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19 de fevereiro de 2010

Brunch favorites


561 Valencia St
San Francisco


Onde se comem os maravilhosos Norwegian Eggs citados - variação dos Benedict com salmão fumado em vez de bacon canadiano - entre muitas outras coisas boas. A Tartine Bakery é também imperdível, com as melhores tostas de sempre. Yes, I'm obsessed with food and I'm proud of it.

10 de abril de 2008

12 de março de 2008

French Tuesdays

Uma boa razão para se ir às French Tuesdays? Decerto para ver e ser visto no meio de gente gira e conhecer pessoas num ambiente snobe e elitista reservado à guestlist. Não será bem o meu caso, que até agora não conheci ninguém que valesse a pena. Minto, conheci o Mike e o Jim, mas estavam lá por engano. Homens mais velhos a tentar engatar miúdas novas, e asiáticas, muitas asiáticas. Elas vão dominar o mundo, podem preparar-se meninas! Podem ser feias e marrecas, mas ter olhos em bico é cartão de visita. Sinto-me quase sempre a parolinha no meio de gente crescida que parece saída directamente da capa Vogue. Mas pelo menos sempre serve para estrear aqueles vestidos que nunca usamos porque não vale a pena para levar ao Bairro Alto, ou neste caso, para sair na Mission. E para dançar que nem uma louca e rir perante os olhares reprovadores de gente demasiado composta e bem comportada. E pelos hors d'œuvre, of course.

8 de fevereiro de 2008

MUNI

Como sabem, na América não há transportes públicos. Ou melhor, há, em New York e San Francisco, e mais umas poucas cidades grandes. Mas no geral não há, e mesmo quando há, são uma piada quando comparados aos sistemas que se encontram nas grandes cidades europeias. Aqui, apesar das várias linhas, o metro aka BART, limita-se a um único trajecto dentro da cidade, seguindo a Market St. De resto, somos dependentes do MUNI, o sistema de eléctricos e autocarros de SF. Isto porque toda a gente tem carro e anda de carro. E não há cá carros económicos e citadinos, quais Clios ou Puntos, naaaa... aqui só se vêem carros gigantes, pickups e SUV (jipes), ou, quanto muito, uns Beetles e uns Minis dos novos, exclusivamente usados pela ala feminina ou gay. Assim sendo, o uso de transportes públicos está reduzido aos pobrezinhos e estagiários - ou seja, eu -, que, como sabem, têm pouco a dizer nesta sociedade. Hoje, de todas as situações surreais com que me deparei desde que cheguei, como a vez em que mandaram sair todos os passageiros uma paragem após ter entrado, ou o típico "next muni in: 1 min, 3 min, 35 min" que nos leva por vezes a esperar horas pelo raio do eléctrico, vivi o top dos tops. Estava eu na paragem, chega o eléctrico e pára, até aqui tudo normal. Mas eis que e as portas não abrem. Carrego umas 10 vezes no botão e nada, não abre. Estava a dirigir-me para a porta da frente quando a puta da motorista arranca. Assim, sem mais nem menos. E eu, feita parva, a correr atrás durante 4 quarteirões, sempre quase a chegar à próxima paragem, até decidir que chegar a horas ao trabalho não valia um ataque cardíaco. E pronto, agora para superar isto só mesmo uma falha de travões na Mason.

Dia dos Namorados

Enquanto lia o enfado que partilho relativamente ao dia, sorria pensando: este ano será diferente...



daqui





6 de fevereiro de 2008

29 de janeiro de 2008

Beija-flor



Hoje vi um colibri. É, na California há colibris. Olhava distraída para uma árvore, quando me pareceu ver alguma coisa. Assim como quando vemos um rato a passar e, apesar do nosso cérebro não ser capaz de reconstituir a imagem, temos a certeza de que o vimos. Ora, sendo que os ratos não têm asas e parecia demasiado grande para uma libelinha, deduzi tratar-se de uma pequena ave. Agucei o olhar, fixei a árvore, e de repente vi: um pequeno helicóptero em versão pássaro suspenso no ar, as asas não mais que um rasto de movimento quase imperceptível, mantendo o pequeno corpo quase imóvel. Um passaroco muito interessante, o colibri.

Dedicado ao maradona. O colibri, claro.

23 de janeiro de 2008

Milk


Eu bem sabia que tinha nascido para ser uma estrela, quer dizer, vá, uma estrelinha. Que isto de vir para a California e não participar num filme, é como ir a Roma e não ver o Papa - contando que se tem algum interesse em ver o Papa, o que não é o meu caso, felizmente. Assim que irei entrar num filme d'oliúde, com realização de Gus Van Sant e Sean Penn starring e tudo e tudo e tudo. Tudo bem que é só figuração, mas isso não interessa nada. Cada vez mais perto da red carpet, é o que é.