Sammis Reachers
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3 de setembro de 2011
Participe da Campanha: (NÃO) Viaje Para a Terra Santa e Ganhe um Galardão Incomensurável no Céu
Sammis Reachers
8 de julho de 2011
Eles odeiam missões!
17 de maio de 2011
Porque o PL 122/2006 é inconstitucional
Fonte: Associação Vitória em Cristo
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Este conteúdo está autorizado para cópias desde que haja citação de fonte de origem, a Associação Vitória em Cristo. Reproduza-o informando que é permitido copiá-lo. Mantenha-se informado sobre o assunto: Pr. Silas Malafaia no Twitter.
2 de abril de 2011
Universalismo e Aniquilacionismo: seis e meia dúzia
19 de fevereiro de 2011
Uma TV "evangélica" a serviço do diabo
João Cruzué - http://olharcristao.blogspot.com
O que você diria de uma grande rede de TV , adquirida com o dinheiro da contribuição dos fiéis de uma igreja "neopentecostal", que fala de Deus pelas madrugadas, para deixar seu horário nobre disponível para veicular programas secularistas e mundanos?
Que esta TV veicula um programa chamado "Troca de Família", e que durante uma dessas trocas, houve traição conjugal?
Não vou ser imprudente para dizer nomes e nomes, mas creio que você sabe: nem tudo que ora: Senhor! Senhor! é profeta do Altíssimo ou trigo da seara do Senhor.
Eu sinto nojo e a mais profunda indginação pelo que tem acontecido na TV Record. Uma TV comprada para servir a Deus, mais que faz muito tempo não está a serviço dele.
Eu já tinha ouvido muita coisa ruim, mas uma TV "neopentecostal" patrocinando troca de casais, ops, troca de família, é a mais puro exemplo fonte de duas águas.
Como pode o Bispo consentir numa porcaria dessas? Ele não é doutor e mestre da Bíblia? Que bíblia é esta que ele está usando?
E diante de Deus, todos os bispos, pastores e oficiais desta igreja que fiancia uma TV com esta programação podre, que escandaliza tanto crentes e não crentes, tornando o nome do Senhor vugalr aos ouvidos dos dos perdidos, são sim responsáveis diante de Deus por tudo iso.
SP-19.02.2011
1 de dezembro de 2010
OS PASTORES SÃO OS CULPADOS!
Jamierson Oliveira - http://jamiersonoliveira.blogspot.com
18 de outubro de 2010
Serra, Dilma e o problema da corrupção no Brasil - Quais as soluções propostas?
14 de outubro de 2009
PASTORES, DE QUE LADO VOCÊS ESTÃO?
Tem sido cada vez mais freqüente ouvirmos dos Líderes de Evangelização de várias denominações evangélicas brasileiras, que seus pastores não apóiam nem se envolvem nas atividades de evangelização de suas igrejas. Isto é algo que temos visto e ouvido cada vez mais perto de nós. Não são muitas as igrejas que de fato realizam alguma ação evangelística eficiente e responsável, que alcance muitas pessoas e conseguem colher muitas vidas para Cristo. O fato é que a grande maioria das nossas igrejas não fazem uma evangelização que traga resultados, que testemunhe o amor de Cristo e deixe evidente para todos a santidade da comunidade.
A igreja evangélica brasileira teve um crescimento surpreendente nas últimas décadas, milhões de conversões forçaram as denominações a recrutarem mais pastores, pois mais igrejas locais estavam nascendo, crescendo e se multiplicando. Não houve, porém, um intenso discipulado, uma adequada preparação teológica e missiológica para os novos pastores, muitos deles semi-analfabetos e com pouquíssimo conteúdo teológico. O resultado deste mau recrutamento é a pouca profundidade de conhecimento e de relacionamento com Deus e sua Palavra destes novos líderes, e conseqüente reflexo na comunidade.
A ignorância de tais líderes com relação à obra missionária, resulta numa falta de investimento que por sua vez, resulta na falta de evangelização ou numa evangelização precária, pois os missionários ficam sem recursos até para suprir suas necessidades mais básicas. Quando há uma intenção de cortar custos na igreja, um dos primeiros itens da lista é o sustento dos missionários. Quando são realizadas Conferências, Treinamentos ou simpósios de evangelização há pouca participação, até mesmo das igrejas locais onde está sendo realizada a programação. Isto é uma falta de respeito e de responsabilidade por parte dos líderes das igrejas.
Recebi um e-mail na sexta-feira, dia 09/10/2009, que falava sobre um Congresso Islâmico que seria realizado em São Paulo, no bairro de Santo Amaro, cujo tema é a “evangelização” da América Latina e do Caribe pelo Islam. Depois recebi outra informação de que o Centro de Divulgação do Islam para a América Latina está investindo milhões de Reais para a impressão de um milhão de Alcorão, o qual será distribuído gratuitamente pela USP. Verifiquei estas informações e confirmei serem verdade.
O que me deixa inquieto e indignado, é o fato de que nós investimos pouco naquilo que confessamos ser a verdade eterna e para a salvação do Brasil e do mundo. Quantos projetos e quantas Missões estão quase paradas e quantos irmãos e irmãs que têm chamado missionário ficam sem trabalhar por causa da falta de investimento das igrejas. Há uma estatística que mostra que os crentes brasileiros investem mais em Coca-Cola do que em Missões… o mais incrível é saber que muitos dos nossos irmãos e irmãs, quando se dispõem a evangelizar são barrados pelos seus pastores… isso é uma vergonha! Quero deixar uma pergunta para os nossos pastores e líderes, de que lado vocês estão? Para quem vocês estão trabalhando? Não precisam me responder, respondam para si mesmos.
Fonte: http://www.evangelizabrasil.com/
25 de setembro de 2009
Indignação: dever cívico e cristão
Corretamente entendida, a indignação pode ser uma atitude não apenas aceitável, mas absolutamente necessária para que certas situações sejam transformadas. Sentir indignação significa reagir diante do mal, não ficar passivo e indiferente, protestar ativamente contra aquilo que atenta contra a verdade, contra a justiça, contra a dignidade humana. Esse é um sentimento que infelizmente tem faltado aos brasileiros, em especial a muitos cristãos. Vivemos num país marcado por clamorosas distorções, por horrendas deturpações em nossa vida nacional... e ficamos calados. Com o nosso silêncio, contribuímos para que o mal se perpetue, aumente e pareça normal. Existem algumas áreas em que devemos mostrar o nosso protesto vigoroso, e também a nossa disposição de dar uma contribuição positiva, de oferecer alternativas melhores.
Sociedade e cultura
Ao lado de muitas coisas apreciáveis, a nação brasileira possui elementos de grande malignidade, que deveriam despertar a indignação de todos, a começar dos cristãos. O nível de violência de nossa sociedade é inaceitável para um país que se diz civilizado, uma “potência emergente”. A criminalidade é um câncer que corrói o tecido social, gerando destruição, desespero, um senso permanente de medo e ansiedade. A periculosidade do trânsito em nossas ruas e estradas é sabidamente uma das maiores do mundo. Devido a esses males, todos os anos milhares de pessoas, a maior parte jovens, perdem a vida, deixando famílias destroçadas pela dor e imensos prejuízos para o país. O desrespeito pela vida humana no Brasil também assume outras formas, como as condições aviltantes em que vivem milhões de pessoas e a lamentável situação de boa parcela dos serviços de saúde pública. No entanto, o fatalismo amortece as consciências e pouco se faz para mudar tais situações.
Precisamos protestar e clamar contras essas indignidades de maneira vigorosa e ao mesmo tempo inteligente e criativa. Um belo exemplo desse tipo de iniciativa é o movimento Rio de Paz, da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, pastoreada pelo Rev. Antônio Carlos Costa, que por meio de ações silenciosas, mas de grande dramaticidade (como colocar milhares de cruzes numa praia), procura sensibilizar governantes e opinião pública para os números da violência no Brasil. Todos nós podemos fazer telefonemas, enviar e-mails, contatar os nossos representantes, apelando contra a impunidade, reivindicando leis mais rigorosas, exigindo maior responsabilidade e eficiência das autoridades.
Política e governo
Outra área em que ocorrem chocantes deformações da vida nacional brasileira é o setor político. Diariamente, nos noticiários, somos obrigados a assistir ao espetáculo deprimente dos órgãos legislativos com suas CPIs ineficazes, com seus conselhos de ética coniventes com o erro, com seus deputados e senadores sob permanente suspeita de irregularidades. São nossos representantes, são pagos com os nossos impostos, mas muitos deles estão mais interessados em defender as suas agendas pessoais, os seus mesquinhos interesses paroquiais e partidários. Quanto ao executivo federal, é dirigido por um líder que gosta de exaltar as virtudes da democracia, mas tolera ações ilícitas de movimentos de esquerda, prestigia governantes estrangeiros que violam direitos humanos e, em nome do questionável conceito de “governabilidade”, adula partidos e políticos conhecidos por sua falta de integridade moral.
Onde está a nossa indignação contra tal estado de coisas? Seria maravilhoso se o povo brasileiro demonstrasse nesse âmbito o mesmo entusiasmo que tem, por exemplo, pelos esportes. Muitos fazem tudo pelo seu time preferido, até cometem desatinos, mas onde está a torcida organizada a favor do Brasil, onde estão aqueles que vestem a camisa do patriotismo, da defesa da lei e da ordem, a começar pelas altas esferas do poder? Precisamos nos mobilizar, mostrar a nossa insatisfação, a nossa divergência do que está ocorrendo, sair do marasmo, da passividade cúmplice, pelo voto responsável, pela cobrança de coerência, de resultados, de ações moralizadoras. A experiência tem demonstrado que, quando as pessoas se mobilizam e reivindicam, os mandatários respondem.
A própria carne
Os cristãos em geral e os evangélicos em particular não terão autoridade moral para clamar contra essas aberrações da vida brasileira, não poderão ser a “consciência do Estado”, se não tomarem providências, ao mesmo tempo, para pôr em ordem a sua própria casa. Em décadas passadas, a imagem dos crentes era positiva. Embora considerados um tanto esquisitos, chamavam a atenção pelo estilo de vida simples, pela integridade pessoal, pela rigorosa honestidade. Hoje, teologias deturpadoras do evangelho geram uma cultura religiosa triunfalista que anestesia as pessoas e as torna incapazes de ver os seus próprios erros. Os líderes recebem dos seus fiéis carta branca para fazerem o que desejam sem ser questionados ou criticados. Quando ocorre alguma denúncia, por mais fundamentada que seja, é interpretada como perseguição, ataque do “inimigo” e desrespeito pelo servo do Senhor.
Com isso, as igrejas evangélicas deixaram há muito tempo de ser sal e luz na sociedade brasileira. São percebidas como mais um segmento a lutar pelo próprio sucesso, pela defesa de seus interesses corporativos, e não pelo bem da coletividade. Os evangélicos conscienciosos são desafiados a clamar contra os pecados da igreja brasileira, sua rendição aos valores da sociedade materialista, seu afastamento dos preceitos de Cristo. Eles precisam se levantar e bradar contra os erros de seus dirigentes, contra as mensagens falsas e demagógicas de seus pregadores televisivos, e dizer-lhes que terão de prestar constas de seus atos às pessoas e a Deus.
Conclusão
É compreensível o sentimento de impotência e desalento que toma conta de muitos brasileiros de boa vontade, inclusive nas nossas igrejas, diante de vícios tão antigos, poderosos e arraigados que existem em nossa sociedade. Tem-se a impressão de que será impossível extirpá-los do nosso meio. No entanto, a experiência de outros povos mostra que não precisa ser assim. Na Inglaterra do século 18, a indignação e as ações concretas de muitos líderes cristãos, como o político William Wilberforce, contribuíram para o fim do tráfego de escravos e a eliminação do trabalho infantil. Nos Estados Unidos, já no século 20, o protesto do pastor Martin Luther King iniciou o vigoroso movimento que resultou no fim da segregação racial. Mesmo quando os esforços dos cristãos terminam em aparente derrota, como no caso de Dietrich Bonhoeffer, que foi morto por conspirar contra o diabólico regime de Hitler, seu exemplo e testemunho inspiram muitas pessoas a lutar pelo bem. Fiquemos indignados de maneira correta, pelos motivos corretos -- é nosso dever como cristãos e como cidadãos.
• Alderi Souza de Matos é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de A Caminhada Cristã na História e “Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil”.
asdm@mackenzie.com.br
FONTE: http://www.ultimato.com.br
23 de julho de 2009
Leia 30 ENTREVISTAS publicadas no blog Arsenal do Crente
Aproveitando o embalo, leia também as entrevistas publicadas em outros blogs que mantenho (os links estão no final do post).
- Pr. Maurício Price
- Pr. Airton Evangelista da Costa
- Jaime Kemp
- James C. Hunter
- Samia Oliveira de Castro (Ministério com surdos)
- Pr. Ronaldo Didini
- Teólogo Jürgen Moltmann
– Regis Danese
- Pr. Ariovaldo Ramos
- Pr. Macéias Nunes
– Stephen Kendrick (diretor do filme Desafiando Gigantes)
– Bispo Valdemiro Santiago
– Asaph Borba
– Ariana Ortega (atleta de Cristo)
– Silas Malafaia
- João Alexandre
- Pr. Silas Tostes
- Pr. Marcos Pereira
- Teólogo Os Guinness
- Missionário Ronaldo Lidório
– Fernanda Brum
- C. S. Lewis
- Apóstolo Paulo
- Philip Yancey
- Luiz Sayão
– Entrevista com Jesus Cristo
- Russell Shedd
– Gedeon Alencar
- Pr. Carlos Ribas
- Pr. Euder Faber
Entrevistas do blog Veredas Missionárias:
Missionária Débora Kornfield
- Dr. Paul Hiebert
- Pr. Carlos Paiva (Missão Betânia)
- Bráulia Ribeiro
- Pr. Jairo de Oliveira
- Pr. José Bernardo (Amme Evangelizar)
- Ronaldo Lidório (2)
Entrevista blog Equattoria
- Pr. José Carlos Alcântara da Silva
Entrevista blog Poesia Evangélica
- João Tomaz Parreira
Fonte: http://arsenaldocrente.blogspot.com