Daquilo que li sobre o prime time de ontem, o Eng. Técnico malhou qb na TVI, estação onde a sua namorada deixou de colaborar.
E elogiou o DN, onde ela colabora.
Será que é para lhe assegurar o emprego?
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quarta-feira, 22 de abril de 2009
domingo, 5 de abril de 2009
Verdade e consequência
Deixemos de lado os delírios situacionistas da sra. Câncio. Atribuamos o devido valor à especificidade que Lopes da Mota faz do conceito de pressão. O assunto é demasiadamente sério e as explicações de Alberto Costa demasiadamente curtas.
Esqueçamos o conceito de pressão a que os comissários de Sócrates se agarraram. A ter existido a conversa entre Lopes da Mota, ex-governante socialista, e os dois magistrados; a ter sido directamente sugerida a ilibação sem mais de Sócrates; a ter sido mencionada uma conversa com o ministro da justiça, Alberto Costa, neste sentido; a ter sido afirmado o descontentamento de Sócrates com a condução do processo e que, represálias futuras esperariam quem "estragasse" o resultado das europeias... OK. Isto não seria pressão. Seria chantagem, manietação, viciação. Seria razão para em 5 minutos o Presidente demitir Sócrates e os seus acólitos.
Esperemos, por uma vez, a verdade e a consequência.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Quem se mete com o Sócrates...
Fiquei atónito! Todos sabemos que quem se mete com o PS leva, todos sabemos que eles gostam é de malhar.
Daí, a processar João Miguel Tavares em ano eleitoral, Sócrates deu um salto enorme. Perdeu o pudor mínimo, manifesta a sua verdadeira natureza: um autoritarista de provincia, com mau feitio e sem fair-play.
João Miguel Tavares afirmou-se como uma das vozes mais inteligentes da opinião publicada adversa a Sócrates; é uma lufada de ar fresco e a mais prometedora figura na renovação da direita num meio extremamente hostil como o jornalismo. No pensamento de Sócrates e dos seus, tinha de ser travado quanto antes. Estão a tentar.
Eu continuarei a ler o JMT com o entusiasmo de sempre! Esta perseguição vergonhosa do namorado de Fernanda Câncio, até lhe reforça o estatuto; dá-lhe ares de resistente, de Soljenitsin luso.
JMT falou de "Sócrates o Cristo da política portuguesa", Sócrates não esperou para tentar crucifixá-lo!
Mário Crespo que se cuide...
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Na blogosfera...
A blogosfera lusa anda em grande excitação. No "Jugular" de Fernanda Câncio e amigos, bate-se, pontapeia-se e torna-se a bater em Mário Crespo. Ah! E também se maldiz Mário Crespo! Zola e Dreyfus estão mortos e não se podem indignar, nem defender.
Num registo diametralmente diferente, esteve optimo o "31" a fazer a cobertura daquela coisa do Bloco que parece que aconteceu no fim de semana passado. Cometeram o pecado de transformar aquilo numa coisa com algum tipo de interesse, mas o registo foi magnifico!
Outra corrente de alta tensão na blogosfera é a biografia de Salazar. Parece que a Sic continua a fazer das suas. Confesso que não resisti a mais de dois minutos, em que um um jovem empoado e horrivelmente mal maquilhado, olhava uma garbosa senhorita num banco traseiro de um carro de época. As mãos de Salazar estavam à vista, nada de impróprio, portanto. Confirmo rápidamente que só os ingleses sabem fazer coisas de época e sigo para outro canal; segunda é dia de Boston Legal e de House.
Se algum dos colegas estiver a seguir a série, por favor deixe aqui um post para ficarmos a par com a moda.
O Salazar de que me lembro era bem diferente de um jovem vitima de uma explosão acidental de um silo de farinha. Branca de Neve, ou Amparo?
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
sábado, 25 de outubro de 2008
Rest in peace...
O DN anda mal, mas sexta, dia de Câncio, a coisa piora. Ao nível dos tabloides mais rascas, foi desenterrar Haider, dando frívolamente a notícia da sua eventual bissexualidade. Num tom homofóbico, especulativo e sensacionalista, o DN lá assumiu, como facto da maior importância nos dias que passam, a presunção de maior intimidade entre o falecido e Stefan Petzner. No meio desta tentação viperina, o DN ata as mãos à esquerda chique e desorienta os grupos glbt. Ainda havemos de ver o grupo de trabalho homossexual do BE recuperar a memória de Haider...
sábado, 19 de abril de 2008
É BEM FEITO!
Dizem que Menezes caiu, em parte, devido às declarações de Rui Gomes da Silva relativamente à jornalista Fernanda Câncio: a sua relação com o P.M. e o conflito de interesses derivado da sua contratação pela RTP. Desculpem-me mas, tanto o PSD como a Fernanda Câncio, puseram-se a jeito. Cada um teve o que merecia.
Já se sabia que o “desnorte”, no PSD, daria em desastre.
E, uma jornalista que, sistematicamente, usa as suas crónicas e os blogs para defender interesses do governo e atacar de forma ignóbil a oposição e a Igreja?… Está à espera do quê? Que todos fiquem calados e aplaudam as suas afirmações? A liberdade de expressão funciona em ambos os sentidos.
É eticamente reprovável que um jornalista se preste a servir de "altifalante" de políticas de um governo. Ora, o contrato do jornalista é com os cidadãos e a sociedade, que esperam receber dele informação rigorosa e independente sobre o que acontece no mundo. Ser jornalista não é só ter uma carteira de jornalista, é também estar sujeito a um código deontológico, que estabelece direitos e deveres. Em troca da independência a que está obrigado, o jornalista é credor de confiança, credibilidade e autoridade, as quais lhe conferem uma legitimidade e um estatuto que o colocam acima de quaisquer interesses. É evidente que a Fernanda Câncio não tem esta legitimidade nem este estatuto que a permitam elevar à categoria de “boa jornalista”, tal como a designou o Ricardo Araújo Pereira.
Já se sabia que o “desnorte”, no PSD, daria em desastre.
E, uma jornalista que, sistematicamente, usa as suas crónicas e os blogs para defender interesses do governo e atacar de forma ignóbil a oposição e a Igreja?… Está à espera do quê? Que todos fiquem calados e aplaudam as suas afirmações? A liberdade de expressão funciona em ambos os sentidos.
É eticamente reprovável que um jornalista se preste a servir de "altifalante" de políticas de um governo. Ora, o contrato do jornalista é com os cidadãos e a sociedade, que esperam receber dele informação rigorosa e independente sobre o que acontece no mundo. Ser jornalista não é só ter uma carteira de jornalista, é também estar sujeito a um código deontológico, que estabelece direitos e deveres. Em troca da independência a que está obrigado, o jornalista é credor de confiança, credibilidade e autoridade, as quais lhe conferem uma legitimidade e um estatuto que o colocam acima de quaisquer interesses. É evidente que a Fernanda Câncio não tem esta legitimidade nem este estatuto que a permitam elevar à categoria de “boa jornalista”, tal como a designou o Ricardo Araújo Pereira.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
A mulher de César
O suposto ou possível romance Câncio-Sócrates é dos assuntos mediáticamente bem geridos da actualidade portuguesa. É, no género agarra-me se não eu bato-lhe, um interessante exercício; os actores querem que se saiba (senão não se sabia!), mas não permitem que se saiba! Assim, toda a gente sabe e sabe que, supostamente, o casal não queria que se soubesse! É uma alternativa, bem elaborada, ao romance público Bruni-Sarkozi de que aqui já falei. Não preciso de dizer qual abordagem prefiro, sempre gostei de gente frontal, desempoeirada e corajosa.
Na arena pública estes dois actores actuam separados e em palcos alternativos. Enquanto Sócrates governa o país com mão de ferro (supostamente) e se guia por puro pragmatismo, Fernanda Câncio na imprensa advoga uma agenda fracturante, o caderno de encargos jacobino, dá o mote para que o governo, sem grandes custos orçamentais, possa satisfazer alguma esquerda e extrema-esquerda de tradição revolucionária, républicana e laica. Genial!
O que é comum aos dois é a irritante postura de superioridade moral e intelectual; mais do que esconder as suas evidentes fragilidades, revela uma arrogância e prepotência a que não estávamos habituados. Julgam tudo e todos de uma tribuna onde se pretendem intocáveis, de tal forma que não cuidam sequer as aparências. Concretizando, há sistemáticas queixas, indicações e sugestões sobre a ingerência do governo Sócrates na gestão da RTP, em particular na informação. Essa mesma RTP, através do seu segundo canal, e sabendo-se que há um quadro excedentário de jornalistas de grande qualidade na casa, contrata 10 programas de informação com quem? Com Fernanda Câncio!
Não vou discorrer sobre a aptidão da senhora para fazer problemas sobre bairros problemáticos, tema susceptível de manipulação ideológica, mas levanto uma legitima dúvida sobre a necessidade de a RTP contratar "fora" este tipo de programação. Pior, esta necessidade por provar, pode, em quem raciocine como a senhora Câncio, levantar todo o tipo de dúvidas, é ela própria que as legitima semana após semana nas páginas que escreve.
À mulher de César não basta ser séria... e à mulher de Sócrates???
sexta-feira, 4 de abril de 2008
C & C
Deixo, como ponto prévio, o meu distânciamento de muito do que Constança Cunha e Sá escreve, o que não me impede de livremente concordar quando as nossas opiniões coincidem e, acima de tudo, reconhecer que é uma mulher livre, inteligente e com um lugar merecidamente conquistado na crónica política em Portugal.
Quanto a Fernanda Câncio, lembro-me de ter concordado uma ou duas vezes com os seus escritos e ter pensado que um de nós não estaria muito bem na altura. É uma jornalista engajada, militante e sectária; os seus escritos enquadram-se mais rápidamente no panfleto do que na crónica. Confesso que nutro uma profunda antipatia pela senhora, pelo que escreve e pelo que representa.
Posto isto, e declarada a minha dificuldade de um julgamento isento, elenco alguns critérios de avaliação. O cronista, para mim, é dotado de estrutura autónoma e personalista, escrevendo livremente, com fidelidade aos seus princípios, podendo, obviamente, situar-se dentro de determinada área ideológica. O panfletário, usa o espaço que publica para, de forma comprometida e parcial, veícular o "caderno de encargos" onde se filia, os anlo-saxónicos usam o termo "his master's voice".
Tudo isto a propósito de mais um panfleto de Fernanda Câncio no DN de hoje. Quanto à matéria escrita, claro está, a minha discordância é total; é mais um passo do mandato jacobino que tem, mais uma série de impropérios do calibre a que, infelizmente, já nos habituou. O que ressalta na peça e no título é a confusão de estatutos, golpe astuto e de uma arrogância inusitada! Ao afrontar de forma nominal e directa Constança Cunha e Sá, Câncio pretende elevar-se a um despique entre iguais. Isto é, eu poderei livremente discordar e criticar o Prof. Marcelo, dizer mal de Vasco Pulido Valente; nunca o poderei fazer partindo de um patamar de igualdade de relevância pública e de exercício de funções. É aqui que Câncio, para além de todos os seus defeitos, mostra mais um, e pior, o pretensiosismo de quem não conhece o seu lugar.
Haja paciência!
sábado, 8 de março de 2008
As "causas" e o disparate
"Claro que devemos preocupar-nos com o facto de ter havido seis (ou sete, ainda não é certo) mortes violentas em poucos dias. Mas confundir isto com "um aumento da criminalidade" é um pouco como dizer, no dia das enxurradas de 18 de Fevereiro, que 2008 não vai ser um ano seco."
Fernanda Câncio, "Diário de Notícias", 7 de Março de 2007
Fernanda Câncio, "Diário de Notícias", 7 de Março de 2007
Esta opinion maker, muito próxima do nosso primeiro-ministro, depois de uma luta sem tréguas ao lado dos abortistas, ter tido o supremo prazer de ver legalizado o aborto livre, não pára na sua de defesa de "causas". É incansável na sua cruzada cega contra a igreja católica, denigre, deturpa e difama, tudo com a maior "honestidade intelectual". Chama-lhe um amigo meu, com imensa graça, a Fernanda Mata-frades. Adivinha-se idêntico entusiasmo com a próxiam causa da agenda jacobina, a eutanásia.
O que eu francamente não esperava, apesar do ostensivo desprezo pela vida humana que as suas "causas" comportam, era este varrer para baixo do tapete da importância que estas mortes violentas têm na vida do país, na falência que representam para o respeito devido às institições centrais da democracia e do estado de direito. Lamentável.
Entretanto, depois desta crónica patética e infeliz, já morreu mais gente assassinada. Se calhar, ainda um numero incipiente para ser levado a sério...
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