15 junho 2010

Le Touquet - parte dois

Meu marido é louco por peixes. E no mercado de Le Touquet quem gostar de peixes, surta de vez. A variedade e os preços levam qualquer um à loucura. Foi por isso que decidimos ficar num apart, para poder cozinhar à vontade. Já decidimos que ano que vem vamos alugar uma casa, preferentemente com piscina e capacidade para acomodar pelo menos 12 pessoas.

 As lagostas estavam por 12 Euros a unidade na peixaria e por 32 Euros, grelhada, no restaurante.

Mas resolvemos fazer um jantar diferente no sábado e a escolha caiu para Aperol como aperitivo, ostras frescas, vieiras, camarões, frango assado, salada, queijos e "baguettes".

Mas vamos começar com uma cervejinha para matar a sede depois do jogo e repor os sais minerais?


Peter e Tissy, seu amigo desde 1990. Eles jogaram hoquéi em Berlim e agora jogam juntos só uma vez ao ano em Le Touquet.  Foi engraçado pois eles estavam sempre vestidos iguais, pareciam que iam tocar numa banda de forró. Até Clarinha percebeu e comentou: Papi, você e Tissy estão de roupa igual.

Aperol e champanhe com uma rodela de laranja.

Tine tomou conta dos drinques!







Esse salgadinho em forma de fantasma tinha gosto de torresmo. Uma delícia!

Meninos famintos e mesa no jardim do mini-apart. Apesar da noite relativamente fria, ficamos conversando até as 2 da matina.


Grande parte da praia tem umas cabines, com paredes coloridas, onde as pessoas guardam guarda-sóis, pranchas, etc. Achei bem legal, assim você pode deixar tudo lá e ir à praia na hora que quiser, sem ter que carregar tudo sempre com você.


As pessoas usam uma proteção contra o vento, que quase sempre sopra forte do norte.

Ela insistiu em usar o maiô de ursinho, que está ainda um pouco grande. E apesar do vento, ela se divertiu na areia.


Na saída da praia vimos um lugar para saltos com skates, bicicletas e até patinete. A menininha olhava fascinada para tudo aquilo. Senti medo só de pensar nela fazendo esses malabarismos mais tarde.


No campo o time lutava por um lugar no alto da tabela. A única mulher jogando este ano era Tine, a goleira, que precisa de equipamento de proteção. A bola de hoquéi é como uma bola de golfe, porém bem maior e mais pesada.

A torcida estava toda de vermelho. Na camiseta de Clara a frase: "boa fada"


O time de exilados sul-africanos (eles moram na Inglaterra e tem gente de várias raças jogando!) jogou fantasiado. Tinha dona-de-casa de camisola e até um super-woman, pena que não tirei mais fotos. Aqui um dá dicas a Erik, um dos melhores do "nosso time", que joga em Berlim num time da 1a divisão.


Estes dois meninos, que estavam só acompanhando os pais, tiveram muita paciência e brincaram muito com Clarinha.



Uma magnólia com flores amarelas me fascinou. Nunca tinha visto magnólias amarelas.

Impressões da nossa noitada franco-alemã, com direito a tudo que a vida tem de bom.



E para todo o resto, tem Mastercard, né?

2 comentários:

Meire disse...

Que lugar delicioso, e nota-se o qto vcs estao se divertindo.

bjs

Luma Rosa disse...

Muito bom!! O melhor é mesmo o reencontro dos amigos!
Tenho um primo que joga hoquei pela seleção de Sertãozinho/Ribeirão Preto. Ah, no começo ninguém acreditou que o time iria para a frente, por ser novidade no Brasil! Agora sempre representam o Brasil em disputas internacionais.
Pra qual time vai torcer na copa? Tá complicado aí né? (rs*) Beijus,