhe faltam. (...) Hoje, o seu objectivo é ajudar os não-filósofos a trabalhar o pensamento, "caso contrário, enferruja". E estarão as crianças em risco? Joana Sousa diz que sim, "sem estimulação, começam a cair no óbvio". E como é que se cai no óbvio aos três anos? "Deixam de se espantar com as mais pequenas coisas, ou de olhar para elas como se fosse a primeira vez."» Expresso, 24 de Outubro de 2009, p. 28

vai um pedaço de algodão doce?

http://tebe-interesno.livejournal.com/

Olá, eu sou a Joana e sou cinestésica!

No passado dia 29 de Agosto realizou-se mais um encontro do Grupo de Estudos PNL Lisboa, no CDRH. O tema do encontro era "Estabelecer uma Relação de Confiança e Rapport" e foi num clima de confiança que os formadores Hugo Sanina e Teresa Amorim deram início aos trabalhos. Trabalhos que incluiem sobretudo uma reflexão em grupo, uma prática e uma atenção àquilo que fazemos e para a qual se encontra agora um nome: Programação Neuro Linguística. Dia 19 de Setembro o Grupo estará de volta. Até lá, consulte a agenda dos cursos previstos pelo CDRH, na área de PNL.

Filosofia para Crianças, por Michael Pritchard

«Harry Stottlemeier's Discovery, um romance despretensioso para crianças do meio da escolaridade tem como protagonistas Harry e os seus colegas do 5.º ano. Ocasionalmente, também entram adultos, mas a actividade filosófica principal é a das crianças. Harry e os seus amigos descobrem vários conceitos básicos e regras da lógica aristotélica e reflectem profundamente acerca da natureza do pensamento, mente, causalidade, realidade, conhecimento e crença, certo e errado, justo e injusto. A história não faz uso de qualquer vocabulário filosófico especial (nem mesmo a palavra 'filosofia' aparece). E a investigação filosófica é iniciada pelas crianças em vez de o ser pelos adultos. "Qual é a descoberta de Harry Stottlemeier?" perguntam os leitores de Harry. A questão não tem resposta directa. Todavia, um candidato sobressai entre as várias descobertas de Harry no decurso do tratamento de questões acerca da lógica, conhecimento, realidade e mente. A Harry e seus colegas é ...

Para quando...

... uma encenação destas na Gare do Oriente?

os meus projectos e... os meus amigos

Estas são as consequências de «arrastar» os amigos para os meus projectos: a Maria Olívia que a Zélia costurou e o logotipo desenvolvido pelo João viajam comigo para todo o lado. Ontem estivémos em Famalicão, juntamente com os chapéus às cores da Isabel e as fotografias do Marco. A viagem correu muito bem, conduzidos pelo João. Qual será o próximo destino?

Seis graus de separação ou como tudo está ligado a tudo

«É atribuída a Karinthy a primeira referência à Teoria dos seis graus de separação, que surge no texto com o nome original 'Cadeias', incluído na sua colecção de pequenas histórias 'Tudo é diferente' publicada em 1929. A personagem desta obra tenta, através de vários exemplos, mostrar que as pessoas estão ligadas por um pequeno número de ligações, o que veio a dar origem à célebre expressão 'seis graus de separação.» In wikipédia Leia-se mais por aqui .
Rafa: Mãe, sabes que os bufalos comem bananas? Mãe: Bananas? e como as vão buscar ás árvores? Rafa: Ó mãe!!! As girafas arrancam as bananas e dão! retirado daqui
Dimitri: Isso esclarece tudo o que estivemos a dizer. Tasso: Em que sentido? Dimitri: Aquilo a que tu chamas «filosofia» eu chamo uma «piada». PLATAO E UM ORNITORRINCO THOMAS CATHCART e DaNIEL KLEIN D Quixote, 2008 pág. 177