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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

thanks...

A noite foi agitada e os corpos pediam descanso, o estômago estremeceu e decidiu-nos ao habitual suplemento matinal. O astro rei já se sentia na sensibilidade fragilizada dos olhos com sono.
O carro encostou-se num lugar permitido para fugir à rotina e aos olhares que pudessem ser mais indiscretos.
A conversa fluiu enquanto se fazia tempo para o capuchinho vermelho chegar. Poucos minutos foram contados pelo relógio digital do veículo imóvel no estacionamento, mas tentei desfrutar deles o mais que pude. Preciosos! O tema estava muito longe de ser carnavalesco como as roupas que envergávamos. Oportunidade de voltar a aprender que a vida não é fácil para ninguém, por mais sorridentes que sejam as máscaras que envergamos diariamente. Não sei se assisti ao cair de uma máscara ou apenas o mostrar do outro lado do espelho que não sabe reflectir o sorriso resplandecente de todos os dias. Testemunho duma luta diária contra fantasmas e obstáculos, derrubados e ultrapassados com decisões difíceis mas bem ponderadas. Uma lição de vida, vindo de alguém com menos idade que eu, mas que me faz sentir um miúdo, um puto mimado quando a ouço.
Esta Bella vive no palco montado pelo rumo dos acontecimentos, bem mais interessante que a versão original dos livros, bem mais interessante e bem mais real. Pena é que este Edward de peruca rastafári não esteja à altura das exigências, um cavaleiro andante mas de armadura baça do qual só a sua montada se assemelha à da ficção que serve de metáfora.
Agradeço-lhe não só pela sua companhia e pela conversa, agradeço também por me lembrar de estar grato por tudo o que tenho ou aspiro vir a ter, algo que tão frequentemente esquecemos e substituímos por lamentos e mesquinhices que pouca diferença fazem no âmbito geral da vida quotidiana.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Iyeoka



Falando por músicas quando faltam as palavras.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

playing games with my heart

Não, não vou falar de uma canção dos rapazes da estrada de trás...


Entrar num jogo que já não se está habituado a jogar e assumir um arranque em desvantagem foi um risco que corri conscientemente.
Agora sei que não estava preparado. A sequência de acontecimentos, uns programados e outros totalmente casuais e de oportunidade duvidosa levaram a uma crescente espiral de bluffs, de mostra-esconde, de dá-e-tira..
Até agora não há vencedores ao que parece. Apenas derrotados. A mais visível perda é a de tempo que não abranda a frenética contagem.
Mostrar o jogo é uma opção e o risco até é limitado, no máximo assisto a uma fuga com salto de barreiras e escalada de paredes incluído, ou então, a uma sonora gargalhada que vai ecoar nos meus tímpanos durante meses. Por outro lado, o jogo é emocionante, leva a alegrias e frustrações extremas, e eu sou um jogador paciente... disposto a ver quanto tempo dura o braço de ferro silencioso desta vez...

sábado, 19 de janeiro de 2013

Silêncios demorados

Há muito tempo que não escrevo sobre sentimentos. Não que não os tivesse, não que não os sentisse.
Estavam trancados e enclausurados, obrigados a um silêncio dilacerante que me queimava por dentro. A distância que parecia segura, deixou de o ser, e comecei a sentir a lâmina fria que cortava a minha vontade de ser. Hoje olho para trás e apesar do turbilhão de sentimentos confusos ao longo desta clausura calada, sei que ficaram boas recordações, bons momentos.
Sinto que dei mais do que pensava alguma vez dar. Sei que recebi muito, mas não o suficiente para equilibrar a equação dos sentimentos. Não quero cobrar nada, mas também não vou dar mais de mim para um poço sem fundo que me sorve a energia.
Dei um passo. A história poderia ter um final diferente se o passo fosse outro, mas só podia ser este e já estava a ser adiado por tempo demais. As pernas teimavam em não se mover. Foi preciso um pequeno detonador para alimentar a explosão que em surdina se adivinhava. Um pequeno empurrão que fez pender a balança para um dos lados. O tempo dirá se o lado mais acertado, mas não poderia manter-me imóvel perdido e parado. Inerte e sem decidir, sem optar. Nesta encruzilhada sentei-me à espera em vez de seguir o meu caminho... Já me doía o rabo, a cadeira não era confortável, levantei-me e andei qual Lázaro.
Um fim deixa sempre saudades e pode até magoar quem não merece.
O ano começa assim, como uma folha branca... pronto para um novo início e certo que o que despoletou esta mudança não é nada garantido. Mas a vida é um jogo, e apeteceu-me arriscar!

terça-feira, 24 de julho de 2012

por vezes...



...bate uma saudade!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

from me....



"não podemos culpar a sociedade se somos 
nós que não nos adaptamos às suas regras."



sábado, 17 de setembro de 2011

alguém tem saca-rolhas?

Andei a ler alguns dos meus posts do ano passado e cheguei à conclusão que a minha escrita está muito pior, e o pior é que nunca foi boa... mesmo assim isto leva-me a pensar que esta estagnação temporária na minha vida está-me a aniquilar células cerebrais, ou, no melhor cenário, a reter sinapses, ou ainda outra explicação e a mais plausível é que tudo vinha daquilo que sentia...
Parece que agora tenho uma rolha e as palavras não fluem presas atrás dessa peça cilíndrica de cortiça..

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Vindimas

10 tons de uvas depois...não mexo os braços...

sexta-feira, 24 de junho de 2011

...e agora?

sábado, 2 de abril de 2011

Paulo Neves


..a madeira e a pedra são os principais materiais trabalhados.. as formas são simples e orgânicas.. a escala é quase sempre poderosa..

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Bolota Cerâmica

Mais uma peça pela qual me perdi de amores...








"Bolota é Isabel Claro,
ceramista natural da cidade de
Caldas da Rainha e fundadora do
Atelier Bolota, sediado nesta mesma cidade
tão ligada à história e tradição da
 cerâmica portuguesa."




Não sei os motivos desta paixão à primeira vista, sem lhe sentir a textura com o tacto, consigo percebe-la apenas pela imagem, e gosto do sentimento que me causa! Também gosto da cor e da forma que misturam a tradição com o contemporâneo, fazendo desta obra muito mais que apenas objecto decorativo.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

a Liliana Alves

Ultimamente tenho andado a fazer umas pequenas pesquisas sobre artesanato, e estou-me a envolver de tal modo que não podia deixar de transparecer isso no meu blog pessoal.

Encontrei recentemente o blog desta artista de joalharia que me chamou a atenção pelo bom gosto e simplicidade. Não se trata apenas de juntar missangas e contas. No site dela podem ver ao pormenor cada peça e imaginar o trabalho meticuloso depositado em cada elemento que, em total harmonia, completa aquelas peças únicas.





Como o Valentim está aí, fica uma sugestão com coração!



- acho que nos próximos tempos vou parecer um pouco obcecado por artesanato, fica feito o aviso.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

à noite

Corre-me uma lágrima do olho e sinto um ardor no estômago. Os olhos teimam em não ter sono muito embora os sinta cansados, não me surpreende, é a segunda noite que não consigo ganhar sono e adormecer normalmente. Muitos pensamentos divagam dentro da minha cabeça, embatendo no interior do crânio e ribombando com eco ensurdecedor. Desisto de tentar adormecer e procuro organizar as ideias a ver se me perco distraidamente no sono.
Penso de novo em ti, ontem foi isso que me ajudou a finalmente adormecer, mas hoje não parece resultar.Agarro-me à almofada tentando recordar o aroma dos teus cabelos, é inútil, a grande distância no tempo e no espaço impede-me de recordar com toda a justiça as pequenas fracções de segundo que efectivamente estivemos juntos.
Preciso de me abraçar de novo a ti, nem que seja por um segundo para me ajudar a recordar..

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Conhecer...

...é complicado conhecer algo... e é-o ainda mais quando se trata de conhecer alguém... uma pessoa.
Usualmente olhamos, vemos, e pegamos na "imagem" comparamos com os estereótipos que a nossa experiência de vida nos ofereceu e, por fim, classificamos à mercê de todos os preconceitos que lhe podemos verificar.
Hoje "conheci" alguém, ou seja, vivi o descrito acima! e depois disso fiquei com vontade de conhecer melhor essa pessoa e todas as nuances que determinam defeitos e virtudes, fazer um amigo... quando vou dizer que realmente conheço essa pessoa? Provavelmente nunca, porque espero que cada dia seja uma oportunidade para a conhecer melhor.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Filhos dos outros..

só dão chatices... e é pior ainda quando já têm idade para ser meus pais!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Roubado De Satine


"Quando se é feliz muito novo, a única obsessão que se tem é aguentar a coisa. Vive-se ansiosamente com a desconfiança, quase certeza de a coisa piorar. O pior é que as pessoas que se habituaram a serem felizes não sabem sofrer. Sofrem o triplo de quem já sofreu. É injusto mas é assim. No amor é igual. Vive-se à espera dele e, quando finalmente se alcança, vive-se com medo de perdê-lo. E depois de perdê-lo, já não há mais nada para esperar. Continuar é como morrer. As pessoas haviam de encontrar o grande amor das suas vidas só quando fossem velhas. É sempre melhor viver antes da felicidade do que depois dela."
Miguel Esteves Cardoso


O link para o blog onde vi, e roubei porque realmente o MEC esteve bem - é isto que sinto!

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

domingo, 13 de dezembro de 2009

sad sunday




porque sinto falta do teu sorriso perfeito,
...por isto, isto e mais isto

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

não sei se te assustei
não sei porque fugiste
sei que eu gostei
e sei que tu partiste

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

sem palavras









isto é possível!?
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