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13 de julho de 2011
A biblioteca
E é em Aveiro que vejo a carrinha da biblioteca itinerante. Quem nunca se sentiu jubiloso por a ver a aproximar-se, que me atire a primeira pedra.
13 de agosto de 2010
coincidências ii
Há coisa de 15 dias, fizemos o primeiro inventário na biblioteca, o primeiro em 20 anos. O resultado foi surpreendente... todos os títulos registados faltavam-nos apenas 9 livros. O inventário foi feito à moda antiga, não havia “pistolas móveis” para passar por cima dos códigos de barra e assinalar que o livro foi inventariado. Aqui, preenchemos os carrinhos com o máximo de livros que podemos, vamos junto ao computador e registamo-los um a um. Embora seja lento, este método tem vantagens. Enquanto fazemos fila e esperamos que a equipa anterior acabe de registar os "seus", vamos vendo os que estão em mau estado ou obsoletos e eliminamos muita coisa. Por um lado “limpamos” o fundo, por outro arranjamos mais espaço para as novas aquisições.
Nestes dias de inventário penso nos anos em que trabalhei pelas livrarias de Lisboa. Dizia-se na altura que para poder integrar uma equipa de livraria era melhor não se dizer que se gostava de ler porque isso era sinal de passar muito tempo sentado a ler livros em vez de arrumar e re-arrumar os livros já arrumadíssimos, com ares de quem esta ocupadíssimo. E assim era, arrumávamos o que já estava arrumado em algumas, noutras era uma trabalheira desgraçada e não havia tempo para respirar e noutras ainda havia toda a parte de informatização. Em qualquer um dos 3 casos, isto permitia-nos conhecer os livros e autores praticamente de cor e sabíamos exactamente onde estavam arrumados e quantos exemplares havia de determinado título. Na biblioteca o lema é outro, pelo menos nesta. Ler (durante o trabalho) para aconselhar (durante o trabalho), não há livros a chegar todas as noites por razões óbvias e assim sendo menos manipulação e menos conhecimento dos títulos menos solicitados. Pois então neste inventário passaram-me pelas mãos obras que nunca tinha visto em 4 anos de biblioteca, livros nos quais nunca tinha ouvido falar. Um deles, que esta em cima da minha secretária, chama-se “84 Charing Cross Road”. Olhei para ele, gostei do título, folheei-o. Cartas entre uma escritora e um livreiro. Ando a adiar levá-lo de empréstimo porque para além de ter muitas coisas em espera para ler, acho que vou gostar muito dele e apetece-me prolongar este sentimento.
Enfim, nunca tinha ouvido falar neste livro (grande falha, sei-o agora). Hoje de manhã enquanto fazia umas pesquisas de leituras adicionei à minha lista de compras o titulo “Lady Susan”, de Jane Austen e, enquanto ia lendo os diversos comentários sobre este livro, diferente dos restantes romances da autora, dei de caras com o seguinte comentário.
Há quem ache que “eu tenho olho”, eu acho que é mais uma coincidência na mesma semana e, ainda sobre coincidências, o posfácio diz logo nas primeiras linhas: "C’est par la plus pure des coincidences que les lettres que l’on vient de lire sont devenues un livre, puis plus tard une pièce de théatre et un film”.
Entretanto passaram alguns dias, acabei por ler o livro e, como esperado, fiquei apaixonada. Afinal é um livro muito conhecido, com admiradores espalhados pelo mundo inteiro. O filme baseado na obra, onde entra Anthony Hopkins, parece ser o mais belo filme de todos os tempos feito sobre os livros... e ainda no posfácio: “84, Charing Cross Road fait partie de ces livres culte que l’on se prête entre amis, transformant ses lecteurs en autant de membres d’une même société secrète.”... Só tenho pena de não o ter lido em inglês.
Há quem ache que “eu tenho olho”, eu acho que é mais uma coincidência na mesma semana e, ainda sobre coincidências, o posfácio diz logo nas primeiras linhas: "C’est par la plus pure des coincidences que les lettres que l’on vient de lire sont devenues un livre, puis plus tard une pièce de théatre et un film”.
Entretanto passaram alguns dias, acabei por ler o livro e, como esperado, fiquei apaixonada. Afinal é um livro muito conhecido, com admiradores espalhados pelo mundo inteiro. O filme baseado na obra, onde entra Anthony Hopkins, parece ser o mais belo filme de todos os tempos feito sobre os livros... e ainda no posfácio: “84, Charing Cross Road fait partie de ces livres culte que l’on se prête entre amis, transformant ses lecteurs en autant de membres d’une même société secrète.”... Só tenho pena de não o ter lido em inglês.
10 de agosto de 2010
coincidências i
ha muitos leitores da biblioteca onde trabalho que não gostam de procurar livros pelos corredores, então limitam-se às devoluções que estão no carrinho por arrumar. com necessidade de justificarem esta atitude dizem que se outras pessoas os levaram de emprestimo é porque devem ser boas leituras. embora não concorde com esta teoria acabo por sorrir, mais pelo pretexto do que pela razão. temos percebido isso cada vez mais, que as pessoas não gostam ou não têm tempo para procurar leituras que lhes interessem e por isso acabamos por fazer criticas de livros que lemos e por pôr “cintas” com a frase “coup de coeur des bibliothécaires” à volta de alguns titulos que gostamos de ler. nos dias em que tenho mais tempo percorro as estantes à procura de livros que li e de que gostei. as minhas escolhas acabam, muitas vezes, por ir para leituras antigas e no sabado passado resolvi percorrer as estantes dos documentarios/ensaios. entrei no corredor dos 600, na classificação decimal de dewey, e o meu olhar parou n’ “o homem que confundiu a mulher com um chapéu” do oliver sacks. pensei que tinha lido aquele livro ha mesmo muito tempo, nos primeiros anos de universidade e tinha gostado imenso destes relatos sobre a memoria. agarrei nele para pô-lo no expositor dos "preferidos das bibliotecarias" enquanto olhava para o livro ja muito usado e amarelado, imovel na estante desde 2007.
a manhã passava devagar. depois de uma semana de chuva veio o sol e os leitores preferiram passar a tarde ao ar livre. e pouco tempo antes da biblioteca fechar veio uma rapariga que nunca tinha visto. cumprimenta-me com um “bonjour” e enfia-se algum tempo no corredor dos romances, sem passar pelo dito expositor. e para minha grande perplexidade vem até à mesa dos emprestimos e diz-me “não têm o livro do oliver sacks que se chama qualquer coisa como “l’homme qui prenait sa femme pour un chapeau”? fiquei 5 segundos sem resposta a olhar para ela e quando a vi levantar o sobrolho apontei para o meu lado direito e disse que tinha acabado de o pôr ali. ela ficou quase tão surpreendida como eu. entregou-me o livro, eu registei-o, ela sorriu e disse "au revoir".
ficou um espaço vazio no expositor, se tivessemos o “caderno vermelho” do paul auster tinha-o posto a substituir...
a manhã passava devagar. depois de uma semana de chuva veio o sol e os leitores preferiram passar a tarde ao ar livre. e pouco tempo antes da biblioteca fechar veio uma rapariga que nunca tinha visto. cumprimenta-me com um “bonjour” e enfia-se algum tempo no corredor dos romances, sem passar pelo dito expositor. e para minha grande perplexidade vem até à mesa dos emprestimos e diz-me “não têm o livro do oliver sacks que se chama qualquer coisa como “l’homme qui prenait sa femme pour un chapeau”? fiquei 5 segundos sem resposta a olhar para ela e quando a vi levantar o sobrolho apontei para o meu lado direito e disse que tinha acabado de o pôr ali. ela ficou quase tão surpreendida como eu. entregou-me o livro, eu registei-o, ela sorriu e disse "au revoir".
ficou um espaço vazio no expositor, se tivessemos o “caderno vermelho” do paul auster tinha-o posto a substituir...
25 de fevereiro de 2010
Bibliotecas para maiores de 18 anos
Em Junho de 1970 um estudante de 17 anos queixava-se por não ter sido autorizado a entrar na Biblioteca Nacional. Embora em 1970 qualquer jovem pudesse ser voluntário das Forças Armadas a partir dos 16, na Biblioteca Nacional só entrava a partir dos 18 anos.
E aqui se transcrevia um despacho interno que assim o postulava, com uma única excepção a de quando os menores provassem estar a frequentar um curso superior.
Assim era há 40 anos, já na Primavera Marcelista. Afinal os livros foram sempre um risco para o poder politico. Muito mais perigosos para os jovens, do que qualquer Guerra Colonial.
16 de fevereiro de 2010
uma biblioteca chamada red phone box
... foi numa aldeia de inglaterra... quando ameaçaram dar sumiço à “red phone box” os habitantes trataram logo de encontrar uma solução para a conservarem. compraram e transformaram-a numa biblioteca, aberta 24 horas por dia, 7 dias por semana... 365 dias por ano... espero que nunca se lembrem desaparecer com os nossos marcos do correio, mas se um dia assim o for, gostava que tivessemos uma ideia destas...
8 de dezembro de 2009
O escritor na escola
Não conhecia pessoalmente Augusto Carlos. Por coincidência, recebi de oferta o seu último livro O Cântico dos Melros que ainda não tive oportunidade de ler.

Hoje veio à biblioteca escolar falar com os meus alunos. Fiquei espantada por ter entendido que, em cerca de três dias, muitos destes adolescentes tinham lido pelo menos um dos seus livros (alguns conseguiram superar o número). Sabendo que em muitos locais as coisas são por vezes preocupantes em termos de disciplina e de gosto pelo saber, fiquei orgulhosa com as questões levantadas e bem impressionada por ter conhecido um escritor simples, de diálogo fácil e que começou a publicar quase aos 50 anos de idade. A escrita surge casual, após alguns episódios do quotidiano: uma flor que nasceu - sabe-se lá como - num beiral de um telhado em Sintra, um flamingo que em latitudes distantes «invadiu» um hotel por ter uma asa partida... e enquanto permanecemos na biblioteca, único espaço novo (com menos de um ano de vida) de uma escola degradada pelo desgaste do tempo e pela fragilidade das instalações, esquecemos realidades menos coloridas. O convívio quase diário com jovens como estes acaba também por nos rejuvenescer. Penso que o escritor o terá igualmente sentido pelas questões interessantes e espontâneas que lhe foram colocadas. A sua escrita desenrola-se essencialmente entre Portugal e Moçambique, país onde nasceu e para onde tem de se deslocar com frequência. A excepção vai para O Cântico dos Melros, cuja acção decorre num local imaginário de nome «Hibernolândia». Já encomendei o título O Caroço de Manga dado a acção decorrer na vila de Sintra e praias do concelho, o que despertou a curiosidade pessoal.
Hoje veio à biblioteca escolar falar com os meus alunos. Fiquei espantada por ter entendido que, em cerca de três dias, muitos destes adolescentes tinham lido pelo menos um dos seus livros (alguns conseguiram superar o número). Sabendo que em muitos locais as coisas são por vezes preocupantes em termos de disciplina e de gosto pelo saber, fiquei orgulhosa com as questões levantadas e bem impressionada por ter conhecido um escritor simples, de diálogo fácil e que começou a publicar quase aos 50 anos de idade. A escrita surge casual, após alguns episódios do quotidiano: uma flor que nasceu - sabe-se lá como - num beiral de um telhado em Sintra, um flamingo que em latitudes distantes «invadiu» um hotel por ter uma asa partida... e enquanto permanecemos na biblioteca, único espaço novo (com menos de um ano de vida) de uma escola degradada pelo desgaste do tempo e pela fragilidade das instalações, esquecemos realidades menos coloridas. O convívio quase diário com jovens como estes acaba também por nos rejuvenescer. Penso que o escritor o terá igualmente sentido pelas questões interessantes e espontâneas que lhe foram colocadas. A sua escrita desenrola-se essencialmente entre Portugal e Moçambique, país onde nasceu e para onde tem de se deslocar com frequência. A excepção vai para O Cântico dos Melros, cuja acção decorre num local imaginário de nome «Hibernolândia». Já encomendei o título O Caroço de Manga dado a acção decorrer na vila de Sintra e praias do concelho, o que despertou a curiosidade pessoal.
3 de novembro de 2009
Biblioteca com paisagem ao fundo
Pó
Nas estantes os livros ficam
(até se dispersarem ou desfazerem)
enquanto tudo
passa. O pó acumula-se
e depois de limpo
torna a acumular-se
no cimo das lombadas.
Quando a cidade está suja
(obras, carros, poeiras)
o pó é mais negro e por vezes
espesso. Os livros ficam,
valem mais que tudo,
mas apesar do amor
(amor das coisas mudas
que sussurram)
e do cuidado doméstico
fica sempre, em baixo,
do lado oposto à lombada,
uma pequena marca negra
do pó nas páginas.
A marca faz parte dos livros.
Estão marcados. Nós também.
Pedro Mexia, Duplo Império
Onde se localizava esta peculiar biblioteca municipal?
A biblioteca localizava-se no Miradouro de Santa Luzia e acertou a T.
2 de novembro de 2009
Da biblioteca a Ítaca: viagem através dos textos
(Maastricht, túneis de Saint Pietersberg)
Datas convencionais podem tornar-se significativas se associadas a boas práticas. Vem a ideia a propósito do «Dia das Bibliotecas Escolares» comemorado no meio de um público atento, estantes e muitos, muitos livros.
Antecedendo a leitura a cargo de diversos actores do conto queirosiano «A Perfeição», foi realçada a permanente nostalgia de Ulisses na paradisíaca Ogígia, nunca extinguindo Ítaca do pensamento, consciente de que na terra natal (ao contrário da experiência vivida no fantástico território da deusa ) o tempo, implacável, lhe devolverá a condição de mortal.
Essa ânsia do regresso à pátria por mares traiçoeiros, nada mais é do que o mito do permanente desassossego a impelir cada ser humano. A recusa da perfeição associada ao espírito do herói, traz à memória o poema Ítaca da autoria de um dos maiores de todos os tempos :
Faz votos por que seja longa a viagem.
As manhãs de verão que sejam muitas
Em que o prazer te invada e a alegria
Ao entrares em portos nunca vistos;
[…]
Ítaca guarda sempre em tua mente.
Hás¬ de lá chegar, é o teu destino.
Mas a viagem, não a apresses nunca.
Melhor será que muitos anos dure
E que já velho aportes à tua ilha
Rico do que ganhaste no caminho
Não esperando de Ítaca riquezas.
Ítaca te deu essa bela viagem.
Sem ela não te punhas a caminho.
Não tem, porém, mais nada que te dar.
E se a fores achar pobre, não te enganou.
Tão sábio te tornaste, tão experiente,
Que percebes enfim que significam Ítacas.
Konstandinos Kavafis, Ítaca (excerto)
30 de outubro de 2009
o cheiro dos livros...
... tantos cheiros diferentes.... ao inicio cheiram a novo, mas na biblioteca passam por tantas mãos que acabam por perder o cheiro inicial facilmente. quando regressam à biblioteca para serem arrumados nas estantes é o cheiro que me leva a imaginar a casa dos leitores e pensar como serão as suas vidas... chegam aqui livros que cheiram a roupa lavada, livros que cheiram a cigarros, como se estivessem estado fechados dentro de uma caixa cheia de cinzas e beatas, livros que cheiram a gatos, livros que cheiram a po, livros com cheiro a café (e cuja nodoa não engana) e depois ha livros como os de hoje, da mme a., que cheiram a lareira, a fumados e que me fazem pensar nos dias frios e na imagem que vejo todas as noites desde que mudou a hora... o fumo a sair pelas chaminés das casas... cheira a lenha... ha um tipo de lenha que tem o doce cheiro de alguns incensos... imagino os livros pousados em cima de uma mesa de uma casa acolhedora a absorverem este delicioso odor, penso nas conversas e historias à volta do lume quando anoitece e não consigo parar de inspirar o cheiro que vem dos livros devolvidos pela mme a., pousados no carrinho da biblioteca... como se deles saisse um fumo especial...
1 de setembro de 2009
adivinha
que fresquinho quando se entra por esta porta... onde nos leva?

entrada da biblioteca camões (e talvez do registo civil)! acertou o carlos! ;)
entrada da biblioteca camões (e talvez do registo civil)! acertou o carlos! ;)
15 de junho de 2009
Cultura de Férias / Para a Clara
"É do conhecimento público que a Biblioteca Nacional vai fechar a fim de se mudar para as novas instalações na Cidade Universitária. A inauguração está marcada para Dezembro e pensa-se que os livros todos da Biblioteca só poderão estar em leitura em Fevereiro ou Março do próximo ano. Embora seja natural que haja um período de encerramento para mudança, é de estranhar que nesta altura, já tivessem sido fechadas as secções de Jornais e de Literatura. Também vai fechar a secção de História e Ciências Civis, esperando-se que, a partir de meados de Março, os serviços estejam todos encerrados.
Dado que uma grande parte das investigações sobre os diversos aspectos da cultura portuguesa depende da Biblioteca Nacional, como é que para uma mudança tão importante como esta não se põe um número suficiente de empregados a trabalhar de modo que ela se faça num mínimo de tempo? A mudança será também mais demorada porque, por uma questão de rigorosa economia (aproveitamento de espaço) , os volumes têm de ser dispostos nas camionetas que os transportam e nas câmaras de desinfecção segundo os seus formatos. Assim, uma mudança que poderia demorar cerca de três meses vai prolongar-se durante cerca de um ano, período durante o qual quase todas as investigações se suspendem, as teses dos estudantes universitários se interrompem, as bolsas para trabalhos cessam, numa palavra a cultura portuguesa fica de férias durante um ano!
Tive ocasião de percorrer as novas instalações. Verifiquei não apenas a sua largueza e elegância requintada como o seu luxo... Não posso deixar de achar estranho o contraste com a modéstia de recursos demonstrada nos trabalhos de mudança."
Vera Lagoa, 15/4/66
Bisbilhotices, Diário Popular
Fotografia Biblioteca Nacional, construção Data(s): 1961 Goulart, Artur
Fotografia Biblioteca Nacional, construção Data(s): 1961 Goulart, Artur
30 de março de 2008
As bibliotecas itinerantes da CML
"São os livros uns mestres mudos, que ensinam sem fastio, falam a verdade sem respeito, repreendem sem pejo, amigos verdadeiros, conselheiros singelos; e assim como à força de tratar com pessoas honestas e virtuosas se adquirem insensivelmente os seus hábitos e costumes, também à força de ler os livros se aprende a doutrina que eles ensinam.”
Padre António Vieira
Este marcador saltou-me do livro que estava a ler. Bons e simples conselhos. Do tempo em que as bibliotecas rodavam por aí fora. Note-se a gralha do marcador na citação do Padre António Vieira.
29 de dezembro de 2007
Quase...Estar quase. Ou talvez, Talvez consiga ir. Ou o Nunca se sabe. Eu gosto delas todas e uso e abuso. Quero lá saber. Protelar faz-me bem. Imperativos reconheço apenas o xixi Tia! E eu vou a correr com ela para a retrete, que a miúda não gosta de derivados nem de demoras. A recompensa é deixar correr o autoclismo. Água diz ela, com ar muito sério. E agradece com ar modesto os parabéns e a festa que lhe faço.
Quanto a bibliotecas, senhor réprobo optei por esta.

Pode mandar entregar?
Quanto à binaca, sabe qual dos heróis foi o preferido?
Estamos falados. Belos dentes não?

Para quem tiver crianças a bordo recomendo dois sites:
http://www.garfield.com/d2v/getsreal/Games/hotel.html
http://www.toopyandbinoo.com/#
Quanto a bibliotecas, senhor réprobo optei por esta.
Pode mandar entregar?
Quanto à binaca, sabe qual dos heróis foi o preferido?
Estamos falados. Belos dentes não?
Para quem tiver crianças a bordo recomendo dois sites:
http://www.garfield.com/d2v/getsreal/Games/hotel.html
http://www.toopyandbinoo.com/#
18 de novembro de 2007
As bibliotecárias trapezistas
A vida é complicada quando as estantes de livros inflacionam de altura. O ideal para o nosso amigo , era uma simpática bibliotecária como esta. Mas como me parece que aquelas saias constrangerão muito os movimentos da jovem, permito-me a sugerir outra opção.

10 de julho de 2007
isto é que é planeamento....
com vista à preparação da semana do livro africano que se irá realizar dentro de 5 anos na biblioteca nacional, em lisboa, a direcção daquela instituição já começou com os preparativos para a criação de um ambiente de selva africana na alameda de acesso pedonal à sua porta principal.

às árvores ainda só têm um metro de altura, mas a direcção por nós não contactada teria afirmado que com o desleixo continuado e persistente, a selva está garantida.
às árvores ainda só têm um metro de altura, mas a direcção por nós não contactada teria afirmado que com o desleixo continuado e persistente, a selva está garantida.
16 de março de 2007
A biblioteca no jardim
Estava à procura no querido Arquivo Municipal de Lisboa, de fotos das furgonetas das Bibliotecas Itinerantes. E encontro estas verdadeiras delícias.
Reportam-se ao Jardim Teófilo Braga e retratam as etapas de montagem e de utilização de uma pequena biblioteca ao ar livre. Eu lembro-me de existir no Jardim da Estrela, qualquer coisa do tipo, não me lembro é deste armário com portinhola.
Gosto do conceito
Ler no jardim... Porque não fazem isto na Gulbenkian e lemos na relva? Eu sou desde já uma candidata. Levo uma manta e zás.
13 de março de 2007
As bibliotecas itinerantes
Quando eu era miúda, em Coimbra ou na Póvoa, já nem sei, quando aparecia esta furgoneta era um momento de alegria. Eram da Gulbenkian, recheadas a livros e eu ficava tipo tresloucada. Tinham um cheiro especial . Pena só, o limite de livros que nos emprestavam.
Sempre li o que podi em bibliotecas. Eu arruinava a família com a quantidade e velocidade da minha leitura. Por isso, a alternativa que me deram, foi a de ler o que havia em casa em francês. Aprendi num instante, tal a pressa que sempre foi uma característica minha, para o bem e para o mal.
Estas fotos são do Arquivo Municipal de Lisboa (vénia). A Inauguração das bibliotecas da CML em 1961 e as da Gulbenkian em 1964 na Feira do Livro. Estranhamente a feira parece igual à de hoje.
Belas furgonetas. Porque acabaram?
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