Ontem ao telefone, minha mamãe disse que a violência no Rio estava desesperadora.
Hoje no jornal das 8 do programa ARD, o apresentador falou por cerca de 1 minuto sobre o Rio.
Na internete eu estava lendo, tentando entender, rezando para que a situação melhore e pensando nas guerras e nos vícios. Daí eu li o seguinte comentário:
"O estado brasileiro precisava declarar estado de excecao e introdudir lei marcial para crimes relacionados ao trafico de drogas e armas, julgando esses crimes em tribunais especiais e executanto sumariamente por pelotao de fuzilamento os marginais, reduzindo o tempo entre prisao, julgamento e fulzilamento a alguns poucos minutos. todo mundo sabe quem sao esses vagabundos, eh so deixar o exercito e policia agir e comecar a eliminar os bandidos sem dar satisfacao ao sistema judiciario e prisional falido e leniente com a bandidagem. concentrar na inteligencia e investigacao, oferecer premios pelas cabecas mais valiosas, e executar os bandidos que forem presos. isso sim se chama solucao."
E logo eu, que me considerava liberal e que sempre fui contra a pena de morte, me vi diante de um pensamento sinistro e senti simpatia por quem escreveu. Tudo mudou deste que minha filha nasceu. Eu tenho ganas de matar todo e qualquer criminoso, quando leio sobre um crime hediondo. Só de pensar que minha filha poderia ser queimada viva num ônibus por causa de um traficante louco qualquer, eu quis matar todos eles.
Isso é normal? E você, o que você acha da situação atual no Rio?
Ah, um p.s. antes do final: eu não uso drogas. E tenho enorme dificuldade de entender pessoas viciadas e o vício em si. Meu marido diz que isso é uma grande falha intelectual (minha).
27 novembro 2010
25 novembro 2010
conversa com o papai
ela: Papai, hoje eu cozinhei na escolinha.
ele: Foi, filha, o que você cozinhou?
ela: Couve-rábano, mas não cenoura. Cenoura a Liliane cozinhou.
(n.t. acho que ela se referia a descascar e cortar como cozinhar)
ele: Aha, você fez Ratatouille?
Ela pára, pensa um pouco, mas não consegue recordar o desenho animado ou associar o nome a nada, olha para o pai e diz: Não, papai, só couve-rábano, cortada em pedacinhos, ratatuí não se come.
O pai, dá um sorriso e diz: Come sim, filha, os franceses comem bastante Ratatouille.
ao que ela, bem filósofa e séria, quase indignada, responde alto: Mas nós não somos franceses!
22 novembro 2010
padaria de Natal 2010
Minhas duas ajudantes, Clara e sua coleguinha da escolinha, devidamente equipadas, fizeram bastantes biscoitos decorados com temas natalinos.
Elas abriram a massa, às vezes com rolo, outras sem, cortaram com cortadores e decoraram com confeitos e glacê.
O resultado ficou muito bonito, colorido e gostoso. A massa usada é tipo para sequilhos, com polvilho e creme de arroz, sem farinha de trigo, pois a amiguinha de Clara tem intolerância a glúten.
Elas abriram a massa, às vezes com rolo, outras sem, cortaram com cortadores e decoraram com confeitos e glacê.
O resultado ficou muito bonito, colorido e gostoso. A massa usada é tipo para sequilhos, com polvilho e creme de arroz, sem farinha de trigo, pois a amiguinha de Clara tem intolerância a glúten.
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