Não sei porquê, mas esta foto fez-me lembrar Paris. E com isso ficar com saudades dessa cidade maravilhosa, onde cada um é o que quer, como quer e quando quer!
Esta foto foi tirada esta tarde em Ponte de Lima... nada a ver, mas que fazer?!
Je t'aime Paris.
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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terça-feira, 8 de março de 2011
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Paris: Shakespeare and Company
terça-feira, 31 de março de 2009
Aniversário: Inauguração da Torre Eiffel
Faz hoje 120 anos que foi inaugurada. Foi construída para honrar o Centenário da revolução Francesa.
Tornou-se um dos mais emblemáticos monumentos do mundo e o mais fotografado do Mundo, dizem eles... e eu acredito.
Até já eu a fotografei... de muitas maneiras e feitios.
Pois é, mais um zero no nove!
domingo, 8 de março de 2009
Sou a Soraia
Quando Raquel e Cristina, naquele fim de manhã de segunda feira, saíram de casa rumo a Stuttgart, não imaginavam o que as esperava!
Amigas e colegas de trabalho, tinham sido destacadas pelo chefe para uma formação na Alemanha. Estavam felizes, até porque havia vários candidatos à dita formação e elas, por motivos que ainda desconheciam, haviam sido seleccionadas!
É evidente que se fosse pelo desempenho e competência era uma selecção merecida, mas nos tempos que correm e na selva em que vivemos, outros factores mais alto falam...
Fim de manhã de Segunda-feira, aeroporto Sá Carneiro, voo da Air France. Uma manhã de fim de Novembro, fria e chuvosa. Neve e temperaturas negativas as esperavam em Stuttgart, mas nada a que elas já não estivessem habituadas das muitas viagens feitas ao serviço da empresa. O que era mesmo novidade era o voo ser da Air France. O normal era voarem na Air Berlim ou na Lufthansa, mas por uma questão de meia dúzia de euros, a escolha tinha sido esta companhia.
O voo saiu com atraso do Porto. Havia neve em Paris e por isso não havia autorização para aterrar no Charles de Gaulle.
Foi o motivo da primeira preocupação das duas amigas, pois o tempo de espera para o voo para a Alemanhã, não era tanto quanto isso, para além de, sendo um aeroporto novo para elas, não saberem a distancia entre o local de desembarque e embarque.
O pior aconteceu, ou antes estava para acontecer, quando estavam a aterrar em Paris. Ouvem da voz do comandante: 'Os passageiros com destino a Stuttgart é favor saírem primeiro. O voo de ligação aguarda-os e está prestes a sair.'
Assim foi, elas e mais um grupo de pessoas, mal puderam, saíram do avião e em altas correrias pelo aeroporto fora, começaram a procurar a porta de embarque. No 'boarding' foram interceptadas pelos guardas que as obrigaram, a elas e aos outros, atirar botas, casacos, cintos, ligar computadores... enfim, demorar uma eternidade...o suficiente para chegarem à porta de embarque e encontrarem o funcionário da companhia de aviação a acabar de fechar a porta de acesso à manga!
Pediram para embarcar, mas a resposta foi: 'Madama il est fermé!'.
Começa aqui a grande aventura. Mandam-nas a elas e Às restantes pessoas para o balcão de reclamações da Air France, onde estava uma fila de mais de cem pessoas. Paris estava o caos. A pista estava coberta, assim como a cidade, estava coberta com um manto de neve, o que atrasava as chegadas e partidas, pois a pista tinha de ser limpa com bastante frequência...
Na fila conheceram uma rapariga que tinha vindo com elas do Porto e que também ia para Stuttgart. Chamava-se Elisabete, viva em Stuttgart e tinha vindo a Portugal ao funeral do pai. .
Dois homens, que também vinham no avião, estavam também a caminho de Stuttgart. Iam à Mercedes, comprar carros. Homens simples, não falavam mais nada para além do Português. Ao aperceberem-se de que s raparigas falavam Inglês e Cristina Francês, logo um disse para o outro: Ó Vieira, vamos atrás delas. Elas vão para o mesmo sítio e o que elas fizerem nós fazemos!'.
Quando foram atendidas, a funcionária do aeroporto limitou-se a dar a cada um dos cinco um voucher para uma noite num hotel , com jantar, pequeno-almoço e transporte de e para o aeroporto.
Os homens e a rapariga, que só tinham bagagem de mão, seguiram de imediato para o hotel.Disseram-lhes, então, que se dirigissem ao balcão de resgate de bagagem.
No balcão, a primeira resposta foi de que a bagagem tinha ido o avião para Stuttgart e tentaram passar-lhe para as mãos um kit de higiene pessoal.
As duas raparigas não acreditaram, pois a bagagem não tinha tido tempo de ser transferida...
A segunda resposta foi de que ia demorar muito tempo até que a bagagem fosse encontrada, pois andava a circular nos tapetes.
Mais um argumento que não serviu. 'Temos a noite toda para esperar! Afinal só temos voo amanhã de manhã!'
Contrariadas, as funcionárias lá deram início ao processo de resgate da bagagem, enquanto iam 'despacando' os outros passageiros com o kit de higiene. Ficaram as duas amigas e três Italianos...
Ao fim de duas horas a bagagem apareceu. Eram já quase onze horas da noite e a fome apertava. Entretanto foi preciso informar o hotel na Alemanha de que não iam naquele dia e o pior e tudo é que iam perder o início da formação...
O pior, ou antes, mais aventura estava para ir. Foram para o terminal dos autocarros do aeroporto. Todas as carrinhas que passavam, elas mandaram parar, e de todas ouviram a resposta de que aquele voucher não era para elas!Que se passava, então? A funcionária do aeroporto disse que fossem nas carrinhas?! Resolveram perguntar a m funcionário do aeroporto que aguardava um transporte. O voucher era para o autocarro do aeroporto, o autocarro que transporta os funcionários do aeroporto até a parque de estacionamento! O hotel era o Ibis e fiava entre o parque e o aeroporto. Assim foi. Entraram o mesmo autocarro que os funcionários do aeroporto. Ia cheio, quase tiveram que levar as malas no ar, tal era o aperto!
Para ajudar a paragem ficava a cerca de 50 metros da entrada do hotel e a temperatura já começava, se já não estava, negativa!
No hotel, depararam-se com a maior fila de check in que algumas vez imaginaram poder ver num hotel. Seguramente cinquenta pessoas à sua frente...
O desespero e o cansaço das duas amigas, já as começava a deixar irritadas e um pouco revoltadas. Sentiam-se enganadas e maltratadas. O embarque, a fila das reclamações, o resgate das malas, o transporte e agora o check in. Delas também começava a assaltar-lhes o receio de não terem quartos, tal era o tamanho da fila!
Quando chegou a vez delas, ainda havia quartos, para onde elas correram, mal se apanharam com as chaves na mão. O dia já ia longo, mas muito ainda as esperava. Começava por uma fila enorme de gente no restaurante, onde só viam frigoríficos, maquinas de café e mesas. Pois, tinham de escolher um prato, congelado, de cada um dos balcões, levar à caixa, onde tinha uma fila, entregar o voucher e aguardar que um funcionário descongelasse num micro-ondas!
No meio daquilo tudo, já era mal menor. Iam jantar, tomar um café e dormir!
Assim foi, jantaram e foram até à recepção, onde estavam os dois homens e a rapariga. Entretanto tinha-se juntado a eles uma segunda rapariga, de nome Soraia, que tinham conhecido na fila do check in. Soraia era a primeira vez que viajava e estava a caminho dos Estados Unidos para se encontrar com o namorado. Estava sem dinheiro, não tinha telemóvel e o cartão que a Air France lhe havia dado para telefonar havia sido danificado pelo telefone do hotel!
Sentaram-se, então os seis um bocado na recepção do hotel, enquanto Raquel e Cristina contavam as suas aventuras com a bagagem. Enquanto a conversa decorria, toca o telefone de um dos homens. Ele olha para o número e não o reconhecendo, entrega o telefone a Soraia, enquanto lhe diz: 'Deve ser para si'. Ele tinha disponibilizado o telemóvel à rapariga para que ela avisasse a família. Como ninguém havia atendido, ele achou que estavam a ligar de volta...
É quando se ouve: 'Eu sou a Soraia. Ah, pois não conhece nenhuma Soraia...' A rapariga entrega o telefone ao homem e diz:'Não é para mim...'. O homem atende , reconhece a voz e diz: 'Ó Manel, é para ti, é a tua esposa!'
O segundo homem, o Manel, fica vermelho, começa a tremer e diz:'Tu lixaste-me! O que lhe digo agora?'
'Atende lá o telefone.', diz o amigo.
O homem a medo pega no telefone e, com a voz a tremer, diz: 'Está. Ah és tu filha! A mão? Está a tomar banho? Está bem. Nós estamos em Paris. Perdemos o avião. Olha não digas nada à mãe deste telefonema. O Pai vai levar-te o carro. Levo-te um Mercedes Classe A, está bem?' Sim beijinhos'
O homem desliga o telefone, já com todos a rirem à gargalhada com o sucedido e a sua atrapalhação e ele só diz:
´Como vou explicar à minha mulher, que fui à Alemanha comprar um carro, que passai uma noite em Paris e que o telefonema de casa foi atendido por uma mulher?!
A gargalhada foi geral. O homem continuou:´ Ó Vieira, tens de me ajudar a explicar à minha mulher o que aconteceu!'
Todos pararam de rir. O assunto era sério! Afinal é uma história difícil de acreditar!
Amigas e colegas de trabalho, tinham sido destacadas pelo chefe para uma formação na Alemanha. Estavam felizes, até porque havia vários candidatos à dita formação e elas, por motivos que ainda desconheciam, haviam sido seleccionadas!
É evidente que se fosse pelo desempenho e competência era uma selecção merecida, mas nos tempos que correm e na selva em que vivemos, outros factores mais alto falam...
Fim de manhã de Segunda-feira, aeroporto Sá Carneiro, voo da Air France. Uma manhã de fim de Novembro, fria e chuvosa. Neve e temperaturas negativas as esperavam em Stuttgart, mas nada a que elas já não estivessem habituadas das muitas viagens feitas ao serviço da empresa. O que era mesmo novidade era o voo ser da Air France. O normal era voarem na Air Berlim ou na Lufthansa, mas por uma questão de meia dúzia de euros, a escolha tinha sido esta companhia.
O voo saiu com atraso do Porto. Havia neve em Paris e por isso não havia autorização para aterrar no Charles de Gaulle.
Foi o motivo da primeira preocupação das duas amigas, pois o tempo de espera para o voo para a Alemanhã, não era tanto quanto isso, para além de, sendo um aeroporto novo para elas, não saberem a distancia entre o local de desembarque e embarque.
O pior aconteceu, ou antes estava para acontecer, quando estavam a aterrar em Paris. Ouvem da voz do comandante: 'Os passageiros com destino a Stuttgart é favor saírem primeiro. O voo de ligação aguarda-os e está prestes a sair.'
Assim foi, elas e mais um grupo de pessoas, mal puderam, saíram do avião e em altas correrias pelo aeroporto fora, começaram a procurar a porta de embarque. No 'boarding' foram interceptadas pelos guardas que as obrigaram, a elas e aos outros, atirar botas, casacos, cintos, ligar computadores... enfim, demorar uma eternidade...o suficiente para chegarem à porta de embarque e encontrarem o funcionário da companhia de aviação a acabar de fechar a porta de acesso à manga!
Pediram para embarcar, mas a resposta foi: 'Madama il est fermé!'.
Começa aqui a grande aventura. Mandam-nas a elas e Às restantes pessoas para o balcão de reclamações da Air France, onde estava uma fila de mais de cem pessoas. Paris estava o caos. A pista estava coberta, assim como a cidade, estava coberta com um manto de neve, o que atrasava as chegadas e partidas, pois a pista tinha de ser limpa com bastante frequência...
Na fila conheceram uma rapariga que tinha vindo com elas do Porto e que também ia para Stuttgart. Chamava-se Elisabete, viva em Stuttgart e tinha vindo a Portugal ao funeral do pai. .
Dois homens, que também vinham no avião, estavam também a caminho de Stuttgart. Iam à Mercedes, comprar carros. Homens simples, não falavam mais nada para além do Português. Ao aperceberem-se de que s raparigas falavam Inglês e Cristina Francês, logo um disse para o outro: Ó Vieira, vamos atrás delas. Elas vão para o mesmo sítio e o que elas fizerem nós fazemos!'.
Quando foram atendidas, a funcionária do aeroporto limitou-se a dar a cada um dos cinco um voucher para uma noite num hotel , com jantar, pequeno-almoço e transporte de e para o aeroporto.
Os homens e a rapariga, que só tinham bagagem de mão, seguiram de imediato para o hotel.
No balcão, a primeira resposta foi de que a bagagem tinha ido o avião para Stuttgart e tentaram passar-lhe para as mãos um kit de higiene pessoal.
As duas raparigas não acreditaram, pois a bagagem não tinha tido tempo de ser transferida...
A segunda resposta foi de que ia demorar muito tempo até que a bagagem fosse encontrada, pois andava a circular nos tapetes.
Mais um argumento que não serviu. 'Temos a noite toda para esperar! Afinal só temos voo amanhã de manhã!'
Contrariadas, as funcionárias lá deram início ao processo de resgate da bagagem, enquanto iam 'despacando' os outros passageiros com o kit de higiene. Ficaram as duas amigas e três Italianos...
Ao fim de duas horas a bagagem apareceu. Eram já quase onze horas da noite e a fome apertava. Entretanto foi preciso informar o hotel na Alemanha de que não iam naquele dia e o pior e tudo é que iam perder o início da formação...
O pior, ou antes, mais aventura estava para ir. Foram para o terminal dos autocarros do aeroporto. Todas as carrinhas que passavam, elas mandaram parar, e de todas ouviram a resposta de que aquele voucher não era para elas!Que se passava, então? A funcionária do aeroporto disse que fossem nas carrinhas?! Resolveram perguntar a m funcionário do aeroporto que aguardava um transporte. O voucher era para o autocarro do aeroporto, o autocarro que transporta os funcionários do aeroporto até a parque de estacionamento! O hotel era o Ibis e fiava entre o parque e o aeroporto. Assim foi. Entraram o mesmo autocarro que os funcionários do aeroporto. Ia cheio, quase tiveram que levar as malas no ar, tal era o aperto!
Para ajudar a paragem ficava a cerca de 50 metros da entrada do hotel e a temperatura já começava, se já não estava, negativa!
No hotel, depararam-se com a maior fila de check in que algumas vez imaginaram poder ver num hotel. Seguramente cinquenta pessoas à sua frente...
O desespero e o cansaço das duas amigas, já as começava a deixar irritadas e um pouco revoltadas. Sentiam-se enganadas e maltratadas. O embarque, a fila das reclamações, o resgate das malas, o transporte e agora o check in. Delas também começava a assaltar-lhes o receio de não terem quartos, tal era o tamanho da fila!
Quando chegou a vez delas, ainda havia quartos, para onde elas correram, mal se apanharam com as chaves na mão. O dia já ia longo, mas muito ainda as esperava. Começava por uma fila enorme de gente no restaurante, onde só viam frigoríficos, maquinas de café e mesas. Pois, tinham de escolher um prato, congelado, de cada um dos balcões, levar à caixa, onde tinha uma fila, entregar o voucher e aguardar que um funcionário descongelasse num micro-ondas!
No meio daquilo tudo, já era mal menor. Iam jantar, tomar um café e dormir!
Assim foi, jantaram e foram até à recepção, onde estavam os dois homens e a rapariga. Entretanto tinha-se juntado a eles uma segunda rapariga, de nome Soraia, que tinham conhecido na fila do check in. Soraia era a primeira vez que viajava e estava a caminho dos Estados Unidos para se encontrar com o namorado. Estava sem dinheiro, não tinha telemóvel e o cartão que a Air France lhe havia dado para telefonar havia sido danificado pelo telefone do hotel!
Sentaram-se, então os seis um bocado na recepção do hotel, enquanto Raquel e Cristina contavam as suas aventuras com a bagagem. Enquanto a conversa decorria, toca o telefone de um dos homens. Ele olha para o número e não o reconhecendo, entrega o telefone a Soraia, enquanto lhe diz: 'Deve ser para si'. Ele tinha disponibilizado o telemóvel à rapariga para que ela avisasse a família. Como ninguém havia atendido, ele achou que estavam a ligar de volta...
É quando se ouve: 'Eu sou a Soraia. Ah, pois não conhece nenhuma Soraia...' A rapariga entrega o telefone ao homem e diz:'Não é para mim...'. O homem atende , reconhece a voz e diz: 'Ó Manel, é para ti, é a tua esposa!'
O segundo homem, o Manel, fica vermelho, começa a tremer e diz:'Tu lixaste-me! O que lhe digo agora?'
'Atende lá o telefone.', diz o amigo.
O homem a medo pega no telefone e, com a voz a tremer, diz: 'Está. Ah és tu filha! A mão? Está a tomar banho? Está bem. Nós estamos em Paris. Perdemos o avião. Olha não digas nada à mãe deste telefonema. O Pai vai levar-te o carro. Levo-te um Mercedes Classe A, está bem?' Sim beijinhos'
O homem desliga o telefone, já com todos a rirem à gargalhada com o sucedido e a sua atrapalhação e ele só diz:
´Como vou explicar à minha mulher, que fui à Alemanha comprar um carro, que passai uma noite em Paris e que o telefonema de casa foi atendido por uma mulher?!
A gargalhada foi geral. O homem continuou:´ Ó Vieira, tens de me ajudar a explicar à minha mulher o que aconteceu!'
Todos pararam de rir. O assunto era sério! Afinal é uma história difícil de acreditar!
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Ai que vontade de me meter num avião e voltar aqui!
Voltar a ter a visão da primeira visão que tive dela;
Voltar a estar por baixo dela e
Estar só com ela no meio desta gente toda...
E vê-la de corpo inteiro, tal qual é vista pela maioria... que vê o monumento mais fotografado do mundo (li algures, não tenho provas, mas acredito).
Oui c' est Paris
Fotos minhas, tiradas em Maio de 2007
sábado, 21 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Um Postal de Paris
O que há uns anos atrás só desta forma seria possível:
-Então querida, como foi o fim-de-semana?
-Foi fantástico, mas estou cansadérrima, veja lá que fui a Paris... às compras.
Hoje em dia também o é assim:
-Então pá, que tal o fim de semana?
-Foi porreiro, fui até Paris.
Pois hoje em dia, graças às Low Cost, estas duas versões de diálogo são realidade:
Um colega meu, esteve no fim de semana em Paris e mandou-me um bocadinho daquela cidade maravilhosa, neste postal
Vivam as Low Cost... viajar é um direito que nos assiste a todos!
-Então querida, como foi o fim-de-semana?
-Foi fantástico, mas estou cansadérrima, veja lá que fui a Paris... às compras.
Hoje em dia também o é assim:
-Então pá, que tal o fim de semana?
-Foi porreiro, fui até Paris.
Pois hoje em dia, graças às Low Cost, estas duas versões de diálogo são realidade:
Um colega meu, esteve no fim de semana em Paris e mandou-me um bocadinho daquela cidade maravilhosa, neste postal
Vivam as Low Cost... viajar é um direito que nos assiste a todos!
Ai que saudades de Paris!
Je t' aime, Paris!
domingo, 9 de novembro de 2008
Momentos
Paris, Junho 2007
Quando mostrei esta foto aos meus colegas, acharam que era mais uma daquelas fotos que circulam pela net, mas não, fui eu mesma quem a tirou!
Foi em 2007 à saída de um centro comercial às portas de Paris, o Belle Épine, para quem conhece PAris...
Eu e um colega regressávamos de uma reunião de trabalho na PSA e no caminho para o aeroporto paramos, como era costume, para lanchar... à saída deparamo-nos com este cenário... pouco esperado, principalmente onde foi!
Foi em 2007 à saída de um centro comercial às portas de Paris, o Belle Épine, para quem conhece PAris...
Eu e um colega regressávamos de uma reunião de trabalho na PSA e no caminho para o aeroporto paramos, como era costume, para lanchar... à saída deparamo-nos com este cenário... pouco esperado, principalmente onde foi!
domingo, 26 de outubro de 2008
Ainda por Paris
Oui, C'est Paris
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