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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Gulosa ... eu


Hoje sirvo-me
em delicias
com formas , 
sabores 
e cheiros 
só meus.

Dou-me a provar
em doces 
com tons de salgado
a morarem em minha pele,
nas lágrimas
que me enfeitam a face
pela emoção de te amar.

Transbordo-me
nessa gulodice
lambuzada
a viciar-te
por entre natas e morangos
onde me sou:
gulosa.


quarta-feira, 22 de julho de 2015

Doçura de receita . . .



Adiciono à nata do teu corpo
o açucar do meu desejo,
incorporo-lhe uns frutos vermelhos,
como paixão em ferida,
e eis a minha bagunça preferida:
o doce de te amar!



sexta-feira, 30 de maio de 2014

É tempo de . . . cerejas . . .



Empolgas-te no palrear da novidade.
Olho-te por entre sorrisos
e aceno.
Vou vestindo a tua alegria
e abandono-me à tua felicidade.
Tua? 

-Não!
Já é minha.
Nossa, quiça.

Sinto-me bem nestes propósitos,
açambarcada na ventura em que te diluis.
Prossegues no teu desfiar de palavras
e eu nem sei de que se trata.
Importará?

Sei-te prazenteiro,
solto,
doando-me teus gestos,
teu corpo balançando no ritmo das sílabas.

E, eu? 
Acompanho-te nesta dança risonha
onde o sabor a cereja do teu beijo me deixa fora de mim.



sexta-feira, 18 de abril de 2014

O Peixe e a Páscoa



O Peixe na Páscoa é um símbolo de vida. 
Alguns apóstolos de Cristo eram pescadores. 
Os primeiros cristãos já incluíam o peixe entre os símbolos das suas crenças.




O peixe foi o primeiro símbolo a identificar a fé cristã, utilizado pelos cristãos perseguidos pelos romanos.
ICHTUS, vem do grego ixtus, que significa peixe.
Os cristão primitivos usavam o desenho de um peixe como código de identificação.
A palavra ICHTUS, servia para traduzir a expressão Jesus (Iesous) Cristo (CHristos) Filho de Deus (THeou Uios) Salvador (Sôter).



P.S. E a ti? O peixe, o que te diz?



quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Com Desejos . . .



Tenho fome de doces,
guloseimas sem fim.

Esfaimada por açucares coloridos,
chocolates lambuzados
e outros que tais.

Quero banquetear-me em gulodices,
inundar-me em banho apetitoso.

Provar bombons, 
caramelizar-me na tua língua gulosa.

Saciar-me em indigestões gostosas
e morrer nos teus braços de mel.

Pérola


domingo, 8 de setembro de 2013

A Que Sabes . . . ?



Tens um sabor doce,
de açucar refinado pelo tempo.

A morangos acabados de colher,
frescos e sumarentos.

Com cobertura de chocolate,
perfeita para provar com os dedos.

Na gustação gulosa,
acrescentas o coco de sabor a calor.

És tentação molhada na embriaguez
do alcool no recheio.

O teu aroma abre-me apetites,
disposições culinárias.

De paladar desperto pelo odor,
serves-te em buffet livre.

Ouso uma trinca na apetível  iguaria,
acabo lambuzada,
sabendo a ti.


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Da manipulação Humana


É sabido que o Homem, desde sempre, utiliza a natureza a seu bel prazer. 
De ínicio para sustentar as suas necessidades.
Com o seu domínio crescente, ousa atingir finalidades meramente recreativas e até propósitos egoístas.

 

Já não lhe basta o controle semi-total sobre o Planeta Azul. 
Atreve-se em explorações espaciais e experiências de ética discutível.
A inteligência, a tecnologia e a curiosidade aliadas à vontade de experimentação levam-no sempre a tentar o não inventado.
Quer-me parecer uma caraterística constituinte dos nossos genes.


As frutas de formatos improváveis é mero exemplo desta manipulação generalizada a que o Homem se propôs na sua chefia do reino dos seres vivos.


Sorrimos e até o consideramos engraçado.
Talvez seja.


Considero que tal manuseamento da realidade pode trazer-nos benefícios incalculáveis.
Na maioria das vezes as intenções  que se encontram sob os motivos são louváveis.


No entanto, resta-me sempre a dúvida.
Onde está a linha que separa o razoável do eventual maleficio?
Parece-me ultrapassada vezes de mais .

Já sei que tudo é relativo.
Mas, teremos o direito de exercer tamanha predação sobre a Terra?



terça-feira, 16 de abril de 2013

A Coca Cola e Sócrates.

                     



Que têm em comum estas duas 'marcas'? -Perguntam-me vocês.

Vejamos!

No que me toca, ambos tinham já declarado insolvência.

Coca Cola? - Não aprecio e muito raramente compro. Quando o faço é para os outros. Não valorizando nem consumindo, o tal medicamento que virou produto de limpeza e bebida refrescante e apetecida, é como se não existisse (quase...) para mim e já teria ido à falência se dependesse da minha modesta pessoa.

Sócrates? - Não ouço, não alimento audiências à cerca dele. Logo, tal como a marca acima mencionada, se estivesse sujeito à minha humilde opinião . . . de Sócrates vir-nos-ia à memória o filósofo grego, conhecem?

É óbvio que respeito quem gosta, aprecia ou idolatra.
Gostos não se discutem, ponto final.

Contudo, sinto fazer a diferença. Tenho palavra a dizer apesar de não se notar neste universo apressado. Sou grão no areal das opiniões, porém, existo!
Como tal, tenho o direito de proclamar o que sinto.

Só não entendo porque tantas pessoas tecem comentários negativos às 'marcas' que trouxe como exemplos e depois têm comportamentos que contribuem para o aumento do seu 'share' de mercado.
Afinal, onde ficamos?

A sério que me confundem!

"O que põe o mundo em movimento é a interação das diferenças,
suas atrações e repulsões;
a vida é pluralidade, morte é uniformidade."
Octavio Paz
P.S Com tudo isto acabo por me contradizer e contribuir para a publicidade que não desejo.
Até nem gosto de discutir e muito menos politica.
Olha para o que me havia de dar...

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Apetites . . .

Hoje apetece-me algo.
Como ainda há uns dias também mo apetecia, até soa estranho.
Não desconfiem.
São desejos naturais e alimentares.

Um singelo Fondue de Chocolate.
Contém dois dos alimentos que mais gosto:
- Chocolate
- Fruta.
Huuummm !!!


Contudo, depois de ler este senhor:
fiquei sem apetite.


Parece que transformámos o Mundo e está como se vê, por causa dos nossos vorazes apetites.
Vou atá ali trincar uma maçã e esquecer que tenho vontades.
O Universo agradece.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Comer / Prazer


Parece que é mesmo assim: o que sabe bem, ou faz mal, ou é pecado ou engorda.
O prazer (sensual) tem no imaginário de (quase) todos nós uma excessividade que nunca se coaduna com a contenção e as boas maneiras.
Não se querendo tocar nos limites, não se imagina amantes regrados sem desvarios ou toques de loucura.
Assim como não se imaginam banquetes sem gorduras, açucares, álcool e outras coisas que sabem muito bem e fazem mal.
Banquetes saudáveis de legumes e frutas não são a regra, sejamos sinceros.
Por outro lado, acontecimentos e encontros onde não exista adrenalina malandra são eventos sem memória nem história.

Penso haver qualquer coisa de voraz e alimentício na forma como concebemos o prazer.

O desejo de alguém ou de alguma coisa tem de despertar água na boca e deve culminar na sensação de estar cheio e pleno.

Daí ser muito vulgar entre nós metáforas em que os prazeres da cama, da mesa e da própria vida se misturem e confundem.

Comer ou beber de mais ou de menos ou ter sexo por excesso ou defeito aparece sempre como sinal de uma falta ou de uma compensação que indicia mal estar e desconforto.

Cada época e cada cultura trata o assunto de acordo com as condicionantes inerentes e duma forma mais ou menos complicada.

A intrincada relação entre o prazer e a comida parece-me demasiado evidente.


Não quero ser o último a comer-te

"Não quero ser o último a comer-te.
Se em tempo não ousei, agora é tarde.
Nem sopra a flama antiga nem beber-te
aplacaria sede que não arde

em minha boca seca de querer-te,
de desejar-te tanto e sem alarde,
fome que não sofria padecer-te
assim pasto de tantos, e eu covarde

a esperar que limpasses toda a gala
que por teu corpo e alma ainda resvala,
e chegasses, intata, renascida,

para travar comigo a luta extrema
que fizesse de toda a nossa vida
um chamejante, universal poema.!"

Carlos Drummond De Andrade 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Patilhando...banalidades!


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No último período invernoso quis o Universo que aumentasse de peso.
Chegada ao tempo morno e ao consequente despojamento de roupa eis-me confrontada com cerca de 6 kg em excesso (atenção que sempre fui considerada magérrima, quase anorética para as pessoas com outras mentalidades).
Pois bem, iniciei o verão com o firme propósito de perder o excesso de peso e consequentes gordurinhas instaladas.
Declarei-lhes guerra.
Porém, o verão findou e só nas últimas semanas tenho constatado os números menores na balança digital.
Nem vos conto como desejei o retorno do meu antigo peso. O quanto sonhei voltar a conseguir abotoar as tais calças-bitola que no meu caso são vermelhas.
Não vestia, não visto, mas está quase.
Só falta um niquinho para conseguir puxar o fecho, quase nada.
Já próxima da concretização deste meu desejo/sonho, considerado tarefa impossível, analiso-me.
Que sinto?
Pois, não vejo fogo de artíficio.
Não me sinto mais feliz pelo facto.
Tenho a prova de que não há impossíveis se assim o determinarmos.
Quero dizer: fiquei satisfeita! É uma verdade.
Porém, o culminar do senda torna-se muito menos importante do que o trilhar da mesma.
Como lá dizem os pensadores: o que importa não é a meta, mas o caminho.
Tal como na vida, no amor e até na dieta.
O êxtase final não tem comparação com os preliminares, 'os durantes'.
Será que me entendem?

Sejam felizes com kilinhos extra ou subtraídos.
No final, a felicidade reside realmente nos momentos, em cada instante inspirado, vivido intensamente, em cada passada, em cada afecto dado e recebido, em cada gesto, em cada beijo, em cada toque. . .
Por isso, aconselho:
Vivam!
 Actuem!
 Ajam como se não houvesse amanhã!
Não deixem para depois . . .

P.S. Cá continuo na minha saga, só faltam 2kg, contudo deixou de ser tão importante.
Porque será?

Tenho cá para mim que a instrospeção e o falarmos connosco pode ajudar e muito.




quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Em camadas !


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Com perfeição, lubrificaste a forma de forma a não existir contratempos.
Dispuseste o anil da base, cor da profundade do nosso mar.
Entremeando com o teu doce intrínseco, duma alvura própria de genuíno sentimento.
Acomodaste a segunda, coloração da baía onde me delicias. O azul hipnotizante.
Arrumaste o verde com atrevimento. Sabes que é nele que mergulho quando te olho.
Nunca esquecendo de adicionar a tua suavidade nívea.
Distribuiste o amarelo, luz do Sol, luminosidade radiosa, própria da felicidade.
Acomodaste laranja, vitamina extraida de nós que impede constipações.
Estabeleceste o vermelho como culminar de tão fina pastelaria.
Sempre bordejado pela simplicidade do teu amor.
Finalização da paixão, nada mais a acrescentar.

O teu bolo em camadas está pronto para ser provado. Posso dar uma trinca?


quarta-feira, 5 de setembro de 2012

' Barbacue '


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Resolvi aceitar o teu convite para um churrasco.
Tens-me falado no evento algumas vezes.
Talvez já nem te recordes.
Posso ser distraída, porém não esquecida.
Aqui estou eu, prontinha para o fumo e tudo o mais.
Pode ser peixinho?
Eu sei que morrem asfixiados, mas as vaquinhas têm um olhar tão doce, não me atrevo a trincar as suas parentes.
Basta que me dês um toque, aparecerei de imediato.
Queres que leve sobremesa?


domingo, 26 de agosto de 2012

O Doce e Colorido Bolo

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O Sol já ía alto. De portadas cerradas, dormitava numa apetecida preguiça.
Ele (entreabrindo a porta, a medo): trouxe-te um presente.
Eu: Hã? Quero dormir...Mais logo...
Ele: Já é tarde, sua marota. Vamos a levantar, já vão sendo horas.
Eu: Tá bem...

De barriga para baixo encontro conforto para mais um tempinho de morna indolência.
Ele entrando descalço. 
A luz acompanha-o.
Com ternura, enrola-se em mim e deposita na almofada, frente a meus olhos, o bolinho mais pequenino e colorido que alguma vez vira.
Rebolei-me no emaranhado corpo dele.

Ele: Não resisti a comprá-lo para ti. Tem todas as cores que gostas.
Olha, repara, vá lá! Docinho como só tu, pequenino, lindo. Vou-lhe dar uma trinca...

Sem aviso, com o pedaço de  queque apalhaçado na boca deposita-o no  meu umbigo e esfarelando-o, inicia o repasto em migalhinhas transformado,  incluíndo-me na refeição...



domingo, 24 de junho de 2012

Amantes do verão ( dia 24 )

Uma fruta de verão...

Fruta só posso escolher uma.
Resolvi organizar um 'frutado' desfile.
Uma difícil escolha.
Tamanha a diversidade em cores, aromas e sabores.

Afinal, não entraram a concurso. Sem outfit os  MORANGOS foram desclassificados.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Amantes do verão ( dia 13 )

O que mais gosto de comer no verão...

Comer = Tomar alimento
Dicionário priberam

É apanágio dos  seres vivos alimentarem-se sob pena da sua existência ficar ameaçada.
Para além dos alimentos frescos, como a fruta, fazerem as minhas delícias nos dias  de verão, há comida, de outro teor, sem a qual definharia.
aminhadieta.com
Gosto de trincar e saborear o teu corpo, alimento crucial para o meu equilíbrio.
aroundtheworldlanguage.blogspot.com
Faminta, deleitar-me com teus beijos e ficar saciada.
abimaelborges.blogspot.com
Provar do maná que é o teu sorriso e não resistir a mais uma colherada.
homemcomh.com
Engordar com as palavras que os teus olhos me contam e rejeitar dietas.
fotos-desktop.blogspot.com