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9 de maio de 2020

6 lições que a Igreja está experimentando durante a Pandemia

1. Redescobrindo a verdadeira essência da Igreja
A primeira lição que igreja está experimentando durante esta pandemia é que estamos redescobrindo a verdadeira essência da igreja.
O afastamento social está nos possibilitando olhar a igreja de uma maneira diferente daquela que estávamos acostumados a ver. Se antes estávamos vivenciando uma vida cristã dentro das paredes do templo, focada apenas na satisfação de nossos desejos espirituais e voltada só para o atendimento de nossas necessidades emocionais, agora estamos percebendo o quanto estamos autocentrados ao redor do nosso umbigo. A seta que indica o caminho está voltada para dentro.
Distanciados fisicamente, percebemos que nossas comunidades têm se afastado da essência da Igreja, que é justamente ser luz para o mundo e sal para a terra. Estamos redescobrindo que não temos impactado a sociedade ao nosso redor, porque não estamos sendo obedientes ao nosso Senhor e ao seu mandado de que a medida que caminharmos devemos fazer discípulos de todas as nações. A seta que indica o caminho deve estar direcionada para fora.
As pessoas de nossas igrejas, em seu distanciamento comunitário, estão reparando nisso e estão sendo impelidas pelo Espírito a reavaliarem seu entendimento sobre a verdadeira essência da igreja e a redirecionarem suas energias para aqueles que não pertencem ao rebanho de Cristo.
2. Redescobrindo o essencial na vida da Igreja
A segunda lição que igreja está experimentando durante esta pandemia é que estamos redescobrindo o que de fato é o essencial na vida da Igreja.
Em janeiro tínhamos uma agenda bem elaborada para as atividades da igreja e um bom planejamento para os eventos. Só não contávamos com a pandemia. Ela desmontou nossas agendas e nosso planejamento estratégico foi por água abaixo. Aquilo que parecia ser essencial para a vida da igreja, os eventos e as programações, que quase sempre são voltadas para os próprios membros, deixou de existir instantaneamente. Sem essas atividades, estamos nos perguntando o que de fato é o essencial na vida da igreja.
Estamos descobrindo debaixo de nossas agendas alguns post-its com lembretes do Senhor de que a comunhão semanal da igreja tem, pelo menos, três propósitos principais: Primeiro, os cultos são para celebrar as maravilhas que Deus realiza semanalmente no meio do seu povo; Segundo, os encontros comunitários servem para estreitar os laços entre as pessoas que professam a mesma fé e fortalecer a todos que enfrentam as mesmas lutas diariamente; Terceiro, as reuniões da igreja devem ser a oportunidade de aprendizagem e treinamento para a missão de proclamar o Evangelho e fazer discípulos.
Quando penso nesses propósitos, lembro da transfiguração de Jesus. Pedro, Tiago e João estão com Jesus em um monte e logo a aparência de Jesus é transformada em um brilho só. Elias e Moisés se juntam a eles. Ali estavam em plena comunhão: Jesus, o Mestre; Moisés, o Legislador; Elias, o Profeta; e Pedro, Tiago e João, os Discípulos. Que encontro maravilhoso, diz Pedro! Dá até vontade de ficar ali para sempre. E é isso que Pedro sugere ao dizer ao Senhor: Se quiser, farei três tendas: uma será sua, uma de Moisés e outra de Elias. (Mateus 17.4). Imediatamente, a voz de Deus ressoa e diz: Este é meu Filho amado, que me dá grande alegria. Ouçam-no! (Mateus 17.5). Então, o brilho se desvanece e todos descem o monte transformados para a missão.
É tão bom e tão bacana que a irmandade desfrute a comunhão e celebre os grandes feitos do Senhor semanalmente e, então, saia dali intencionalmente para servir ao mundo com o Evangelho. Isso é o essencial na vida da igreja.
3. Redescobrindo o Pão do Céu além da Ceia
A terceira lição que igreja está experimentando durante esta pandemia é que estamos redescobrindo que o Pão do Céu vai muito além do pão da Ceia.
Estávamos acostumados a celebrar a Ceia do Senhor apenas entre nós cristãos e isso só era possível em nossas reuniões dominicais. Mas agora, ao nos achegarmos à Mesa do Senhor de forma online, quantos outros que não pertencem às nossas igrejas se achegam também?
A Comunhão dos Santos ganha um novo significado nas palavras anunciai a morte do Senhor até que ele venha, pois nos deparamos com pessoas famintas do Pão do Céu e a elas anunciamos o pão eterno como um oferecimento gracioso de Deus para todos.
Estamos redescobrindo que além do pão “espiritual” devemos oferecer o pão nosso de cada dia a todos os que dele necessitam. E isso está gerando uma maior fraternidade e solidariedade entre as pessoas, cristãs ou não, pois está manifestando a preocupação de cada cristão em estender suas mãos aos que também carecem do pão cotidiano. Este “serviço da mesa”, aquela diaconia restrita aos diáconos e diaconisas, agora está sendo praticado por muitos, que não são ordenados para esse serviço, mas que servem as mesas com amor e dedicação, repartindo o pão de casa em casa.
Enquanto você lê isso o Espírito não faz você lembrar das vezes que Jesus multiplicou os pães para que os discípulos alimentassem a multidão, que estava faminta por ter ficado até tarde ouvindo o Mestre ensinar e proclamar o Reino de Deus?
A celebração da Ceia é também um envio para um mundo carente de pão e de salvação e ambos se encontram em Jesus: a salvação pela sua morte e ressurreição, e o pão pela solidariedade, fraternidade e serviço diaconal de seus discípulos para com o mundo.
4. Redescobrindo a leitura e o ensino da Bíblia
A quarta lição que igreja está experimentando durante esta pandemia é que estamos redescobrindo que a leitura e o ensino da Bíblia é um exercício espiritual diário.
A Bíblia sempre foi o livro do povo de Deus. Acontece que muitos abriram mão do direito de ler e ensinar as Escrituras em favor de “especialistas”, que leem por eles e por muitos outros.
Em casa, como a família, a meditação bíblica voltou a ser uma prática familiar como há muito tempo não se via, imagino que desde o culto doméstico praticado no distante século 20. A retomada da leitura da Bíblia nos lares está dando a muitos uma autonomia de escolher os textos que mais atendem as suas necessidades, tornando possível responder perguntas que elas realmente estão fazendo e não aquelas perguntas que os pregadores imaginam que elas estejam fazendo.
O distanciamento social está ajudando o povo a se conectar diretamente com Deus através da sua Palavra. Isso é muito significativo, pois trará para as igrejas as verdadeiras questões do dia a dia, forçando a comunidade encontrar respostas para as demandas reais de pessoas reais.
5. Redescobrindo o Sacerdócio de todos os crentes
A quinta lição que igreja está experimentando durante esta pandemia é que estamos redescobrindo o Sacerdócio Universal de todos os crentes.
O Coronavírus tem forçado muitas pessoas a descobrirem os seus dons e a colocar esses dons em prática dentro de seus lares. Isolados fisicamente da igreja, mulheres e homens, que antes estavam acostumados a terceirizar as responsabilidades nos ministérios da comunidade, agora começam a redescobrir seus papéis na igreja.
Até antes da pandemia, entendíamos que o encargo de manter a igreja funcionando era somente daquelas pessoas eleitas ou nomeadas para cargos e funções. Agora, estamos tendo que ensinar os nossos filhos; estamos lendo a Bíblia; contribuindo; distribuindo os elementos da Ceia; orando; exercendo liderança; falando do amor de Deus para outros etc.
Você pode dizer que isso as pessoas já faziam. Está bem. Mas o que é diferente, é que elas estão redescobrindo que podem assumir esses compromissos por si mesmas, porque elas percebem que possuem talentos e dons espirituais e que estão sendo guiadas pelo poder do Espírito Santo. E isso é diferente, pelo menos para a maioria das igrejas focadas em uma hierarquia rígida com pouco espaço para o exercício do sacerdócio de todos os crentes.
6. Redescobrindo a Visão do Reino de Deus
A sexta lição que igreja está experimentando durante esta pandemia é que estamos redescobrindo a visão do Reino de Deus.
Antes da pandemia as igrejas estavam autocentradas. O Covid-19 “dispersou a Igreja” que, aos poucos, vai tomando consciência de que o Reino de Deus está entre nós e que ele é bem maior do que a própria igreja. Devagar e sem perceber a igreja vai se dando conta de que seu papel é bem mais modesto do que às vezes queremos atribuir a ela.
Essa retomada da visão do Reino de Deus está em curso não porque estamos refletindo a esse respeito, mas porque estamos pondo em prática os valores do Reino dos Céus, como diz Mateus, valores expressos especialmente no Sermão da Montanha. Esses valores incluem amar ao próximo e aos inimigos; promover a paz; exercer a misericórdia; praticar a esmola, a oração e o jejum, entre outros.
Você pode dizer que isso a igreja sempre fez. Certo, mas as pessoas sempre fizeram muito mais como igreja do que como cidadãos do Reino de Deus. Aliás, posso dizer que nas últimas gerações raramente tivemos tamanha oportunidade e necessidade de praticarmos os valores do Reino de Deus para além das paredes do templo. Parece que o distanciamento social tem aumentado a sensibilidade das pessoas. E o Espírito de Deus está canalizando essa sensibilidade para o serviço às nações como parte da expansão do Reino de Deus.
As lições que estamos experimentando como igreja durante esta pandemia estão apenas começando. Podemos afirmar que nunca mais seremos os mesmos, não porque não podemos mais ser os mesmos, mas porque não devemos mais ser os mesmos.
As redescobertas que estamos fazendo como povo de Deus são lições preciosas sobre pontos importantes da Igreja. Estamos nos perguntando sobre a própria essência da Igreja e isso é sobre seu propósito único, aquele propósito proposto por Jesus. Estamos nos questionando sobre o que de fato é essencial na vida da Igreja e isso é sobre as finalidades do culto e às funções das reuniões no templo. Estamos nos interrogando sobre a dimensão e extensão do sacramento da Ceia e isso é sobre o anúncio do pão espiritual e a partilha do pão material. Estamos nos indagando sobre a leitura e o ensino da Bíblia e isso é sobre a legitimidade e capacidade de todos para ler e ensinar as Escrituras. Estamos nos interpelando sobre o sacerdócio universal de todos os crentes e isso é sobre o exercício dos dons espirituais sob a direção do Espírito Santo. Estamos no inquirindo sobre a visão do Reino de Deus e isso é sobre a amplitude do agir de Deus no mundo.
A pandemia do novo Coronavírus criou uma atmosfera de preocupação, medo, dor, sofrimento, isolamento e distanciamento social. Tudo isso é muito grave e dolorido. Porém, o Covid-19 nos deu também o tempo necessário para repensarmos nossa forma de ser igreja e a oportunidade única de redescobrirmos nossa vocação como filhas e filhos de Deus.
Certamente que ainda é cedo para tirarmos conclusões definitivas sobre os efeitos da pandemia na vida da igreja. Mas as mudanças que estão em curso na comunidade de fé já estão nos transformando e continuará a nos transformar para muito além da crise do Coronavírus. A redescoberta do nosso propósito como igreja no mundo terá um efeito duradouro pelas gerações seguintes, se aprendermos essas e outras lições que Deus está nos fazendo experimentar no presente momento.
Assim, continuamos a orar para que o Senhor continue a nos transformar de forma poderosa.

José Roberto Cristofani

Artigo publicado originalmente no BLOG do autor
Reprodução Autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e o site http://www.institutojetro.com/ e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

14 de abril de 2012

Igreja brasileira: O custo do não-discipulado

Revista Ultimato

Por Pr. Ricardo Barbosa De Sousa

Em 1937, o teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer publicou seu famoso livro “O Custo do Discipulado”. Uma exposição do Sermão do Monte, na qual ele comenta o que significa seguir a Cristo. O contexto era a Alemanha no início do nazismo. Sua preocupação era combater o que ele chamou de “graça barata”, essa graça que oferece perdão sem arrependimento, comunhão sem confissão, discipulado sem cruz. Uma graça que não implica obediência e submissão a Cristo. Seu compromisso com Cristo e sua cruz o levou a morte prematura em abril de 1945.

“O Custo do Discipulado” é um livro que precisa ser lido pelos cristãos brasileiros do século 21, com sua fé secularizada, sua moral relativizada, sua ética minimalista e sua espiritualidade privada e narcisista. A “graça barata” tem nos levado a conceber um cristianismo medíocre e uma espiritualidade que não expressa a nobreza do reino de Deus.

A fé cristã não é o produto de uma subcultura religiosa. Também não é apenas um conjunto de dogmas e doutrinas que afirmamos crer. É , antes de tudo, um chamado de Cristo para segui-lo. Um chamado para tomar, cada um, a sua cruz de renúncia ao pecado e obediência sincera a tudo quanto Cristo nos ensinou e ordenou.

Muitos olham para este chamado e reconhecem que o preço para seguir a Cristo é muito alto. Esta foi a preocupação de Bonhoeffer. De fato é. Amar os inimigos, abençoar os que nos rejeitam, orar por todos os que nos perseguem, sem dúvida é muito difícil. Perdoar os que nos ofendem, resistir as tentações, buscar antes de qualquer outra coisa o reino de Deus e sua justiça e fazer a vontade de Deus aqui na terra como ela é feita nos céus, não é fácil. Resistir aos impulsos consumistas numa cultura hedonista, preservar uma conduta moral e ética elevada em meio a tanta corrupção e promiscuidade definitivamente tem um preço muito elevado. Porém, precisamos ver tudo isto por outro ângulo.

Se o custo do discipulado é alto, já imaginou o custo do não-discipulado? Se amar o inimigo é difícil, tente odiá-lo! Se honrar pai e mãe é custoso, pense na possibilidade de não fazê-lo! Se viver em obediência a Cristo, renunciando o pecado, exige muito, procure ignorar isto!

Vivemos hoje uma sociedade enferma. O número de divórcios aumenta cada dia. O número de filhos que desconhecem o pai é alarmante. As doenças de fundo emocional multiplicam-se. A violência cresce. A corrupção parece não ter fim. Os transtornos psíquicos na infância assustam os especialistas. A raiz da enfermidade pessoal e social, em grande parte, é o não-discipulado. Não considerar os mandamentos de Cristo, seu magnífico ensino no Sermão do Monte, seu chamado para a renúncia ao pecado e a necessidade de diariamente tomar a cruz da obediência para segui-lo tem um custo incalculavelmente maior.

Só iremos compreender a importância da contrição e do arrependimento, da confissão e da renúncia ao pecado, da obediência aos mandamentos e do valor da cruz se tivermos consciência da riqueza que nos espera.

Pagamos um alto preço pela “graça barata”. Nossas famílias sofrem por causa dela. Nossos filhos encontram-se confusos e perdidos. A nação afunda-se na lama da corrupção, da violência e da promiscuidade. Nossas igrejas transformaram-se em centros de entretenimento religioso, com um comércio de falsas promessas em troca de um evangelho sem cruz e de um reino onde cada um é seu próprio rei.

O chamado de Cristo para sermos seus discípulos, com seu “alto custo”, é o único caminho possível para a liberdade. A única opção para a verdadeira humanidade. A única esperança para nossa sociedade enferma. Se seguir a Cristo exige muito, lembre que não segui-lo vai lhe custar muito mais.

24 de fevereiro de 2012

10 razões porque a pregação da Palavra deve ser o centro dos nossos cultos

O reformador francês João Calvino via a pregação do evangelho como o centro da vida e obra da igreja. Ele cria que a pregação era central na igreja porque ela era o modo de Deus salvar o Seu povo, até o ponto dele se considerar também um ouvinte: "Quando eu subo ao púlpito não é para ensinar os outros somente. Eu não me retiro aparte, visto que eu devo ser um estudante, e a Palavra que procede da minha boca deve servir para mim assim como para você, ou ela será o pior para mim. ", dizia ele.

Para Calvino a pregação da Palavra era um meio de graça para o povo de Deus - “Quando nos reunimos em nome de Deus”, ele dizia, “não é para ouvir meros cânticos" (diferentemente da nossa geração que valoriza extravagantemente o momento de louvor). Para Calvino, os que desenvolviam tais práticas se alimentavam exclusivamente de vento. Além disso, Calvino cria que a pregação deveria ser “sem exibição”, para que o povo de Deus pudesse reconhecer nela a Palavra de Deus e para que o próprio Deus, e não o pregador pudesse ser honrado e obedecido.

A luz deste background gostaria de trazer 10 razões porque a pregação das Escrituras deve ocupar o centro do nosso culto:

1- Cristo é exaltado. As Escrituras quando pregadas exaltam o nome do Senhor. É impossível expor a Bíblia sem que o nome do Eterno seja glorificado.

2- O homem é humilhado. A Exposição das Escrituras aponta para o estado de miserabilidade do homem. A pregação da Bíblia revela quem somos, nossas incongruências, idiossincrasias e pecaminosidade, revelando-nos que fora de Cristo todos estão mortos em seus delitos e pecados.

3- Somos reanimados no Senhor. As Escrituras quando pregadas trazem sobre a finitude humana, o poder infinito de um Deus Soberano proporcionando com isso o reascendimento da chama da esperança.

4- Nossa psiquê é envolvida por graça. A Palavra de Deus quando pregada traz remédio para a alma cansada, refrigério para o abatido, alento para o desesperançoso.

5- A Igreja é edificada. Quando a Bíblia é proclamada nossas igrejas são edificadas. A exposição das Escrituras, ao contrário dos movimentos vazios contemporâneos, fazem com que o povo de Cristo cresça no conhecimento do Senhor.

6- Somos protegidos dos erros doutrinários. Calvino costumava dizer que as Escrituras Sagradas é o escudo que nos protege do erro. A Bíblia quando pregada nos traz orientações importantíssimas que se aplicadas em nosso cotidiano nos protegem das heresias e distorções teológicas propagadas pelos falsos profetas.

7- Nos tornamos pessoas mais comprometidas com Cristo. As Escrituras quando pregadas nos desafiam a viver como Cristo viveu. A Bíblia quando proclamada nos leva a desejarmos viver a vida cristã de forma santa, pura e abnegada.

8- Vivemos para a glória de Deus. A Bíblia quando pregada leva-nos a querer viver exclusivamente para a glória de Deus.

9- Ansiamos pela volta do nosso Redentor. As Escrituras quando proclamadas nos levam a ima santa ansiedade pelo glorioso dia em que o Rei dos reis e Senhor dos Senhores voltará para a sua igreja.

10- Somos reavivados. A Bíblia quando pregada reaviva nossa alma, aquece os corações, desperta-nos para oração, desafia-nos a intercessão enchendo nossos corações com o santo desejo de estar continuamente em sua santa presença.

Pense nisso!

Fonte: Pr Renato Vargens em seu blog
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