Eu tenho uma AMIGA muito chique, que mora na França, mas que pelo jeito está precisando de roupa. Na verdade, ela vive em festas, casamentos e outros babados, então roupa chique ela tem! Mas acho que a coitadinha está precisando de roupa esporte, algo que ela possa usar à beira da piscina (a casa rosada tem piscina?) ou para colher flores no jardim. E para que ela consiga a proeza de ganhar uma camiseta da Word Press, ela precisa receber comentários no posting da camiseta. Para tanto, favor clicar aqui e deixar um comentário.
---
@Carla: eu não quis dizer que todos os vistos são negados. Saiu uma reportagem no jornal local e também na "Der Spiegel" sobre o aumento de pacientes de países árabes, fazendo tratamento nas "Unikliniken" alemãs, pois conseguir um visto pros EUA está mais difícil desde 9/11. Eu não disse que era impossível, mas a política de visto pros EUA está mais rígida do que antes. Sendo que alguns países árabes pagam o tratamento fora do país.
"Die Patienten, die in der Gnade des Königs genießen, schicken wir in die berühmtesten Kliniken in Deutschland, wo berühmte Mediziner und Wissenschaftler arbeiten, die als Korriphäen auf ihrem Gebiet in Deutschland gelten, um das Beste für unsere Patienten zu erreichen."
Eu mesma vi um helicóptero da Emirates Airway pousar no campo de futebol em frente ao meu antigo apartamento, dele desceram várias mulheres de chador e um rapaz, que foram recebidos por um carro do Klinikum da cidade. Ele passou várias vezes em frente ao meu apartamento e eu também o encontrei visitando-as numa das minhas estadias no hospital.
---
@Cissinha: não entendi seu comentário: porque teria eu a consciência pesada?
---
@Roseane: eu sei que o lucro do McD é enorme e fundacão filantrópica ajuda a aumentar o lucro. Mas neste caso acho que a emenda é melhor do que o soneto, pois se todos fizessem algo, o mundo seria melhor.
---
Por falar em mundo melhor... o que você faz para melhorar o mundo?
02 agosto 2007
01 agosto 2007
Semana Mundial da Amamentação
A Denise nos convida a uma blogagem coletiva na Semana Mundial da Amamentação.
----
Meu leite na tua boca,
meu corpo no teu corpo,
uma comunhão mais do que sagrada,
um toque de felicidade,
carinho sendo transmitido
em forma de alimento
Por te amar, eu te amamento.
----
Meu leite na tua boca,
meu corpo no teu corpo,
uma comunhão mais do que sagrada,
um toque de felicidade,
carinho sendo transmitido
em forma de alimento
Por te amar, eu te amamento.
31 julho 2007
o abominável McDonalds
por de não gostar de usar o termo "odiar", eu digo que:
Eu abomino o McDonald's, seu lixo-comestível, sua estratégia de marketing, seu americanismo e sua poluição ambiental.
Depois de 9/11 os EUA passaram a negar visto para pessoas de origem árabe. Um efeito desta política é o aumento de pacientes oriundos de países árabes, que vêm a Alemanha fazer tratamento em hospitais universitários. Muitos dentre estes são crianças, com problemas graves.
O hospital universitário daqui tem também um programa para tratar crianças oriundas de países pobres com problemas raros. Além, é claro, de atender crianças de outras cidades da Alemanha.
E aí, quem acompanha fica aonde? Já imaginou deixar seu/sua filho/a sozinha num hospital? Qual seria a chance de melhora neste caso?
Em momentos como este eu amo o McDonald's. Mais precisamente, amo as Casas Ronald McDonald's. São ao todo 250 casas, com 6.000 quartos abrigando famílias de crianças doentes no mundo - todas as noites.
A casa da minha cidade abriga 11 famílias por dia. São 200 famílias por ano, que ficam num apartamento com banheiro e telefone. Existe uma cozinha comunitária e várias salas, relativamente aconchegantes.
McDonald's doa 2,3 milhões de Euro por ano - a corporação e os franchisees. Para financiar a casa desta cidade, eles necessitam de 150.000 Euros. Parte do dinheiro é utilizada para construir novas casas. O custo da diária (aqui 15 Euros) é pago pelo seguro saúde ou financiado por doações - no caso de estrangeiros.
Existem casas no Brasil também, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Claro que estas casas são gotas d'água numa enxorrada, mas melhor tê-las e ajudar a uns poucos, do que não poder ajudar a ninguém.
Eu abomino o McDonald's, seu lixo-comestível, sua estratégia de marketing, seu americanismo e sua poluição ambiental.
Depois de 9/11 os EUA passaram a negar visto para pessoas de origem árabe. Um efeito desta política é o aumento de pacientes oriundos de países árabes, que vêm a Alemanha fazer tratamento em hospitais universitários. Muitos dentre estes são crianças, com problemas graves.
O hospital universitário daqui tem também um programa para tratar crianças oriundas de países pobres com problemas raros. Além, é claro, de atender crianças de outras cidades da Alemanha.
E aí, quem acompanha fica aonde? Já imaginou deixar seu/sua filho/a sozinha num hospital? Qual seria a chance de melhora neste caso?
Em momentos como este eu amo o McDonald's. Mais precisamente, amo as Casas Ronald McDonald's. São ao todo 250 casas, com 6.000 quartos abrigando famílias de crianças doentes no mundo - todas as noites.
A casa da minha cidade abriga 11 famílias por dia. São 200 famílias por ano, que ficam num apartamento com banheiro e telefone. Existe uma cozinha comunitária e várias salas, relativamente aconchegantes.
McDonald's doa 2,3 milhões de Euro por ano - a corporação e os franchisees. Para financiar a casa desta cidade, eles necessitam de 150.000 Euros. Parte do dinheiro é utilizada para construir novas casas. O custo da diária (aqui 15 Euros) é pago pelo seguro saúde ou financiado por doações - no caso de estrangeiros.
Existem casas no Brasil também, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Claro que estas casas são gotas d'água numa enxorrada, mas melhor tê-las e ajudar a uns poucos, do que não poder ajudar a ninguém.
30 julho 2007
azul, como o mar
Eu sei que azul é cor de menino. Eu sei! Podem acender a fogueira e me queimar. Eu sou bruxa, mesmo sem ter cabelos vermelhos, admito os meus pecados! Mas azul é uma cor maravilhosa para quartos, acalma, é desestressante e asséptica. Uma cor que transmite calma e serenidade, que traz bom sono.
29 julho 2007
tem gosto de festa
Tem gente aqui na Alemanha que vive reclamando, que os amigos, maridos e familiares alemães não comem isso, não comem aquilo. E eu até já vi um caso extremo de um cara, que se comportava pior do que criança no que diz respeito a comida - Danadinha que o diga!
Tenho sorte, pois meu marido come de tudo, e meus sogros também. Na verdade, tenho azar, pois tudo que é gostoso é dividido. Bem que ele poderia não gostar de doce de leite, de banana-da-terra frita, de bolo de aipim... mas este não é o tema.
Ontem à tarde vieram uns amigos aqui em casa. Como eles teriam que voltar para suas respectivas casas, a cerca de 90 km daqui, lá pras 7 horas, meu marido sugeriu fazer um churrasco, mas o tempo lá fora deixou e deixa a desejar. Eu sugeri então fazer um feijão, que não poderia ser chamado de feijoada, pois não tinha tudo para uma feijoada aqui em casa.
Fiquei meio temerosa, pois nem todo mundo gosta de feijão. Mas para minha surpresa, todo mundo comeu e repetiu. Nem farofa sobrou para contar estória. Também, né, com o tempero de Sônia... só o filho de 6 anos de um dos casais é que comeu somente arroz branco, sem nada, feito por mim, à moda brasileira, com alho. E ainda perguntou o que eu fazia, pois o "arroz brasileiro" estava bem mais gostoso do que o da mãe dele. E isso foi perguntado na cara dela. Nós duas quase morremos de rir.
Feijão realmente tem gosto de festa. E o pessoal só foi embora as 20:30. E Peter com um sorriso no rosto disse:
Eu adoro quando nossa casa está cheia de gente, fica tudo alegre. Não vejo a hora de Clara crescer e trazer amigas para nossa casa.
Detalhe: o A maiúsculo de amigas...

Essa é Rosi, comendo feijão, parecendo uma baiana. Ela misturou tudo e mandou ver!

Ah, e Clara não fica com gases. Eu como sementes de erva-doce recobertas com açúcar após as refeições, além de tomar bastante chá de erva-doce e passar óleo de jojoba com essência de erva-doce, anis e cominho na barriguinha dela.
Tenho sorte, pois meu marido come de tudo, e meus sogros também. Na verdade, tenho azar, pois tudo que é gostoso é dividido. Bem que ele poderia não gostar de doce de leite, de banana-da-terra frita, de bolo de aipim... mas este não é o tema.
Ontem à tarde vieram uns amigos aqui em casa. Como eles teriam que voltar para suas respectivas casas, a cerca de 90 km daqui, lá pras 7 horas, meu marido sugeriu fazer um churrasco, mas o tempo lá fora deixou e deixa a desejar. Eu sugeri então fazer um feijão, que não poderia ser chamado de feijoada, pois não tinha tudo para uma feijoada aqui em casa.
Fiquei meio temerosa, pois nem todo mundo gosta de feijão. Mas para minha surpresa, todo mundo comeu e repetiu. Nem farofa sobrou para contar estória. Também, né, com o tempero de Sônia... só o filho de 6 anos de um dos casais é que comeu somente arroz branco, sem nada, feito por mim, à moda brasileira, com alho. E ainda perguntou o que eu fazia, pois o "arroz brasileiro" estava bem mais gostoso do que o da mãe dele. E isso foi perguntado na cara dela. Nós duas quase morremos de rir.
Feijão realmente tem gosto de festa. E o pessoal só foi embora as 20:30. E Peter com um sorriso no rosto disse:
Eu adoro quando nossa casa está cheia de gente, fica tudo alegre. Não vejo a hora de Clara crescer e trazer amigas para nossa casa.
Detalhe: o A maiúsculo de amigas...
Essa é Rosi, comendo feijão, parecendo uma baiana. Ela misturou tudo e mandou ver!
Ah, e Clara não fica com gases. Eu como sementes de erva-doce recobertas com açúcar após as refeições, além de tomar bastante chá de erva-doce e passar óleo de jojoba com essência de erva-doce, anis e cominho na barriguinha dela.
Assinar:
Postagens (Atom)