Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cinema. Mostrar todas as mensagens

domingo, 2 de dezembro de 2012

Lotação esgotada

(Com direito a pipocas e tudo.)

The Dark Crystal (1982)
Este filme é velhinho, 30 anos, saído das mãos de Jim Henson mas não tão fofinho como o Cocas ou a Miss Piggy, mas igualmente genial. Na altura em que os megapixeis e os CGI (Computer-generated imagery) ainda não existiam e tudo saía das mãos habilidosas de grandes artistas. Personagens e cenários esculpidos para dar vida a uma ficção de fantasia grotesca.
As personagens são animadas por dotados marionetistas que combinam diversas técnicas para emprestar movimento e realidade à história.
Certamente que cenas deste filme ficaram gravadas na memoria de alguns, podendo mesmo ser a inspiração para outros magos da literatura e do cinema. Algumas semelhanças saltam à vista.

Se tiverem oportunidade de ver, acho que vale a pena, mas não esperem grandes efeitos especiais nem imagens deslumbrantes. A qualidade da imagem não é HD mas o filme cativa pela história e pela riqueza em número e em qualidade das diversas personagens.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Revisitar Paris... 30 anos antes

recebi por e-mail e não resisti a partilhar no blog... e um dos motivos pelo qual não resisti prende-se com o ter  passado nalgumas destas ruas onde até a pé era difícil transitar...(relembrando Paris...1234 e 5).

Antes de mais, obviamente que o perpetrador desta façanha foi preso. O cineasta francês Claude Lelouch imbuiu num carro uma câmara giroscópicamente estabilizada e convidou um conhecido piloto de Formula 1 a fazer o percurso Porte Dauphine, através do Louvre até a Basílica de Sacré Coeur.

Para saber mais e desmistificar o e-mail caso também o tenham recebido: wikilink



terça-feira, 16 de agosto de 2011

Daniela Ruah

Todos falam dela, primeiro pelo NCIS:Los Angeles, mais recentemente pela foto-reportagem da esquire.

Ela é gira todos os dias e muito talentosa, já foi longe para quem "apenas" começou nas telenovelas, mas acredito que pode abraçar voos mais altos.

É um orgulho vê-la numa série estrangeira, ainda por cima com qualidade. Bem, não sei se orgulho é a palavra mais correcta, mas que mexe com a alma portuguesa sempre que aparece no ecrã, lá isso mexe..

Estou muito expectante por a ver no grande ecrã, direitinha vinda de Hollywood pelas mãos da LucasFilm. E já falta pouco, a trailer já está aí... so, let's look at a trailer: Red Tails


ver minuto 2:10

sábado, 13 de agosto de 2011

o filme de ontem

Super 8



será um ET dos tempos modernos?
só digo que valeu a pena dar uma espreitadela...

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Saber recomeçar...

Em semana de enterro e com o horário bastante ocupado, o tempo para fazer posts bonitinhos e elaborados não é muito... De qualquer maneira não podia deixar passar a oportunidade.

E para que uns se babem e outros se arrepiem, deixo aqui um video de um filme muito bonito :)




(remeloso e com momentos coca-cola a toda a hora... mas dentro do género deve ser o melhor)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Jane Austen Book Club

depois de ver este filme fiquei mais curioso sobre os livros de Jane Austen... parece que da próxima vez que passar à porta da Bertrand vou entrar e escolher um "livro de gaja"


Já agora, tenho dúvidas por qual devo começar.
Love and Freindship; 
Persuasion;
Mansfield Park; 
Pride and Prejudice; 
Sense and Sensibility; 
Emma...

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Para rever: Dancer in the dark.




Björk - "Nunca mais farei um filme."
depois de ganhar o prémio de melhor actriz em Cannes, e traumatizada pelos seus desentendimentos com o cineasta Lars von Trier

olha que dois! ")


spoiler - fdx que actriz!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Mama Mia

Antes de ver "Mama Mia" pouco mais sabia para além de uns "zunszuns" de que era um musical com canções dos ABBA. Foi de modo surpreendente, mas sem preconceitos, que fui parár a uma matiné para o visionar.
Embora o elenco seja formidável, não tem grandes prestações. Acho mesmo que devido à necessidade de colocar as músicas no filme, por vezes, a continuidade da performance dos actores é quebrada, deixando que sejam as canções a tomar conta dos acontecimentos chamando a si todo o protagonismo. O que não é necessariamente mau, porque valoriza toda a obra dos ABBA tornando-se numa ode à genialidade, não mascarando a simplicidade das canções com demasiados adornos super produzidos.
Durante todo o filme somos invadidos por uma boa disposição, que nos impele a abanar a cabeça e a bater o pé ao ritmo certo, não conseguindo (e não querendo) disfarçar um sorriso de cumplicidade que surge em algumas cenas.
Não sei se as baixas expectativas contribuíram para que eu gostasse, ou se foi apenas o formato escolhido (musical) que fez esquecer as fragilidades a nível de argumento e interpretação. Considero que é um hino à alegria capaz de por bem disposto qualquer um.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Nostalgia



Estou prestes a fazer uma sessão non-stop de Quentin Tarantino....


bip...bip!!!

sábado, 28 de junho de 2008

Freedom Writers

Acabei de ver o firme "Página de Liberdade" (Freedom Writers)...
Acho que devem ver e fazer um comentário neste post ")



Veredicto: Muito Bom...

Visita obrigatória depois de ver o filme: Freedom Writers Foundation

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Blow Up de Michelangelo Antonioni

Um filme polémico e de ruptura à data em que foi realizado, e que hoje se mostra intemporal......aliás,demasiado actual até,pois encontra uma perfeita correspondência na sociedade hedonista dos nossos dias.Destaque também para a banda sonora com Herbie Hancock e os Yarbirds.Essencial.

Blow-Up, released in America in 1966, marked a departure. It was filmed in English and in color, and, it aspired to something like a plot: a photographer in swinging London (David Hemmings) uncovers evidence of a possible murder in the background of a series of pictures he's taken of a couple in a park. (De Palma's 1981 Blow Out is an obvious homage: A sound man records evidence of a murder on tape while recording ambient sounds.) Initially he's intrigued, since this event carries so much more gravity than the activities of his daily life, such as photographing models, driving around in a sports car, and off-handedly buying expensive antiques. But as the clues dry up, his interest does too. And having lost interest (after most of the prints are stolen), he simply throws the last print away.

Like everything else in Blow-Up, the photographer's choice of non-involvement carries the weight of Antonioni's moral judgment; the film is decked out in indifferent youth who make the same choice on a smaller scale in every instance. Antonioni's insistence is that Blow-Up is a chronicle of a day and age in which disinterest and immediate gratification win out over deeper values every time. (A similar theme was explored in the three films mentioned above.) Every generation has a cautionary tale like Blow-Up -- films are always warning us that society's fiber is worn thin by amoral young people -- but Blow-Up is special even in this company for its hypocrisy; Antonioni clucks his disapproval of casual sex, for instance, while leisurely treating his audience to an "orgy" at a party at which pot (scandal!) is smoked. Like his hero, Antonioni has an interest in the fashionable, too, so that, like the early '90s films of Gregg Araki (such as The Living End), the cutting-edge hip portrayed on the screen is now hilariously coy. There's even a gay couple with a little dog. When I last saw the film on a big screen in 1980, the aforementioned orgy had the college-age audience rolling in the aisles. So much for the message.

Thus it is that Antonioni, who very likely modeled his anti-hero partly on himself, peddles in Blow-Up the same thing he condemns. The film was a hit nonetheless, no doubt in large part for its simulated sex, and critics went mad for the rampant symbolism (drugged young people forcing a nun off a sidewalk, for instance) which Antonioni conveniently allowed them to read as they liked. Watching Blow-Up today (it's now available on DVD with a commentary track from an Antonioni scholar), you can enjoy the mod scenery, David Hemmings's lithe good looks, and Vanessa Redgrave's surprisingly engaging performance. But its message is just as tired and offensive as it was in '66.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Homem vs Máquina



Ao longo dos tempos vários realizadores abordaram a questão da linha emocional que separa os homens das máquinas, humanizaram máquinas e robotizaram homens.



Interrogaram-se e interrogaram-nos se um dia o confronto homem vs máquina se poderá esbater na subjectividade das emoções. Será que um dia a máquina se irá sobrepor ao homem? Será que afinal andarão de braço dado?Stanley Kubrick colocou HAL 9000 a implorar ao humano que fosse misericordioso e lhe poupasse a "vida" (2001: A Space Odissey), George Lucas fez de R2-D2 um fiel parceiro dos humanos em (Star Wars) e Michael Bay (Transformers) com um estilo mais hollywoodesco mas não menos pertinente, fez de Bumblebee o melhor amigo de um adolescente em plena crise existencial e Optimus Prime protector da espécie humana. São apenas alguns exemplos de como o cinema - mesmo na área do sci-fi - está muito muito longe de ser,como muitos julgam,mero entretenimento.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

2008 Cancelado

Ao que parece, e 14 dias após o inicio do novo ano as noticias não são animadoras, 2008 vai ser um ano de cancelamentos.
Uma ameaça terrorista começou o ano a cancelar o Lisboa-Dakar, e há quem tema pelas edições futuras da prova.
A greve dos guionistas nos Estados Unidos, além de fazer prever o cancelamento da cerimonia de entrega de prémios Oscar, perturbou a HFPA (Hollywood Foreign Press Association) que pela voz do seu presidente apenas anunciou os vencedores dos Golden Globes descartando assim a cerimonia de entrega.
E se pensam que é só a nível de desporto e entretenimento pensem outra vez:
Aeroporto da Ota, é certo que foi substituído pelo projecto de Alcochete.
Urgências e SAPs por esse país fora (em março de 2007 eram 56 SAP a cancelar)

Parece que vai ser um bom ano...

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Eastern Promises

Fui ao cinema, e gostei do filme... Não lhe dava 5 estrelas, mas recebia 4 sem ser por favor!

David Cronenberg escolheu Londres para palco da acção, aproveitando o ambiente húmido e a fraca luminosidade para tornar mais densas as suas personagens. As máfias Russas e seus mistérios, prendem-nos a atenção, incentivam a imaginação a criar possíveis desfechos para cada cena. Algumas das quais algo previsíveis, não retirando, no entanto, interesse ao filme.

Viggo Mortensen e Naomi Watts irrepreensíveis na sua representação.

Só um ponto negativo a apontar, possivelmente com mais culpa do realizador, a história romântica paralela à acção é necessária, mas devia ser menos óbvia, poupando-nos o momento coca-cola.
Related Posts with Thumbnails