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segunda-feira, 9 de junho de 2014

...do Facebook

Tudo e todos têm a sua parte boa e a sua parte má.
O Facebbok não é excepção. Se para muitos tem muito de mau, para mim não! Tem a sua quota... fruto da forma como eu deixo que seja...

Bem, e uma coisa boa aconteceu. Encontrei uma das minhas melhores amigas do tempo de escola. Casou, mudou de nome... e perdi-lhe o rasto!

Encontrei-a.
Bendito FB!


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Coffee, Cafes & Coffee Brands

Pois já todos sabemos que gosto de tudo que está relacionado com café. Cafés, daqueles com história e histórias.
E como eu, há outras pessoas, entre as quais amigos, dois dos quais se juntaram amim e 'fundamos' uma página no FB, a Coffee, Cafes & Coffee Brands.

E já é um sucesso. Em três horas atingiu os 50 seguidores e a poucas horas de completar dois dias está quase (se ainda não estiver) nos 100 seguidores.

E qual é o âmbito da página?
Fácil!

Publicar tudo que esteja relacionado com o tema. Fotos nossas, e vossas, em cafés. Fotos de cafés de todo o mundo (tiradas por nós... e vós), chávenas de café, anuncios... tudo, desde que seja da autoria de quem publica.

Gostaram da ideia?
Então boar lá fazer 'like' aqui.




Vá lá fazer 'gosto'

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Para as Minhas Amigas Sôtoras

Encontrei esta foto no FB e não resisti a 'roubar'... amei!...

Que me perdoe o proprietário... e se alguma vez por aqui passar e não  gostar deste meu atrevimento, que me deixe mensagem, que a respectiva será removida na hora!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Coisas do FB

O FB, no que respeita a 'conections' (como diria um amigo meu), mais parece uma lenga-lenga, ou a história (teoria) de que 'para chegarmos a alguém, bastam cinco pessoas'.

Há uns tempos atrás descobri que uma amiga de infância, que (re)encontrei no FB, é amiga do meu primo. Nunca imaginaria tal amizade. O meu primo vive em Penafiel e trabalha na banca. Essa minha amiga, bem mais nova que ele, vive no Porto e trabalha na industria famacêutica!


Hoje, numa daquelas 'cusquices' faceboquianas, vi a mensagem de que uma amiga minga era agora amiga de uma determinada pessoa. resolvi ver que era essa pessoa. Alguém da zona de Lisboa. Reparei que era casado. Fui ver a esposa (achei graça à foto, mais propriamente ao penteado). E não é que é amiga de uma amizade minha feita o ano passado numa iniciativa de Natal de um blogue da nossa praça blogosférica!

O objectivo para o qual aquele senhor, com aquele nome esquisito e im pronunciável, o criou, está mesmo a ser atingido... ma mouche!

Ah, e para quem ficou curioso, a história do 'para chegarmos a alguém, bastam cinco pessoas', é que para chegarmos a alguém cria-se , no máximo, uma cadeia de cinco pessoas conhecidas, conhecidas uma a uma.
Só mais uma coisinha: isto de amigo p´'ra trás, amigo p´rá frente, é tudo uma questão de linguagem faceboquiana... se bem que há pessoas por cá que já me fizeram melhor que muitas daqui do burgo.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O meu Amigo é amigo do meu outro Amigo... no FB

Uma amiga minha fala constantemente da teoria de que são suficientes cinco pessoas para criar um elo e chegar à pessoa que quisermos. A atestar a teoria diz que três pessoas lhe bastam para chegar a Hitler. Ela viveu na Alemanha em casa de uma família cuja matriarca era irmã de uma acessora do dito.

E porque me lembrei disso agora? Pois foi a propósito do FB. Não é que encontrei Amigos meus de cidades, épocas e contextos completamente diferentes, meus amigos no FB e amigos entre eles! 

Tenho um Amigo, amigo de outros dois Amigos meus, que nada têm a ver uns com os outros!
Um é amigo de infância e adolescência, outro da universidade e o terceiro conheci através do L., amigo dele dos tempos de residência universitário.

Bom, isto está a encurtar... houvesse FB há umas décadas atrás e para chegar ao Hitler, bastariam duas, três pessoas?

quarta-feira, 17 de março de 2010

Acabou


Começou a fumar aos 14 anos, numa época em em todo o lado o era permitido fazer... excepto na presença dos pais.

Fumou os primeiros cigarros roubados ao pai e, quando aos 15 anos, começou a trabalhar como ajudante de dentista, das gorjetas tirava o dinheiro para os cigarros comprados avulso nos tascos, mercearias ou quiosques.
Veio a tropa. Aí recebia-os da namorada, das madrinhas de guerra e do próprio estado. Sim, porque era o próprio estado a enviá-los para as tropas no Ultramar.
E os anos foram passando e o vicio aumentando. Fumava-se em todo o lado: em casa, na oficina, no escritório, nas reuniões do partido, as clandestinas e as outras.
Nos finais da década de 70, aos 38 anos, estava a fumar dois maços de SG Gigante por dia. O tabaco sofre um aumento que terá grande impacto no orçamento.
Decisão:'Vou deixar de fumar, e é logo que acabe este maço.'
Gargalhada geral. Como é que alguém que fuma dois maços por dia pode de um dia para o outro 'largar' o cigarro?- a questão que se punha.
Como!? Não sei, mas que deixou, deixou.
E assim foi durante duas semanas, até uma ida ao Santoínho, onde havia tabaco ao preço antigo. Comprou um maço. Fumou-o com o mesmo prazer de todos os anos em que o fez e no fim dessa noite disse: 'Acabou!'
E acabou mesmo. Trinta anos depois nunca mais acendeu um cigarro.
Terapias? Nada. Só decisão com vontade!

Pois nem todos somos assim. Ele é. Decide, faz.




Felizmente a filha, eu, herdou essa faceta da sua personalidade.
E isto para vos dizer que decidi e vou cumprir.
FV (Farm Ville) a partir de agora só assim, ao vivo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Facebook I


Da mesma forma que a maioria das pessoas, aderi ao Facebook depois de receber um pedido de 'amizade' de um amigo.
Começou por mera curiosidade, já que era assunto sobre o qual nunca tinha pensado muito, e como tal, não tinha opinião formada.
Parametrizei com o básico e fui-me deixando levar ao som do desenrolar da minha conta.

Convidei também alguns amigos. Uns já lá estavam, outros aderiram por minha indicação.
A primeira grande surpresa, e que me fez ter uma opinião positiva sobre o assunto, foi ter conseguido reunir um grupo de amigos espalhado pelo Mundo, com quem não 'falava' há anos.
Com a sorte do meu, nosso, lado; encontramos uma data em que alguns vinham a Portugal e sete de nós juntamo-nos no Porto num jantar. Claro que nada de impossível se Facebook, mas que ajudou, ajudou e muito.

Entretanto, inevitavelmente veio o convite para o Farmville. Achei graça. Aderi e rotinei-me naquela agricultura. Sim, a quinta vicia. Convidamos e somos convidados para sermos vizinhos de amigos dos amigos e o grupo de amigos atinge um volume tal, quem nem nos meus tempos de liceu o rapaz ou rapariga mais populares imaginariam poder a vir ter algum dia!

Ok, o viciado é sempre o ultimo a admitir que o é. Sim, vou à quinta todos os dias e todas as noites antes de me deitar perco algum tempo nas culturas e nas colheitas.
Mas acabo por perder muito mais tempo no chat com os meus 'vizinhos', uns completos desconhecidos até então, outros colegas de trabalho e ainda amigos, que não fosse o FB, estaria sem falar com eles anos, talvez.

Lançar uma simples frase como: 'Que dia de cão!' gera comentários inimagináveis e capazes de nos arrancar o sorriso que pensávamos nunca sermos capazes depois do 'dia de cão'.
Precisar de uma 'tábua' para a cavalariça e ao fim de um minuto ter a caixa de presentes cheia de tábuas dá que pensar!

Onde haja acontecimento por esse mundo afora, há sempre lá um 'amigo' do FB. E ficamos preocupados, e mandamos mensagens no chat para saber deles.

E ainda não falei das pessoas que vivem sós. É quase irreal o número de, mulheres na sua maioria, que vivem sozinhas e têm uma necessidade tremenda de 'falar'. Estou a lembrar-me de uma senhora russa, viúva que vive sozinha mais o seu cão. Os filhos estão longe e vive da saudade, ora dos filhos, ora do marido e da mãe. Há dias estive com ela à conversa uma hora. Começamos por falar das nossas cidades. Ela falava do tempo em Moscovo, eu falava do tempo em Braga. Perguntou-me onde era a foto que eu tinha no meu mural e porque eu não mostrava a cara. (eu não publico fotos minha onde possa ser reconhecida e de outras pessoas só com autorização delas. Falarei um dia sobre isso). Expliquei-lhe que estava cansada de uma sociedade em que as pessoas eram avaliadas, pelo menos na primeira abordagem, pelo 'embrulho'!
Bem, a conversa acabou com a senhora a falar da mãe, dos filhos, da influência dela na sua vida e do seu percurso de vida. A conversa acabou com a senhora, a dizer-me que me disse coisas sobre a vida dela que nunca tinha dito a ninguém e rematou: 'Tu deves ser muito bonita'.


Eu gosto do Facebook. Quando deixar de gostar, 'desamigo-me'.

sábado, 21 de novembro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009