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domingo, 24 de novembro de 2013
sábado, 2 de junho de 2012
PRESIDENTE NÃO PRESIDENTA...
Uma belíssima aula de português!
Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.
A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta". Um bom exemplo do erro grosseiro seria: "A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".
Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.
A presidenta foi estudanta?
Existe a palavra: PRESIDENTA?
Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto?
No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ardenta"; se diz estudante, e não "estudanta"; se diz adolescente, e não "adolescenta"; se diz paciente, e não "pacienta". Um bom exemplo do erro grosseiro seria: "A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta".
sábado, 24 de março de 2012
APRENDENDO A DIZER NÃO
Disciplinar a criança é uma das maiores provas de amor que os pais podem dar 
Negar aos filhos qualquer coisa é considerada uma tarefa muito difícil por inúmeros pais. Longe de castigar, dar limites aos filhos é uma forma de ensinar a ter autocontrole e aprender a se comportar. Muitas crianças, aliás, se sentem mais amadas por terem limites. Elas sabem até onde podem ir e são autoconfiantes. Uma criança mimada, por outro lado, precisa de atenção constante e vai se comportar mal buscando desesperadamente isso.
Muitos pais ainda apelam para o castigo físico para estabelecer limites. Essa não é a opção adequada. Além de ser um desrespeito, a criança não aprende e irá guardar e esconder sua raiva – que irá se manifestar depois, ao longo da vida. O castigo físico mostra o descontrole emocional dos pais, quando estes deveriam ensinar aos filhos sobre como manter o controle! Por isso, é importante que manter a calma na hora de disciplinar. Essa é a melhor forma de ensinar e ainda dar o exemplo de como agir da forma correta.
Nem sempre, no entanto, isso é possível. Muitos pais passam o dia fora de casa, no escritório, e chegam exaustos ou estressados de um dia de trabalho. Nessas situações, ser um agente disciplinante é um desafio. Manter as regras claras pode ser um bom começo. Ao definir o que pode ou não ser negociado, fica mais fácil manter-se firme e consistente diante da criança.
Quando a situação esquentar, o melhor é romper o círculo. Dê um tempo para a criança ficar sozinha e você recuperar a calma. Depois, se aproxime e explique os motivos de ter dito não, ou de a ter deixado de castigo. Ela precisa entender que isso foi resultado do próprio descontrole. Peça ajuda à criança: pergunte como ela pode melhorar. Se ela conseguir, elogie.
O importante é tentar entender o comportamento, explicar ao seu filho que aquilo é errado e depois reforçar que você o ama. Dessa forma, ele irá aprender a ter controle sobre as próprias vontades e ações e se sentirá muito mais seguro e feliz.
terça-feira, 24 de maio de 2011
PALESTRA SOBRE INCLUSÃO - CONVITE
AMIGOS E AMIGAS, CONVIDO À TODOS A ASSISTIR UMA PALESTRA QUE SERÁ MINISTRADA POR MIM NA UNESP DE MARÍLIA, NO DIA 31 DE MAIO DE 2.011, SOBRE INCLUSÃO, TRABALHO COM CRIANÇAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIAS. NA SALA DO 4º ANO DE PEDAGOGIA – TURMA C - SALA 57 ÀS 19H30.
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