Há pessoas tão invejosas e intriguistas, que se um dia morderem a língua morrem com o próprio veneno!
Coitadas!
Frustradas... ainda não viram que 'trabalho' só no dicionário é que vem depois de 'sorte'! Pensam que é com manobras de charme que conseguem chegar a algum lado!
Tenho pena destas pessoas! É tão triste não saber o que se quer para a suas próprias vidas. Não saber traçar o seu próprio plano!
Haja paciência!
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Melhoras...
E hoje lá fomos nós, mais uma vez, ao Porto, mostrar o olho.
Desta vez o médico que conhece o(s) olho(s) do L. por dentro e por fora, e isto no sentido lato da expressão; estava lá e confirmou as nossas expectativas: 'está melhor.'
Realmente o olho já não está tão vermelho e o desconforto passou.
Depois disso o L perguntou-lhe se agora ia ser assim, se todos os meses ia ter isto.
'Não sei, nem podes dizer isso agora, só tiveste duas vezes. Daqui a um ano já poderás dizer se é de dois, de mês a mês ou se não tiveste mais...', resposta do médico.
'E a que se deve isto, Doutor?', pergunta do L. meio irritado.
'É como ter reumatismo, nunca se sabe quando vem...'. Dito isto, piscou-me o olho antes de sair porta fora, ainda disse: 'Não sei como o atura!'
E com um 'boa tarde', desapareceu.
E é assim o médico do L.. Arranja sempre umas metáforas muito interessantes para explicar as coisas, que acaba por não explicar, mas que as resolve, com sucesso e à primeira (quase sempre), resolve.
E como diz o meu Pai:' Não conheço nenhum artista que não seja maluco!'. Que assim seja.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Há pessoas que têm uma treta que só vista!
Hoje no correio, perante a nega da funcionária, um cidadão insistia para que esta lhe entregasse uma encomenda registada endereçada a alguém que não ele.
Enquanto a funcionária argumentava que não podia, que podia ser penalizada por isso, ele dizia que a pessoa em causa era a esposa, que numa situação semelhante já lhe tinham entregue a encomenda... enfim.
E a funcionária ia negando a entrega da encomenda e ele ia debitando cada vez mais argumentos, até que disse:'a minha esposa não pode vir a esta hora e eu para cá vir tive que sair do emprego mais cedo... tive que pedir ao meu chefe para sair...'.
Bom argumento, sim senhora, não fosse ele meu colega de trabalho, estar já fora da hora laboral, eu também lá estar sem pedir nada a ninguém e mais: nós lá na empresa temos flexibilidade de horário e podemos sair a partir das 16h30m sem pedir nada a ninguém!
Bem, a funcionária acabou por lhe entregar a encomenda, ele só quando já a tinha na mão é que me viu e eu, quando ele me viu limitei-me a sorrir e a cumprimentar a funcionária como se cumprimento alguém que já se conhece há muito, como é o caso.
Ele corou, percebeu que argumentou demais, fartou-se de agradecer e fez de conta que não me (re)conheceu!
A funcionária só queria que ele lá voltasse com o aviso assinado pela esposa e com o BI dela!
Não podia... tinha que pedir ao chefe para sair mais cedo!
Santa lata!
Hoje no correio, perante a nega da funcionária, um cidadão insistia para que esta lhe entregasse uma encomenda registada endereçada a alguém que não ele.
Enquanto a funcionária argumentava que não podia, que podia ser penalizada por isso, ele dizia que a pessoa em causa era a esposa, que numa situação semelhante já lhe tinham entregue a encomenda... enfim.
E a funcionária ia negando a entrega da encomenda e ele ia debitando cada vez mais argumentos, até que disse:'a minha esposa não pode vir a esta hora e eu para cá vir tive que sair do emprego mais cedo... tive que pedir ao meu chefe para sair...'.
Bom argumento, sim senhora, não fosse ele meu colega de trabalho, estar já fora da hora laboral, eu também lá estar sem pedir nada a ninguém e mais: nós lá na empresa temos flexibilidade de horário e podemos sair a partir das 16h30m sem pedir nada a ninguém!
Bem, a funcionária acabou por lhe entregar a encomenda, ele só quando já a tinha na mão é que me viu e eu, quando ele me viu limitei-me a sorrir e a cumprimentar a funcionária como se cumprimento alguém que já se conhece há muito, como é o caso.
Ele corou, percebeu que argumentou demais, fartou-se de agradecer e fez de conta que não me (re)conheceu!
A funcionária só queria que ele lá voltasse com o aviso assinado pela esposa e com o BI dela!
Não podia... tinha que pedir ao chefe para sair mais cedo!
Santa lata!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Momento
Há coisas em que acreditamos durante a infância e adolescência por ingenuidade. Durante o início da nossa vida adulta entramos num período de desconfiança, em que já estamos, ou pensamos estar, conscientes da realidade e sabedores da diferença entre o bem e o mal; a verdade e a mentira. Nesta fase tornamo-nos cépticos. Muito difícilmente acreditamos nas coisas e até nas pessoas. É o rescaldo das provações e dos insucessos da infância e adolescência.
Numa outra fase, a da maturidade, em que continuamos a não acreditar mas por uma questão, até de saúde mental, queremos voltar a acreditar e então, tornamo-nos exageradamente optimistas, positivos como nunca fomos!
Eu estou assim. Optimista, crente e acima de tudo a não ( querer) pensar muito no que vai acontecer e como vai acontecer. Sofrer por antecipação há muito que deixou de ser o meu lema de vida.
Se dantes as pessoas tinham de dar provas para serem minhas amigas, agora não dando provas de não o serem ( deixem-me no meu canto) já será suficiente para serem minhas amigas.
MAS, há coisas que não mudam e que se arrastam de um passado não muito remoto mas muito doloroso cuja ferida ainda não cicatrizou.
E é uma ferida muito dolorosa, que quando se toca dói, dói tanto que mesmo sabendo quem a provocou não está bem, não me deixa esquecer, não me deixa curar essa ferida. E também porque essa mesma pessoa, mesmo não estando bem tenta tocar-me na ferida e provocar-me dor, muita dor.
É difícil evitá-lo. Passam-se dias, semanas, até meses que não o consegue, mas quando me apanha num momento de maior distracção ou tolerância, lá vem ela colocar-me o dedo na ferida e a dor é tão grande, tão profunda que vai até ao lugar mais profundo da minha alma, do meu coração...
E eu lembro tudo, fico triste, muito triste, com muita dor dentro de mim.
Noutros tempos, na adolescência, ficaria revoltada, com ódio. Hoje não. Não tenho tempo para me preocupar em ter ódio, revolta... só mesmo pena. Pena porque ela não sabe que o tempo é demasiado precioso e parco para o estarmos a desperdiçar com ódios, vinganças, revoltas, invejas... o tempo não chega para estarmos com as pessoas que amamos e para fazermos as coisas de que gostamos.
Lamento, tenho pena... e ter pena de alguém não é um sentimento muito nobre...
... e isto foi um momento...
Numa outra fase, a da maturidade, em que continuamos a não acreditar mas por uma questão, até de saúde mental, queremos voltar a acreditar e então, tornamo-nos exageradamente optimistas, positivos como nunca fomos!
Eu estou assim. Optimista, crente e acima de tudo a não ( querer) pensar muito no que vai acontecer e como vai acontecer. Sofrer por antecipação há muito que deixou de ser o meu lema de vida.
Se dantes as pessoas tinham de dar provas para serem minhas amigas, agora não dando provas de não o serem ( deixem-me no meu canto) já será suficiente para serem minhas amigas.
MAS, há coisas que não mudam e que se arrastam de um passado não muito remoto mas muito doloroso cuja ferida ainda não cicatrizou.
E é uma ferida muito dolorosa, que quando se toca dói, dói tanto que mesmo sabendo quem a provocou não está bem, não me deixa esquecer, não me deixa curar essa ferida. E também porque essa mesma pessoa, mesmo não estando bem tenta tocar-me na ferida e provocar-me dor, muita dor.
É difícil evitá-lo. Passam-se dias, semanas, até meses que não o consegue, mas quando me apanha num momento de maior distracção ou tolerância, lá vem ela colocar-me o dedo na ferida e a dor é tão grande, tão profunda que vai até ao lugar mais profundo da minha alma, do meu coração...
E eu lembro tudo, fico triste, muito triste, com muita dor dentro de mim.
Noutros tempos, na adolescência, ficaria revoltada, com ódio. Hoje não. Não tenho tempo para me preocupar em ter ódio, revolta... só mesmo pena. Pena porque ela não sabe que o tempo é demasiado precioso e parco para o estarmos a desperdiçar com ódios, vinganças, revoltas, invejas... o tempo não chega para estarmos com as pessoas que amamos e para fazermos as coisas de que gostamos.
Lamento, tenho pena... e ter pena de alguém não é um sentimento muito nobre...
... e isto foi um momento...
sábado, 1 de agosto de 2009
Post SMS
Para quem vai de ferias quero desejar umas boas férias. Para os que viajam de carro, comboio, avião... desejo também uma óptima viagem.
Cá vos espero.
Agora vá lá, DIVIRTAM-SE, DESCANSEM e 'DESBUNDEM', q.b.
Cá vos espero.
Agora vá lá, DIVIRTAM-SE, DESCANSEM e 'DESBUNDEM', q.b.
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