E um pouco por todo o país instalou-se o caos.
Chuva, muita. Vento, vendaval, melhor dizendo.
A meio da tarde começarama chegar notícias de que a cidade estava alagada. O rio Este transbordava e por isso não se podia atravessar a ponte que separa a empresa da estrada. Ia-se usar o caminho alternativo.
Os túneis inundados, árvores caídas.
Sete horas,: colegas que tinham saído há mais de uma hora, ligam a dizer que estavam 'presos' no transito, à entrada da cidade. Outros serpenteavam de ruela em ruela na vã tentativa de fugirem ao caos... e aos túneis, do que mais há na cidade e que dificilmente se evita para onde quer que vamos!
Esperei. Pensei em usar a auto-estrada para chegar a casa. Não, fechadas as saídas, e entradas, na cidade devido a ... inundações! Estrada nacional e ir pelas aldeias das redondezas. E se os campos alagaram? E chegar à estrada?
Bem, espera-se meia hora. A decisão foi a de não mudar a rota, usar a mesma de sempre e romper cidade adentro.
Imaculada Conceição: meia dúzia de carros nas bermas. Não aguentaram a humidade e o motor fraquejou. Mais nada de especial. Semáforos a funcionar. Passar pela parte superior do túnel, subir parte da Avenida da Liberdade, virar na 25 de Abril e...ops, fila até ao fim da escola. Talvez seja só os semáforos e não é mais que os outros dias. Verdade,. à terceira vez passei o semáforo. 31 de Janeiro livre, virar para avenida Central, Rua dos Chãos. Hora de jantar. Porque não parar, atravessar, jantar no lugar do costume e depois ir para casa?
Assim foi. Estacionamento tão perto como o habitual. Chuva a abrandar e um jantar em sossego. Saída do restaurante, chuva mais intensa. Ruas livres, entrada na variante, tudo (quase) livre, como é usual aquela hora e num ápice em casa.
Em casa Focinhos com fome, frio e medo. Dar de comer, aconchegá-los e pô-los a dormir na garagem. Como vai estar a garagem amanhã, não sei, mas que eles estão quentinhos, estão...
E vai uma ventania no exterior que até impressiona... do Verão passamos para o Inverno, mas parece que na Sexta-feira, vamos voltar ao Outono...
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Presidente da República elogia resposta “cívica” dos madeirenses
A opinião parece estar a generalizar-se:
Notícia TSF:
Presidente da República elogia resposta “cívica” dos madeirenses:
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva elogiou hoje a resposta “cívica” e de «grande serenidade», destacando a ausência de assaltos e roubos na região depois do temporal.
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva elogiou, esta quarta-feira, a resposta “cívica” e de «grande serenidade» de todos os madeirenses à “tragédia” de sábado, sublinhando a ausência de assaltos e roubos na região depois do temporal. Cavaco Silva destacou, no entanto, a decisão de reforçar o número de elementos das forças de segurança no arquipélago.
«Como sabem, houve um reforço das forças de polícia na Região Autónoma da Madeira e eu penso que foi uma medida correcta. Quando existem estas tragédias pode haver a tentação para assaltos, para roubos, o que não se tem verificado. A resposta da parte dos madeirenses tem sido, na generalidade, uma resposta muito cívica, com grande serenidade. De qualquer forma, houve um reforço. São mais 34 elementos, segundo a informação que partiram para a região», salientou o Presidente da República à margem da visita feita à Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública, em Lisboa.
Após a visita ao comando geral da PSP, o Presidente da República partiu, precisamente, para uma visita à Madeira, para ver no terreno a dimensão dos estragos provocados pelo temporal de sábado e deixar uma palavra de solidariedade às populações.
Nas ruas do Funchal mantém-se as operações de limpeza e de recolha dos escombros. No briefing feito pelo Governo Regional da Madeira ao início da tarde desta quarta-feira, a secretária Regional do Turismo, Conceição Estudante esclareceu que a estimativa do Governo regional mantém-se nos 42 mortos, tendo dado entrada na morgue 39 corpos, 37 dos quais foram já autopsiados.
Notícia TSF:
Presidente da República elogia resposta “cívica” dos madeirenses:
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva elogiou hoje a resposta “cívica” e de «grande serenidade», destacando a ausência de assaltos e roubos na região depois do temporal.
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva elogiou, esta quarta-feira, a resposta “cívica” e de «grande serenidade» de todos os madeirenses à “tragédia” de sábado, sublinhando a ausência de assaltos e roubos na região depois do temporal. Cavaco Silva destacou, no entanto, a decisão de reforçar o número de elementos das forças de segurança no arquipélago.
«Como sabem, houve um reforço das forças de polícia na Região Autónoma da Madeira e eu penso que foi uma medida correcta. Quando existem estas tragédias pode haver a tentação para assaltos, para roubos, o que não se tem verificado. A resposta da parte dos madeirenses tem sido, na generalidade, uma resposta muito cívica, com grande serenidade. De qualquer forma, houve um reforço. São mais 34 elementos, segundo a informação que partiram para a região», salientou o Presidente da República à margem da visita feita à Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública, em Lisboa.
Após a visita ao comando geral da PSP, o Presidente da República partiu, precisamente, para uma visita à Madeira, para ver no terreno a dimensão dos estragos provocados pelo temporal de sábado e deixar uma palavra de solidariedade às populações.
Nas ruas do Funchal mantém-se as operações de limpeza e de recolha dos escombros. No briefing feito pelo Governo Regional da Madeira ao início da tarde desta quarta-feira, a secretária Regional do Turismo, Conceição Estudante esclareceu que a estimativa do Governo regional mantém-se nos 42 mortos, tendo dado entrada na morgue 39 corpos, 37 dos quais foram já autopsiados.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Chuva, vento e frio.
Esta noite, acontrário do que é habitual apercebi-me do temporal. O L. tem trabalhado até mais tarde e chegou Às 2 da manhã. Acordei, claro e, o vento era tal que o alrme do carro do vizinho começou a tocar...

Esta foto que um amigo me enviou há uns anos, descreve o tempo que se faz. Apesar do frio, do vento e da chuva, não fico deprimida com isso. Ao ver esta foto também não.
Recordou-me agora o L. que esta foto foi tirada na Áustria e as árvores são cerejeiras.
Já agora mais uma foto do conjunto, onde se vêm as cerejas congeladas...
Esta noite, acontrário do que é habitual apercebi-me do temporal. O L. tem trabalhado até mais tarde e chegou Às 2 da manhã. Acordei, claro e, o vento era tal que o alrme do carro do vizinho começou a tocar...
Esta foto que um amigo me enviou há uns anos, descreve o tempo que se faz. Apesar do frio, do vento e da chuva, não fico deprimida com isso. Ao ver esta foto também não.
Recordou-me agora o L. que esta foto foi tirada na Áustria e as árvores são cerejeiras.
Já agora mais uma foto do conjunto, onde se vêm as cerejas congeladas...
sábado, 24 de janeiro de 2009
Brutal!
Estou a chegar do jantar dos AmiComCas.
Foi cinco estrelas. Talvez o melhor de todos, pelo sitio, pela comida e pelo grupo. Foi brutal!
Brutal está também o tempo. No caminho para casa, que até nem é muito longo, vi árvores caídas, cercas arrancadas e lixo a voar!
Vento é das coisas que mais me incomodam, dá-me sensação de insegurança, fragilidade...
Amanhã, aliás logo mais, falo do jantar e do restaurante. Vale a pena!
Foi cinco estrelas. Talvez o melhor de todos, pelo sitio, pela comida e pelo grupo. Foi brutal!
Brutal está também o tempo. No caminho para casa, que até nem é muito longo, vi árvores caídas, cercas arrancadas e lixo a voar!
Vento é das coisas que mais me incomodam, dá-me sensação de insegurança, fragilidade...
Amanhã, aliás logo mais, falo do jantar e do restaurante. Vale a pena!
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