Fátima'2009: segundo dia
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Percurso do segundo dia, 10 de Maio, de Cantanhede a Soure.
Combinámos no dia anterior levantarmo-nos pelas 6h00 para seguir caminho... pouco depois de tocar o despertador do telemóvel do Paulo (sempre 10 minutos antes do combinado) e do sinal da Lara, os que já estavam despertos começaram a cantar os parabéns ao Filipe. Daí foi o lufa lufa de enrolar sacos-cama, ir à casa de banho e preparar os sacos.
Combinámos no dia anterior levantarmo-nos pelas 6h00 para seguir caminho... pouco depois de tocar o despertador do telemóvel do Paulo (sempre 10 minutos antes do combinado) e do sinal da Lara, os que já estavam despertos começaram a cantar os parabéns ao Filipe. Daí foi o lufa lufa de enrolar sacos-cama, ir à casa de banho e preparar os sacos.
Saímos saciados com o café instantâneo e os bolos que os Bombeiros nos ofereceram de véspera. Tirámos a foto de família e lá partimos para mais uns quilómetros. Enquanto vigiava se ninguém ficava para trás, e já a sair do centro de Cantanhede, onde encontrámos um café aberto, o Zé recebe uma chama de alguém que ainda queria participar da viagem. Assim, a partir de Cantanhede, passámos a ser 27, com o Nuno.
Depois de tomarmos um café mais quentinho, seguimos o caminho previsto, passando por Lemede. Fizemos uma pausa em Arazede para comermos, tratar dos pés, esticar as pernas e as costas e reabastecermos a farmácia. Passava por lá uma concentração de carochas, estavam parados numa bomba para reabastecer, vinham de Montemor.
Na Carapinheira, um senhor parou junto ao Zé para lhe perguntar que caminho iam fazer e para explicar como podíamos poupar alguns quilómetros. Era o Sr. Vitor Azedo e ficou combinado encontrarmo-nos depois do almoço para nos explicar o caminho. Entretanto fiz uma pausa para cumprimentar os meus tios.
Em relação a 2008, só alterámos o restaurante desta etapa, em vez de almoçarmos em Alfarelos (ainda tínhamos de andar mais 10 km), almoçámos na Carapinheira, no restaurante "Encosta de São Pedro", onde fomos muito bem recebidos. Depois do almoço, chegou o Sr. Vítor, eu fiquei incumbido de aprender e decorar o caminho e depois de uns copinhos de vinho verde... a conversarmos, fiquei a saber que o percuso era o mesmo que nós íamos fazer.
Retomámos o caminho em direcção aos campos do Mondego e começa a chover... toca a sacar as capas, os impermeáveis, os chapéus de chuva... Sem ninguém desistir, apesar das dores começar a ficar insuportáveis, chegámos a Alfarelos e parámos num café onde já lá estava o grupo menos atrasado que o meu com o Zé e os "alemães". Só saímos quando começou a estiar.
Algures, antes de chegarmos a Vila Nova de Anços, no meio dos campos do Arunca, o Sr. Vítor da Carapinheira fez-nos uma surpresa (eu já sabia) e ofereceu-nos um lanche e mais um copito de líquidos para dar força para chegarmos a Soure.
Depois de tomarmos um café mais quentinho, seguimos o caminho previsto, passando por Lemede. Fizemos uma pausa em Arazede para comermos, tratar dos pés, esticar as pernas e as costas e reabastecermos a farmácia. Passava por lá uma concentração de carochas, estavam parados numa bomba para reabastecer, vinham de Montemor.
Na Carapinheira, um senhor parou junto ao Zé para lhe perguntar que caminho iam fazer e para explicar como podíamos poupar alguns quilómetros. Era o Sr. Vitor Azedo e ficou combinado encontrarmo-nos depois do almoço para nos explicar o caminho. Entretanto fiz uma pausa para cumprimentar os meus tios.
Em relação a 2008, só alterámos o restaurante desta etapa, em vez de almoçarmos em Alfarelos (ainda tínhamos de andar mais 10 km), almoçámos na Carapinheira, no restaurante "Encosta de São Pedro", onde fomos muito bem recebidos. Depois do almoço, chegou o Sr. Vítor, eu fiquei incumbido de aprender e decorar o caminho e depois de uns copinhos de vinho verde... a conversarmos, fiquei a saber que o percuso era o mesmo que nós íamos fazer.
Retomámos o caminho em direcção aos campos do Mondego e começa a chover... toca a sacar as capas, os impermeáveis, os chapéus de chuva... Sem ninguém desistir, apesar das dores começar a ficar insuportáveis, chegámos a Alfarelos e parámos num café onde já lá estava o grupo menos atrasado que o meu com o Zé e os "alemães". Só saímos quando começou a estiar.
Algures, antes de chegarmos a Vila Nova de Anços, no meio dos campos do Arunca, o Sr. Vítor da Carapinheira fez-nos uma surpresa (eu já sabia) e ofereceu-nos um lanche e mais um copito de líquidos para dar força para chegarmos a Soure.
Com o grupo animado e com as dores a ficar para segundo plano, lá chegámos à pensão "A Viela" numa grande confusão de distribuição de quartos. Lá tomámos banho, jantámos e fomos tratar do corpo.
Notícia menos boa: o Porto era tetra-campeão nessa noite... lá tem de ser: viva o Porto! Era merecido.
Notícia menos boa: o Porto era tetra-campeão nessa noite... lá tem de ser: viva o Porto! Era merecido.
O mapa: