Que tal enviarmos a ministra e a sua ajudante de campo para um destes? Com ventilação, claro! São as duas da mesma raça: de má raça, como se diz na minha terra.
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quarta-feira, 18 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
E ninguém corre com estas duas de vez???
Junta desmente que pais tenham dado autorização à concentração de ciganos
O secretário da Junta de Freguesia de Barqueiros, António Cardoso, garante que o comunicado da Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) sobre a concentração de alunos ciganos numa só turma na escola EB1 de Lagoa Negra, Barcelos, “é uma farsa”. O autarca põe em causa o acordo que a DREN afirma ter estabelecido com matriarca da comunidade cigana que, entretanto, também já hoje lhe desmentiu este entendimento.
Apartheid
O nome da escola é irónico: Lagoa Negra. Nesta escola de Barcelos, foi colocado um contentor onde uma turma de 17 alunos ciganos tem aulas. A turma mono-étnica e contentorizada é do conhecimento do ministério da educação.
Hoje, a inclassificável sra. da DREN veio justificar o injustificável. Diz a protegida da ministra, que se trata de uma fase de um processo de inclusão e de mera discriminação positiva!!! Que é de salientar que o contentor tem boa ventilação e climatização!!!
Vem-me à cabeça um sem fim de situações de discriminação positiva, do tempo em que as fontes de água destinadas aos negros já tinham água potável, em que os bancos dos autocarros em que se podiam sentar tinham caracteristicas idênticas aos dos brancos...
Este ministério da educação é sinistro, Maria de Lurdes Rodrigues é uma nódoa do regime e Margarida Moreira é uma vergonha para cada português.
Só me ocorre dizer: Para a rua! Já!
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Fonte de problemas
Só hoje, depois de uma ausência de alguns dias, vi as imagens da guerrilha urbana na Quinta da Fonte. Várias pessoas me falaram num tiroteio entre ciganos e pretos, ninguém me falou em questões sérias de segurança, no escândalo da abundância de armas, no perigo eminente que uma situação destas encerra. Confesso que, ao ver as imagens, fiquei chocado. Nem reparei na cor dos guerrilheiros, nem me interessa. Parecia o médio-oriente, mas, infelizmente, não era. Era em Portugal, um Portugal sem lei, uma flagrante ausência de Estado.
Desenganem-se os que viram aquilo como uma contenda entre pretos e ciganos, desenganem-se os que pensam que a Quinta da Fonte é um mundo distante, um universo paralelo. É já ali, ao virar da esquina, um dia vira a esquina.
Este episódio dramático revelou a fragilidade absoluta da autoridade do Estado, o insucesso da inclusão, o fracasso da ordem pública, a falta de soluções para problemas concretos que são varridos para baixo do tapete.
É só esperar, um dia será numa rua próxima de nós. Os xenófobos estarão a ver a cor de quem segura a arma. O governo estará a testar novas ideias no terreno. Mais uma vez.
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