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Meditemos













"(...) Quando morreu a consciência do povo, falou-se em autoridade do governo e lealdade dos cidadãos."


Lao-tsé

Hand in hand





Sem palavras... porque não as há que cheguem!

Meditemos





"(...) Quando morreu a consciência do povo, falou-se em autoridade do governo e lealdade dos cidadãos."


Lao-tsé



Não morreu...ainda.

Todos os dias
seja como fôr
o veneno que a ilude é inoculado,
misturando e confundindo realidades.

Ventos do deserto
transportarão gritos...
mil vezes aumentados.
Imagens irreais.

Uns dirão que o vento empurra
el-rey Dom Sebastião
e que a voziaria outra coisa não é
que a alegria da libertação.

Outros oráculos predirão
serem de sofrimento os gritos... que mais não são que o vento,
de redenção e de futuro as imagens... que outra coisa não são que miragens.

Miragens e uivos do vento,
eis tudo o que nos é oferecido.

No dia em que o povo
aceite a morte da sua consciência,
abraçará bovinamente
a dádiva dos falsos salvadores,
dos monstros lamacentos,
que se pretendem fazer passar
por gloriosas fénix renascidas,
cândidas e impolutas virgens.

Não há vento que sempre dure,
nem miragem que não acabe.

Nenhum povo deixará que lhe matem a consciência.

Aquele que o fez, arrependeu-se!



Cacusso

Deusa das Mil Mãos

Absolutamente fantástico!!

Vídeo em que 21 dançarinos chineses interpretam a "Deusa das Mil Mãos".
Dura cerca de 5 minutos, mas vale a pena.
Detalhe - são todos surdos!
Fazem parte de uma "troupe" de artistas com deficiências, e obedecem a
instruções gestuais de pessoas posicionadas nos quatro cantos do palco.

Meditar...

"Sempre que pensamos em mudar queremos tudo o mais rápido possível.
Não tenha pressa pois as pequenas mudanças são as que mais importam.
Por isso, não tenha medo de mudar lentamente, tenha medo de ficar parado".

(Provérbio Chinês)

Bebo sozinho ao luar

Entre as flores há um jarro de vinho.
Sou o único a beber: não tenho aqui nenhum amigo.
Levanto a minha taça, oferecendo-a à lua:
com ela e a minha sombra, já somos três pessoas.
Mas a lua não bebe, e a minha sombra imita o que faço.
A sombra e a lua, companheiras casuais,
divertem-se comigo, na primavera.
Quando canto, a lua vacila.
Quando danço, a minha sombra se agita em redor.
Antes de embriagados, todos se divertem juntos.
Depois, cada um vai para a sua casa.
Mas eu fico ligado a esses companheiros insensíveis:
nossos encontros são na Via Láctea..



Li Po
(Tradução de Cecília Meireles)

Do livro: "Poemas Chineses / Li Po e Tu Fu", Nova Fronteira, 1996, RJ