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A hora é de agir... mas meditemos!

























Dói muito mais arrancar um cabelo a um europeu que amputar uma perna, a frio, a um africano.

Passa mais fome um francês com três refeições por dia que um sudanês com um rato por semana.

muito mais doente um alemão com gripe
que um indiano com lepra.

Sofre muito mais uma americana com caspa
que uma iraquiana sem leite para os filhos.

É mais perverso cancelar o cartão de crédito
a um belga que roubar o pão da boca a um tailandês.

É muito mais grave deitar um papel no chão na Suiça, que queimar uma floresta inteira no Brasil.

É muito mais intolerável o shador de uma muçulmana que o drama de 1000 desempregados em Espanha.

É mais obscena a falta de papel higiénico num lar sueco que a de água potável em 10 aldeias do Sudão.

É mais inconcebivel a escassez de gasolina na Holanda que a insulina nas Honduras.

É mais revoltante um português sem telemóvel
que um moçambicano sem livros para estudar.

É mais triste uma laranjeira seca num colunato hebreu que a demolição de um lar na Palestina.

Traumatiza mais a falta de uma barbie a uma menina inglesa, que a visão do assassínio dos pais a um menino ugandês.


Recebi por email há algum tempo.
Hoje foi-me recordado por uma mensagem no Amigos de Manica e Sofala a quem agradeço.

Tragédia em 2 actos























O Preconceito

I ACTO

Cena 1
(ao telefone)

Jovem: - Bom dia, gostaria de saber se está ainda por preencher alguma das vagas que o anúncio publicado refere...
Entrevistador: - Bom dia... Ainda temos algumas vagas. Terá que apresentar a sua candidatura na sede da empresa no endereço indicado no anúncio.
Jovem: - Muito bem, irei de imediato.

Cena 2
(pessoalmente)

Jovem: - Vinha apresentar a minha candidatura. Telefonei há pouco, falei com F....
Entrevistador: - O seu nome, por favor...
Jovem : - Silvia
Entrevistador: - Idade?
Jovem: - 22
Entrevistador: - Residência?
Jovem: - Rua Principal, 1213 Bairro Alto da Cova da Moura

O entrevistador pára repentinamente o preenchimento da ficha e avalia a jovem de alto a baixo.
Levanta-se, dirige um sorriso misterioso á jovem... e dirige-se a um terminal de computador.
Digita vagamente algo... Franze o sobrolho aparentando preocupação. Troca palavras inaudíveis com outro colega. Dirige-se ao local onde a jovem o aguarda.

Entrevistador: - Como deve ter reparado...
Jovem: - (levantando-se e envergando o melhor sorriso sarcástico...) - Sim, sei... não se incomode, as vagas afinal estão preenchidas...
Entrevistador: - Exactamente, lamento...

II ACTO

Sílvia opta por responder ao anúncio que, afinal, teima em continuar a aparecer no jornal.
Muda de estratégia, dá como residência o endereço de um familiar não muito longe da Cova da Moura...

Após a entrevista com outro funcionário, com outro visual para não ser facilmente relacionável com a jovem da Cova da Moura, acaba por ser admitida.


Nota explicativa:

O relato, ficcionado, é real. A jovem é minha amiga, é branca, altamente competente, empreendedora, mas morava - e mora! - na Cova da Moura!!!

EUA vs Arabes




Um velho árabe muçulmano iraquiano, a viver há mais de 40 anos nos EUA, quer
plantar batatas no seu jardim, mas cavar a terra já é um trabalho demasiado
pesado para ele.
O seu filho único, Ahmed, está a estudar em França, e o velhote envia-lhe a
seguinte mensagem:

"Querido Ahmed: Sinto-me mal porque este ano não vou poder plantar batatas
no jardim. Já estou demasiado velho para cavar a terra. Se tu estivesses
aqui, todos estes problemas desapareceriam. Sei que tu remexerias e
prepararias toda a terra. Beijos do papá."

Poucos dias depois, recebe a seguinte mensagem:

Querido pai: Por favor, não toques na terra desse jardim. Escondi aí umas
coisas. Beijos, Ahmed."

Na madrugada seguinte, aparecem no local a Polícia, agentes do FBI e da CIA,
os S.W.A.T., os Rangers, os Marines, os Steven Seagal's, os Silvester
Stallone's e alguns mais da elite norte-americana, bem como representantes
do Pentágono, da Secretaria de Estado, etc.
Removem toda a terra do jardim à procura de bombas, ou material para as
construir. Porém, não encontram nada e vão-se embora, não sem antes
interrogarem o velhote, que não fazia a mínima ideia do que eles procuravam.
Nesse mesmo dia, o velhote recebe outra mensagem:

"Querido pai, certamente a terra já está pronta para plantar as batatas. Foi
o melhor que pude fazer dadas as circunstâncias. Beijos, Ahmed."

Uma grande lição

Isso aconteceu num vôo da BRITISH AIRWAYS
entre JOHANNESBURG e LONDRES.
Uma senhora branca, de uns cinqüenta anos, senta-se
ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a hospedeira.
- Qual o problema?Pergunta a aeromoça.
- Mas você não esta a ver?Responde a senhora. Colocou-me ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado destes nojentos. Dê-me outro lugar.
- Por favor senhora, acalma-se, diz a hospedeira.
- Quase todos os lugares deste voo estão ocupados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A hospedeira afasta-se e volta alguns minutos depois.
- Minha senhora, como eu suspeitava, não há lugar vago na classe económica. Eu conversei com o comandante e confirmou-me que não há mais lugares na executiva. Entretanto ainda temos um lugar na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário, a hospedeira continuou:
- É totalmente inusitado a companhia conceder um lugar de primeira classe a alguém da classe económica, mas, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria escandaloso alguém ser obrigado a sentar ao lado de uma pessoa tão execrável.
E, dirigindo-se ao negro, a hospedeira completou:
- Portanto senhor, se for de sua vontade, pegue seus pertences que o lugar da primeira classe esta à sua espera.
Todos os passageiros em redor que, chocados, acompanhavam a cena, levantaram-se e aplaudiram.

(recebido por email)