Hoje quando regressei de almoço, tinha este presente em cima da minha mesa.
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
Mostrar mensagens com a etiqueta Pai Natal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pai Natal. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Olhó Pai Natal
O Pai Natal já andou por aqui.
Hoje quando regressei de almoço, tinha este presente em cima da minha mesa.
Dentro tinha o Pai Natal, o ovo da Páscoa e um pasta Aero....
Hoje quando regressei de almoço, tinha este presente em cima da minha mesa.
sábado, 28 de março de 2009
Formula 1
O meu desporto favorito sempre foi o motorizado, o de quatro rodas.
A Fórmula 1, o meu preferido, sem sombra de dúvidas. A velocidade sempre me seduziu. Devo ter herdado essa parte do código genético do meu Pai.
Empoleirava-se nas árvores e nos candeeiros da Avenida da Boavista para ver a Formula 1, na década de 50. Em África participou em rallies, e já aqui 'na Metrópole' , para não preocupar a minha Mãe, que era ( e é) medriquinhas com estas coisas, muitos Sábados houve que saiu de casa para 'ir trabalhar' e apareceu em casa com o carro todo sujo e com uma taça na mão. Tinha ido 'participar num rally'... com o carro dele!
Quando comprei o meu primeiro carro, um VW Polo G40 de 115 cavalos, ele deliciou-se todo com o carro. Havia dias que chegava a casa, e todo contente, dizia: ' Hoje dei 220 km/h... na Via Norte'. Eu ria-me e a minha Mãe punha a mãos à cabeça e dizia-me para não lhe emprestar o carro!
Para ver os GP (Grande Prémios) de F1, púnhamos os despertadores para de madrugada, para podermos assistir em d
irecto. Era loucura!
A minha equipa predilecta nunca foi a Ferrari! E os meus pilotos preferidos nunca foram o Alain Prost, nem o Ayrton, nem o Schumacher. Acho até que o Schumacher tirou interesse a F1.
Gostava sim, do Niki Lauda, do Nelson Piquet e foi para mim uma tristeza muito grande a morte do Gille Villeneuve.
Sim, alguns destes correram pela Ferrari mas sempre dei mais valor aos pilotos que às marcas.
Este ano a 'estrela da companhia' é a Brawn. Começou pela forma e a quem foi vendida. E, se foi vendida porque não despertava interesse, agora começa a 'dar cartas': os dois carros na primeira linha da grelha! Ou não tivesse ela sido comprada por um dos melhores mecânicos da Área, o mecânico chefe do Schumacher!
Entretanto, tenho um grupo de colegas de trabalho que tiveram de ir à Austrália, em trabalho e compraram bilhetes para assistir ao GP. Sortudos. Vão assistir a um GP!
Ai deles que não mandem fotos!
A Fórmula 1, o meu preferido, sem sombra de dúvidas. A velocidade sempre me seduziu. Devo ter herdado essa parte do código genético do meu Pai.
Empoleirava-se nas árvores e nos candeeiros da Avenida da Boavista para ver a Formula 1, na década de 50. Em África participou em rallies, e já aqui 'na Metrópole' , para não preocupar a minha Mãe, que era ( e é) medriquinhas com estas coisas, muitos Sábados houve que saiu de casa para 'ir trabalhar' e apareceu em casa com o carro todo sujo e com uma taça na mão. Tinha ido 'participar num rally'... com o carro dele!
Quando comprei o meu primeiro carro, um VW Polo G40 de 115 cavalos, ele deliciou-se todo com o carro. Havia dias que chegava a casa, e todo contente, dizia: ' Hoje dei 220 km/h... na Via Norte'. Eu ria-me e a minha Mãe punha a mãos à cabeça e dizia-me para não lhe emprestar o carro!
Para ver os GP (Grande Prémios) de F1, púnhamos os despertadores para de madrugada, para podermos assistir em d
A minha equipa predilecta nunca foi a Ferrari! E os meus pilotos preferidos nunca foram o Alain Prost, nem o Ayrton, nem o Schumacher. Acho até que o Schumacher tirou interesse a F1.
Gostava sim, do Niki Lauda, do Nelson Piquet e foi para mim uma tristeza muito grande a morte do Gille Villeneuve.
Sim, alguns destes correram pela Ferrari mas sempre dei mais valor aos pilotos que às marcas.
Este ano a 'estrela da companhia' é a Brawn. Começou pela forma e a quem foi vendida. E, se foi vendida porque não despertava interesse, agora começa a 'dar cartas': os dois carros na primeira linha da grelha! Ou não tivesse ela sido comprada por um dos melhores mecânicos da Área, o mecânico chefe do Schumacher!
Entretanto, tenho um grupo de colegas de trabalho que tiveram de ir à Austrália, em trabalho e compraram bilhetes para assistir ao GP. Sortudos. Vão assistir a um GP!
Ai deles que não mandem fotos!
sábado, 6 de dezembro de 2008
O Pai Natal
Esse sim, existiu de verdade. Viveu há dezasseis séculos na Europa e chamava -se Nicolau. Ajudava quem estivesse em dificuldades financeiras. Transformou-se em símbolo natalício na Alemanha, onde a sua figura foi associada às crianças, para quem distribuia presentes.
Na Holanda, ele era Sinterklaas e chegou à América com os holandeses. Por isso é chamado de Santa Claus.
Em 1822, Clemente C. Moore fez o poema A Noite da Véspera de Natal, onde descreve:
"...um senhor feliz, vestido em roupas de pele e trazendo um saco cheio de brinquedos. Sua barba era branca como a neve, suas bochechas e seu nariz, rosados como uma cereja e sua barriga, mole como geleia."
Pai Natal apareceria, 58 após a publicação do poema, na capa da revista Harper's Weekly. Só que as ilustrações eram em preto-e-branco. O vermelho se tornaria a cor oficial da sua roupa em 1931, devido a uma campanha publicitária para a Coca-Cola.
Na Holanda, ele era Sinterklaas e chegou à América com os holandeses. Por isso é chamado de Santa Claus.
Em 1822, Clemente C. Moore fez o poema A Noite da Véspera de Natal, onde descreve:
"...um senhor feliz, vestido em roupas de pele e trazendo um saco cheio de brinquedos. Sua barba era branca como a neve, suas bochechas e seu nariz, rosados como uma cereja e sua barriga, mole como geleia."
Pai Natal apareceria, 58 após a publicação do poema, na capa da revista Harper's Weekly. Só que as ilustrações eram em preto-e-branco. O vermelho se tornaria a cor oficial da sua roupa em 1931, devido a uma campanha publicitária para a Coca-Cola.
Subscrever:
Mensagens (Atom)