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Thursday, April 30, 2026

um artigo sobre Assis Esperança

Integrando o grupo do Suplemento Semanal Ilustrado do jornal A Batalha e da revista Renovação, ambos publicados sob a égide da central anarco-sindicalista Confederação Geral do Trabalho (CGT), Assis Esperança é um dos mais representativos ficcionistas dessa corrente de pensamento do romance social, que abrirá as portas ao neo-realismo. Sob a égide de alguns conceitos do anarquismo, chave a para a compreensão da sua obra, analisa-se a novela de recorte rural «Ruínas», incluída no livro Funâmbulos (1925), procurando identificar em que medida as concepções libertárias se reflectem nas personagens e na sua relação com o meio, sem esquecer as intervenções judiciosas do narrador.

Ricardo António Alves, «Terra e opressão em "Ruínas", uma novela de Assis Esperança», in Ana Cristina Carvalho, Sílvia Quinteiro e Natália Constâncio, Algarve(s) -- Imagens do Ambiente natural e Humano na Literatura de Ficção, Lisboa, By the Book, 2025.


Friday, April 24, 2026

"Imagens Literárias das Beiras"


No Museu Ferreira de Castro, às 18 horas, 24 de Abril de 2026, com Ana Cristina Carvalho.




 

Monday, March 23, 2026

"A Amazónia pelo olhar de escritores portugueses"


Conversas sobre Ferreira de Castro, com Ana Cristina Carvalho

 

Friday, November 04, 2022

"Sintra, lugar de Ferreira de Castro"


12 de Novembro de 2022

Museu Ferreira de Castro – 10-18 h.

 

Programa

10 h.: Apresentação dos Encontros

10,15h. Vítor Viçoso, «A Lã e a Neve e o Imaginário Neo-Realista: convergências e divergências»

11,00 h. Manuel Matos Nunes: «Tiago, o “Estica”, em A Selva, de Ferreira de Castro»

11,45 h.:  Fernando Ramos Machado, «Ferreira de Castro e os Grão-Mestres de Malta»

12,30 h: Debate

 

14,15 Annabela Rita, «Ferreira de Castro e a globalização»

15h. Ana Cristina Carvalho, «Rigores de Inverno em romances Castrianos: Cenário, personagem e mensagem»

15,45h. Clara Campanilho Barradas: «O teatro de Ferreira de Castro»

16, 30h Carlos Jorge F. Jorge, «Traços do destino e projeções da natureza humana nas representações da água em Ferreira de Castro»

17,15h : Debate


Entrada livre, mediante inscrição prévia

dbmu.museu.fcastro@cm-sintra.pt


 

Thursday, February 04, 2016

«A relação eco-humana na vida e na obra de Ferreira de Castro»


Grande tese de Ana Cristina Carvalho, cuja arguição tive a honra de fazer.

Friday, January 15, 2016

«Sob as velhas árvores românticas»: do significado de Sintra para Ferreira de Castro (6)

Também os estudos universitários em diferentes âmbitos, como o são o da linguística e o da ecocrítica, relevam este factor específico do apego à Natureza como algo central na obra castriana. Assim, Isabel Roboredo Seara, a propósito de A Lã e a Neve (1947) – uma das suas obras-primas –, refere-se
ao modo «habilíssim[o]» operado pelo estilo literário de Ferreira de Castro, reflectindo, não apenas uma estética, mas também uma singular mundividência: «A fusão do mundo físico com o mundo moral, a matéria inerte que ganha constantemente vida emotiva, o cromatismo singular da natureza, determinam indefectivelmente um estilo idiossincrático.» (in Isabel Roboredo Seara, «A Lã e a Neve – Virtualidade e originalidade dos enunciados metafóricos», Língua e Cultura #7-8, Lisboa, Sociedade da Língua Portuguesa, Jan.-Jun. 1998: 130); e com enfoque em Terra Fria (1934), porém alargando à
restante obra, Ana Cristina Carvalho sustenta que aquela foi, e é, portadora de «um inequívoco discurso ecológico». [in Ana Cristina Carvalho, «Ecologia Humana no Romance Terra Fria, de Ferreira de Castro», A Ecocrítica no Brasil, João Pessoa, Universidade de Paraíba, 2013 (no prelo)].

(artigo completo)


Thursday, September 22, 2011

Natureza e Homem em Ferreira de Castro



«Natureza e Homem em Ferreira de Castro: Imagens de uma relação», conferência por Ana Cristina Carvalho, sexta-feira, 23 de Setembro, pelas 18 horas, no Museu Ferreira de Castro.
Ilustração: Alex Gozblau

Friday, May 29, 2009

ficções - Cristina Leimart

Autor que se preze escreve sobre a luz. Imprime uns impulsos luminosos sempre que lhe puxa a mão para a melancolia e o agita a inspiração. Agualusa, por exemplo, n'O Vendedor de Passados, põe uma fotógrafa a alinhar as luzes de vários pontos do mundo. Tê-las-á ele visto com os próprios olhos? Talvez, consta que é viajado. Ferreira de Castro tem uma passagem soberba sobre a luz matinal que lavava a lã e dissolvia a neve da Estrela a meio do século XX. Virginia Woolf, a pretexto do híbrido Orlando, afirma que o verde na Natureza é uma coisa, e na literatura, outra, o que não é mentira nenhuma e também uma forma de dissertar sobre a luminosidade. E Machado de Assis, no D. Casmurro? O que ele se enleia em parágrafos luminosos! Onde? Pois bem, a páginas tantas e outras, aqui e ali -- não perde oportunidade. Para não falar de quando Eça se aventurou por uma China que jamais viu e pelo meio pôs um mandarim luso falando de lâmpadas derramando "claridades luarentas e sóis luzindo como opalas desmaiadas".
Cristina Leimart, «Sobre a luz», Histórias de Poucas Palavras, Lisboa, Apenas Livros, 2009, p. 13.