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novembro 19, 2009

Tenho o coração destroçado

Hoje foi o dia que os "meus" gatinhos foram abraçar uma nova vida. Sinto-me tão triste (e quase culpada, confesso) por não ficar com eles... Sei que me vai custar horrores chegar a casa e eles já não lá estarem, sei que vou sentir falta de ficar aborrecida por ter tudo de pantanas, de ralhar com eles por insistirem em subir a minha escultura de madeira como se fosse uma árvore (que pena nunca lhes ter fotografado nessa proeza), e que bem que eles o faziam: era um de um lado e o outro do outro lado, qual macacos, nada melhor e depois pimba salto lá de cima para o chão!
Sinto-me com o coração destroçado, e tenho vontade de chorar. Eu. Eu que sempre disse que não queria gatos, que não gostava de gatos (e não gosto a não ser dos meus e dos meus sogros, e da minha amiga ALB e da minha amiga M...enfim, afinal até gosto, não?), que os gatos não me diziam nada, que eram ariscos e não davam mimos (o meu "Dominó" sempre que saltava para o meu colo, quando eu estava no sofá, a primeira coisa que fazia era dar-me um beijinho, pronto era mais engraxar do que mimo, mas sabia bem).
Ai, ai o tal amor e apego que ficamos pelos animais, porque há mais de um mês eles faziam parte da família. Mas, não quero e nem posso mantê-los comigo. A razão? é mais forte do que eu possa agora explicar aqui.
Sei que vão ficar bem, e que estão bem (já liguei a confirmar, e acho até que já exploraram bem o sitio, estão tranquilos e a dormir uma bela sesta), sei que vão ser bem tratados e serão felizes... só tenho pena que, daqui a uns dia se esqueçam de mim. Mas, vou manter a esperança e acreditar que naqueles cérebros inteligentes e pequeninos eu more lá para sempre.

novembro 09, 2009

Os (ainda) nossos gatinhos


Pois aqui estão os nossos meninos, já com mais de um mês de estadia por nossa casa. E é vê-los a brincar e fazer asneiras, a pedir mimos (principalmente de manhã, logo que nos ouvem acordar), a comer e espalhar ração, a pedir colo e a quebrar as regras que lhes impomos sempre que podem. Estes doces, já mais crescidinhos lá por casa continuam.
Gostava muito de lhes arranjar um lar onde pudessem ter miminho sempre que pedem, em vez de os mandar para o sitio inicialmente previsto. Não que lá sejam mal-tratados ou esquecidos, mas se conseguissem um sitio como o irmão deles, que ficou com a minha amiga ALB e parece que se está a dar lindamente, eu própria ficava muito mais feliz. Sei que iria chorar um "cadixo" como com a Lua, mas depressa passava ao sabe-los felizes.
Eu gosto deles, a sério que gosto. Mimo-os bastante, segundo o J. mas, gatos não fazem as minhas delícias e acima de tudo, não estamos tempo suficiente em casa para lhe dar atenção merecida...
fotografias: arquivo pessoal

outubro 12, 2009

Pais adoptivos desde 02-Out-2009

Pois é, agora somos pais adoptivos destas três maravilhas.
E dizem vocês que me conhecem: "Mas não eras tu que detestavas gatos?!"
Ok. Rendi-me e depois tudo o que é pequenino é engraçado. E é só temporário, porque são os avós que vão ficar com eles, mas como ainda bebem biberão e foram retirados de um bidão, abandonados não sei por quem...
Quem pode resistir a este olhar?
O J. chegou a casa na sexta-feira dia 2 e disse-me que tinha descoberto estes 3 meninos e que os ia buscar, porque não paravam de miar com fome.
Ainda tentei resistir mas ele voltou a sair de casa porque, nem podia imaginar que os animais iam morrer à fome. E que fome... estavam famintos e magrérrimos, os coitados.
Ora desde aí é ver-me a aquecer água e a fazer leitinho em pó, a ensiná-los a fazer as necessidades nas pedrinhas a limpá-los com toalhitas e a dar-lhes muito miminho e educação para que os meninos não fiquem ariscos.
E que bem que nos temos dado. Eles portam-se lindamente e adoram c-o-l-o!
Comem e dormem depois de algum colinho, durante a noite inteira e só voltam a acordar às 7.30h.
Agora já se estão a habituar a comer ração para bébes mas ainda preferem o biberão, apesar de um dele já ter comido uma tetina, pois que os dentes já começam a ficar grandes!
Agora temos de estar atentos aos cocós para ver se a dita sai da barriguita já gorducha do gatinho.
Ora confesso que quando os tiver de mandar para a nova casa, vou sentir alguma falta. Mas não posso, não quero e acho que não os devo separar pois eles dão-se tão bem, apesar de algumas lutas pelo primeiro biberão. Eu acho que os maninhos devem continuar a crescer juntinhos e depois afinal de contas: eu nem gosto de gatos!