Agora nem nómada, nem emigrante.
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sexta-feira, abril 13, 2012
Noite
Amava-te sete vezes se assim parasses para me respirar.
Um compasso sem danças, um beijo sem esperanças...
Certezas. Tu, tu, tu.Eu. Esperar.
Teclas. Noites... Inseguranças
Uma história ao cair da noite.
Rodo num poema desafinado.
Logo, lambo-te as feridas
Deixa-me que te pernoite.
Um beijo descompassado.
Um sonho sem medidas.
Não sou eu quem rima, acredita.
Sabes, são os dedos a baloiçar.
Sem pontuação
Sem penetração
Deixarei de ser aquela maldita
Quando a faca me trespassar
Face a face, amor com amor
Dor, dor, tacteando teu calor
Eli
terça-feira, abril 10, 2012
Espero-te
Estava a escrever. Sentia o de sempre.
Uma pontada na veia, uma inspiração.
Incomum, mexo-me, mas não movo.
Deixa que a primeira pessoa fale. Em ti.
Trespassa o abandono, repele a falta.
Coragem, meu amigo, meu amor. Vem.
Segue a minha voz, pelos túmulos...
Sem passado, sem métrica, connosco.
Bicicletas a voar no azul do sonho.
Esquina, encontro. Apressa-te. Anda.
Abraço os meus olhos, sem dormir.
O sono pesa, o número sonha-se.
Agarra o rodopiar, aquela música.
Eu sou como tu, sendo eu. Mim.
Vem e descobre-me. Não durmas.
Conta as sílabas da respiração. Tu.
Ama as palavras. Sonho-te, sempre.
Não sabes.
Saberás?
Eli
quarta-feira, abril 04, 2012
sábado, 31 de março #2
Ainda na ressaca boa, deixo-vos aqui aquilo que me sai sobre sábado:
Mensagens escritas.
Conversa de gaja.
Vestido.
Tic-tac.
Ida a meio da tarde, amigos que vêm de longe... caminho a Lisboa.
Chegam em carros armadilhados de sorrisos.
Nervosinho chamado trânsito.
Conduzo.
Gasóleo à saída, chocolates no bolso.
Umas tantas piadas, uns elogios acostumados, amizade naquele sentido da palavra.
Pontualidade ao encontro de mais amigos.
Agora, sigo o carro da frente.
Sustos, adrenalina, palavras soltas.
"Fábrica Braço de Prata"
É aqui. Está a chover.
- Olhem, é a minha tia!
"Todos juntos, todos juntos".
Apresentações.
Mensagens em garrafas...
Entrada, labirinto, procura.
Sala. Natas.
Calmia, cadeiras. Sentar cinco, e eu, eu a meio... bem situada.
Livros. Os meus livros.
Dar, tocar, sentir.
Autografar.
Ouvir... ler e ouvir ler.
Voz. Eu.
Fotos...
Música! Ah! A música...
Brilho.
Sensibilidade.
Perseguição da tia.
Atravessar a cidade.
Jantar acalorado.
Simpatia acolhedora.
Gatinhos...
Sabor da palavra.
Casa.
Amigos resistentes.
Conversa pela noite dentro.
Chás... cafezadas.
Partilha.
Sofá.
Mantinha.
Calor Humano.
Eli
:)
P.S. Cliquem neste endereço para ver fotos da apresentação da Antologia de Inverno - Acordando Sonhos .
Mensagens escritas.
Conversa de gaja.
Vestido.
Tic-tac.
Ida a meio da tarde, amigos que vêm de longe... caminho a Lisboa.
Chegam em carros armadilhados de sorrisos.
Nervosinho chamado trânsito.
Conduzo.
Gasóleo à saída, chocolates no bolso.
Umas tantas piadas, uns elogios acostumados, amizade naquele sentido da palavra.
Pontualidade ao encontro de mais amigos.
Agora, sigo o carro da frente.
Sustos, adrenalina, palavras soltas.
"Fábrica Braço de Prata"
É aqui. Está a chover.
- Olhem, é a minha tia!
"Todos juntos, todos juntos".
Apresentações.
Mensagens em garrafas...
Entrada, labirinto, procura.
Sala. Natas.
Calmia, cadeiras. Sentar cinco, e eu, eu a meio... bem situada.
Livros. Os meus livros.
Dar, tocar, sentir.
Autografar.
Ouvir... ler e ouvir ler.
Voz. Eu.
Fotos...
Música! Ah! A música...
Brilho.
Sensibilidade.
Perseguição da tia.
Atravessar a cidade.
Jantar acalorado.
Simpatia acolhedora.
Gatinhos...
Sabor da palavra.
Casa.
Amigos resistentes.
Conversa pela noite dentro.
Chás... cafezadas.
Partilha.
Sofá.
Mantinha.
Calor Humano.
Eli
:)
P.S. Cliquem neste endereço para ver fotos da apresentação da Antologia de Inverno - Acordando Sonhos .
quinta-feira, março 15, 2012
Lançamento do poema
Perguntam alguns amigos:
(Falávamos do poema.)
- Mas vais lançá-lo mesmo?
- Sim, vou. - (Rindo...)
- (Risos...)
- Vou lançá-lo ao Tejo.
(Falávamos do poema.)
- Mas vais lançá-lo mesmo?
- Sim, vou. - (Rindo...)
- (Risos...)
- Vou lançá-lo ao Tejo.
Ora, como já devem ter reparado ali em baixo, a apresentação da Antologia de Inverno "Acordando Sonhos", pela editora "Pastelaria Studios", decorrerá, sábado, dia 31 de março, pelas 18:30 h, na Fábrica Braço de Prata, Lisboa. (não faço a mínima ideia de onde fica). Sintam-se (muito) convidados a comparecer a este evento.
:)
Eli Rodrigues
:)
segunda-feira, novembro 21, 2011
Sonhos
Imagem de Eli
Quão matreiro é o mar.
Quão matreira é a areia.
Deixa-se ser levada, pisada, degustada...
E os sonhos são assim...
Por mais que mudem as pegadas
Estão sempre no meu caminho.
Eli
:)
Participação em Novembro, na Fábrica de Letras
domingo, fevereiro 27, 2011
Answer
Ouvi dizer que tinhas uma máscara
Fixa nos parâmetros da solidão
Incandescente até mais não
Cara tapada, dias sem cara
Imaginando os mares revoltos
Ao meu lado, um sorriso rasgado
Lento, lento... com os gestos soltos
E apressado, apressado, apressado
Compensando a ausência do mistério
Avaliando a capacidade
Velha, gasta, branca de saudade
Areias percorridas sem chão
Lamentando
Há muito a verdade
Encontrada no desafio
Inteiro, bravio
Rindo, sendo gente
Olhando quem faço feliz.
Eli
:)
quinta-feira, dezembro 09, 2010
Descontracção
Imagem de Eli
Mesmo que a minha cara tenha estado descontraída, assim que me sento para escrever, os meus pensamentos recorrem àquelas imagens tão únicas, tão minhas, tão... parte de um passado que não volta. O lamento não vale a pena, os troncos das árvores apenas envelhecem, parte por parte, castanho por verde e amarelo a imitar azul... Nas festas e jantares, um novo brilho se abre à humildade e ao amor... um pedaço de mim escreve automaticamente e as letras fogem ao ritmo da música que não, não me traz poemas. A poesia magoa-me. A ausência de palavras também. Necessito disto. Numa perspectiva quase animalesca, sobrevivo graças a isto. Clico em ti e não me trazes nada de novo. Esqueço. Horas e horas a esquecer. Olho através dos vidros do carro. Aumento o volume de uma guitarra tão sonhadora quanto a minha alma me permite. Não desisti. Eliminei-te. Não fazes parte, jamais. A mentira dá sempre lugar a uma outra vontade. Qualquer, sim, mas outra!
:)
terça-feira, outubro 26, 2010
Naufrágios
Imagem de Eli
Ainda que o turbilhão já tivesse passado
Atiro-me ao Oceano em pensamentos
Perguntando por mim
Terei apenas sussurado?
Por isso, não passam os tormentos
Arrisco mais uma noite assim...
"Aqui estou eu", pronta para amar
E não me vale de nada a sabedoria aplicada
Enquanto, em cada invetida, naufragar.
Eli
quinta-feira, setembro 16, 2010
Suspira
Fotografia tirada por Eli
Cada som no escuro
Brilha na luz com tanta intensidade
Que a inspiração de um parágrafo
Me traz aquela típica ansiedade
Quero-te entre as letras do falar
Do teclar, do sorrir
Do caminho para te abraçar
Em metáforas a surgir
Imagino-te a sonhar com um sorriso nos lábios
Um pensamento antes de adormecer
Uma imagem, um cheiro, um beijo
Antes de adormecer
Eli
:)
Para ouvir...
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Estranha
Imagem de Eli
Importa pouco, aquilo que foi
Sonhei com o passado
Ele estava ao meu lado
Sentado
Sem rimas, nem poemas
Vou contar
Tínhamos um filho pequeno
Do qual não me consigo lembrar
Estranho o meu inconsciente
Será que me queria libertar?
Ainda me lembro de como me fazia sentir bela
Cada pedaço de mim era desejado
Visto as calças
Saio a correr
Nem reparo nas gotas
Estava a chover
Só pensava no ar
Que não tinha para respirar
Fugir...
... de mim é impossível.
Participação no Desafio Mensal do blogue Fábrica de Letras. Nas categorias de... "Conta e Encanta" com o poema e "Deixa Ver e Ouvir" com a imagem.
O tema do desafio é Beleza. Enquadra-se?! "Sou linda, digam o que disserem"...
Eli
:)
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Neve e Natal
Imagem de Eli
A imaginação não me tem presenteado
Com poesias loucas e abraços mudos.
.
Mas, os sorrisos encantados
Chegam de todos os lados.
.
O meu Natal será na neve
Longe dali, no desconhecido
.
Sinto-o como quem descreve
O calor da lareira
.
Numa dança dentro de mim
.
Agradeço tudo o que sou
.
Assim
...
Que nestas reticências, se sintam confortáveis a jantar numa Noite de Natal em paz e com sorrisos verdadeiros! Toquem no amor sem pudor.
Eli
:)
domingo, dezembro 06, 2009
Inverno em Espiral
Imagem de Eli
Participação no "desafio" com o tema Natal do blogue Fábrica de Letras , nas categorias de Deixa-me ver e ouvir (fotografia original) e Conta e Encanta.
Inverno, toca o meu ombro
Torna-te advento mimado
Num canto, toca e esconde
O que na tua cama é lembrado
Dentro de um novo espiral
Transformo-me com emoção
As danças do homem sentimental
Arrebatam-me o coração
E, em poucos segundos, encontras
Ou escondes surpresas de Natal
Que não estão nas montras
Enfeitam as ruas de pó de cristal
Eli
:)
sábado, fevereiro 28, 2009
Realidade
Prego partidas aos destinos
Ensino caminhos a andar
E passos a caminhar...
.
Elevo a velocidade no voo
E permaneço imóvel
Terei eu mais questões
Ou serão apenas meras opiniões?
.
Beija-me, música maldita
E arrepia-me até à cegueira
Para que consiga ver com a voz
Tudo aquilo que podemos ser nós
.
Abraça-me com o olhar
Agarra-me com o sorriso
E transforma em realidade
Aquilo que sonho com tanta vontade
.
Tapa os buracos do meu coração
Que não me permitem respirar
Escreve-me cartas de amor
Aquelas... que me enchem de rubor
.
Dá-me a oportunidade
Para cometer novos erros
Deixa-me levar-te pela mão
Tira-me os pregos deste chão
.
:)
.
Eli
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