Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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sábado, 23 de março de 2013
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Frida Kahlo na Vogue
A página do FB do 'Museo Frida Kahlo' anuncia uma edição especial dedicada a Frida Kahlo.
Segundo a mesma fonte, será coicidente com a exposição ' ‘Las apariencias engañan: Los vestidos de Frida Kahlo’, que abre no final de Novembro.
Como hei-de ter esta revista?
Segundo a mesma fonte, será coicidente com a exposição ' ‘Las apariencias engañan: Los vestidos de Frida Kahlo’, que abre no final de Novembro.
Como hei-de ter esta revista?
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Frida Kahlo & Diego Rivera
| 08/12/2011:125º aniversário de Diego Rivera[ |
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Frida Google
Homenagem do Google a Frida Kahlo aquando do 104º aniversário do seu nascimento. Muito bom, como (quase) todos os Google doodles
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Claudia 'Frida' Schiffer
domingo, 13 de novembro de 2011
Mesinha de Cabeceira: Diego & Frida
Edição/reimpressão: 1994
Páginas: 214
Editor: Relógio D` Água
ISBN: 9789727082261
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Cartas Apaixondas de Frida Kahlo
| Compilação de Martha Zamora, lançado em 2007 aquando do centenário de Frida. |
Não disponivel em Portugal, só no Brasil, lançado pelo grupo editorial Record.
Sinopse:
No dia 6 de julho de 2007 será comemorado o centenário de nascimento de Frida Kahlo, uma das grandes artistas do século 20. Suas cartas, aqui compiladas pela primeira vez, representam uma profusão de informações sobre a vida conturbada e trágica dessa grande pintora mexicana. Em mais de oitenta cartas a amigos, familiares, inimigos e amantes, Frida revela um humor negro, uma impressionante intensidade e um genuíno calor humano. Ela escrevia, como atesta Martha Zamora, organizadora deste volume, “com franqueza e sem reservas, empregando todo o vocabulário de que dispunha para externar suas idéias e emoções.” Ler esta seleção de Cartas apaixonadas de Frida Kahlo, é receber como prêmio um vislumbre da alma de uma das artistas mais imaginativas do século 20.
“Esta seleção de cartas e outros textos, que abrangem quase toda a vida da artista, fornece pequenos fragmentos que nos permitem desvendar o mistério de Frida Kahlo”, escreve Zamora. “Seus escritos revelam sua precocidade, a intensidade de seus afetos e seu persistente sofrimento físico: retiram os véus de sua personalidade de um modo que seria impossível a qualquer biografia.”
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Frida Kahlo, do diário
| 'Pés para que os quero, se tenho asas para voar.' , 1953 |
sábado, 5 de novembro de 2011
Frida Kahlo
Esta mulher fascina-me. A sua forma de estar, a(s) sua(s) vivências, as suas lutas as suas vitórias e as suas derrotas, até.
Tal como aqui diz:
Kahlo é variadamente consagrada no imaginário popular como uma artista boêmia, virou uma vítima sobrevivente, proto-feminista, aventureira sexual que desafiou os limites do gênero e, com sua ascendência mestiça, uma encarnação de um mundo híbrido pós-colonial.
Está nos meus planos visitar exposição "Frida Kahlo, As suas fotografias" , que abriu ontem. Entretanto deixarei, até ao dia 29 de Janeiro, fotos e apontamentos sobre Frida, que for encontrando.
Tal como aqui diz:
Kahlo é variadamente consagrada no imaginário popular como uma artista boêmia, virou uma vítima sobrevivente, proto-feminista, aventureira sexual que desafiou os limites do gênero e, com sua ascendência mestiça, uma encarnação de um mundo híbrido pós-colonial.
Está nos meus planos visitar exposição "Frida Kahlo, As suas fotografias" , que abriu ontem. Entretanto deixarei, até ao dia 29 de Janeiro, fotos e apontamentos sobre Frida, que for encontrando.
| 1926. Photo: Guillermo Kahlo (tirada daqui) |
domingo, 23 de outubro de 2011
"Frida Kahlo, As suas fotografias"
O meu Amigo Alberto alertou-me para a exposição: "Frida Kahlo, As suas fotografias"
De acordo com notícia DN: 'Mais de 200 fotografias pertencentes à pintora mexicana Frida Kahlo estarão em exposição no Museu da Cidade, em Lisboa, a partir de 04 de Novembro, foi ontem anunciado.'.
A mesma notícia avança , ainda que ficará patente em Lisboa até 29 de Janeiro de 2012.
Um bom motivo para uns dias em Lisboa...
A Notícia (*):
De acordo com notícia DN: 'Mais de 200 fotografias pertencentes à pintora mexicana Frida Kahlo estarão em exposição no Museu da Cidade, em Lisboa, a partir de 04 de Novembro, foi ontem anunciado.'.
A mesma notícia avança , ainda que ficará patente em Lisboa até 29 de Janeiro de 2012.
Um bom motivo para uns dias em Lisboa...
A Notícia (*):
Mais
de 200 fotografias pertencentes à pintora mexicana Frida Kahlo estarão
em exposição no Museu da Cidade, em Lisboa, a partir de 04 de novembro,
foi ontem anunciado.
"Frida
Kahlo, As suas fotografias" consiste "numa seleção de mais de 200
imagens das 6.500 que compõem o acervo da Casa Azul [Museu Frida Kahlo,
no México], convidando ao contacto com a intimidade da artista", refere a
Casa da América Latina, organizadora da mostra em parceria com a
produtora Terra Esplêndida.
A exposição, "além de refletir a importância da fotografia na vida da pintora, revela os interesses que teve ao longo da vida: a família, o fascínio por Diego Rivera e outros amores, o corpo acidentado e a ciência médica, os amigos e alguns inimigos, a luta política e a arte, os índios e o passado préhispânico, a paixão pelo México e pelos mexicanos", refere a Casa da América Latina no seu site oficial.
"São fotografias que Frida colecionou por razões familiares, sentimentais e estéticas, muitas delas utilizadas como instrumento de trabalho", sustentou.
A mostra, preparada no ano passado pelo Museu Frida Kahlo, com curadoria do fotógrafo e historiador de fotografia mexicano Pablo Ortiz Monasterio, ficará patente em Lisboa até 29 de janeiro de 2012.
Frida Kahlo morreu em 1954 e o arquivo documental permaneceu encerrado durante quase cinquenta anos, até ter sido revelado ao público no verão de 2007, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento da pintora, em 1907, e do cinquentenário da morte do marido, o muralista mexicano Diego Rivera (1886-1957).
(*) Como a notícia é uma cópia da publicação do DN, que aderiu ao acordo ortográfico, não fiz a correcção ortográfica (por muito que me custe!), mas não são palavras minhas...
A exposição, "além de refletir a importância da fotografia na vida da pintora, revela os interesses que teve ao longo da vida: a família, o fascínio por Diego Rivera e outros amores, o corpo acidentado e a ciência médica, os amigos e alguns inimigos, a luta política e a arte, os índios e o passado préhispânico, a paixão pelo México e pelos mexicanos", refere a Casa da América Latina no seu site oficial.
"São fotografias que Frida colecionou por razões familiares, sentimentais e estéticas, muitas delas utilizadas como instrumento de trabalho", sustentou.
A mostra, preparada no ano passado pelo Museu Frida Kahlo, com curadoria do fotógrafo e historiador de fotografia mexicano Pablo Ortiz Monasterio, ficará patente em Lisboa até 29 de janeiro de 2012.
Frida Kahlo morreu em 1954 e o arquivo documental permaneceu encerrado durante quase cinquenta anos, até ter sido revelado ao público no verão de 2007, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento da pintora, em 1907, e do cinquentenário da morte do marido, o muralista mexicano Diego Rivera (1886-1957).
(*) Como a notícia é uma cópia da publicação do DN, que aderiu ao acordo ortográfico, não fiz a correcção ortográfica (por muito que me custe!), mas não são palavras minhas...
quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
terça-feira, 22 de junho de 2010
Terça, Flashback XII (Frida Kahlo)
Da minha grande 'convivencia' com a (falta de) saúde, nos últimos dias; trazer Frida Kahlo ao 'flashback' será propositado...
Não, nem faz anos que nasceu, nem que morreu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente fê-la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.
Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954.
Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar -
Frida"Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954
Frida pintou o quadro O Hospital Henry Ford, também conhecido como A Cama Voadora (1932). O quadro mostra a pintora deitada no leito do hospital, localizado em Detroit, EUA.
Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um modelo anatómico de abdómen e de pelve.
No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical.
O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve óssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.
O chão sob o qual Frida repousa encontra-se todo fendido, rachado, simbolizando as fracturas nos seus ossos.
Sobre a maca, ela deixa à mostra as regiões lombar e pélvica, nas quais pode-se ver a incisão sangrenta feita para a osteo síntese vertebral, e outra incisão oblíqua na projecção da crista ilíaca direita, de onde foi retirado o osso para enxertia.
A Árida sentada ao lado da maca com vestimenta tendo segura na mão esquerda o colete ortopédico que ela sonhava abandonar quando estivesse curada.
Na mão direita, ela agita uma bandeirola que dá nome ao quadro.
Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.
Não, nem faz anos que nasceu, nem que morreu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente fê-la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.
Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954.
Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar -
Frida"Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954
Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um modelo anatómico de abdómen e de pelve.
No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical.
O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve óssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.
Sobre a maca, ela deixa à mostra as regiões lombar e pélvica, nas quais pode-se ver a incisão sangrenta feita para a osteo síntese vertebral, e outra incisão oblíqua na projecção da crista ilíaca direita, de onde foi retirado o osso para enxertia.
A Árida sentada ao lado da maca com vestimenta tendo segura na mão esquerda o colete ortopédico que ela sonhava abandonar quando estivesse curada.
Na mão direita, ela agita uma bandeirola que dá nome ao quadro.
Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Frida Kahlo
Já falei dela aqui, O meu Amigo Alberto do Outras Escritas faz referência a ela na rubrica diária 'Faz Anos hoje' .

Coragem, sofrimento, dor, doença, teimosia... é impossivel ficar indiferente perante as suas obras, todas ela autobiográficas.
Coragem, sofrimento, dor, doença, teimosia... é impossivel ficar indiferente perante as suas obras, todas ela autobiográficas.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Frida Kahlo
Não, nem faz anos que nasceu, nem que morreu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.
Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente fê-la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.
Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.
Dizem ainda, que teve uma relação com
Nas suas obras está quase sempre presente a arte e o folclore mexicano.
Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954. Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida"
Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954
Frida pintou o quadro O Hospital Henry Ford, também conhecido como A Cama Voadora (1932). O quadro mostra a pintora deitada no leito do hospital, localizado em Detroit, EUA. Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um modelo anatómico de abdómen e de pelve. No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical. O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve óssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.
O chão sob o qual Frida repousa encontra-se todo fendido, rachado, simbolizando as fracturas nos seus ossos. Sobre a maca, ela deixa à mostra as regiões lombar e pélvica, nas quais pode-se ver a incisão sangrenta feita para a osteo síntese vertebral, e outra incisão oblíqua na projecção da crista ilíaca direita, de onde foi retirado o osso para enxertia. A Árida sentada ao lado da maca com vestimenta tendo segura na mão esquerda o colete ortopédico que ela sonhava abandonar quando estivesse curada. Na mão direita, ela agita uma bandeirola que dá nome ao quadro.
Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui
Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.
Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente fê-la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.
Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.
Dizem ainda, que teve uma relação com
Nas suas obras está quase sempre presente a arte e o folclore mexicano.
Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954. Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar - Frida"
Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954
Frida pintou o quadro O Hospital Henry Ford, também conhecido como A Cama Voadora (1932). O quadro mostra a pintora deitada no leito do hospital, localizado em Detroit, EUA. Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um modelo anatómico de abdómen e de pelve. No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical. O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve óssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.
Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui
Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Não Ouço e Não Há Nada a Fazer!
Desde que voltei ao trabalho, depois das férias do Natal, não parei!
Auditorias, visitas de cliente, projectos para apresentar... enfim de tudo e tudo!
Pouco tempo tenho tido para mim. Ando para ir ao cabeleireiro desde o início de Janeiro. Podem acreditar que é verdade! O problema não é bem o cabelo, é mais aquele problema que as mulheres mediterrâneas têm...chamo-lhe síndrome de Frida Kahlo. Bem tem valido a base... é que o meu cabelo e afins são pretos!
Apesar de correria, não me tenho sentido muito stressada, digo muito, porque hoje em dia quem não sofre de um pouquinho de stress que seja, vive em coma! ... mas hoje irritei-me, enervei-me, não com o excesso de trabalho, mas com uma coisa que me tira do sério: a hipocrisia!
Tira-me do sério, a hipocrisia e então quando está associada a jogos de interesse e de poder... vou à lua e volto! Como se não bastasse e à falta de argumentos, entra a autoridade de chefe!
Enfim, que pobreza de espírito!
O pior, ou melhor, no meio disto tudo é que o meu subconsciente, chega a um ponto que desliga completamente e começa a andar a 100 à hora, tipo panela de pressão!
Não ouço e acabou! É que não consigo. As pessoas estão a falar para mim e eu a olhar para elas e nada! É incrível, mas não consigo!
E depois? Não faço nada do que me disseram, ou faço? Não sei, só sei que faço o que já tinha em mente e acabou... ouço raspanetes sem saber porquê! Azar!
Eu nem vou contar o que se passou. Não interessa. Só digo que nunca vou ser ninguém de muito importante para a nossa sociedade. Nasci anónima, anónima vou morrer! Mas também antes assim, do que morrer famoso e ... como eles.
Estão a ver aquela sombrinha ali por baixo do nariz da Frida? Era disso que eu falava quando me referia ao Síndrome de Frida Kahlo!
Auditorias, visitas de cliente, projectos para apresentar... enfim de tudo e tudo!
Pouco tempo tenho tido para mim. Ando para ir ao cabeleireiro desde o início de Janeiro. Podem acreditar que é verdade! O problema não é bem o cabelo, é mais aquele problema que as mulheres mediterrâneas têm...chamo-lhe síndrome de Frida Kahlo. Bem tem valido a base... é que o meu cabelo e afins são pretos!
Apesar de correria, não me tenho sentido muito stressada, digo muito, porque hoje em dia quem não sofre de um pouquinho de stress que seja, vive em coma! ... mas hoje irritei-me, enervei-me, não com o excesso de trabalho, mas com uma coisa que me tira do sério: a hipocrisia!
Tira-me do sério, a hipocrisia e então quando está associada a jogos de interesse e de poder... vou à lua e volto! Como se não bastasse e à falta de argumentos, entra a autoridade de chefe!
Enfim, que pobreza de espírito!
O pior, ou melhor, no meio disto tudo é que o meu subconsciente, chega a um ponto que desliga completamente e começa a andar a 100 à hora, tipo panela de pressão!
Não ouço e acabou! É que não consigo. As pessoas estão a falar para mim e eu a olhar para elas e nada! É incrível, mas não consigo!
E depois? Não faço nada do que me disseram, ou faço? Não sei, só sei que faço o que já tinha em mente e acabou... ouço raspanetes sem saber porquê! Azar!
Eu nem vou contar o que se passou. Não interessa. Só digo que nunca vou ser ninguém de muito importante para a nossa sociedade. Nasci anónima, anónima vou morrer! Mas também antes assim, do que morrer famoso e ... como eles.
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