Mostrar mensagens com a etiqueta Unimultiplicidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Unimultiplicidade. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Intervenção

Porque será que vejo com cada vez menos distância estas coisas do Brasil? Gostei sempre da capacidade de indignação, da negação da morna complacência. Quando numa mesma peça se juntam as palavras poderosas da Eliza Lucinda, a voz avassaladora da Ana Carolina e a música inspirada do Tom Zé, só podemos parar, apreciar e chorar por mais.

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

UNIMULTIPLICIDADE


Desde a primeira vez que ouvi esta palavra que não me sai da cabeça. Digo-a a amigos na esperança do contágio, escrevo-a aqui para que propague. UNIMULTIPLICIDADE, onde cada homem é sozinho a casa da humanidade. Tom Zé, quem mais poderia ser, lança a palavra desafio e solução. O génio de Irará, em tempo de uniformização e normalização, vai lançando ao mundo pistas sempre interessantes.

A UNIMULTIPLICIDADE, supondo o bem maior que é cada um de nós ser único e irrepetível, desafia-nos, nessa exclusividade, a partilhar, a integrar e interagir na multiplicidade. A casa da humanidade, enquanto casa global, está de facto, como diria Tom, a "mó bagunça"; recentrar os conceitos universais no homem individual, que se deve abrir ao outro, aos outros, é, no mínimo uma pista aliciante. Tô nessa mestre Tom!