Apesar de quase todos os surfistas que eu conheço adorarem coisas naturais, não pensei no momento de escrever esse posting na erva natural consumida por muitos surfistas mundo afora. Pensei sim num projeto de alguns oceanólogos da Nova Zêlandia, que estavam buscando a "onda perfeita" e descobriram um meio de construir recifes artificiais.
Vi uma reportagem hoje sobre a firma ASR, que com um tecido geotêxtil produzido por uma firma alemã constroe recifes artificiais. Ao invés de construir quebra-mares de concreto e pedras, que além de feios, poluem visualmente o meio ambiente, eles usam uma espécie de sacos cheios de areia para produzir recifes subaquáticos!
Após emergidos, esses recifes além de produzirem ondas quase perfeitas, ajudam também a combater a erosão e enchentes. E em menos de seis (6) meses transformam-se em novos biotópos marinhos. Em cinco anos até corais moles e tubarões já estavam adaptados ao novo ambiente!
Ao ver a reportagem lembrei muito de meu sobrinho, Victor, que está estudando oceanografia. Seria um campo de trabalho para ele: o uso de tecnologias modernas em conjunto com a busca da "onda-perfeita" na proteção ao meio-ambiente.
Será que um dia este método será usado no Brasil? Será que um dia cuidaremos melhor do nosso meio-ambiente?
24 novembro 2006
20 novembro 2006
...loucuras
Eu já disse para mim mesma, que não me irritarei mais. Nada que aconteça neste mundo, merece receber um pouco mais da minha atenção! Mas tem horas que não dá, eu fico p*** da vida mesmo, principalmente com burrice, com desleixos, com o descaso alheio.
Eram quase 4h da tarde quando eu resolvi que tinha, obrigatoriamente, que ir a um supermercado no centro da cidade comprar agrião. Quase na saída da minha rua o sinal de que o carro já estava na reserva acendeu. Como eu nunca ando na reserva, resolvi passar no posto para abastecer.
Foi uma daquelas cenas típicas dum final de tarde de outono chuvoso na Alemanha: o céu estava quase escuro, as ruas molhadas e reflexos por todos os lados, mas eu estava alí, como sempre cuidadosa, prestando atenção, dando a seta para dobrar à direita, quando de soslaio percebi que uma moça estava vindo de bicicleta (na ciclovia ao lado direito da pista) com um menininho atrás.
O sinal para a ciclovia estava fechado, vermelho e bastante luminoso, pois a maioria dos sinais de Aachen são de LEDs (diodo emissor de luz), modernos e visíveis, mesmo com o tempo feio como estava hoje. Porém foi como se eu escutasse uma voz dizendo: - Ela vai passar, mesmo com o sinal fechado!
Não deu outra, eu freei com toda força e ela - na maior cara de pau, sem nem olhar - passou, no sinal vermelho! Com uma criancinha atrás! Sem nem olhar! Buzinei feito louca, não, louca não, como boa brasileira, mas ela nem se tocou.
E se eu não a tivesse visto? E se eu não freasse? Teria passado por cima dela e do menininho?! Assim, sem tirar nem pôr? Quiça até tivesse matado os dois! Por descaso dela, por burrice, por falta de atenção?! É realmente de dar raiva.
Só mesmo a alegria de Cissinha (foi um prazer viu amiga) para melhorar meu humor!
Eram quase 4h da tarde quando eu resolvi que tinha, obrigatoriamente, que ir a um supermercado no centro da cidade comprar agrião. Quase na saída da minha rua o sinal de que o carro já estava na reserva acendeu. Como eu nunca ando na reserva, resolvi passar no posto para abastecer.
Foi uma daquelas cenas típicas dum final de tarde de outono chuvoso na Alemanha: o céu estava quase escuro, as ruas molhadas e reflexos por todos os lados, mas eu estava alí, como sempre cuidadosa, prestando atenção, dando a seta para dobrar à direita, quando de soslaio percebi que uma moça estava vindo de bicicleta (na ciclovia ao lado direito da pista) com um menininho atrás.
O sinal para a ciclovia estava fechado, vermelho e bastante luminoso, pois a maioria dos sinais de Aachen são de LEDs (diodo emissor de luz), modernos e visíveis, mesmo com o tempo feio como estava hoje. Porém foi como se eu escutasse uma voz dizendo: - Ela vai passar, mesmo com o sinal fechado!
Não deu outra, eu freei com toda força e ela - na maior cara de pau, sem nem olhar - passou, no sinal vermelho! Com uma criancinha atrás! Sem nem olhar! Buzinei feito louca, não, louca não, como boa brasileira, mas ela nem se tocou.
E se eu não a tivesse visto? E se eu não freasse? Teria passado por cima dela e do menininho?! Assim, sem tirar nem pôr? Quiça até tivesse matado os dois! Por descaso dela, por burrice, por falta de atenção?! É realmente de dar raiva.
Só mesmo a alegria de Cissinha (foi um prazer viu amiga) para melhorar meu humor!
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