Não foi por acaso ter escolhido estas palavras,
Como um paliativo,
Vestida com um vestido tradicional,
De mãos enroladas a todas as crianças possíveis que a teu lado cabiam,
Falavas com os olhos,
Eu via-te chorar vendo-te sorrir aprumada,
Para que quem por ti passasse se sentisse feliz consigo próprio,
Saindo e reentrando na própria vida,
Com o ofegar de uma pausa numa sentença de morte,...
Mas porque não falavas,
Me dizias a plenos pulmões o quanto estavas infeliz,
E que esta era a história de quanto uma flor pode pesar mais que um horror,
E em cima de um horror podemos dormir até para sempre,
Por sobre milhões de mantos de flores senhoriais,....
Se não me respondes,
Numa carta enviada ao sol,
Diz-me como influenciar a rigidez da ausência,
Inconstante e inconsequente é este afastar para o abominável