E estou a falar de tempo, ou melhor da sua falta.
A 'falta de tempo' é desculpa para mil e uma coisas.
'Não vou', 'não faço' e até 'não quero', porque não tenho tempo.
Desculpas, a que eu dou a mim mesma tantas vezes quando dou por mim a não fazer coisas que devia, mas não tenho vontade!
Devia fazr exercicio fisico. Não faço! Falta de tempo? Não, preguiça!
Devia ir mais vezes ao médico. Não faço. Tempo? Não, desmazelo...
E tanta conversa para dizer que sou uma grande preguiosa e tenho descurado aqui deste cantinho. Este cantinho que me é tão querido, que já tem um valente par de anos e que... está parado!
Às vezes ainda tento cá chegar e deixar alguma cosa, mas não passa de tentativa...
E, senhores, o tempo (ainda) é grátis. Nós é que insistimos em vendê-lo, em fazer acreditar que tem custos, que tempo é dinheiro!
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Trabalho é trabalho, conhaque é conhaque
Há um ditado, que desde sempre segui à risca: 'Trabalho é trabalho,
conhaque é conhaque'. Por que raio hei-de misturar a minha vida pessoal
com a minha profissional?
Sim, às vezes é dificil, mas temos que nos esforçar por o fazer e não o contrário, usando as nossas fraquezas pessoais como bandeira ou até mesmo 'bengala' para justificar certos 'fins'.
Todos nós temos os nossos dias menos bons. Todos os dias alguém recebe notícias menos boas, más e muito más. Há sempre alguém em luto e em luta por alguém ou algo... imaginem o que (não) seria!
Eu, que não sou diferente das outras (de algumas, pelo menos) pessoas também já tive dias menos bons. maus e muito maus.
Sei o que é a nossa vida dar voltas, cambalhotas, não saber como parar e saber que, mesmo parando, nunca mais volta ao ponto de partida! Que essas voltas, cambalhotas nos deixam a vida em stand by. Que os nosos planos se perderam no meio de tantas voltas e que os nossos sonhos se afastaram para sempre.
Nunca mais nada será como antes. O tempo não volta. Como li um dia, algures: 'A vida não tem rascunhos'! Como fizermos à primeira, é do que vamos 'comer'!
E nem de propósito, entre este e os paragrafos anteriores distam alguns minutos, onde, enquamnto atendia um telefonema ( sou mulher...), navegava na net. E eis o que encontrei. Este artigo. Concordo, quase na totalidade...
Sim, às vezes é dificil, mas temos que nos esforçar por o fazer e não o contrário, usando as nossas fraquezas pessoais como bandeira ou até mesmo 'bengala' para justificar certos 'fins'.
Todos nós temos os nossos dias menos bons. Todos os dias alguém recebe notícias menos boas, más e muito más. Há sempre alguém em luto e em luta por alguém ou algo... imaginem o que (não) seria!
Eu, que não sou diferente das outras (de algumas, pelo menos) pessoas também já tive dias menos bons. maus e muito maus.
Sei o que é a nossa vida dar voltas, cambalhotas, não saber como parar e saber que, mesmo parando, nunca mais volta ao ponto de partida! Que essas voltas, cambalhotas nos deixam a vida em stand by. Que os nosos planos se perderam no meio de tantas voltas e que os nossos sonhos se afastaram para sempre.
Nunca mais nada será como antes. O tempo não volta. Como li um dia, algures: 'A vida não tem rascunhos'! Como fizermos à primeira, é do que vamos 'comer'!
E nem de propósito, entre este e os paragrafos anteriores distam alguns minutos, onde, enquamnto atendia um telefonema ( sou mulher...), navegava na net. E eis o que encontrei. Este artigo. Concordo, quase na totalidade...
Nove coisas que as pessoas bem sucedidas nunca fazem
O presidente de uma empresa norte-americana que se dedica à inteligência emocional publicou um artigo na rede LinkedIn, no qual identifica vários comportamentos que as pessoas de maior sucesso evitam a todo a custo
Segundo Travis Bradberry, presidente de uma empresa que se
dedica à inteligência emocional, a capacidade de gerir as emoções e
manter a calma - quando sob pressão - é fundamental para alcançar o
sucesso. Mas há mais: depois de analisar mais de um milhão de pessoas, o
cofundador da TalentSmart e autor de um best seller sobre o tema
concluiu que a inteligência emocional está diretamente ligada ao
sucesso. No artigo publicado da rede de ligações profissionais LinkedIn,
o especialista identificou nove características comportamentais dos
emocionalmente inteligentes.
1. Não viver no passado
Quando se vive no passado, o mais provável é nunca se conseguir
seguir em frente. Deste modo, o fracasso pode "minar" a sua
autoconfiança e impedi-lo de ser bem sucedido no futuro. "As pessoas
emocionalmente inteligentes sabem que o sucesso reside na sua capacidade
de ultrapassar o fracasso, e não podem fazer isso ao viverem no
passado", explica Bradberry. Apesar dos fracassos já cometidos, é
importante as pessoas acreditarem que nada se consegue sem riscos e
esforços, acreditando sempre nas suas capacidades de vencer.
2. Não se refugiar nos problemas
Para Bradberry, o foco da atenção determina o estado emocional, ou
seja, quando uma pessoa se fixa num problema as emoções serão negativas e
stressantes. Esse tipo de sentimentos vai influenciar de forma negativa
o desempenho pessoa. Deste modo, ao invés de se "afundarem" nos
problemas, as pessoas emocionalmente inteligentes focam-se em procurar
soluções para resolverem o problema.
3. Não se focar na perfeição
Na pesquisa desenvolvida, as pessoas bem sucedidas não procuravam a
perfeição, conscientes de que esta não existe. "Quando a perfeição é o
objetivo, a pessoa sentirá sempre a sensação de fracasso, gasta o seu
tempo a lamentar o que deixou de fazer e o que poderia ter feito de
forma diferente, em vez de apreciar o que era capaz de alcançar",
acrescenta Bradberry.
4. Não viver cercados de pessoas negativas
As pessoas que estão constantemente a queixar-se dos seus problemas e
que são negativas representam um perigo para o sucesso dos que as
rodeiam; Não se preocupam com soluções, apenas pretendem levar alguém
consigo "para a cova", de modo a se sentirem melhor. Por estas razões e
mais algumas, afaste-as de si. Mesmo que isso o possa fazer sentir-se
mal e insensível, "há uma linha que separa emprestar um ouvido simpático
e ser sugado para dentro de uma espiral emocional negativa", defende
Bradberry.
5. Não ter medo de dizer "não"
"Dizer não é realmente um grande desafio para a maioria das pessoas",
admite o especialista. Contudo, quando é necessário dize-lo, as pessoas
bem sucedidas fazem-no sem rodeios, e de forma direta. A investigação
concluiu que a dificuldade em dizer "não" está relacionada com o stress e
com a depressão. Ao conseguir dizer esta palavra está a assumir os seus
compromissos e a defender o que quer, o que lhe permite alcançar o
sucesso.
6. Não deixar ninguém influenciar a sua felicidade
Quando as pessoas emocionalmente inteligentes se sentem bem, elas não
deixam que os outros estraguem essa felicidade com opiniões e
sentimentos destrutivos. E também não comparam felicidades. Não importa o
que as outras pessoas pensam ou fazem, a sua autoestima vem de si. Tem
de se preocupar com aquilo que faz, não com o que os outros fazem.
7. Perdoar, mas não esquecer
A investigação concluiu que as pessoas com maior inteligência
emocional são rápidas a perdoar, o que não quer dizer que esqueçam. Não
ficam a "remoer" o que se passou, mas isso não significa que irão dar
hipóteses a um novo erro.
8. Não desistir da luta
Segundo Bradberry, as pessoas emocionalmente inteligentes sabem o
quão importante é lutar para viver no dia seguinte. Deste modo, em
alturas de conflito, enfrentam os problemas e não se deixam abater pelas
dificuldades. Fazem-no com cautela, controlando as suas emoções e
capacidades com sabedoria. Esta é a forma mais eficaz de defenderem o
"seu território e saírem vitoriosos".
9. Não guardar rancor
Tendo e conta estudos realizados, guardar rancor é, na verdade, uma
resposta ao stress. Pesquisadores da Universidade de Emory mostraram que
o stress contribui para a pressão arterial e para doenças cardíacas. Ao
guardar o rancor está a guardar também o stress, e assim, nunca
alcançará o sucesso. Ou seja, aprender a libertar-se do rancor não só o
vai fazer sentir-se melhor como também vai melhorar a sua saúde. As
pessoas emocionalmente inteligentes sabem que devem evitá-lo a todo o
custo.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Não está fácil...
Depois de um Sábado de feira, que eu adoro. Até ia todos os fins-de-semana. Melhor, todos os dias!
Sim, mas cansa. E depois disso, foi um Domingo a limpar o jardim, que mais parecia uma mata!
Seis sacos de lixo e outros tantos molhos de paus e folhas velhas.
O dia de hoje, de loucos. Quatro dias sem trabalhar, correio para ler... vale que na europa foi também feriado. E vale que os alemães, apesar de nós, Tugas, serms os que mais feriados temos... os alemães também fizeram ponte.
A completar a festa, tratar de roupas. Loucura, passar a ferro! MAs lá teve que ser... e estender duas máquinas de roupa.... e arrumar a roupa passada...
E lembrar-me agora que esta semana trabalhamos cinco dias!
Em abril não trabalhei cinco dias em nenhuma semana... e o mês teve cinco semanas!
Oh, God!
Sim, mas cansa. E depois disso, foi um Domingo a limpar o jardim, que mais parecia uma mata!
Seis sacos de lixo e outros tantos molhos de paus e folhas velhas.
O dia de hoje, de loucos. Quatro dias sem trabalhar, correio para ler... vale que na europa foi também feriado. E vale que os alemães, apesar de nós, Tugas, serms os que mais feriados temos... os alemães também fizeram ponte.
A completar a festa, tratar de roupas. Loucura, passar a ferro! MAs lá teve que ser... e estender duas máquinas de roupa.... e arrumar a roupa passada...
E lembrar-me agora que esta semana trabalhamos cinco dias!
Em abril não trabalhei cinco dias em nenhuma semana... e o mês teve cinco semanas!
Oh, God!
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
A cair a ficha
A ficha começa a cair.
A menos de 24h, as duvidas começam a surgir e a insegurança a sentir-se.
Neste momento estou a precisar de me isolar, de tempo para pensar só em mim, no que vou fazer e no que vai acontecer de seguida.
Mas não, há um número consideravel de condicionantes, que dos otros eu demitiria de se preocuparem, mas que comigo não me posso demitir.
Eu sabia que ia ser assim. Assim que surgisse algo do género com a minha pessoa , só me teria a mim!
Até hoje consegui contornar isso, mas agora não é mais possível. O médico não me deixa conduzir no dia da cirrugia.
50 km separam a minha casa da clinica. Oh God!
Bem, vou pensando na solução. Será uma forma de não pensar no momento em que estiver naquele bloco operatório.
Tenho medo de entrar em pânico e não controlar os nervos!
UFF!!!!!!!!!!!!!
A menos de 24h, as duvidas começam a surgir e a insegurança a sentir-se.
Neste momento estou a precisar de me isolar, de tempo para pensar só em mim, no que vou fazer e no que vai acontecer de seguida.
Mas não, há um número consideravel de condicionantes, que dos otros eu demitiria de se preocuparem, mas que comigo não me posso demitir.
Eu sabia que ia ser assim. Assim que surgisse algo do género com a minha pessoa , só me teria a mim!
Até hoje consegui contornar isso, mas agora não é mais possível. O médico não me deixa conduzir no dia da cirrugia.
50 km separam a minha casa da clinica. Oh God!
Bem, vou pensando na solução. Será uma forma de não pensar no momento em que estiver naquele bloco operatório.
Tenho medo de entrar em pânico e não controlar os nervos!
UFF!!!!!!!!!!!!!
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Ausência...
E pensar eu que TODOS os DIAS deixava aqui uma mensagem, nem que fosse para 'encher', agora passam-se dias sem sequer cá vir!
Mas vai mudar! Ai vai!
Mas vai mudar! Ai vai!
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Porque és assim Miúda?
Porque é que és assim?
Desde que me conheço, ouço esta pergunta ser-me feita!
Se faço (fazia) birra, lá vinha a pergunta: Porque é que és assim?
Se amuo, lá vem ela: Porque é que és assim?
Se brinco com as fraquezas dos outros (eu gosto, mas na cara... está bem, digam que é bulling), lá vem a pergunta: Porque é que és assim?
Se, se... mas será que não devia ser assim?
Bem, eu acho que não devia ser bem assim! Mas ser assim está (muito) bem! Se não gostam, se incomoda, paciência! Ou antes, e como diria o meu afilhado: 'Temos pena'!
Um pouquinho mais alta, mais magra, menos refilona, menos directa... talvez... mas deixa... se mexer, estraga!
Ah, pois e o meu (mau, diferente) gosto? Incomoda, puxa a pergunta... ou o olahr que diz o mesmo: Porque é que és assim?
Bem, herdei os genes desta Senhora que nasceu há exactamente 98 anos e com quem me encontro já só de coração.
Desde que me conheço, ouço esta pergunta ser-me feita!
Se faço (fazia) birra, lá vinha a pergunta: Porque é que és assim?
Se amuo, lá vem ela: Porque é que és assim?
Se brinco com as fraquezas dos outros (eu gosto, mas na cara... está bem, digam que é bulling), lá vem a pergunta: Porque é que és assim?
Se, se... mas será que não devia ser assim?
Bem, eu acho que não devia ser bem assim! Mas ser assim está (muito) bem! Se não gostam, se incomoda, paciência! Ou antes, e como diria o meu afilhado: 'Temos pena'!
Um pouquinho mais alta, mais magra, menos refilona, menos directa... talvez... mas deixa... se mexer, estraga!
Ah, pois e o meu (mau, diferente) gosto? Incomoda, puxa a pergunta... ou o olahr que diz o mesmo: Porque é que és assim?
Bem, herdei os genes desta Senhora que nasceu há exactamente 98 anos e com quem me encontro já só de coração.
| As pessoas da minha vida estão basicamente nesta foto... o que falta está por detrás da máquina. |
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Não sou a única...
Como já disse anteriormente, não me lembro de dia de 2013 que não tenha sido de correria. E se uns são a correr, outros, como o de hoje, são de nem tempo ter para comer!
Não devo ser a única pessoa que quando acorda mais tarde que o esperado, fica o dia inteiro com uma neura do tamanho de um melão.
Não devo ser a única pessoa que adormece exactamente nos dias em que devia chegar mais cedo ao trabalho para preparar as actividades do dia.
Não devo a única pessoa que é precisamente nesses dias que apanha um trânsito infernal... e se atrasa ainda mais!
Pois, tudo isto foi o começo do dia de hoje, a anteceder quatro horas de reuniões, três das quais era a moderadora e onde decisões tiveram que ser tomadas.
A juntar a tudo isto, participantes de vários continentes, culturas diferentes, formas de estar diferentes... e horários diferentes!
Uns a meio gás porque estavam a acordar, outros a meio gás porque já era hora de ... ir dormir!
E, como em todo o lado, suponho eu, se há pessoas agradáveis, outras há non gratas, com as quais é preciso ter mil cuidados para as não deixar entrar em excessos.
Se numas pessoas podemos confiar, noutras temos que ter mil atenções.
E no meio disto tudo, resmungo... muito, massacro a cabeça do chefe, mais que dos colegas; corro, peço, mando, espero, stresso... mas gosto muito do meu trabalho.
E como ainda hoje disse ao chefe, é essa a sorte dele e da organização, senão já tinha cruzado os braços e me juntado a tantos outros que vão passar o dia ao trabalho.
E mainada! Muitos dias como estes... e havemos de chegar ... a nenhures que seja, mas lá no fundo, felizes... sem o saber, às vezes, poucas, felizmente!
Não devo ser a única pessoa que quando acorda mais tarde que o esperado, fica o dia inteiro com uma neura do tamanho de um melão.
Não devo ser a única pessoa que adormece exactamente nos dias em que devia chegar mais cedo ao trabalho para preparar as actividades do dia.
Não devo a única pessoa que é precisamente nesses dias que apanha um trânsito infernal... e se atrasa ainda mais!
Pois, tudo isto foi o começo do dia de hoje, a anteceder quatro horas de reuniões, três das quais era a moderadora e onde decisões tiveram que ser tomadas.
A juntar a tudo isto, participantes de vários continentes, culturas diferentes, formas de estar diferentes... e horários diferentes!
Uns a meio gás porque estavam a acordar, outros a meio gás porque já era hora de ... ir dormir!
E, como em todo o lado, suponho eu, se há pessoas agradáveis, outras há non gratas, com as quais é preciso ter mil cuidados para as não deixar entrar em excessos.
Se numas pessoas podemos confiar, noutras temos que ter mil atenções.
E no meio disto tudo, resmungo... muito, massacro a cabeça do chefe, mais que dos colegas; corro, peço, mando, espero, stresso... mas gosto muito do meu trabalho.
E como ainda hoje disse ao chefe, é essa a sorte dele e da organização, senão já tinha cruzado os braços e me juntado a tantos outros que vão passar o dia ao trabalho.
E mainada! Muitos dias como estes... e havemos de chegar ... a nenhures que seja, mas lá no fundo, felizes... sem o saber, às vezes, poucas, felizmente!
domingo, 10 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Tudo vai dar ao 'Pedro'!
Eu até gosto do Inverno, mas já cansa alertas de mau tempo, ora chove, ora está vento, ora faz frio... já não basta a instabilidade sócio-económica... agora também o S. Pedro?... Bem, agora que escrevi 'S. Pedro', deduzo que seja do nome... instabilidade tem um novo nome: 'PEDRO'!!!!
E eu que até gost(ava)o do nome Pedro, começo a mudar de ideias!
Bem, não sei qual o significado do nome, naqueles sites onde os atributos de cada um são em função do nome (como se a personalidade fosse formada em função do mesmo, mas pronto...); mas se 'instabilidade' e 'tempestuoso', não lá estiver, os senhores dos sites que se apressem a actualizar...
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Fevereiro
Descobri que Fevererio é o mês dos grandes empreendimentos,melhor dizendo, o mês em que os niveis de cotão sobem e os euros descem na miha conta bancária.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Hoje...
Hoje foi um dia fantástico! Adorei! Quero muitos asssim!
Daqueles dias em que te sentes uma otária, a verdadeira, a genuina, a que confirma que anda a falar para o boneco... que entretanto alguém acordou e agora quem tem que correr atrás do prejuízo... adivinhem... tu e os do costume... os outros, esses... amanhã há mais.
Falar em cima do acontecimento... é melhor não!
Daqueles dias em que te sentes uma otária, a verdadeira, a genuina, a que confirma que anda a falar para o boneco... que entretanto alguém acordou e agora quem tem que correr atrás do prejuízo... adivinhem... tu e os do costume... os outros, esses... amanhã há mais.
Falar em cima do acontecimento... é melhor não!
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
O pior já passou!
E pronto, o pior já passou.
A noite de Natal, o dia de Natal, a noite de fim de ano, o dia de Ano Novo.
A tudo isso os 99,9% de solidários da época já começam a acalmar. Já podemos ir ao supermercado sem sermos interpelados um sem n´mero de vezes com pedidos de contribuições para tudo e mais alguma coisa.
As lamurias que este ano deram lugar às habituais mensagens de esperança, também são menos, e a vida começa a entrar na normalidade.
Já se trabalha eu ainda não!), já de reclama com o trânsito, já se pagam as coisas mais caras... e os necessitados também já voltaram a fechar-se no seu aperto no estômago (fome e angustia), as facturas começaram a ser pedidas por tudo e por nada (agora estamos a ajudar o Gaspar, pois pouco vamos lucrar com isso, mas... enfim!)... e: 'Esta época nunca fará parte dos melhores momentos da minha vida'!, definitivamente!
E este ano, 2013, é o ano do verde esmeralda, eleito pela PANTONE!
Uma das minhas cores preferidas... vou ter em conta como um bom sinal...
A noite de Natal, o dia de Natal, a noite de fim de ano, o dia de Ano Novo.
A tudo isso os 99,9% de solidários da época já começam a acalmar. Já podemos ir ao supermercado sem sermos interpelados um sem n´mero de vezes com pedidos de contribuições para tudo e mais alguma coisa.
As lamurias que este ano deram lugar às habituais mensagens de esperança, também são menos, e a vida começa a entrar na normalidade.
Já se trabalha eu ainda não!), já de reclama com o trânsito, já se pagam as coisas mais caras... e os necessitados também já voltaram a fechar-se no seu aperto no estômago (fome e angustia), as facturas começaram a ser pedidas por tudo e por nada (agora estamos a ajudar o Gaspar, pois pouco vamos lucrar com isso, mas... enfim!)... e: 'Esta época nunca fará parte dos melhores momentos da minha vida'!, definitivamente!
E este ano, 2013, é o ano do verde esmeralda, eleito pela PANTONE!
Uma das minhas cores preferidas... vou ter em conta como um bom sinal...
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
12.12.12: Today's Details
Hoje foi daqueles dias que só teremos no próximo século, mais precisamente no primeiro dia do séc. XXII, dia 01.01.(21)01.
E, se em termos de calendário o foi, para mim também foi dia de fazer coisas que não fazem parte da minha rotina...
Fui ao (meu) Porto. Não, não foi a ida que eu desejava. Não foi uma dia de lazer. Foi uma daquelas idas dispensáveis, mesmo sendo ao Porto!
O L. foi a uma daquelas consultas de rotina de oftalmologia. Vale-se-nos que está tudo bem, que é como quem diz, no mesmo estado que há três meses atrás e que é o mais desejável dadas as circunstâncias. Aliás, as coisas até melhoraram pois a tensão ocular, que estava sempre alta, neste momento está em valores desejáveis.
O L. tinha 'resmas' de cartas para enviar para os filatelistas das relações dele e por isso ficou decidido que no fim da consulta regressariamos a casa. E aqui está mais uma diferença, pois o habitual é mesmo metermo-nos na confusão do NorteShopping ou do MarShopping.
Almoçamos no sitío do costume, que é como quem diz no Silva's... num horário fora do costume. Escusado será dizer que comemos que nem uns abades! O L. regalou-se com um cozido à portuguesa. à minha espera estavam uns deliciosos filetes de polvo. Ah, e a tarte de maça hoje estava ainda melhor que o costume!
Antes de ir ao correio, ainda passei pela Massimo Dutti. Ah pois, esta manhã acordei com o toque de um SMS a anunciar as promoções de Natal para a próxima Sexta-feira. E como ando de olho num casaco de pele, e como sei que temos que reservar antes, e como sei que a crise não é motivo para as coisas desaparecerem das prateleiras, como constatei... o casaco, que era o último, aguarda agora, pacientemente num saco de papel com o meu nome.
Duas horas depois de entrar no correio, saímos de lá depois de terem seguido cartas para 32 países diferentes.
E para acabar ainda houve dentista. Tudo bem, só uma limpeza geral para eliminar os vestígios da bactéria de estimação que me põe os dentes numa lástima!
O jantar, esse resumiu-se a um chá e umas bolachinhas... o almoço ainda marcava presença!
E pronto, o dia 12.12.12, diferente... mas positivo, concerteza!
E, se em termos de calendário o foi, para mim também foi dia de fazer coisas que não fazem parte da minha rotina...
Fui ao (meu) Porto. Não, não foi a ida que eu desejava. Não foi uma dia de lazer. Foi uma daquelas idas dispensáveis, mesmo sendo ao Porto!
O L. foi a uma daquelas consultas de rotina de oftalmologia. Vale-se-nos que está tudo bem, que é como quem diz, no mesmo estado que há três meses atrás e que é o mais desejável dadas as circunstâncias. Aliás, as coisas até melhoraram pois a tensão ocular, que estava sempre alta, neste momento está em valores desejáveis.
O L. tinha 'resmas' de cartas para enviar para os filatelistas das relações dele e por isso ficou decidido que no fim da consulta regressariamos a casa. E aqui está mais uma diferença, pois o habitual é mesmo metermo-nos na confusão do NorteShopping ou do MarShopping.
Almoçamos no sitío do costume, que é como quem diz no Silva's... num horário fora do costume. Escusado será dizer que comemos que nem uns abades! O L. regalou-se com um cozido à portuguesa. à minha espera estavam uns deliciosos filetes de polvo. Ah, e a tarte de maça hoje estava ainda melhor que o costume!
Antes de ir ao correio, ainda passei pela Massimo Dutti. Ah pois, esta manhã acordei com o toque de um SMS a anunciar as promoções de Natal para a próxima Sexta-feira. E como ando de olho num casaco de pele, e como sei que temos que reservar antes, e como sei que a crise não é motivo para as coisas desaparecerem das prateleiras, como constatei... o casaco, que era o último, aguarda agora, pacientemente num saco de papel com o meu nome.
Duas horas depois de entrar no correio, saímos de lá depois de terem seguido cartas para 32 países diferentes.
E para acabar ainda houve dentista. Tudo bem, só uma limpeza geral para eliminar os vestígios da bactéria de estimação que me põe os dentes numa lástima!
O jantar, esse resumiu-se a um chá e umas bolachinhas... o almoço ainda marcava presença!
E pronto, o dia 12.12.12, diferente... mas positivo, concerteza!
domingo, 9 de dezembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Anormal por fazer as coisas certas!
Está uma pessoa parada na passadeira à espera que o semáforo mude para verde e começa a ser invadida por uma sensação de que é uma 'ave rara'!
É que, mesmo com o semáforo vermelho, as pessoas insistem em passar. E enquanto passam olham para os que esperam pelo verde, como que dizendo: ' Ó anormal, não vês que não estão carros a passar!? Que fazes aí parada!?'
Pois, e será que quando estão no trânsito, de carro, também passam com o vermelho se não estiverem carros a passar nas outras vias?!
Bem, eu é que pareço a anormal!
É que, mesmo com o semáforo vermelho, as pessoas insistem em passar. E enquanto passam olham para os que esperam pelo verde, como que dizendo: ' Ó anormal, não vês que não estão carros a passar!? Que fazes aí parada!?'
Pois, e será que quando estão no trânsito, de carro, também passam com o vermelho se não estiverem carros a passar nas outras vias?!
Bem, eu é que pareço a anormal!
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Segunda ou Sexta? Eis a Questão!
As coisas estão de em tal estado, que não sei o que prefiro: as Segundas ou as Sextas-feiras!
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Melhores dias virão!
Sim, por cá as coisas andam muito paradas, blogosforicamente (linda horrível esta palavra que acabei de inventar...).
A vida nos últimos dias deu muitas voltas, mas continuo no mesmo sitio. Do ponto de vista emocional, e rprefaseando a teoria do L. de que sempre que passamos por uma grande emoção, são uns poucos de neurónios que se vão; a minha cabecita está muito abalada... Talvez se deva ao vazio deixado pelo (neurónios) que se foram. É que sendo verdadeira esta teoria, não se devem ter ido nada pouco!
Uma amostar do caos em que as coisas estão: passei o dia de ontem a pensar que era dia 19. Pior: um amigo faz anos hoje e ontem enviei-lhe uma mensagem a dar-lhe os parabéns! A sorte é que o rapaz não é daqueles que se deixam sugestionar por antecipações e riu-se da min ha azelhice...
O corpinho, esse, está também bastante ressentido. São dores musculares em todo o corpo, umas cólicas estranhas e dores de cabeça.
Definitivamente isto está a custar muito, bastante.
Enquanto isso vai-se tentando avançar, com passos ora maiores, ora mais pequenos, com a convicção de que estamos a avançar no caminho certo e de que 'Melhores dias virão?!
A vida nos últimos dias deu muitas voltas, mas continuo no mesmo sitio. Do ponto de vista emocional, e rprefaseando a teoria do L. de que sempre que passamos por uma grande emoção, são uns poucos de neurónios que se vão; a minha cabecita está muito abalada... Talvez se deva ao vazio deixado pelo (neurónios) que se foram. É que sendo verdadeira esta teoria, não se devem ter ido nada pouco!
Uma amostar do caos em que as coisas estão: passei o dia de ontem a pensar que era dia 19. Pior: um amigo faz anos hoje e ontem enviei-lhe uma mensagem a dar-lhe os parabéns! A sorte é que o rapaz não é daqueles que se deixam sugestionar por antecipações e riu-se da min ha azelhice...
O corpinho, esse, está também bastante ressentido. São dores musculares em todo o corpo, umas cólicas estranhas e dores de cabeça.
Definitivamente isto está a custar muito, bastante.
Enquanto isso vai-se tentando avançar, com passos ora maiores, ora mais pequenos, com a convicção de que estamos a avançar no caminho certo e de que 'Melhores dias virão?!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Irrrritam-me
Pessoas que carregam nos dois botões (subida e descida) para chamar o elevador, que entram elevador adentro sem saber se ele está subir ou a descer e depois andam a 'passear' no elevador... e ainda resmungam!
Já para não falar que nestes dias quentes, esquecem-se de tomar banho e/ou mudar de roupa e é um cheiro... e mais não digo, estou a comer uma maçã!
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Gosto...
... dos dias em que, enquanto saio do duche, SÓ penso:
- Que hei-de vestir, hoje?
Esses são dias de felicidade. E nada de confundir com futilidade. Sim, porque tenho preocupações, sempre. Preocupo-me com os outros, sempre, demais até, muitas vezes. Enfrento adversidades, sim, quase todos os dias... mas são dias sem tempestade, em que a as adversidades nos despertam, espevitam e nos lembram que estamos vivos.
Melhores dias virão.
- Que hei-de vestir, hoje?
Esses são dias de felicidade. E nada de confundir com futilidade. Sim, porque tenho preocupações, sempre. Preocupo-me com os outros, sempre, demais até, muitas vezes. Enfrento adversidades, sim, quase todos os dias... mas são dias sem tempestade, em que a as adversidades nos despertam, espevitam e nos lembram que estamos vivos.
Melhores dias virão.
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