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22 outubro 2015

voltei! mas para outro sítio


Estou de volta mas numa morada nova. 
Começa agora uma nova temporada do e'ventar
Começa o...  [re]e'ventar
Quem quiser, faça o favor de aparecer por lá. 
Até já, minha gente.

28 maio 2015

fomos felizes, fechamos hoje


À beira de completar 8 anos de vida, chega hoje ao fim este meu espaço que alimentei quase diariamente. Obrigada a todos os que me visitaram e que de alguma forma foram partilhando comigo as vossas opiniões e ideias. Por enquanto ainda será possível consultá-lo, porém conto eliminá-lo definitivamente ao longo dos próximos 2 meses, tempo que julgo necessário para fazer o backup de tudo o que aqui escrevi. Se alguém souber como guardar todo o conteúdo de forma rápida e segura, serei muito agradecida. Chegam também ao fim as contas no Instagram e no Facebook. Obrigada a todos.

05 maio 2015

aprender em estado líquido

_eventar_

Se há coisa que eu goste neste vida é de aprender. Sempre disse que era mesmo boa era para aprender e não para ensinar. Felizmente, a vida mostrou-me no momento certo que o jeito para ensinar também se aprende. E a ensinar aprende-se tanto... Mas hoje é dia de voltar a sentar-me numa cadeira para aprender. Não, não me meti numa pós-graduação, nem num mestrado, nem num doutoramento nem nessas andanças escolares. Hoje a minha escola é outra. É a escola da Água. E eu estou entusiasmada com'ó caraças. 

28 abril 2015

a solo é possível


A barriga apertou. O corpo transpirou por todos os poros. As [poucas] horas de sono foram inquietas. Ainda assim a cabeça andou focada e a pele aparentemente serena. Foi uma semana de trabalho árduo mas com um gostinho especial. O primeiro [de muitos] a solo. Estou feliz! Afinal é possível.  

15 abril 2015

variações de humor


«(...) algures, não perguntem quando nem porquê, achei que ser adulto e responsável passava pela capacidade de não cedermos a grandes variações de humor. alguma coisa parecida com um porto de abrigo de águas calmas e constantes.(...)»    dias de uma princesa 

Num texto que vale muito a pena ler na íntegra, a Catarina escreve as linhas que transcrevi acima. Tenho pensado muito neste estado de espírito. O do controlo das emoções. Começo a ter uma idade [32] em que talvez fosse melhor, para mim e para os outros, aprender a controlar as minhas emoções visíveis. A não ter grandes variações de humor. Com isso talvez me torne menos espontânea, sim certamente. A espontaneidade é talvez uma coisa de adolescentes e não de adultos.  

patroa à vista


Pois é... e mais umas 3 semaninhas e vou aprender a fazer mais uma data deles.  

08 abril 2015

buzzwords


Esta tarde tive uma reunião que me fez revirar os olhos umas vinte vezes. Cheia de buzzwords. A utilização massiva destas palavras da moda transmitem-me duas mensagens. Uma de quem se está a armar aos cágados e a outra de quem na verdade não tem grande vocabulário, por isso "refugia-se" nas ditas buzzwords. Só estrangeirismos e o caraças. No mundo dos eventos e do turismo em geral, é a toda a hora e eu não tenho paciência para diálogos cheios disto. 

19 março 2015

o dia do pai

Andry-Shango

Pai. Pai. Pai... hoje é o dia do pai. Mas a mim não me apetece falar do meu... já disse quase tudo e estou sem inspiração para escrever mais e melhor. Prefiro deixar-vos este artigo que é bem melhor.

«Hoje, é um dia especial. 
Celebra-se o dia do pai, o dia de todos os pais. O dia em que paramos para pensar na importância de um pai na vida de um filho. De um avô, na vida dos netos. De um padrasto, na vida dos enteados.»  
Up To Lisbon Kids

Desejo, especialmente, um grande dia aos meus amigos que estão hoje a celebrar este dia pela primeira vez. Têm toda uma vida pela frente para serem bons pais. Façam por isso, sim? Todos os dias.

10 março 2015

trabalhar sem ir para o trabalho


No início de novembro falei com os chefes e disse abertamente que aquilo que a empresa me estava a dar não era aquilo que eu melhor sabia fazer. Disse o que queria e foi-me dito que não. Poucos dias depois propus uma forma diferente de trabalhar. Também não era o pretendido. No dia a seguir e quase 8 anos depois de ter sido contratada, apresentei a minha carta de demissão. Saí no fim de dezembro. Desde então tenho um projeto meu. Trabalho a partir de casa. Tenho aquele tipo de trabalho que algumas pessoas [não a maioria, felizmente] não compreende nem acredita que, de facto, se trabalhe. Cada vez há mais trabalhadores assim. Que trabalham mas não vão para o trabalho. Até porque, na grande maioria das vezes, os tais que ainda não compreendem nem acreditam, acham que o importante é ir para o trabalho... o trabalhar é outra conversa. 

13 fevereiro 2015

ajuda bem-vinda


Benditas sejam as pessoas que estão sempre prontas a ajudar e que o fazem sempre de boa vontade, sem pedir nada em troca. Tenho sorte por ter pessoas assim na minha vida. Obrigada. 

03 fevereiro 2015

as idades

e'ventar no facebook

Sou demasiado nova para fazer aquilo. Estou velha para andar assim. Já tenho é idade para ter juízo. Estou é na idade de arriscar. Será que já estou a ficar fora de prazo? Não, ainda vou a tempo. Estou naquela idade em que, ou é agora, ou também já não vale a pena. Ele é novo de mais para mim. Sou nova de mais para ele. A idade. Esse número que todos temos. Nunca estamos na idade certa, porque ou já foi ou ainda vai ser. Ou então tem que ser já, agora, imediatamente. Não se pode deixar para depois. Para amanhã. Deixa lá, também já não me adianta. A idade não conta. Ou será que conta?
Pá, já não tenho idade para isto...

06 janeiro 2015

não, não hibernei


Isto anda para aqui um desleixo sem desculpa... É o header com gelados e sabor a versão, é postas com mais de 1 semana, é não dar notícias, enfim... era apanhar um chicote aqui à mão e açoitava-me já aqui à bruta. Mas a verdade é que o mês de dezembro foi a puta da loucura e eu ainda me estou a reorganizar. É que entre trabalho a magotes, saída da empresa, aulas, aniversário, natal, fim-de-ano e mais uma data de coisas e mudanças {boas!}, foi que a coisa complicou-se no que diz respeito aqui aos escritos. Posto isto e arrumada a casa, estou de volta e com forças renovadas! E cheia de novidades e projetos! Ahhhh... caboaestasensaçãocaraças!

25 dezembro 2014

32

 

Fiz 32 há pouco mais de uma semana, foi no dia 16. Estive a reler os 31 e bolas... já mudou tanta coisa. Ou melhor, mudaram algumas bases que eu julgava estarem tão cimentadas. Isto a vida está sempre a mudar e este ano... poxa, se mudou. Mudou e continua a mudar. E eu aqui estou para mudar, o mais possível. Estou feliz, muito.

12 dezembro 2014

11 dezembro 2014

pedi a demissão


Já lá vai quase 1 mês. Posto isto, só tenho que voltar a pôr os pés na chafarica mais 6 vezes. Entre folgas e eventos fora... são apenas mais 6 vezes/dias. Já faltou mais.

24 outubro 2014

back to school


Dar aulas está a mostrar-me uma perspetiva diferente da minha profissão. Não sei quem é que vai aprender mais. Se eles ou eu. Eu, vou com certeza. Eles, darei o meu melhor. Tantas horas de preparação pela frente... ai. 

20 outubro 2014

um ofício especial


Tenho um que é o meu trabalho principal. Há coisa de 1 ano arranjei outro que só me dá trabalho de quando em vez. Entretanto há pouco mais de 1 semana passei a ter outro que me vai durar um semestre. Este terceiro ofício é especial, é um voltar ao sítio onde fui feliz, onde cresci e onde conheci uma série de pessoas que valeram e valem muito a pena. É um orgulho gigante voltar a fazer parte da família, desta vez com uma perspetiva bem diferente daquela que tive durante 3 anos e meio. Vão ser umas belas noitadas, essa é que essa.

via: BestReviews

07 outubro 2014

afortunas-me


Saber-te, sentir-te e ter-te na minha vida faz-me saber, sentir e ter uma vida melhor. O "simples" {um simples que tem tanto de especial} facto de existires faz-me fechar os olhos e serenar o coração. Porque sei que estás. E esta sensação é tão preciosa e tão fundamental na minha vida que só eu sei a importância que tem. Não te consigo nem quero explicar. Prefiro que a {me} sintas. É nas sensações que sou transparente. Sou menos nas palavras.   

11 setembro 2014

parabéns pai

Já aqui dediquei uma série de textos alusivos a dias de aniversário. À minha mãe, ao meu irmão, à minha avó, aos meus namorados, aos meus amigos mais próximos mas houve uma pessoa a quem nunca dediquei textos de aniversário - ao meu pai. Já escrevi sobre ele algumas vezes e quase sempre o tom é pouco saudoso... Gosto muito do meu pai e, também sei, que ele gosta muito de mim mas a presença dele na minha vida é quase nenhuma...

... mas hoje é para ti, pai.


Pai, hoje fazes 60 anos. Temos 28 de diferença, o que significa que com os meus quase 32 já eras pai dos teus 2 filhos. Foi também nesses teus 32 que tu e a mãe se separaram. Separaram-se vocês e nós. Todos. Não fomos uma família feliz e unida nesses tempos. Fomos tendo a felicidade que a vida, tu e mãe nos permitiram. Mas nós sabemos que não foi uma felicidade imensa, não sabemos? Os anos passaram por ti e foram alguns os momentos em que a 3 fomos felizes {não me lembro da nossa vida a 4}. Fazíamos algumas coisas juntos e sei adorávamos as nossas férias no Algarve. Sabes, acho que tenho alguns problemas com a memória a longo prazo. Tenho mais facilidade em lembrar-me do que se passou nos últimos anos. Desculpa se não me lembro de muitos mais momentos felizes. Mas sabes pai, o que tem acontecido nos últimos 16 anos tem sido tão pouco memorável {e para mim o memorável é sempre algo bom} que tenho mesmo dificuldade em realçar as coisas francamente boas. Na verdade, estes últimos 16 anos é metade da minha vida e se não me consigo lembrar de ti e da mãe juntos, temos que tirar 4 anos à minha memória. Restam-me 12 e esses foram os tais tempos em que todos sabemos que não fomos uma família feliz e unida. O mano é que é o craque da matemática mas eu também consigo concluir que o balanço não pende para o sinal de mais, pois não? Mas olha, independentemente disso, só te desejo coisas boas e que dentro das pessoas que escolheste, consigas encontrar alguma {sei que não te posso pedir mais do que "alguma"} felicidade e harmonia. Eu estarei sempre para te ajudar no que estiver ao meu alcance e, no que não estiver, farei das tripas coração para alcançar e ajudar-te. Percebes bem este "-te" não percebes, pai? Que tenhas saúde e sorte na vida para poderes, um dia, conhecer os teus netos e voltares a ter a oportunidade de estar próximo de um bocadinho de ti em estado puro. Mas também não te vou mentir, no dia em que eu escolher um pai para os teus netos tentarei que não seja um pai como tu. Não que tenhas sido um mau pai {sabemos que não foste}, mas tentarei ter o cuidado de escolher um pai que eduque, que brinque, que oiça, que aconselhe, que se preocupe, que mime, que dê amor... diariamente, eternamente. Percebes não percebes, pai? Eu sei que sim. Parabéns, pai. ♥

04 setembro 2014

no que fosse preciso


Digo muitas vezes {e cada vez menos em tom de brincadeira} que trabalharia no que fosse se disso dependesse a comida na mesa e as contas pagas. Trabalho desde os 15. Já lá vão 17 anos em que, durante estes anos, só não recebi salário durante 1 mês e meio, porque estava em formação entre trabalhos. Habituei-me a ter o meu dinheiro desde cedo e a geri-lo da forma mais correta possível. Gastei desmesuradamente entre os 17 e os 20 anos e depois acalmei. Há quem me diga que hoje sou forreta. Não acho que seja forreta mas sou muito controlada e faço questão de poupar algum dinheiro todos os meses. Umas vezes não chega a ser mais de vinte ou trinta euros, mas poupo e essa é a minha máxima. Na verdade, a ideia é não gastar a mais da conta nem que a poupança seja de um euro. Já houve vários meses {para não dizer mais que muitos} em que falta uma semana para receber o salário e tenho menos de cinquenta euros na conta, e aí fico meio em pânico. Isto acontecia-me mais vezes há coisa de 4 ou 5 anos atrás. Tinha uma ansiedade terrível. Daí para a frente entrei em modo poupança, a ansiedade foi ficando cada vez mais controlada e agora quase já não a tenho. Privo-me de um montes de coisas materiais mas mimo-me com uma série de coisas imateriais. Mas voltando à frase do início, trabalharia no que fosse preciso, não tenho pudor em trabalhar no que quer que seja. Talvez porque nunca tive grandes progressões na carreira. Talvez nunca tenha. Talvez mude. Dificilmente suba. Apenas mude.