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Monday, March 19, 2012

Ferreira de Castro, entre Marinetti e Kropótkine (4)

Na génese do futurismo portugês participou um próximo amigo de Ferreira de Castro, Mário Lyster-Franco, que com Carlos Porfírio -- pouco depois director do Portugal Futurista --, no Heraldo de Faro, animaram, sob os pseudónimos "Fontanes" e "Nesso", uma página literária intitulada Futurismo, onde colaboraram Almada e Pessoa [ver Nuno Júdice, Poesia Futurista Portuguesa (Faro, 1916-1917), Porto, A Regra do Jogo, 1981].

O Escritor #11/12, Lisboa, Associação Portuguesa de Escritores, 1998.

(imagem de Mário Lyster-Franco, daqui)

Friday, February 17, 2012

Literatura, Artes e Identidade Nacional -- Do Modernismo à Actualidade (4)

Todos estes movimentos de escola, nascem, portanto, na primeira metade do século, antagonizam-se entre si e também dentro de si próprios. O que não impede uma certa permeabilidade que as revistas demonstram: a presença recupera e promove autores da geração anterior (Pessoa, Sá-carneiro, Almada) e publica também neo-realistas como Cochofel, Manuel da Fonseca ou Namora; a Vértice é ecuménica, publicando desde Afonso Duarte, que vem da «Renascença Portuguesa», até Cesariny.

Actas dos 3.ºs Cursos Internacionais de Verão de Cascais - 1996, vol. IV, Cascais, Câmara Municipal, 1997. 

Thursday, January 05, 2012

Vítor Viçoso, A NARRATIVA NO MOVIMENTO NEO-REALISTA -- AS VOZES SOCIAIS E OS UNIVERSOS DA FICÇÃO (7)

[Um aparte: faz-se sentir a necessidade de um estudo de conjunto sobre o campo cultural do Estado Novo, não apenas na literatura, como nas artes plásticas, no cinema ou na música – campo que tem nomes importantíssimos, também eles pertencentes ao nosso património histórico-cultural: Almada Negreiros, Joaquim Paço d’Arcos, Francisco Costa, Luiz Forjaz Trigueiros, António Lopes Ribeiro, Ruy Coelho e tantos outros.]