Esta manhã, quando abri o google reader, não perdi o dia, perdi o fim-de-semana!
Não é que a Laurinda Alves e o Pde Alberto Brito estiveram em Braga, na 100ª Página a lançar o livro e eu não me apercebi!
O pior é que na sexta-feira, saí cedo e à hora em que o livro estava a ser apresentado, eu estava ameia dúzia de metros da 100ª, sentada na esplanada da Brasileira!
Caramba, que pouca sorte!
Eu ainda não comprei o livro precisamente à espera desta oportunidade... que deixei fugir!
Eu às vezes!
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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domingo, 17 de abril de 2011
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O Encontro, finalmente...
Hoje foi um dia cheio de coisas diferentes. Começou menos bem e não podia ter acabado melhor!
Não passei no exame. Já o previa, pelo que não fiquei muito desiludida. Claro que há sempre aquela esperança, do milagre, que seja!
E depois de uma viagem de Alfa marcada pela antipatia dos funcionários da CP (reclamação feita na hora!), cheguei a Braga no horário.
Foi chegar a casa, tomar um banho e sair para jantar.
Porém uma coisa eu queria fazer, uma coisa eu tinha que fazer: encontrar-me com a Laurinda!
Mais que uma vez estivemos perto uma da outra sem nos encontramos. Até em Barcelona estivemos ao mesmo tempo, as duas a sofrer com a perspectiva de não ir (e se fosse não saber como voltaria...) por causa das cinzas daquele vulcão com um nome insoletrável!
Mas hoje eu sabia que ela ia estar na Centésima Página. E foi hoje. Antes de jantar passei na Centésima e estive com ela. Falamos um bocadinho e divertimo-nos a tirar fotos para os nossos blogues.
Ela gosta, eu gosto... gostamos as duas destas coisas.
É para mim das coisas mais fantásticas conhecer pessoas, ou antes encontrar-me com pessoas conhecidas e com quem nunca estive... lembra um pouco os casamentos por procuração de outros tempos: o casal namorava por carta, ela casava na metrópole com um representante do noivo a quem este passava uma procuração e depois metia-se num barco ou avião rumo a África para se encontrar, conhecer, diria antes; o marido.
E gostei muito daquele momento. E depois de tantos desencontros, foi no lugar fantástico que é a Centésima Página.
E depois não hei-de dizer que são estes pequenos, os grandes momentos da vida... como diz a Laurinda, a Substância da Vida!
Gostei muito. Obrigada.
A foto:
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Parabéns Laurinda
Hoje uma pessoa de quem eu gosto muito faz anos. Não a conheço pessoalmente, mas gostaria e muito. Quem sabe um dia.
A amiga dela, Zilda Cardoso, outra pessoa fantástica, faz-lhe a devida e justa dedicatória no seu blogue.
Sem muito mais a acrescentar, só que continue assim, a encontrar a parte positiva, que está lá sempre, e que nem sempre (queremos) estamos a ver e, com ela, seguir em frente.
Parabéns, Laurinda (Alves).
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Quarta à Quinta
Ai a minha cabeça!
É o que dá haver feriados... os dias perdem-se...
E pronto, de ontem, quarta o blogue que eu mais gostei de visitar durante a última semana.
O da Laurinda Alves, onde ela tem vindo a partilhar as emoções da sua viagem por Laos, Vietnam e Tailândia.
Obrigada Laurinda pela partilha...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Parabéns Laurinda
Quero dar os parabéns a uma pessoa que não conheço (pessoalmente), mas que visito todos os dia. Haveria muito a dizer... já teria muito a dizer sobre ela, mas como é dia de aniversário, ela, uma pessoa que vive tanto para os outros, merece que simplesmente lhe diga, da forma mais simples (como ela gostará concerteza):
Parabéns Laurinda
( é do meu jardim... só as apanho na máquina)
Parabéns Laurinda
( é do meu jardim... só as apanho na máquina)
sábado, 11 de outubro de 2008
As Crónicas da Laurinda
As crónicas do público de hoje da Laurinda Alves, levaram-me ao 'baú'.
Ano de 81, em que o meu avô depois de cair abaixo de uma escada enquanto podava, foi hospitalizado e diagnosticado um cancro!
Tudo que aconteceu depois foi o que infelizmente já muitas pessoas sabem, o que acontece nestas situações: operação, recuperação, recaída e em seis meses deixou de estar connosco.
Para além de seis meses de inquietude, de sofrimento, de dor muita dor, física e psicológica, houve um episódio que ficou gravado:
Eu estava com o meu pai quando o médico deu a notícia.
Como já referi anteriormente, era uma miúda de 13 anos, 13 anos maduros, mas eram 13 anos e ao fim destes anos todos ainda me lembro das palavras frias e 'concretas' do médico:
'Sr Victor, o seu pai vai ser operado porque tem um cancro. Não lhe vai salvar a vida, só prolongar por alguns meses!
O médico não quis saber se o meu pai desconfiava de alguma coisa, não quis saber ele estava acompanhado de uma miúda e que isso ficaria gravado na memória dela!
O meu pai realmente, não tinha noção da gravidade do assunto, achava que o meu avô tinha caído da escada porque se havia desequilibrado!
Foi duro, muito duro para todos, mas aquele momento, deve ter sido dos mais duros deste triste episódio da nossa família.
É que por mais que tentemos, nunca estamos preparados para a única evidencia da vida: a morte!
E, então quando não tentamos ou não tentam preparar-nos, ainda é pior!
Ainda sobre as crónicas da Laurinda, ainda bem que os CP começam a fazer parte da vida de quem precisa e tem direito a eles.
A si, Laurinda e todos os voluntários e profissionais empenhados em preservar a dignididade de quem está a sofrer, um Muito Obrigada em nome do meu Avô, chamava-se Silvano.
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