Esse inacessível sentimento do absurdo, talvez o possamos então atingir em mundos diferentes, mas fraternais, da inteligência, da arte de viver, ou simplesmente da arte. O clima do absurdo está no início. O fim é o universo absurdo e essa atitude de espírito que ilumina o mundo a uma luz que lhe é própria, a fim de fazer resplandecer o rosto privilegiado e implacável que esta lhe sabe reconhecer.»
O Mito de Sísifo, Livros do Brasil, Lisboa, 1983, pp. 22/24
Albert Camus 07/11/1913 - 04/01/1960
Prémio Nobel da Literatura em 1957