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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

QR Code em modo Calçada Portuguesa

E mais uma vez a nossa criatividade no seu melhor.
E com isso uma medalha de prata.

A reportagem aqui

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Em Lisboa...

E já estamos no hotel. Já fomos ´reconhecer' o local do exame de amanhã e tivemos um jantar maravilhoso.
Depois de um 'incidente' com o prato principal, o hotel ofereceu-nos as sobremesas e a mim uma chávena de café do hotel...
O hotel tem esta árvore de Natal lindíssima, que ficou muito mal na foto. Pena que nem para fotos haja inspiração hoje.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Começam a chegar...





Duas, quase três, semanas depois, a correspondência enviada de Lisboa começa a chegar ao destino!
É o que temos!

domingo, 10 de outubro de 2010

Dos últimos dias de Férias

Ainda durante as férias, e já na recta final, o passado Domingo, dia 3, foi tirado para um passeio com almoço na parte mais ocidental de Portugal continental, que é como quem diz; Cabo da Roca.
E foi. De manhã juntamo-nos os 4, eu, o L e os nossos compadres, chegados na véspera a Lisboa para assistir, tal como nós, à Exposição mundial de filatelia, Portugal 2010; e lá começamos o nosso passeio.
O tempo não estava muito favorável. Uma subida ao Cristo Rei foi logo posta de lado. Da paragem nos pastéis de Belém desistimos à passagem por lá. Estava vento e chuva e a fila acabava no exterior do estabelecimento...

De Belém, só mesmo esta foto tirada de dentro do carro!
E, sempre de carro, e com poucas paragens fomos até ao Cabo da Roca, onde arriscamos a primeira saída do carro. Guarda chuva, havia um, que logo passou  a residir no caixote do lixo mais próximo. Havia umas capas de chuva e uns chapéus, que foi o que usamos para ir do carro até ao café do cabo. E foi suficiente para ficarmos todos molhados e sem coragem de ir até ao padrão/cruzeiro. 
Alguns minutos a observar o mar, a chuva e o vento de dentro do café, levaram-nos a concluir que esperar não era solução, pois o tempo estava de tal modo mau que dificilmente abriria nas horas seguinte.
Nova aventura até ao carro. Desta vez só do N., e foi quando o guarda-chuva fez a sua última tarefa ao seu serviço, que se 'sacrificou' pelo grupo e levou o carro até junto da porta do café.
Estava na hora de almoço e decidimos parar  no Refúgio da Roca.
Esta foi a única parte do programa concretizada com sucesso, uma vez que as outras paragens, ou foram de fugida, só passagens ou mesmo retiradas dos planos.
Última tarefa do guarda-chuva ao 'serviço' do N.
Depois do almoço, o tempo abriu um bocado e resolvemos tentar a nossa sorte no padrão. Tivemos (alguma) sorte. Não chovia. Saímos do carro, mais à-vontade desta vez, fomos até ao miradouro, tiramos fotos ao padrão, ao farol, ao mar, a nós, rimos brincamos e corremos que nos fartamos a fugir de uma molha... é que a chuva voltou sem se anunciar e voltou a ficar uma tarde igual à manhã: chuva, chuva e mais chuva batida a vento, que só parou já nós estávamos no hotel e os compadres a caminho de Braga.
 E num dos dias em que mais queríamos que não chovesse, tivemos um tempo digno de um dia de Dezembro com muita chuva e vento!
  
... Aqui onde a terra acaba e o mar começa... (Camões)

domingo, 3 de outubro de 2010

Alma Lisboa

Música nas Praças, ainda o Dia Mundial da Música.

Noivas e noivos... muitos e estranhos. Casamentos de Santo António, reportagem?. Fiquei sem saber.


De dentro do eléctrico...
E o dia acabou com um belo de um jantar na Portugália, depois de um fim de tarde na Portugal 2010.
O fim das férias aproxima-se em grande...

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Quinta, Lugares Cruzados VIII ( Lisboa)

Lisboa: foi escolha minha;
Lisboa: capital de Portugal;
Lisboa: conheço mal, muito mal. Para mim (quase) sempre foi ponto de passagem ou paragem rápida. Conhecerei melhor algumas cidades europeias, mais distantes;
Lisboa: ponto de paragem todos os Verões para visitar os padrinhos;
Lisboa: ponto de paragem todos os Verões para visitar a Marquinhas;
Lisboa: ponto de paragem todos os Verões para visitar a família do (não no) jardim zoológico;
Lisboa: ponto de passagem para uma férias no Algarve;
Lisboa: ponto de passagem pela Portela para voos indisponíveis no Porto;
Lisboa: onde agora vou por motivos diferentes. Já não há padrinhos, já não há Marquinhas e o Jardim Zoológico já não é o de outrora... nem ele nem eu!
Lisboa: ponto de paragem no numero 7 da Portas de Santo Antão para visitar o que resta do legado do Padrinho. Sim o Padrinho é o senhor que tem o nome nas garrafas da Ginginha e do Eduardiño;
Lisboa: ponto de paragem no restaurante espanhol do Padrinho;
Lisboa: ponto de paragem no numero 14 da Travessa do Forno, para visitar a Marquinhas;
Lisboa: ponto de dormida no número 21 da Almirante Reis, casa do Padrinhos.

Mas tudo isto é passado fechado no baú das recordações.
Já não há Padrinhos, já não há Marquinhas, já há voos de todo e para todo o lado pelo Porto e já se vai para a margem Sul sem passar por Lisboa.

Que gosto de Lisboa. Que gosto de lá ir. E que gostava de conhecer mais para além da Ginginha das Portas de Santo Antão, da Pastelaria Suissa, da Praça da Figueira, da rua Augusta, do Terreiro do Paço, da Estação de Santa Apolónia, do Largo Martim Moniz...

Que gostava de calcorrear, que nem em tempos fazia pela Ribeira e ruas do Porto; os bairros de Alfama, da Bica...

Que se me partiu o coração num dia de Agosto da década de 80 quando o país acordou com a notícia de que o Chiado estava a arder. Nesse dia perdeu-se, irremediavelmente, como só o fogo sabe fazê-lo; todo um capitulo da história do país... e a imagem do António Silva, do Ribeirinho, da Milu, do Curado Ribeiro dos míticos filmes dos anos 40 invadiam os meus pensamentos.

Que apesar de tudo não gostava de ter a vida que a maioria dos seus habitantes ( não dizer lisboeta é propositado) têm?

Que não me imagino a levantar-me todos os dias às 5h30 da manhã, passar duas horas no carro para chegar ao trabalho e ainda ter que andar meia hora à procura de estacionamento...

Que também não me imagino a saltar entre comboio e barco como alternativa.

Que não me imagino a fazer o mesmo no final do dia e deitar-me exausta já noite adentro depois de mais um dia de sobrvivencia.

Que brevemente irei a Lisboa, a uma exposição filatélica.
Que irei de comboio e que aproveitarei para lá passar uns dias.

É que eu gosto de Lisboa.
Lisboa faz parte da minha história. Faz farte das emoções de infância, em que 'ir a Lisboa' deixava-me sem dormir na noite anterior, punha-me dentro de um carro mais de cinco horas por uma estrada nacional...

Que ir a Lisboa me deixava num estado em que voltaria a ficar perante a perspectiva de uma viagem... à China... ou Nova York...

E você Alberto? O que lhe diz Lisboa?

sábado, 17 de abril de 2010

Sábado, última hora IV (Lisboa escapa por pouco ao fim da tabela nos transportes )


Munique pode continuar a orgulhar-se das suas cervejarias, pois quem abusar desta bebida tem ao seu dispor o melhor sistema de transportes públicos europeu. A conclusão é de um recente estudo do EuroTest, organismo da Federação Internacional do Automóvel (FIA), que distinguiu a cidade alemã entre 23 grandes centros urbanos. Lisboa ficou em 18.º lugar, à frente de Madrid e Londres.
A capital portuguesa está em 18.º lugar num alista de 23 cidades europeias (Miguel Manso)


"Nada mau, mas pode melhorar", foi o veredicto do estudo realizado pelo EuroTest ao transporte público em diversas cidades europeias. Este organismo, de que faz parte o Automóvel Clube de Portugal (ACP), testou entre Outubro e Dezembro de 2009 os tempos de viagem, as ligações, a informação e os bilhetes e tarifas dos comboios, metropolitano, autocarros e eléctricos. A cidade de Munique alcançou o primeiro lugar, com uma apreciação de "muito bom", seguida de outras 11 com a classificação de "bom", nove ficaram-se pelo "aceitável" - entre as quais Lisboa -, uma teve o carimbo de "mau" e, em último, Zagreb com um "muito mau".

"Ficava admirada se Lisboa tivesse ficado muito bem cotada", comentou, com base na sua experiência pessoal, Patrícia Pereira, do ACP, explicando que o EuroTest trabalhou directamente os operadores (CP, Metropolitano de Lisboa e Carris) para recolher elementos para o estudo. Para Fernando Nunes da Silva, vereador da Mobilidade na Câmara de Lisboa, estudos destes "são sempre úteis, mas importa perceber os critérios em que se basearam". O autarca reconhece que é preciso maior intervenção municipal para melhorar a mobilidade urbana, mas salienta o investimento dos operadores para atrair mais utentes.

Lisboa é apontada como uma das cidades que não possuem um site comum com os diferentes operadores - o Transporlis (transporlis.sapo.pt), por exemplo, é desconhecido até dos portugueses. Ainda assim, a capital lisboeta ficou à frente de Madrid (19) e de Londres (20), cujo site informativo, com indicações em 16 idiomas, deve servir de modelo.

Munique, por sua vez, convenceu o EuroTest pelas ligações rápidas e informação detalhada nas estações e veículos, apesar das tarifas menos favoráveis. Já a capital croata peca pelas deficientes ligações na cidade, apenas servida a partir do aeroporto por autocarros, e as viagens de eléctrico à velocidade média de 13 quilómetros por hora.

"Transportes eficientes com boas interligações são essenciais para persuadir as pessoas a deixarem os carros em casa", salientou Wil Botman, director do gabinete europeu da FIA.



... e é esta a notícia trazida a comentário esta semana, escolha do Alberto.
E da notícia, saltou-me a frase: "Ficava admirada se Lisboa tivesse ficado muito bem cotada"
Tipicamente nosso, dos portugueses, dizer mal!
Eu, muito honestamente já há mais de uma década que não uso os transporte públicos com frequência, e quando usei foi numa cidade que não a onde vivo actualmente, pelo que quando, pontualmente, não posso comparar.
Também não posso comparar com outras cidades porque, aí é que nunca usei transportes públicos!

E por isso limito-me a comentar os comentários, tristes, feitos sobre o resultado do estudo.
Lisboa ficou pelo 'aceitável', sim, não é satisfatório, mas mais triste é a forma recorrente com que somos os primeiros a desdenhar da prata da nossa casa!
Não gosto, fico mal disposta com estas coisas. E principalmente quando são palavras lançadas sem a parte construtiva atrás.

Portugal é o meu país, Portugal é lindo e, mesmo com as suas fraquezas, que são muitas, não temos de desdenhar constantemente!


Bem, e você Alberto, usa transportes públicos?

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

E como o que é bom acaba depressa, as fotos dos ultimos dias:


No parque de campismo

No parque de campismo

Com os amigos indianos


Com os amigos indianos


Em Lisboa (de novo)


END

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Faz anos hoje - Crónica de Férias (1992) -(cont.)

Nestes dias fomos cinco. O Jonas apareceu de surpresa e esteve connosco durante este tempo. O tempo nesta altura dava para muito e muito fizemos, para além de uns banhos de praia ao final do dia: Porto Covo, Odemira, Sines, Cabo Sardão...

O acordar


As tarde de Suecada no bar do parque


O passeio a Porto Covo

Odemira

Cabo Sardão


Sines

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Faz anos hoje - Crónica de Férias (1992) -(cont.)

05 de Agosto de 1992


Já passaram dois dias depois daquela estada no café Berard, onde pagamos 720$00 por 4 cafés.

Bom, mas passemos à frente: fomos ao Terreiro do Paço pela Rua Augusta, onde compramos fitinhas para o cabelo das meninas ( não é que os meninos não quisessem, mas...).





Depois disso viemos pela rua Áurea e fomos novamente para a Casal Ribeiro. Apanhamos o 78 para Milfontes. Apanhamos um susto, porque quando estávamos a meter as mochilas na bagageira era só 'pessoal' a dizer: -É para Vila Nova de Milfontes , E nós logo a pensar: -ESTAMOS TRAMADOS! Mas pronto. continuamos caminho e às 15h05 o autocarro lá partiu! Depois e muito andar de passar por Santiago do Cacém, Sines, paramos em Cercal do Alentejo.

Aqui, em Cercal como tinhamos muita sede, resolvemos comprar cada um um Calippo. Fizemos semelhante figura que, tão cedo, nenhum de nós compra tal coisa! É que o Calippo é um gelado muito bom para crianças (inocentes!), mas para nós que temos uma imaginação muito fértil... Chegamos a Vila Nova de Milfontes eram precisamente 19h30m! Foi tirar as mochilas e toca a acelerar o passo até ao parque, onde já estava uma grande bicha, quando lá chegamos! Mais uma vez apanhamos um susto! É que quando chegou a vez do grupo que estava À nossa frente , só os deixaram fazer a inscrição depois de eles irem ver se havia lugar! Mas como o Alberto tem a carola desgraçada foi logo dizendo à menina da recepção que a tenda era muito pequena , pelo que fizemos logo a inscrição sem procurar primeiro! Montamos a tenda depois de muito procurar.


Montamos a tenda num sítio que bate o sol desde as 8h00 da manhã até às 5h00 da tarde! Depois fomos jantar ao restaurante Moínho. Comemos um bitoque e bebemos 3 litros de água. Depois fomos para o parque e começamos a tentar dormir. A Xana ressonou que se fartou!



Acabou o dia 3 de Agosto! No dia seguinte madrugamos! Fizemos o pequeno almoço com chá e fomos para a praia pelo caminho mais longo..não era por não sabermos o menos longo...era só para ficarmos a conhecer melhor a vila! De tarde almoçamos no parque e passamos toda a tarde na esplanada do parque a jogar cartas. A Xana e o Alberto ganharam e o Menino ficou chateadíssimo! À noite saímos e encontramos o Jonas no caminho. Fomos dar uma volta e dormimos novamente cá fora.

domingo, 2 de agosto de 2009

Faz anos hoje - Crónica de Férias (1992)

Faz hoje 17 anos que quatro miúdos resolveram pegar nas mochilas e ir acampar para Vila Nova de Milfontes.
Muita coisa mudou, entretanto, em nós e em Vila Nova de Milfontes. Nós já não somos miúdos, somos agora quarto cidadãos com vidas iguais às de tantos outros cidadãos, e Vila Nova de Milfontes, como toda a Costa Alentejana sofreu, o que eu não chamaria progresso, mas mutação... ou simplesmente adaptou-se aos requisitos de quem por lá foi (vai) passando.

Foram umas férias muito cansativas, com muita correria e muitos quilómetros percorridos a pé, de autocarro, de comboio e muito poucos de carro. Em contrapartida, só carregávamos mochilas e toalhas de praia... as responsabilidades, essas foram mais tarde, quando já não andávamos a pé, nem de autocarro e pouco de comboio e passamos a andar de carro e avião.

Dois desses miúdos, tinham (já tinham) o vício da escrita e sempre que iam de férias faziam-se acompanhar de um caderno, que funcionava como diário. Um desse miúdos, que também tem o vício de guardar tudo, conseguiu guardar o caderno até hoje e assim tornar possível partilhar estes dias dourados em plena Costa Vicentina.

Assim estes valiosos manuscritos vão ser eternizados e transcritos ponto por ponto e vírgula por vírgula tal e qual está no caderno para aqui.



02 de Agosto de 1992

02/08/92, estamos a acabar de 'fazer' a última mochila, que é, como é lógico, a do Menino!


03 de Agosto de 1992

Já são 03/08/92, a aventura já começou.
Saímos do Ervedal às 7h45 no Expresso de Lisboa. Estamos em Mora depois de passar por Aviz e Pavia.
A menina Alexandra, como sempre teve de ir à mija!
Depois de uma ligeira bicha em Vila Franca de Xira, chegamos finalmente a Lisboa. Compramos os bilhetes para Vila Nova de Milfontes e descobrimos que já não podemos sair de lá, uma vez que já não há expresso de regresso a Lisboa.
Neste momento estamos no Chiado numa esplanada a tomar café ( Benard)

(...cont)

Publicado também no Outras Escritas

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Recordar Maluda na Filatelia (I)

Porque gosto de quase tudo que é de Maluda, serei suspeita quando digo que ela nos presenteou com algumas das mais bonitas peças da Filatelia Portuguesa, mas digo-o na mesma. Os quiosques já os apresentei... lindos!

Da sua visão muito própria das coisas, ganhamos este maravilhoso bloco, emitido em 1992 para comemorar o Centenário da Praça de Touros do Campo Pequeno.
Uma pequena informação filatélica:

Integrados no tema, foram emitidos juntamente com o bloco, quatro selos da autoria de Luís de Abreu, com as taxas de 38$00, 65$00, 70$00 e 155$00.
O período de circulação foi de 18 de Agosto de 1992 a 31 de Março de 1999.
Do bloco foram emitidos 100 000 exemplares, impressos a Offset na INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda).