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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Frida Kahlo na Vogue

A página do FB do 'Museo Frida Kahlo' anuncia uma edição especial dedicada a Frida Kahlo.
Segundo a mesma fonte, será coicidente com a exposição ' ‘Las apariencias engañan: Los vestidos de Frida Kahlo’, que abre no final de Novembro.

Como hei-de ter esta revista?




sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Frida Kahlo & Diego Rivera

08/12/2011:125º aniversário de Diego Rivera[
Casou com Frida Kahlo em 1929. Foi um casamento conturbado, marcado pela infidelidade... mútua, dizem.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Frida Google

Homenagem do Google a Frida Kahlo aquando do 104º aniversário do seu nascimento. Muito bom, como (quase) todos os Google doodles

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Claudia 'Frida' Schiffer






Claudia Schiffer numa produção para a VOGUE alemã de Maio 2010. Estas imagens 'levam-nos' até Frida, sem nos fazer esquecer que é Claudia Schiffer quem ali está!


Não passa de Claudia com um 'look' Frida Kahlo...Diferentes belezas e raças não permitem que seja mais que isto.

Belezas e raças opostas.






domingo, 13 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Cartas Apaixondas de Frida Kahlo

Compilação de Martha Zamora, lançado em 2007 aquando do centenário de Frida.

 Não disponivel em Portugal, só no Brasil, lançado pelo grupo editorial Record.

Sinopse:
No dia 6 de julho de 2007 será comemorado o centenário de nascimento de Frida Kahlo, uma das grandes artistas do século 20. Suas cartas, aqui compiladas pela primeira vez, representam uma profusão de informações sobre a vida conturbada e trágica dessa grande pintora mexicana. Em mais de oitenta cartas a amigos, familiares, inimigos e amantes, Frida revela um humor negro, uma impressionante intensidade e um genuíno calor humano. Ela escrevia, como atesta Martha Zamora, organizadora deste volume, “com franqueza e sem reservas, empregando todo o vocabulário de que dispunha para externar suas idéias e emoções.” Ler esta seleção de Cartas apaixonadas de Frida Kahlo, é receber como prêmio um vislumbre da alma de uma das artistas mais imaginativas do século 20.
    “Esta seleção de cartas e outros textos, que abrangem quase toda a vida da artista, fornece pequenos fragmentos que nos permitem desvendar o mistério de Frida Kahlo”, escreve Zamora. “Seus escritos revelam sua precocidade, a intensidade de seus afetos e seu persistente sofrimento físico: retiram os véus de sua personalidade de um modo que seria impossível a qualquer biografia.”

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Frida Kahlo, do diário

'Pés para que os quero, se tenho asas para voar.' , 1953
Aos seis anos, a poliomielite deixou-a coxa. Anos mais tarde, quando já havia superado a deificiência, é atropeçada por um autocarro, o que lhe provoca várias fracturas. Nesse acidente, uma barra de ferro entra-lhe pela bacia e sai pela vagina, o que a leva várias vezes para a mesa de operações e longos períodos de imobilização.

sábado, 5 de novembro de 2011

Frida Kahlo

Esta mulher fascina-me. A sua forma de estar, a(s) sua(s) vivências, as suas lutas as suas vitórias e as suas derrotas, até.

Tal como aqui diz: 
Kahlo é variadamente consagrada no imaginário popular como uma artista boêmia, virou uma vítima sobrevivente, proto-feminista, aventureira sexual que desafiou os limites do gênero e, com sua ascendência mestiça, uma encarnação de um mundo híbrido pós-colonial.

Está nos meus planos visitar exposição "Frida Kahlo, As suas fotografias" , que abriu ontem. Entretanto deixarei, até ao dia 29 de Janeiro, fotos e apontamentos sobre Frida, que for encontrando.
1926. Photo: Guillermo Kahlo (tirada daqui)

domingo, 23 de outubro de 2011

"Frida Kahlo, As suas fotografias"

O meu Amigo Alberto alertou-me para a exposição: "Frida Kahlo, As suas fotografias"


De acordo com  notícia   DN: 'Mais de 200 fotografias pertencentes à pintora mexicana Frida Kahlo estarão em exposição no Museu da Cidade, em Lisboa, a partir de 04 de Novembro, foi ontem anunciado.'. 
 

A mesma notícia avança , ainda que  ficará patente em Lisboa até 29 de Janeiro de 2012.
Um bom motivo para uns dias em Lisboa...

A Notícia (*):

200 fotografias de Frida Kahlo em exposição em Lisboa

Mais de 200 fotografias pertencentes à pintora mexicana Frida Kahlo estarão em exposição no Museu da Cidade, em Lisboa, a partir de 04 de novembro, foi ontem anunciado.

"Frida Kahlo, As suas fotografias" consiste "numa seleção de mais de 200 imagens das 6.500 que compõem o acervo da Casa Azul [Museu Frida Kahlo, no México], convidando ao contacto com a intimidade da artista", refere a Casa da América Latina, organizadora da mostra em parceria com a produtora Terra Esplêndida.

A exposição, "além de refletir a importância da fotografia na vida da pintora, revela os interesses que teve ao longo da vida: a família, o fascínio por Diego Rivera e outros amores, o corpo acidentado e a ciência médica, os amigos e alguns inimigos, a luta política e a arte, os índios e o passado préhispânico, a paixão pelo México e pelos mexicanos", refere a Casa da América Latina no seu site oficial.
"São fotografias que Frida colecionou por razões familiares, sentimentais e estéticas, muitas delas utilizadas como instrumento de trabalho", sustentou.

A mostra, preparada no ano passado pelo Museu Frida Kahlo, com curadoria do fotógrafo e historiador de fotografia mexicano Pablo Ortiz Monasterio, ficará patente em Lisboa até 29 de janeiro de 2012.
Frida Kahlo morreu em 1954 e o arquivo documental permaneceu encerrado durante quase cinquenta anos, até ter sido revelado ao público no verão de 2007, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento da pintora, em 1907, e do cinquentenário da morte do marido, o muralista mexicano Diego Rivera (1886-1957).

(*) Como a notícia é uma cópia da publicação do DN, que aderiu ao acordo ortográfico, não fiz a correcção ortográfica (por muito que me custe!), mas não são palavras minhas...

terça-feira, 22 de junho de 2010

Terça, Flashback XII (Frida Kahlo)

Da minha grande 'convivencia' com a (falta de) saúde, nos últimos dias; trazer Frida Kahlo ao 'flashback' será propositado...


Não, nem faz anos que nasceu, nem que morreu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente fê-la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.




Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954.
Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida seja feliz, e espero nunca mais regressar -
Frida"Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954

Frida pintou o quadro O Hospital Henry Ford, também conhecido como A Cama Voadora (1932). O quadro mostra a pintora deitada no leito do hospital, localizado em Detroit, EUA.
Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um modelo anatómico de abdómen e de pelve.
No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical.
O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve óssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.

O chão sob o qual Frida repousa encontra-se todo fendido, rachado, simbolizando as fracturas nos seus ossos.
Sobre a maca, ela deixa à mostra as regiões lombar e pélvica, nas quais pode-se ver a incisão sangrenta feita para a osteo síntese vertebral, e outra incisão oblíqua na projecção da crista ilíaca direita, de onde foi retirado o osso para enxertia.
A Árida sentada ao lado da maca com vestimenta tendo segura na mão esquerda o colete ortopédico que ela sonhava abandonar quando estivesse curada.
Na mão direita, ela agita uma bandeirola que dá nome ao quadro.
Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.


segunda-feira, 6 de julho de 2009

Frida Kahlo

Já falei dela aqui, O meu Amigo Alberto do Outras Escritas faz referência a ela na rubrica diária 'Faz Anos hoje' .



Coragem, sofrimento, dor, doença, teimosia... é impossivel ficar indiferente perante as suas obras, todas ela autobiográficas.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Frida Kahlo

Não, nem faz anos que nasceu, nem que morreu.
Simplesmente apeteceu-me falar dela.
Filha de um fotógrafo judeu e de uma mexicana mestiça, cedo começou a ter sinais de que a sua vida não seria um conto de fadas.
As suas longas e exóticas saias mexicanas, tornaram-se sua imagem de marca, fazendo moda na época. Poucos sabiam é que Frida as usava, para encobrir a atrofia numa das pernas provocada pela poliomielite aos seis anos de idade.
Há biografias que fazem alusão a um acidente de autocarro, que lhe provocou uma fractura na bacia. Como consequência dessa fractura ficou impedida de ter partos normais, pelo que foi aconselhada a não engravidar. Esse mesmo acidente -la desistir de um outro sonho: ser médica.
A obra, 'A Cama Voadora', pintado em 1932, retrata bem a dor de Frida pela incapacidade de ser mãe.
Casou com um artista, o muralista Diego Rivera, esteve grávida várias vezes, mas nunca foi mãe, as sequelas do acidente nunca lhe permitiram levar uma gravidez até ao fim.
A sua vida sentimental foi também muito atribulada. O seu casamento foi recheado de relacionamentos extra conjugais, tanto por parte dela como do marido. Ambos aceitavam essas relações, excepto as de Frida com outras mulheres. Frida era bissexual.
Dizem ainda, que teve uma relação com
Nas suas obras está quase sempre presente a arte e o folclore mexicano.

Sendo muitas auto-retratos, todas as suas obras são episódios marcantes da sua vida, daí o ter afirmado sobre a sua obra: pensavam que eu era uma surrealista, mas eu não era. Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade.
Frida foi encontrada morta em sua casa, em 1954. Apesar de a certidão de óbito atestar embolia pulmonar, por escritos dela, supõe-se que se tenha suicidado.
"Espero que minha partida sej
a feliz, e espero nunca mais regressar - Frida"

Nasceu e morreu no mês de Julho: 6 de 1907 e 13 de 1954

A Cama Voadora-1932

Frida pintou o quadro O Hospital Henry Ford, também conhecido como A Cama Voadora (1932). O quadro mostra a pintora deitada no leito do hospital, localizado em Detroit, EUA. Flutuando sobre o leito, pode ser visto um feto do sexo masculino, um caramujo e um m
odelo anatómico de abdómen e de pelve. No chão, abaixo do leito, são vistos uma pelve óssea, uma flor e um auto clave. Todas as seis figuras estão presas à mão esquerda de Frida por meio de artérias, de modo a lembrar os vasos de um cordão umbilical. O lençol sob Frida está bastante ensanguentado. Seu corpo é demasiadamente pequeno em relação ao tamanho do leito hospitalar, de modo a sugerir seu sofrimento e sua grande solidão.
Do olho esquerdo de Frida goteja uma enorme lágrima, simbolizando a dor de uma mãe pela perda do filho; a pelve ó
ssea é um testemunho da causa anatómica da impossibilidade de ser mãe.



Árvore da Esperança-1946

O chão sob o qual Frida repousa encontra-se todo fendido, rachado, simbolizando as fracturas nos seus ossos. Sobre a maca, ela deixa à mostra as regiões lombar e pélvica, nas quais pode-se ver a incisão sangrenta feita para a osteo síntese vertebral, e outra incisão oblíqua na projecção da crista ilíaca direita, de onde foi retirado o osso para enxertia. A Árida sentada ao lado da maca com vestimenta tendo segura na mão esquerda o colete ortopédico que ela sonhava abandonar quando estivesse curada. Na mão direita, ela agita uma bandeirola que dá nome ao quadro.

Para fazer este post para além de andar pela minha memória, andei por aqui e por aqui

Fica ainda uma imagem da Casa Azul, a sua casa familiar, que quatro anos após a sua morte foi transformada em museu.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Não Ouço e Não Há Nada a Fazer!

Desde que voltei ao trabalho, depois das férias do Natal, não parei!
Auditorias, visitas de cliente, projectos para apresentar... enfim de tudo e tudo!
Pouco tempo tenho tido para mim. Ando para ir ao cabeleireiro desde o início de Janeiro. Podem acreditar que é verdade! O problema não é bem o cabelo, é mais aquele problema que as mulheres mediterrâneas têm...chamo-lhe síndrome de Frida Kahlo. Bem tem valido a base... é que o meu cabelo e afins são pretos!
Apesar de correria, não me tenho sentido muito stressada, digo muito, porque hoje em dia quem não sofre de um pouquinho de stress que seja, vive em coma! ... mas hoje irritei-me, enervei-me, não com o excesso de trabalho, mas com uma coisa que me tira do sério: a hipocrisia!
Tira-me do sério, a hipocrisia e então quando está associada a jogos de interesse e de poder... vou à lua e volto! Como se não bastasse e à falta de argumentos, entra a autoridade de chefe!
Enfim, que pobreza de espírito!
O pior, ou melhor, no meio disto tudo é que o meu subconsciente, chega a um ponto que desliga completamente e começa a andar a 100 à hora, tipo panela de pressão!
Não ouço e acabou! É que não consigo. As pessoas estão a falar para mim e eu a olhar para elas e nada! É incrível, mas não consigo!
E depois? Não faço nada do que me disseram, ou faço? Não sei, só sei que faço o que já tinha em mente e acabou... ouço raspanetes sem saber porquê! Azar!
Eu nem vou contar o que se passou. Não interessa. Só digo que nunca vou ser ninguém de muito importante para a nossa sociedade. Nasci anónima, anónima vou morrer! Mas também antes assim, do que morrer famoso e ... como eles.
Estão a ver aquela sombrinha ali por baixo do nariz da Frida? Era disso que eu falava quando me referia ao Síndrome de Frida Kahlo!