08 julho 2005

...brincando



Estou completamente "metida a besta". Acho que quase todo mundo sabe, que o meu SAAB quebrou. Eu estava sem carro, andando de bici o tempo todo, mas apareceu um outro meio de aproveitar o verão! ...curtindo meu novo, velho carrinho. É de 1989, mas é um brinquinho!




placa

Tenho que comprar ainda um som e uma capota nova . O motor tem 22.000 Km rodados, mas o carrinho não tem direção hidraúlica; haja muque para fazer manobras. Vou ficar com braços poderosos, iguais aos de Madonna!

07 julho 2005

D

Vejam só que coisa mais fofa! Este é o famoso Alexandre, filho de Márcia D., irmã de Claudia D.! A Márcia mora com a família em Frankfurt, mas tivemos a grande oportunidade de nos encontramos em Düsseldorf. Tomamos café, comemos bolo, jogamos muita conversa fora, passeamos, compramos souvenirs e à noite ainda tive a oportunidade de comer sushi e conversar com Sylvain, o marido dela e pai de Alexandre, o fofo.


Isto é um estacionamento de carrinhos no café Starbucks na cidade velha. Eu não acreditei até realmente perceber as marquinhas no chão! Como é um café de não-fumantes, é um ótimo lugar para ir com crianças!

Confirmando o dito:

03 julho 2005

....parte 4

Em abril de 1986 eu ganhei uma bolsa pra fazer um estágio na Alemanha. Foi tudo tão rápido, que no dia 3 de setembro de 1986 eu estava em Dortmund. Lembro muito bem do vôo conturbado, de um sanduíche horroroso servido no vôo de Amsterdã a Düsseldorf (detalhe era de salmão defumado - e a nordestina, pobre, que nunca havia comido, não gostou!), e que Charles Barbosa comeu sem piscar. Lembro muito bem de Sebastião nos esperando no aeroporto de Düsseldorf e do S-Bahn demorado até Dortmund. Nós éramos três da FJC: Charles Barbosa, Ana Lúcia Sá Barretto e eu. Mas erámos quatro brasileiros, pois havia ainda o João Maurício, um paulista muito bem-humorado, que durante o vôo mostrou-se muito carrancudo. Tião tinha chegado um ano antes, já falava alemão e retornou pouco tempo depois para o Brasil, para um pouco mais tarde partir de vez da nossa Terra.
Os três primeiros meses foram duros; a dificuldade com a língua, a falta de amigos, a saudade, tudo pesava muito e eu me sentia muito só. Mas de uma hora pra outra eu estava entendendo alemão, pensando em alemão e falando alemão. Após 5 meses de curso intensivo no Carl Duisberg Centrum (CDC) de Dortmund, eu fui morar em Duisburg e estagiar na firma Klöckner. Foi um sapato roto para um pé torto. Se Dortmund já era ruim, Duisburg em 1987 era pior ainda. Mas o pessoal do departamento de Ligas e Minérios da firma Klöckner me ajudou muito e o CDC organisava viagens pela Alemanha a preço de banana no Brasil, o que adoçou minha estadia em Duisburg.