Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
quarta-feira, 12 de março de 2014
On the Air...
quarta-feira, 5 de março de 2014
468 dias depois...
O tempo promete cooperar. Alertas, para já, não há. Focinhos acomodados. Mommy a tomar conta da casa...
See you later... in a fantastic island... in middle of the Ocean.
Meanwhile... think about:
sábado, 24 de novembro de 2012
Madeira
Com vento, chuva e alerta vermelho.
Nada que me assuste. Só digo, tivesse a viagem para hoje e não sei se a faria! Isso sim seria preocupante!
Experimentamos uma companhia de aviação nova, para nós!
A Transavia, a low-cost da Air France-KLM.
A viagem correu bem, a aterragem foi das melhores que já fiz por aqui, mas o serviço... ais senhores, que desgraça! Low-cost no seu pior, diria!
Por 200g não pudemos trazer connosco a mala, logo porão, 20 euros e, pior, espera pela mala no aeroporto!
A tripulação, português, népia! Francês e um inglês forçado!
aNão me deixaram trazer a carteira tiracolo e a mala, daí o ter que enviar a mala para o porão, pois com a carteira dentro ultrapassava o peso! Sem ela, não!
Bem, e lá foram 20 euros!
E chego ao embarque e foi vê-los com malas de portátil, mochilas... bem vou rfeclamar.
E este post começou a ser ecrito há um bom par de horas, mas houve muito que fazer, como ir andar de teleférico... tal era o temporal!
Fotos ... later on
sábado, 21 de maio de 2011
domingo, 28 de fevereiro de 2010
24HORAS reúne estrelas no apoio à Madeira
Os apresentadores José Carlos Malato, Rita Ferro Rodrigues e Fátima Lopes, os actores Ricardo Pereira e Sofia Alves, o banqueiro Horácio Roque, os músicos Nélson e Sérgio Rosado (Anjos), a deputada Teresa Caeiro e o futebolista Pedro Mendes são alguns dos notáveis que aceitaram o repto do jornal 24horas para dar a cara pela campanha de solidariedade “Vamos ajudar”.
Cerca de duas dezenas e meia de figuras públicas participam num vídeo de solidariedade, em que apelam à mobilização dos portugueses e ao seu contributo para a conta da Cruz Vermelha Portuguesa, no apoio às vítimas da tragédia que assolou a ilha da Madeira.
“O 24horas apresenta-se como o jornal das estrelas e assume o seu compromisso social com a comunidade. Num momento dramático para centenas de portugueses, considerámos que não podíamos ficar de braços cruzados e encontrámos esta forma de nos solidarizarmos com as vítimas, alertando a sociedade civil para a necessidade de se reunir em redor de um projecto mobilizador”, justifica o director do 24horas, Nuno Azinheira, que agradece às figuras públicas que se quiseram associar a esta campanha.
“A importância de um jornal não se esgota nos exemplares vendidos, nem no dia-a-dia de uma redacção, mas sim na atitude séria que adopta em momentos-chave da sua existência”, acrescenta o responsável.
Para o presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, Luís Barbosa, “o pequeno contributo de todos pode ajudar a erguer a vida de muitos outros”. “É em situações como estas que conhecemos a essência da solidariedade de cada um de nós. A Cruz Vermelha Portuguesa apela assim à união de todos, para que apoiem quem neste momento mais precisa”.
“Conheci a Madeira quando os madeirenses viviam de uma pequena actividade turística, embora de alta qualidade, e de uma agricultura feita da dureza que uma paisagem bela impunha. Hoje esta é uma imagem que foi ofuscada pela força da natureza, que transformou parte da região num palco de catástrofe”, sublinha Luís Barbosa, que se congratula com a iniciativa do diário da Controlinveste.
O vídeo da campanha de solidariedade está disponível online na página do 24horas no Facebook, no site YouTube e ainda nas edições online do Diário de Notícias, do Jornal de Notícias, da TSF e do jornal desportivo O Jogo, todos títulos do mesmo grupo editorial do 24horas.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Com a Madeira de mangas arregaçadas e, tal como nós, em alerta laranja, chegamos a Sexta-feira.
Gostava de saber que ia ser possível toda a gente ter uma lareira para se sentar em frente, um tecto de abrigo, que fosse.
Infelizmente não é verdade. Há muita gente, que até há poucos dias atrás tinha um tecto, que agora está albergada em quarteis e instituições de solidariedadde social, que neste momento que pouco mais que a roupa do corpo tem!
Mas caminhar é para a frente e o povo madeirense ( não me calo com isto, tal é a surpresa que me causaram), tem sabido fazê-lo lindamente... tem sabido caminhar em frente, muito bem e muito depressa.
Um bem-haja para este povo e, eles concordarão comigo; TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF TGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiFTGiF
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Presidente da República elogia resposta “cívica” dos madeirenses
Notícia TSF:
Presidente da República elogia resposta “cívica” dos madeirenses:
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva elogiou hoje a resposta “cívica” e de «grande serenidade», destacando a ausência de assaltos e roubos na região depois do temporal.
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva elogiou, esta quarta-feira, a resposta “cívica” e de «grande serenidade» de todos os madeirenses à “tragédia” de sábado, sublinhando a ausência de assaltos e roubos na região depois do temporal. Cavaco Silva destacou, no entanto, a decisão de reforçar o número de elementos das forças de segurança no arquipélago.
«Como sabem, houve um reforço das forças de polícia na Região Autónoma da Madeira e eu penso que foi uma medida correcta. Quando existem estas tragédias pode haver a tentação para assaltos, para roubos, o que não se tem verificado. A resposta da parte dos madeirenses tem sido, na generalidade, uma resposta muito cívica, com grande serenidade. De qualquer forma, houve um reforço. São mais 34 elementos, segundo a informação que partiram para a região», salientou o Presidente da República à margem da visita feita à Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública, em Lisboa.
Após a visita ao comando geral da PSP, o Presidente da República partiu, precisamente, para uma visita à Madeira, para ver no terreno a dimensão dos estragos provocados pelo temporal de sábado e deixar uma palavra de solidariedade às populações.
Nas ruas do Funchal mantém-se as operações de limpeza e de recolha dos escombros. No briefing feito pelo Governo Regional da Madeira ao início da tarde desta quarta-feira, a secretária Regional do Turismo, Conceição Estudante esclareceu que a estimativa do Governo regional mantém-se nos 42 mortos, tendo dado entrada na morgue 39 corpos, 37 dos quais foram já autopsiados.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Madeira
Ao contrário do que se vê, esse Mundo afora, a primeira atitude foi arregaçar as mangas e mãos à reconstrução.
Fiquei com esta impressão logo no primeiro instante, quando vi a inter- ajuda entre o povo e a partilha.
Um senhor de uma povoação afastado do Funchal, proprietário de uma empresa de retro-escavadoras, logo as disponibilizou para ajudar. Nenhuma atitude mais lógica que esta seria a ser tomada, porém alturas há, e muitas, em que outras atitudes prevalecem.
O trabalho doss militares, dos profissionais de saúde e dos de acção social merece ser louvados. Estão lá.
O povo, esse, bom português que é, ajuda até aos seus limites.
Esta minha impressão foi confirmada pelo Alberto, que vive no Funchal, e esta manhã, pela primeira vez, foi à baixa e confirma estes factos. Máquinas e homens a trabalhar 24 sobre 24 horas onde for preciso, que é em todo o lado... infelizmente.
No Outras Escritas algumas fotos, do Alberto, atestam isso.
Um bem-haja para este povo.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Madeira: Governo Regional confirma 32 mortos
O temporal que desde a madrugada se abateu sobre a Madeira causou pelo menos 32 mortos e 68 feridos. O número de vítimas mortais foi confirmado pelo vice-presidente do Governo Regional da Madeira, João Cunha e Silva.
Por seu turno, o presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse que está a preparar o envio a Bruxelas de "um pedido de apoio", com "documentação fundamentada". Jardim disse aos jornalistas que estão a ser preparados alojamentos para mais de 200 pessoas e anunciou que deu ordens para lançar de imediato um concurso público para resolver os problemas de realojamento das pessoas que ficaram sem casa.
No Serviço de Urgências do hospital Dr. Nelio Mendonça, no Funchal, deram entrada até ao momento 68 feridos, dois dos quais em estado grave, afirmou hoje o responsável clínico da instituição.
Em conferência de imprensa Pedro Ramos, o director clínico e o presidente do Serviço de Saúde da Madeira, Miguel Ferreira e Almada Cardoso, fizeram o primeiro balanço da situação no hospital na sequência do temporal que assolou hoje a região que provocou várias vítimas e desaparecidos.
Estes responsáveis garantiram que existe um plano de resposta do hospital para emergências externas com vítimas que abrange diversos níveis que “foram todos activados”.
O director clínico do Serviço de Saúde da Madeira adiantou que, no que diz respeito aos feridos, “alguns casos são de hipotermia, pessoas que ficaram soterradas ou foram arrastadas nas enxurradas, pequenas feridas, a maior parte são situações de baixo risco que só vão ficar até domingo por questão de segurança e é difícil regressarem aos seus lares”.
Miguel Ferreira garantiu que neste momento “a situação está toda controlada, as equipas de intervenção do Bloco e várias especialidades, todos os colegas responderam ao apelo do virem para o Hospital e estão de prevenção”.
Referiu que também as equipas de enfermagem estão superreforçadas e o pessoal de todos os sectores deram um “apoio excepcional para uma eventualidade de socorro”.
Mencionou que as difíceis comunicações com os outros pontos da ilha levaram o Serviço de Saúde a equacionar, “se houver dificuldades de acesso ao hospital, abrir noutras zonas ou centros de saúde um posto”.
O pessoal do heliporto do Hospital do Funchal também está de prevenção.
Os responsáveis hospitalares vão fazer uma actualização da situação às 19:00.
Jardim: Prioridade é "tratar dos vivos" a alojar quem perdeu casa
O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou hoje que a prioridade é "tratar dos vivos" e "alojar quem perdeu a casa" no temporal que assolou a ilha.
Numa conferência de imprensa no Serviço Regional de Protecção Civil, Alberto João Jardim salientou que o Governo Regional tomou já "as primeiras decisões que a situação exigia".
Disse ainda que o momento é de limpar as estradas que estão transitáveis, e proceder a recuperação das pontes tendo sido pedido às Forças Armadas pontes concebidas pela engenharia militar para substituir enquanto as que foram destruídas pela força da água.
O restabelecimento da energia eléctrica e das comunicações e distribuição de refeições são outras prioridades do Governo Regional.
Indicou ainda a limpeza das ribeiras tendo salientado que "se não tivéssemos feito estas obras de canalização das ribeiras que fizemos nos últimos anos, hoje e não existia a baixa do Funchal".
Prejuízos incalculáveis
“Os prejuízos são incalculáveis, de milhões e milhões de contos”, devido às dezenas de carros arrastados, inúmeras inundações em casas, lojas e grandes edifícios públicos, estradas e infraestruturas destruídas. A ilha da Madeira está totalmente isolada do exterior.
Segundo o presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, as situações mais graves têm ocorrido nas zonas altas do concelho do Funchal, com inúmeros desmoronamentos, e, também, no concelho da Ribeira Brava, onde a autarquia apelou à população para que evacue a baixa da vila.
"A situação é crítica em todo o concelho do Funchal”, disse o autarca, adiantando que “todos os bombeiros, membros da protecção civil e pessoal da câmara estão na rua a tentar dar abrigo às pessoas afectadas e afastá-las das zonas de perigo”.
Nesta altura, o grande perigo é a subida da maré na Madeira, que coloca ainda mais em risco as zonas ribeirinhas das zonas mais atingidas.
Na baixa funchalense viveram-se momentos de pânico, com as águas das ribeiras a ultrapassarem os muros de protecção e a galgarem as principais pontes da cidade, como na Ponte do Bazar do Povo, a ponte do mercado (que desabou parcialmente) e a ponte junto ao edifício Dolce Vita, onde as águas ameaçam destruir uma rotunda ali construída recentemente.
Outras situações dramáticas ocorreram nas zonas altas, provocando derrocadas nos Moinhos, Três Paus, Trapiche (onde morreu uma senhora idosa alarmada com o desabar do telhado da sua casa provocado pela queda de uma grua).
Neste momento, a baixa da cidade está intransitável ao trânsito automóvel, com a Avenida do Mar e a zona velha da cidade completamente alagadas bem como a avenida Arriaga, a rua Fernão de Ornelas.
O centro comercial Dolce Vitta foi evacuado e o parque de estacionamento de vários andares está completamente inundado.
O mesmo ocorreu no Centro Comercial do Anadia, onde a água transbordou no estacionamento.
A via rápida Ribeira Brava - Machico está interrompida em variadíssimos pontos, pelo que a circulação está praticamente intransitável.
De acordo com uma fonte do Instituto Nacional de Meteorologia, “o pior já terá passado”, prevendo-se que a tarde não seja tão pluviosa como foi a manhã, designadamente entre o período compreendido entre as 09:00 e as 10:00 horas da manhã.
Nessa hora, choveu 52 milímetros no Funchal e 58 milímetros no Pico do Areeiro, segundo ponto mais alto da Região.
Para além da chuva, os ventos muito fortes, que têm atingido os 100 quilómetros das zonas altas e a forte ondulação marítima estão a contribuir para o agravamento da situação.
Aeroporto da Madeira permanece fechado
O Aeroporto da Madeira está fechado por motivos de segurança e não existem ainda previsões para a sua reabertura, disse hoje à agência Lusa o porta-voz da ANA - Aeroportos de Portugal.
"O aeroporto está fechado por motivos de segurança e só será reaberto quando estiveram reunidas todas as condições de segurança operacionais", afirmou Rui Oliveira. "Ainda não há previsões para a abertura", acrescentou.
Fonte da TAP confirmou o cancelamento, até ao momento, de um total de cinco voos. Registaram-se ainda atrasos ou cancelamentos de voos programados pela transportadora açoriana Sata do Funchal para Ponta Delgada, Lisboa, Las Palmas e Paris, envolvendo um total de 440 passageiros.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Recordar Maluda na Filatelia (IV)
domingo, 9 de novembro de 2008
Da Minha Primeira Vez na Madeira...
Fui em 1993 e voltei em 1994... fui passar o ano com o meu amigo A. que se tinha mudado para lá há pouco meses.
Sempre que ouvia alguém dizer que tinha estado na Madeira, o primeiro comentário era: 'Bastam 4 dias, ao fim do terceiro está tudo visto e não há nada para fazer!'. Bom, eu estive lá mais que isso, quase uma semana, e vim de lá sem passar por metade da ilha, pelo menos!
Foi uma semana muito divertida, eu, o A., o L. e a tia do A., que na época vivia com ele na Madeira. Em conjunto descobrimos muitas coisas novas na ilha. Andamos por levadas, fomos ao Curral da Freiras, fomo a Porto Moniz, enfim, não paramos!
Dessa viagem, como a maioria das pessoas que visitam a Madeira (pude constatar isso no avião), trouxe orquídeas e estrelícias para plantar. Ambas eram muito pequenas: as orquídeas eram só 'raízes' e a estrelícia era tão pequena, que vinha numa garrafa das de 1,5 l de água do fastio! Vejam só o quanto eram pequenas!
Como na época vivia em casa dos meus pais, plantei a estrelícia no jardim de lá de casa. De início estranhou, mas depois começou a crescer sem pedir licença e hoje, depois de passados 15 anos e mudado de jardim (os meus pais entretanto mudaram de casa e não quiseram deixar para trás a estrelícia... ), está assim:
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Já voltaram da Madeira
A minha amiga que foi à Madeira de Barco (Ferry), já voltou.
Para ver como era e poder contar como foi, pedi-lhe algumas fotos.
Aqui estão ( as legendas também são dela):
Embarque em Portimão:
Esteira deixada pelo barco em Alto mar (nas 2 viagens)
Piscina
Espectáculo à noite
À passagem no Garajau, quando o ferry chega das Canárias a 02.08.2008
-A viagem dura 21 horas. Há dois tipos de bilhete: camarote e deck.
-Ela optou pelo deck. Pagou 75 euros por pessoa + 100 euros pelo carro.
-Segundo ela a viagem faz-se bem, até porque as pessoas tem distracções: bar, piscinas, restaurante...
Os barcos tem andado com lotação esgotada. No regresso vinham muitos madeirenses, que seguiram para Saragoça para a exposição.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Já chegamos à Madeira
-Como é, menina? Já chegamos à Madeira?
Hoje poder-lhe-ia responder:
-Já, e agora até de barco!
O retorno é melhor não imaginar, pois não é o que interessa para aqui...
Lembrei-me desta frase a propósito da nova forma de viajar para a Madeira: via marítima. Tenho uma amiga que, a tudo estar a correr conforme o planeado, está no Funchal neste momento. Foi de barco e levou o carro! Segundo ela, o barco sai do Algarve, pode-se levar o carro e é uma viagem que dura 21 horas. Quem quiser poder reservar um camarote, ou então, ficar-se pelas cadeiras espalhadas pelo deck do barco.
Isto é o Novo Segmento de Turismos, como lhe chamou a Lenca aqui no 'Ler Devagar' .
Estou curiosa para saber como foi...depois eu conto a 'visão' do lado de cá!