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27 de setembro de 2013

Letra Livre

É um nome que faz respirar fundo. Letra Livre. Uma livraria alfarrabista mas também uma editora, que se prolonga online. Um espaço acolhedor, que convida à leitura, onde proliferam objectos mágicos. Mora na Calçada do Combro, nº 139. Convido-vos a uma boa descoberta e sei que serão bem recebidos pela simpatia da Eugénia e do Eduardo.
Nota: Fui lá comprar este livro. Maravilha!






14 de julho de 2011

Marquês e Conde

Curiosidades citadinas, Avenida Marquês de Tomar e avenida Conde de Valbom,Almanaque Bertrand, 1931

12 de março de 2011

Cores

Onde está este mural?

Miradouro da Senhora do Monte, autoria de Fred Kradolfer.

10 de março de 2011

Espaços

Alguns de nos estarão recordados deste espaço, agora abandonado e em acelerado estado de degradação.


Palácio Almada Carvalhais, um dos únicos monumentos do Séulo XV ou XVI.



"Foi este o solar dos provedores da Casa da índia (Almadas) que nos meados do século XVII pertencia a D: Cristovão de Almada(...)
Digo-te que os vestígios desse palácio são curiosos; pois subamos a rampa , pelo portal nº 50, que conduzia ao pátio do Palácio(...) em 1820 ainda morava aqui o conde de Carvalhais(...) 
A entrada em rampa , mostra ainda as pilastras e o arcos de cantaria em volta perfeita, com artesonados, em dois tramos completos. à direita, por um formoso arco de volta abatida, abre um delicioso claustro da Renascença, ao fundo do qual sobe a escadaria nobre do palácio, hoje prédio de arrendamento, indiferente às belezas e grandezas do passado. 
Tem o claustro três faces adornadas, a do fundo de três arcos, e as laterais de quatro arcos, apoiados a colunas de lindos capiteis lavrados; uma das ordens laterais de arcarias está entaipada por um barracão saliente que as encobre, e a outra está visível, mas a parte do seu interior foi ocupada por uma oficina de imprensa. Voltamos à rampa. Nela segue, em direcção à Garage, uma passagem, revestida de curiosos azulejos setecentistas nos dois tramos da abóbada, apoiados em belas pilastras nuas.
Consegui saber que aqui foi a cozinha da casa, no tempo em que o local da Garage constituía o jardim do Palácio dos Provedores da Casa da índia.
Este jardim, de que não resta notícia escrita, e ficará apenas a que te dou, era guarnecido de algumas estátuas e azulejos, alguns dos do tipo da Bacalhoa (Azeitão), vila onde os Carvalhais tiveram casa sua, onde se extinguiu o último representante da família. Ora, não quero deixar de te dizer que aqui onde está o Garage, existiu a Companhia Nacional Editora de David Corazzi"


 In Peregrinações, Norberto Araújo, 1938
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18 de janeiro de 2011

Noites cristalinas


Interessante esta imagem. Noite cristalina e uma pensão barata. Onde é?

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10 de outubro de 2010

Serviços



Como era caro o preço das viagens em 1928. Ora vejam.
Agenda Popular de Algibeira, Livraria Francisco Franco.
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19 de abril de 2010

Sair de Lisboa

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O Bic Laranja levantou uma questão e lembrei-me de que tinha aqui um Roteiro Policial de 1936, cuja capa acho muito curiosa, e que passo a enviar.
As outras folhas eram as várias formas de se sair de Lisboa.

E uma adivinha:
Como é que se chama actualmente a Rua do Mundo, da editora deste roteiro Policial??
Rua da Misericórdia, disse o Rui Almeida.
Enviado por Carlos Caria.

2 de abril de 2010

Asseio e Conforto

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Penso que ainda existe esta pensão. Acho engraçado que em 1959 se mencionasse que se falava catalão!
E a cuisine soiguée...bem.

25 de março de 2010

Por Lisboa fora

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Adivinhai.
Adivinha do Carlos.
Gastão de Brito e Silva acertou: Parece-me a rua que ladeia a Sé de Lisboa.

Onde mora esta santa?

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De onde veio e onde está?
Adivinha do Carlos:)

Igreja de Sto Antonio na Sé
Adivinhou a Carlota Joaquina

11 de março de 2010

O sol a brilhar

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Brilhava, sim mas por trás da mobiladora.
Lá pela tarde já o Sol dá nos n.ºs pares da Rua António Pedro.
Cumpts do Bic Laranja

Ao amanhecer

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Duas contribuições acertadas:
Paula disse... parece me a praca olegario mariano
Bic Laranja disse... Rua Pascoal de Melo.
Cumpts.

22 de fevereiro de 2010

MIL FOLHAS EM BENFICA

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Para o Júlio Amorim que enviou um cenário de neve, que ele muito apreciou.

A maior parte das vezes passa, apenas, os olhos pelos jornais e manda-os para dentro de um cesto de vime, que tem ao canto da sala, para leitura futura ou de nunca mais.
Quando o cesto está a  deitar por fora faz a limpeza e, por vezes, folheia alguns dos jornais.
É o caso do “I” de 13 de Novembro do ano passado, e só há dias reparou que falava, entre outros crimes de lesa colesterol, dos “Mil-Folhas” da “MonaLisa”.
Quase poderia garantir que das vezes que, por aqui, já falou de Benfica, sempre veio à baila a “Pastelaria Mona Lisa”. E até já colocou fotografia das bolas de Berlim..
O Texto do “I”, da autoria de Tiago Pais, fala do pecado da gula e de algumas das coisas que ao pecado conduzem: pasteis de Belém, pasteis de Cerveja, queijadas da Sapa “croissants” do Careca , cookies do Starbucks, travesseiros da Piriquita e, senhoras minhas e meus senhores: Os Mil-Folhas da Mona Lisa.
Assim:
“O mil-folhas é o bolo da infância de muita gente. E o bolo que muita gente escolhe quando quer regressar à infância. Porque reúne em pouco mais de cem gramas (num cenário ideal) a proporção certa de chocolate, creme de ovos e massa folhada. O melhor de três mundos. E assumimos uma escolha sem complexos: o mil-folhas da pastelaria Mona Lisa, em Benfica, sem dúvida uma das zonas mais ricas da cidade em matéria de bolos. Chocolate verdadeiro, numa camada grossa e doce de ovos a sério, em quantidades generosas. Imbatível”

10 de fevereiro de 2010

E esta, hein?

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Há uns meses atrás, subia a Avenida das Forças Armadas, em Lisboa, e vi o pavilhão iluminado. De relance, pela enorme montra, pude ver que lá dentro estavam vários carros antigos alinhados em exposição.
No sábado seguinte decidi visitar o local. Dei a volta e espreitei. Parecia um Museu mas estava fechado. Nas traseiras encontrei uma pequena sala onde estavam dois senhores observando um livro de carros antigos. Cumprimentei-os e perguntei:
 - Quando posso visitar este Museu?
Um deles levantou-se e olhou-me fixamente:
 - Viu algum horário de funcionamento?
 - Não.
 - Então não se visita.
 - Então não é um Museu, respondi eu. E com esta troca de palavras desconcertante, despedi-me e bati em retirada.
 Mas depois de conversar com quem muito sabe, voltei lá passadas algumas semanas. Agora bem acompanhado. E fui muito bem recebido pela mesma pessoa.
Hoje sei que a ela se deve a manutenção daquele espaço mas falta o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.
Aquele que a CML quis que fosse o Museu Fernando Pessa do Automóvel Antigo não é um Museu.
 E esta, hein?

Imagem e Texto de Pedro Ferreira.