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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Projeto do governo auxilia missionários brasileiros no exterior


O Ministério das Relações Exteriores (MRE) realizou, por meio da Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior do MRE (SGEB) e o Conselho de Representantes de Brasileiros no Exterior (CRBE) uma reunião sobre as ações que o governo federal pretende executar “em benefício dos brasileiros no exterior”.
    Realizada entre os dias 2 e 6 de maio essa reunião teve como resultado a aprovação de um “Plano de Ação” para o biênio 2011-2012, compreendendo a realização conjunta de cerca de 100 atividades voltadas ao atendimento de demandas da diáspora brasileira. O Plano cobre as áreas de serviço e assistência consulares; políticas para as comunidades expatriadas; educação; previdência social; trabalho; saúde; assistência social e direitos humanos; cultura e comunicação; temas econômicos; e ciência e tecnologia.
    Esse projeto merece atenção especial de missionários brasileiros no exterior e de suas respectivas agências de envio e apoio a missões transculturais já que a política do Governo brasileiro para seus nacionais no exterior vem sendo aprimorada nos últimos anos, por meio de uma série de iniciativas, para responder ao fenômeno do aumento da emigração brasileira.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Missionário: Como economizar em suas viagens ao exterior



Confira as dicas do site de VEJA para multiplicar seu dinheiro quando estiver em férias ou a trabalho no estrangeiro

Beatriz Ferrari e Derick Almeida

As convidativas cotações do dólar e euro – em 1,81 real e 2,40 reais no câmbio turismo, respectivamente – e o aumento da renda têm levado os brasileiros a gastar no exterior. Números do Banco Central comprovam esta realidade: em novembro de 2010, viajantes deixaram no exterior 1,69 bilhão de dólares. Trata-se do novo recorde para o setor. Economistas ouvidos pelo site de VEJA, contudo, alertam que condições tão favoráveis podem trazer riscos para quem planeja uma viagem. Com o real valorizado e as facilidades do cartão de crédito, o viajante pode voltar para o país com a mala cheia de produtos, lembranças – e dívidas. De  oferta em oferta “imperdível”, as pessoas podem gastar em excesso e acabar seendividando além das suas condições de pagamento.
“As pessoas têm de ter plena consciência dos sacrifícios que terão de fazer para cobrir as despesas quando retornarem ao país. É sempre bom lembrar que o começo de ano é permeado por gastos pesados ”, alerta Fábio Gallo, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
A recomendação do especialista é lutar contra o consumo impulsivo. Para isso, porém, não é necessário transformar o prazer de uma viagem em preocupação constante com o endividamento. Alguns cuidados simples podem fazer com que a volta ao Brasil também seja tranqüila.
Confira as dicas no infográfico:
bagagem
Principais cuidados – Pechinchas podem trazer surpresas desagradáveis. Ao contratar companhia aéreas, hotéis ou agências de viagens a preços muito baixos, o cliente pode se surpreender com uma qualidade de serviço inferior às suas expectativas. Informe-se previamente sobre os detalhes do bem ou serviço adquirido, além de pesquisar o histórico de mercado da empresa e sua idoneidade. Valéria Cunha, assistente de direção da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) de São Paulo, alerta: “O consumidor deve fazer acordos com prestadoras de serviços estrangeiras apenas se tiver confiança na empresa. Do contrário, nada poderá ser feito caso o serviço solicitado seja de má qualidade”.
Alguns problemas não podem ser evitados. Exemplo disso são os atrasos em aeroportos – tanto no país quanto no exterior. A especialista do PROCON-SP ressalta que o consumidor tem direitos claros. “Passada uma hora de atraso, o viajante no Brasil tem o direito de contatar amigos e parentes às expensas da companhia aérea, além de obter esclarecimento sobre o problema. Passadas duas horas, ele pode fazer refeições. Depois de quatro horas, pode requerer acomodação e local adequado para hospedagem”, diz ela. Caso o turista tenha contratado os serviços por meio de uma agência de viagens, deve cobrar da empresa os seus direitos.
Quando há cancelamento do voo, o viajante poderá reivindicar o reembolso do valor integral pago pela passagem ou a alocação em outro voo para o mesmo destino pela mesma companhia aérea ou por outra que ofereça o mesmo serviço. Caso se sinta lesado no plano pessoal – como a perda de um compromisso inadiável –, ele poderá recorrer à Justiça contra a prestadora do serviço.
A especialista esclareceu também que o consumidor deve procurar o balcão da empresa ou o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) para efetuar sua reclamação e, assim, obter um número de protocolo. Esse código é essencial para ter suas exigências atendidas. Caso a companhia aérea ou a agência de viagem se neguem a cumprir seus deveres, o viajante deve procurar os balcões da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) nos aeroportos de Guarulhos (SP) ou Brasília (DF), a central de atendimento pelo número 0800 725 4445, ou efetuar sua reclamação no site da agência.
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