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quarta-feira, 7 de maio de 2014

inho...

A propósito de a senhora da limpeza, há minutos atrás, me ter tratado pelo diminuitivo lembrei-me... 

... lembrei-me que os meus pais nunca embarcaram nessa de 'inhos'. Era camisola, e não camisolinha. Os sapatos não eram sapatinhos. A carne era isso mesmo!
Só uma coisa era 'inho', os cordões das botas ortopédicas! E isto porque eu fazia questão de ir à tabacaria do Senhor 'Julhio' e, depois de me empoleirar no balcão, ser eu a pedir os cordões... e já se está a ver... quem diz 'Julhio' em vez de 'Júlio'... dizer 'cordões' não iria abonar muito a meu favor...

domingo, 17 de novembro de 2013

Ah, pois...

Sou filha única, neta única por um dos lados da família e sempre tive que viver com a fama que os filhos únicos têm de ser priveligiados.

Acreditem que nunca ouvi da boca dos meus pais ou avós um 'muito bem!'. Assim directo, com as palavras todas NUNCA!

Estas palavras poderiam estar escritas nos olhos deles, nos sorrisos, mas da boca para fora nunca!

Fiquei traumatizada? Não!
Marcou-me isso? Sim, mas até ser trauma, ainda há uma certa distância!

As palavras sempre foram um 'continua', ou 'agora é passar ao passo seguinte', tipo, 'não páres'!

E hoje, com a história das lentes de contacto, concluo que isto não fica pelos pais e pelos avós.
Então vai uma pessoa ao oftalmologista, é confrontada com o diagnóstico de que está pitosga, que tem que usar óculos (coisa que rejeitei até ao momento a fazer, com o argumento de que não precisava). Pedem-se alternativas.
'Lentes de contacto progressivas'. Boa! , penso eu, enquanto a segunda parte vem. 'Mas olha que pode não te dar. Se não te deres nos primeiros instantes, o teu cérebro vai rejeitá-las e não adianta!'. Boa!, volto a pensar.

Chegas ao ensaio das lentes e a técnica diz-te o mesmo, com a agravante: 'Eu não consigo. Está a ver, uso óculos.'. E vão três, penso!
'Vamos lá colocar isso', digo eu.
Coloca a primeira, no olho 'pitosga'. Turvo. Muda de lente. Melhor. Põe lente no outro olho. Bom. Nenhuma diferença. Dá uma volta pela sala. As coisas ficaram 'normais'. Nada de tonturas, turbulência.

'Bem, então vá assim, e se tiver algum problema ligue-me. Entretanto, no fim-de-semana tire-as e deixe a noite toda no estojo.'
'Pois, e  depois?', pergunto.
'Não se preocupe, tem um doutorado em casa!' (o marido que usa lentes vai para três décadas, e há três décadas, as lentes não eram o que são agora!). E faça isso no fim-de-semana que tem dois dias para treinar...

E lá vim eu (in)feliz da vida, a olhar para tudo e para todos, a ver se via alguma diferença.
Em casa, cai uma lente. Primeira aula: 'Dedo indicador para um lado, médio para o outro, pálpebra assim, lente assada... e já lá está a lente no sítio! Ufa! Nem custou muito!

Sábado à noite. Tirar as lentes!
Depois de algumas explicações 'pré-tiragem', a primeira técnica não resultou. Plano B, falhou! Plano C: marido, mesmo com braço imobilizado, em três penadas, tira a primeira lente e diz: 'Vês, é fácil! Tira lá a outra.' Pois, então não tiraste!?. Tirou ele e foi se não quis(emos) que ela lá continuasse mais uns dias.

Domingo de manhã: 'Só ponho as lentes logo.' , digo eu. 'Não pões nada, pões agora!'. Concordei, depois de pensar que por era mais fácil que tirar. E foi, mas não foi fácil, mesmo assim! Uma ainda tentou a fuga, mas o L., lá a parou!

Foram dez minutos. Tinha o Domingo todo! MAs foram dez minutos!
E, depois destes esforços todos, em vez de receber palavras de ânimo, não! Ouve do tipo: Uma criança com doze anos, conseguiu muito melhor. (Era ele, quando começou a usar lentes!). Tens que te habituar!
OH valhamedeus, então depois de ter o Sábado para as tirar, e fazê-lo em meia hora, e o Domingo para as pôr e fazê-lo em dez minutos, ainda ouço destas!

Tá mal!

Bem, agora estão cá, e no próximo fim-de-se,mana há mais.
'Quando foi contigo, a técnica também te pôs as lentes e mandou-te para casa?'
'Não, ensinou-me algumas técnicas para colocá-las e tirá-las e fiz ensaios...', respondeu.
'Ah, pois...'





segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Arre!

Gosto muito de verde, qualquer verde... digo eu!;
Eu não... diz ela;
Comprou uma meia dúzia de peças verdes nos ultimos meses..

Os aviator da Rayban ficam bem a qualquer pessoa... digo eu!;
A mim não ... diz ela;
Comprou uns aviator castanhos...

Acho estas sandálias compensadas muito engraçadas... digo eu!
Não acho grande piada. são muito altas e pouco elegantes. Prefiro calçado raso ... diz ela;
As sandálias dela, de Verão são TODAS altas e compensadas

Adoro polvo... digo eu!
Detestto! Lulas, polvo, marisco em geral, detesto!... diz ela;
Escusado será dizer que a última vez que fomos jantar fora... eu tive que comer do resto... ela SÓ comeu marisco!

Para mim é calças de ganga. Dão com tudo. É uma questão de acessórios.... digo eu!
Calças de ganga só tenho dois pares. Não há como umas clças clássicas!... diz ela!
Há meses que não usa nada que não seja calças de ganga... 


Pronto... desabafei, banalizei, esqueci...
Chata!

sábado, 16 de março de 2013

Hoje

Hoje foi o BUM.
Foi num lugar fantástico da cidade de Braga. É o antigo quartel da GNR, que foi restaurado e deu nisto.
Ainda não está concluído, mas já está lindo. Mantiveram a traça interior do antigo edifício e o resultado, na minha opinião,  será excelente.
Bem, quanto à feira, não correu como queríamos, nem para lá caminhou! O dia de hoje foi cheio de incidentes, que só não pintaram o dia de negro porque ... eu não o quis ver assim!

De manhã, estávamos para carregar o carro e começo a ouvir o L. a gritar :' Que grande desgraça! Oh, meu Deus!'.
Bem, não entrei em pânico, porque não ouvi nenhum estrondo, nem o telefone tinha tocado. Alguns segundos depois aparece com a armação dos óculos em duas.
Tentamos unir com um arame, mas nada! Colar, nem pensar. Foi procurar as lentes de contacto. Sumiram!

E eu a ver as horas passar, e ele sem se decidir. Logo às 8h00 já transpirava por todos os lados. De nervos e porque, enquanto ele andava às voltas à procura de solução, que eu já tinha, carreguei o carro sozinha!

Embrulhamos os óculos e as lentes num plástico acolchoado e abalamos para o BUM. Isto sem antes, ao ir dar água e comida aos focinhos, o balde se ter partido!

E como não devemos fazer das coisas uma grande tragédia, muito menos de tudo, a minha preocupação era somente com as horas. A fúria era por ter sido logo hoje. A solução era fácil. A D. ia ter connosco, ficava a tomar conta da banca e eu levava-o ao oculista, que haveria, como teve, de ter uma armação onde pudesse adaptar as lentes.

Montamos a banca, a D. ficou a tomar conta e lá o levei ao oculista. Deixei-o lá, voltei para a feira.... e tudo se resolveu. O L. apareceu uma hora depois, com um saco de croissantes e uns óculos novos!
Valeu a pena todo o pânico? Claro que não! Seria pior, a D. não estar connosco, ou os óculos terem partido ao Domingo, ou até o oculista não conseguir solução na hora! Mas para quê pensar nisto antes de acontecer?

A feira, bem, correu mal no que respeita a vendas. Os ganhos mal deram para o aluguer do espaço. O resto? Foi um dia bem passado. Apanhamos muito frio. Ainda não estamos constipados. E enquanto estávamos na feira, o que não vendíamos na feira íamos vendendo na net, nos locais do costume!

Mais história tem este dia, que contarei mais tarde.
Agora estou de saída para o aniversário do meu afilhado, que faz hoje 13 anos... Parabéns T.... e que entres com o pé direito na adolescência.



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Hoje...

Hoje foi um dia fantástico! Adorei! Quero muitos asssim!
Daqueles dias em que te sentes uma otária, a verdadeira, a genuina, a que confirma que anda a falar para o boneco... que entretanto alguém acordou e agora quem tem que correr atrás do prejuízo... adivinhem... tu e os do costume... os outros, esses... amanhã há mais.

Falar em cima do acontecimento... é melhor não!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Segunda-feira salva pelo Leitão

E hoje, a todo o momento o dia me lembrou que era Segunda-feira.
Foi o chegar ao trabalho e começar as reuniões logo no primeiro instante e acabar, já passava da uma! Entre reuniões ainda foi arranjar tempo para 'correr atrás de prejuízos'! à tarde uma sessão de formação e duas reuniões em simultâneo... sim é possível! Enquanto estava numa, atendia pelo telefone Às solicitações de outra que decorria a alguns metros. (sim ,porque nós mulheres temos esse dom, o de fazer mais que uma coisa em simultâneo... e bem!).

E se o dia foi assim, o final do dia avizinhava-se, e confirmou-se atribulado.
O L. tinha corte de cabelo marcado, havia uma casota para ir buscar, uma troca de carros antecedida da chamada da assistência em viagem, pois o japonês decidiu deixar de trabalhar.

E assim foi, corte de cabelo feito, vir até casa, chamar a assistência em viagem ... e pára tudo!
Não é que o homem veio, viu que o japonês não  saia da garagem sem 'respiração boca-a-boca' e como o camião do reboque não entrava na garagem, vai que o homem do reboque decide que a melhor solução seria tocar à campainha do vizinho e pedir-lhe que 'desse' bateria!

Era conhecido do vizinho, que de bom grado entrou com o carro na garagem e lá pôs o japonês a trabalhar... mas por pouco tempo... foi abaixo, aliás deixei-o ir abaixo.... a maior catástrofe do dia, como se duzentos indianos tivessem caído abaixo do comboio!

O L. ficou danado como se uma grande catástrofe tivesse acontecido e lá se repetiu o ritual: tocar à campainha do vizinho, o vizinho entrar na rampa da garagem, liga bateria, liga carro, sai da garagem com o japonês e andar às voltinhas pela urbanização como se estivesse  a treinar para tunning!

Bem, passo seguinte: ir buscar a casota dos cães que estava encomendada , mas que se não fosse buscar hoje, seria vendida!

Enquanto o L. foi levantar a casota, em vez de estacionar, andei a dar voltinhas pelo estacionamento do retail park! Bem, os tolos são assim! Terá pensado quem me viu... ou pior, não tem que fazer ao dinheiro! 

Trazer a casota para casa, estacionar o japonês, que agora está na rua com a bateria desligada  e...  'Que jantar? Quase nove horas e nada feito! Nem pão há!'

Pedir uma pizza? Descongelar pão e comer sandes, fazer uma omelete... ou ir ao Silvas?

Bem, a melhor decisão foi tomada. Se me custou e a vontade era pouca, quando lá chegamos, fomos presenteados com um leitão quentinho, com tudo a que tivemos direito: espumante, batatas, salada... muito bom!

Diria que o leitão me salvou o dia... a prova de que não devemos nunca deixar de ir atrás da luz ao fundo do túnel... ela mais cedo ou mais tarde aparece... estará sempre à nossa espera!


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A festa

Amanhã é dia de festa. Tal como aconteceu no ano passado, a empresa promoveu um jantar, dito de gala, para os colaboraodres.

Para este ano algumas coisas mudaram. Retirara a 'gala'. Agora é só Jantar de Natal!
No ano passado, levadas pela 'gala', pessoas houve que levaram vesidos compridos, rodados, cheios de brilho e glamour... na ótica delas.
Na minha eram menos que isso. Só a prova de que o entendimento que as pessoas têm sobre as coisas e os seus momentos não é o mesmo, principalmente estando a falar de quase duas mil pessoas!

E se algums se apresentaram deste modo, outras houve que exageraram, digamos antes 'entedeream', as coisas de outra forma e apresentaram-se como se tivessem ido ao hipermercado buscar uma garrada de óleo para fritar os rissóis do jantar. Foram numa corridinha e assim mesmo, já com 'a roupa de casa'!

Bem, e estas coisas são sempre uma delicia. Ver o reflexo das mentes e da educação das pessoas nos seus mdelitos. A menos parte, mas que diz muito sobre ca um, quer queiramos ou não!

E eu?
Pois eu ainda não sei o que levar, como levar, com quem ir, como ir... nem tão pouco se ir... a ver vamos. É que a tolerância de ponto a partir da 16 h é muito convidativa para ir 'apanhar ar' para outras bandas... uma volta de bike pelos sitios do costume, quem sabe?

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

A luz ao fundo do túnel (um de muitos)

  'TGiF. E a fechar com a mesma chave com que abriu, avizinha-se um dia de loucos! Daqueles em que o impossível acontece, em que é feito um daqueles filmes e no fim quando se espreme... nada! Simplesmente alguém se lembrou que ninguém se lembrava que ele existia e decidiu que tinha que brilhar... apaggou-se em três tempos... depois de ter gerado uma tempestade... pois por vezes as tempestades provocam apagões! Temos pena. É para aprenderem!
E foi assim, está a ser, ainda pior. Foi um dia de muita corrida, muito remar contra a maré, e no fim pouco se viu.
Houve muito nervosismo, muita exaltação, muita excitação, muito suor (de alguns), muita ronha, mas no fim viu-se a luz no fundo do túnel e saímos do buraco.
Há feridas, desnecessárias. Calorias perdidas, desnecessáriamente. Lágrimas não houve. Não houve tempo, nem é da natureza de quem as poderia ter tido.
Neste momento o fruto de toda esta corrida que começou no início da semana, e que teve o sprint final hoje, estará a entrar num avião da DHL para que na segunda feira possa ser ferramenta de trabalho de outros.

E como diriam os nuestros hermanos: 'Prueba superada'!

E para a semana há mais! Já foram postas ao lume hoje.

Haja saúde e ânimo, porque outras coisas não são esperadas ( dinheiro, reconhecimento...).
Muitos tuneis nos esperam...







quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Há dias em que acordas, com a (má) disposição dos outros dias, mas logo cedo o Mundo começa a estar contra ti.
É em casa, é no trabalho, no supermercado e no trânsito.
Ao meio-dia, a auto-estima já saiu do teu dicionário.
Resolves ir almoçar, sozinha, a um sítio onde a empregada te faz uma grande festa e comenta contigo a tua ausência de Domingo passado.
Domingo, um dia em que é preciso esperar por mesa, um dia em que elas nem tempo têm para respirar... ela deu pela tua falta.
E mais, já não almoçava lá há muito tempo, mais de um ano, talvez; ela lembrava-se que nestes dias tu queres um Compal de frutos vermelhos, um rissol de camarão em pão e que adoras a broa deles e, sem mais, te oferece um pratinho de broa...

Depois disto, todo o resto ficou um pouco mais leve...

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Eu...

Antes de mais tenho a dizer que este post está a ser escrito pela enésima vez! Vá-se lá saber como e porquê, perco sempre o conteúdo e nem nos draft fica!
Mas como 'para teimoso , teimosa e meia'... once again:

Desde miúda que sou desconfiada. Eu sei, há o duitado que diz: 'Quem não confia, não é de confiança'  [Sobre esta parte nada a fazer, é cada um tirar as sus próprias conclusões!].
Sim, e como reconheço que graças a esta minha faceta já perdi (acho eu) da vida, de há uns anos a esta parte tenho vindo a dar alguns votos de confiança às pessoas e aos acontecimentos. Devo dizer que fica sempre um pezinho atrás e às vezes é a salvação.

Não sei porque sou assim. Será da genética, da educação ou das companhias?!
O que é certo, é que sempre me conheci assim. Nasci assim! Também reconheço esta faceta na minha avó e na minha mãe. Educação, genética (uma vez mais). E as companhias. Pois aí é capaz de estar a verdadeira razão, a que sempre fez com que eu deixasse que a minha genética se revelasse desta forma.
Eu explico:
Sempre me movimentei no meio de rapazes. E, garanto-vos uma coisa, são capazes de ser ene vezes mais gozões, manhosos e maldizentes que qualquer mulher catalogada de 'vibora'!
Anos a fio a ver rapazes a por uma mulher nos píncaros e depois fazer dela 'gato e sapato', deixa qualquer uma desconfiada!
Anos a fio a vê-los a fazer convites para saídas como se das melhores intenções estivessem apossados. E estavam, e eram sentidos, mas... mas depois no grupinho, para se vangloriarem, tudo que era sentimento era remetido para segundo plano e os (não) feitos postos no topo. Eram os maiores. E andavam as pobre coitadas nas bocas do mundo!
E eu não sendo nenhum padrão de beleza, sempre que alguém vinha ter comigo com cantorias, estas entravam-me por um ouvido e saiam pelo outro! Muito sinceramente, até muito tarde, não consegui acreditar nos sentimentos do sexo masculino e sempre que via alguma rapariga quase a matar-se por amor, dava-me cá uma volta aos figados!

Este foi realmente o campo onde esta minha propensão genética/familiar/educacional, mais se revelou. Em relação ao resto, muito dificilmente tenho confiança plena em algo ou em alguém. Contam-se pelos dedos as pessoas em quem confio. Outras há a quem dou o meu voto de confiança, mas...

E há depois uma outra parte de mim, que se esforça tremendamente por não o mostrar. As pessoas com boas intenções não têm que sair magoadas por isso. As outras, essas, a seu tempo, elas se encarregam de se 'mostrar'. Pode demorar anos, mas o dia chega.

Tudo isto para dizer que a partir de uma determinada fase da minha vida, decidi que não podia ser assim, que 'quem não confia, não é de confiança.' e que por isso tinha que acreditar mais nas pessoas.

Não digo que me dou melhor, ou pior com as pessoas. Comigo? Sim. Levo mais bofetadas? Sim, e tanto que é o motivo deste post.
É que veio de onde menos, aliás não, esperava!

Todas as minhas protecções falharam! E pior: tem sido uma chuva delas ao longo dos tempos, e tão bem feitas, que a denunciá-las... eu serei a verdadeira culpada!

Não perceberam!? É natural, mas eu precisava de passar isto para algum lado... afinal este blogue é o meu 'poço'!

sábado, 7 de maio de 2011

Da Semana

Não fosse eu uma pessoa perspicaz, que vê um bom bocado antes da maior parte das pessoas as coisas e esta semana que acaba, tê-la-ia 'catalogado' como 'uma semana cheia de surpresas'!

Mas não foram surpresas, foram simplesmente revelações, o confirmar de certezas minhas, suspeitas de outros e 'não acreditar' de outros. E por esses 'outros', as minhas certezas, tornam-se muitas vezes incómodas e são autênticas armas de arremesso contra a minha pessoa.

Mas como todas as máscaras caem, umas mais cedo que outras, esta semana algumas caíram e a surpresa foi grande para muitos, que tiveram que dar a mão à palmatória e dar-me razão!
Mas eu não quero me me dêem razão. Simplesmente quero que acreditem em mim. Que quando eu reclamo e quando respondo e reajo à medida da provocação, se não me quiserem apoiar, que se remetam ao silêncio e à neutralidade e não saiam com comentários, mudos às vezes, de que são 'coisas de mulher'!

Pois sim, esta semana foi muito rica em revelações. Eu confirmei o que suspeitava há muito, outros surpreenderam-se e os 'outros' ainda não vivem na ignorância.

Há pessoas realmente fantásticas, com o dom de manipular comunidades inteiras com os seus gestos, os seus actos. Pessoas com duas caras, que para conseguirem atingir os seus objectivos chegam ao ponto de provocar o verdadeiro caos. E mais, depois solidariamente, vão ajudar a apanhar os cacos e ainda ajudam a colar as peças!

São falsas e burras, porque se fossem inteligentes, teriam discernimento suficiente para se aperceberem que os cacos colados, deixam marcas e que elas próprias sofrem os efeitos dessas marcas... de uma forma ou de outras!

Mesmo tendo essa percepção sobre essas pessoas, eu e muitos somos muitas vezes apanhados. É que não são inteligentes, mas são espertas e basta uma distracção para nos arrastarem!

E esta semana, não fosse a inteligência de algumas pessoas, já calejadas nestas coisas e o caos ter-se-ia instalado e 'multidões' teriam sido arrastadas!

Está tudo bem. Como diria o L.: 'Conseguimos dar o passa atrás quando estávamos em frente do precipício!'

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Que Latão!

Ontem quando fui comprar pão à padaria, estavam sentadas numa mesa duas mulheres, daquelas que se 'acham' as melhores:: as mais belas, as mais ricas e as mais educadas!
Enquanto esperava, levantaram-se e, depois de uma delas dizer que não queria comprar pão, [ao que a outra comentou que tinha gasto o dinheiro nos 'vestidos novos' ] ficou junto ao balcão.
Quando chegou a minha vez (tinha que ser), como se eu não estivesse lá, começa a pedir. Eu, calmamente, digo:
-Desculpe...
A mulher responde:
-Desculpe.
E continua a pedir.
Eu levanto ligeiramente a voz e repito:
-Desculpe...
A mulher pára de pedir, olha para mim com ar de desdém e eu continuo:
-... não sei se reparou, mas eu já aqui estava! -e enquanto me virava para a empregada da padaria- são três pães.
A  empregada deu-me o pão, paguei e vim-me embora.


Tanto 'chá', tanta etiqueta e depois é isto! Arre!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Há quem odeie palhaços

Há quem odeie palhaços 

É o título desta foto aqui.


 

Eu não, como se costuma dizer:'Nem gosto, nem desgosto.' Claro que me refiro aos Palhaços, aquelas pessoas que fazem disso profissão, que se dedicam a querer divertir quem assiste ao seus espectáculos. Sim, refiro-me aqueles que actuam nua arena, entre um número de trapezista e um de elefantes dançarinos, ou de tigres amestrados.

Os  outros?! Desses, não sei o que sinto. Nada, tal como deve ser o sentimento por aqueles que têm duas caras na mesma e não são Palhaços e não sabem fazer palhaçadas. Não sinto sinto nada pelos palhaços que não querem fazer rir, que não estão dentro de uma arena e que querem ser tudo menos Palhaços. Acham-se é uns grandes malabaristas na arte de brincar com os sentimentos e têm o dom de (querer) com força de elefante e garra de feras, pouco amestradas, manipular as pessoas.

Não se apercebem que se estão a manipular a eles, que estão a ser uns grandes palhaços e que não têm palco, muito menos público que os venere.

Quando sorriem tornam-se assustadores. Alguém pagou com sofrimento aquele sorriso. E se vemos nos seus olhos brilho, é porque caímos nas suas garras... a manipulação começou. Fugir? Quase impossivel. Não avançar. Sim, mas paga-se caro, muito caro. Somos atropelados, trucidados, maltratados!

Afinal tenho pena desses palhaços! E dos que se deixam encantar por eles! Não são mais que seus aprendizes, que um dia serão como eles!

Onde os encontrar? 

Os Palhaços, no circo. Os palhaços, esses teremos de saber onde NÃO os encontrar!

 

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Com os Nervos em Franjas

E anda uma pessoa a fazer um auto-educar-se meses a fio para não se deixar enervar com questões menores, quando sem anúncio prévio a tampa salta e vai tudo por água abaixo!
Estou furiosa... comigo! É que nada nem ninguém merece as franjinhas dos meus nervos!