Hoje não se esqueçam de ir votar. Se não o fizerem por vós, façam-no como tributo a todos os que lutaram para que este acto fosse possível!
Votar é um direito que exercemos à custa de muitos Portugueses. Este e (muitos) outros direitos tão banais para nós, que nem conseguimos imaginar que um dia eram proibidos e tentar fazê-lo podia custar a liberdade ou mesmo a própria vida.
Obrigada Pai, Obrigada avô. Também por vós não deixarei de o fazer.
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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domingo, 5 de junho de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Eleições Presidenciais 2011, as do Cartão do Cidadão
E parece que a justificação para todos os resultados anda à volta do mesmo, do Cartão do Cidadão (aqui o antigo nome do dito aplicar-se-ia bem melhor: Cartão Único!).
Abstenção, vitória de Cavaco... à primeira volta, distância de Alegre, proximidade de Nobre de Alegre... enfim, somos fantásticos a arranjar bodes expiatórios. Ou respiratórios, como diria um amigo meu, e bem, talvez, pelo menos em situações destas, já estas desculpas são o que alimenta o ego e a auto-estima de muito boa gente!
domingo, 23 de janeiro de 2011
Eleições Presidenciais 2011
Já votei. Dever cumprido, diria eu, não fossem estas as eleições que mais me custou fazê-lo.
Pois, eu sei que não sou obrigada a fazê-lo, mas devo-o ao meu Pai e a tantos da geração dele que lutaram para que este acto fosse possível.
Estive indecisa até ao fim. Com a sensação que qualquer das decisões que tomasse não seria a mais acertada.
E nem 'que ganhe o melhor' posso dizer... nenhum é suficientemente bom para ser o nosso presidente, o presidente de nós todos.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Politiquices...
A CDU que ficou em último lugar, saiu vencedora, pois conquistou mais votos que em eleições anteriores;
O BE saiu vencedor porque ultrapassou a CDU;
O CDS é o grande vencedor da noite, porque atingiu os dois dígitos;
O PSD, também saiu vencedor porque o PS não reconquistou a maioria;
O PS, esse, o que venceu as eleições, foi o grande derrotado da noite!
Tudo isto são palavras ouvidas ao longo da ( mais curta de sempre) noite eleitoral...
Políticos!
O BE saiu vencedor porque ultrapassou a CDU;
O CDS é o grande vencedor da noite, porque atingiu os dois dígitos;
O PSD, também saiu vencedor porque o PS não reconquistou a maioria;
O PS, esse, o que venceu as eleições, foi o grande derrotado da noite!
Tudo isto são palavras ouvidas ao longo da ( mais curta de sempre) noite eleitoral...
Políticos!
domingo, 27 de setembro de 2009
Eleições
Já está, já votei. Agora é só esperar pelo fecho das urnas.
Lembrei-me assim de repente do dia 25 de Abril de 1975, dia de eleições, também.
Os meus pais forma ambos convocados para mesas de voto, a minha Mãe como presidente ( foi presidente por um dia!) e o meu Pai como fiscal.
Eu fui de véspera para casa dos meus avós paternos. Ficou combinado que eu dormia em casa deles, no dia 25 de manhã iam votar e depois vinham para minha casa, onde a minha Avó faria o almoço para todos.
Assim foi, foi uma manhã enorme. Levantar, apanhar um autocarro até à escola onde os meus avós votavam e no fim apanhar mais dois autocarros até minha casa. Algo que com carro se fazia com muita facilidade, mas em transportes públicos era coisa para um bom par de horas. Claro que para mim não custou nada!
O sacrificado no meio de toda esta história foi o meu Avô, que tinha de amparar a minha Avó, tomar conta de mim e ainda carregar com a tralha, quase, toda.
Valeu a avançada idade e recente trombose da minha Avó para nos despacharmos de uma fila enorme de eleitores.
Eram as primeiras eleições e o povoe estava com sede de voto. Havia partidos, mas não havia. Éramos todos livres, todos podíamos votar e era o espírito que reinava.
À hora do almoço, quando vieram almoçar, os meus pais estavam eufóricos. A conversa foi praticamente sobre a afluência e comportamento das pessoas nas mesas de voto.
Falavam de quem tinha ido às mesas deles, de quem estava com eles nas mesas.
Lembro-me particularmente de a minha Mãe contar que, com o nervosismo, ter metido dentro da urna o bilhete de identidade de um eleitor juntamente com o boletim de voto. Tiveram de explicar ao senhor que não podiam abrir a urna naquele momento, mas que, caso ele não pudesse, eles fariam chegar o BI a casa dele ainda naquele dia.
Acabaram por descobrir que o senhor era vizinho de um dos elementos da mesa e assim tudo ficou resolvido.
À noite a euforia foi ainda maior. Para além de o partido dele ganhar na freguesia, um amigo dos meus pais, que estava como fiscal na mesa da minha Mãe, foi Pai. A notícia chegou ainda as urnas não tinham fechado e o nervoso miudinho foi a duplicar...
Era um rapaz e, na emoção da época, foi baptizado com os nomes de duas figuras políticas da época.
À noitinha, já depois da contagem dos votos, fomos levar os meus avós a casa e no regresso ainda fomos festejar para a Praça General Humberto Delgado-não sei se já tinha este nome na época-a vitória do partido da maioria, a ida às urnas da grande maioria dos portugueses, o aniversário da Revolução dos Cravos, mas acima de tudo comemorava-se a LIBERDADE, de quem muitos ainda tinham medo ao fim de um ano.
Lembrei-me assim de repente do dia 25 de Abril de 1975, dia de eleições, também.
Os meus pais forma ambos convocados para mesas de voto, a minha Mãe como presidente ( foi presidente por um dia!) e o meu Pai como fiscal.
Eu fui de véspera para casa dos meus avós paternos. Ficou combinado que eu dormia em casa deles, no dia 25 de manhã iam votar e depois vinham para minha casa, onde a minha Avó faria o almoço para todos.
Assim foi, foi uma manhã enorme. Levantar, apanhar um autocarro até à escola onde os meus avós votavam e no fim apanhar mais dois autocarros até minha casa. Algo que com carro se fazia com muita facilidade, mas em transportes públicos era coisa para um bom par de horas. Claro que para mim não custou nada!
O sacrificado no meio de toda esta história foi o meu Avô, que tinha de amparar a minha Avó, tomar conta de mim e ainda carregar com a tralha, quase, toda.
Valeu a avançada idade e recente trombose da minha Avó para nos despacharmos de uma fila enorme de eleitores.
Eram as primeiras eleições e o povoe estava com sede de voto. Havia partidos, mas não havia. Éramos todos livres, todos podíamos votar e era o espírito que reinava.
À hora do almoço, quando vieram almoçar, os meus pais estavam eufóricos. A conversa foi praticamente sobre a afluência e comportamento das pessoas nas mesas de voto.
Falavam de quem tinha ido às mesas deles, de quem estava com eles nas mesas.
Lembro-me particularmente de a minha Mãe contar que, com o nervosismo, ter metido dentro da urna o bilhete de identidade de um eleitor juntamente com o boletim de voto. Tiveram de explicar ao senhor que não podiam abrir a urna naquele momento, mas que, caso ele não pudesse, eles fariam chegar o BI a casa dele ainda naquele dia.
Acabaram por descobrir que o senhor era vizinho de um dos elementos da mesa e assim tudo ficou resolvido.
À noite a euforia foi ainda maior. Para além de o partido dele ganhar na freguesia, um amigo dos meus pais, que estava como fiscal na mesa da minha Mãe, foi Pai. A notícia chegou ainda as urnas não tinham fechado e o nervoso miudinho foi a duplicar...
Era um rapaz e, na emoção da época, foi baptizado com os nomes de duas figuras políticas da época.
À noitinha, já depois da contagem dos votos, fomos levar os meus avós a casa e no regresso ainda fomos festejar para a Praça General Humberto Delgado-não sei se já tinha este nome na época-a vitória do partido da maioria, a ida às urnas da grande maioria dos portugueses, o aniversário da Revolução dos Cravos, mas acima de tudo comemorava-se a LIBERDADE, de quem muitos ainda tinham medo ao fim de um ano.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Domingo vamos a votos
Com um Pai a quem já deram voz de prisão dentro de uma secção de voto. Com uma Mãe que era interceptada pela polícia do regime para lhe 'lembrar' em que partido votar.
É claro que para eles votar é muito mais que um direito, é um dever!
É certo que hoje eles estão tão, ou mais, desiludidos, com o panorama político. Afastaram-se, demitiram-se dos partidos onde estavam filiados e depois de ter declinado muitos convites para regressar, o meu Pai passou a fazer parte do (grande) grupo de portugueses que se deixam levar pela onda.
Confesso que depois de ter andado no meio de tanta movimentação, de ter sido privada a companhia dos meus pais porque eles iam para as mesas de voto, os dois; porque havia comícios e eu não podia ir, a alguns, não fosse 'dar para o torto'; custa-me, muito, ver tanta passividade da parte deles, do meu Pai principalmente!
Mas da ida à mesa de voto é que eles ainda não se demitiram e sei que no Domingo, independentemente do que houver para fazer, em algum momento do dia eles estarão a cumprir o direito deles!
Eu também vou. Disse-me a minha educação que votar é 'obrigatório'. E também disse que não podemos responsabilizar só o 'vizinho' pela vida que levamos...
Agora falta saber em quem e para quê?
É claro que para eles votar é muito mais que um direito, é um dever!
É certo que hoje eles estão tão, ou mais, desiludidos, com o panorama político. Afastaram-se, demitiram-se dos partidos onde estavam filiados e depois de ter declinado muitos convites para regressar, o meu Pai passou a fazer parte do (grande) grupo de portugueses que se deixam levar pela onda.
Confesso que depois de ter andado no meio de tanta movimentação, de ter sido privada a companhia dos meus pais porque eles iam para as mesas de voto, os dois; porque havia comícios e eu não podia ir, a alguns, não fosse 'dar para o torto'; custa-me, muito, ver tanta passividade da parte deles, do meu Pai principalmente!
Mas da ida à mesa de voto é que eles ainda não se demitiram e sei que no Domingo, independentemente do que houver para fazer, em algum momento do dia eles estarão a cumprir o direito deles!
Eu também vou. Disse-me a minha educação que votar é 'obrigatório'. E também disse que não podemos responsabilizar só o 'vizinho' pela vida que levamos...
Agora falta saber em quem e para quê?
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Eleições
Fosse eu quem mandasse e acabava com a campanha eleitoral.
Estão a ter mais impacto e a 'provocar' mais opinião as entrevistas dos candidatos no programa dos Gato Fedorento, que a própria campanha.
Acho mesmo que o resultado das eleições vai decidido ali e não na rua!
Estão a ter mais impacto e a 'provocar' mais opinião as entrevistas dos candidatos no programa dos Gato Fedorento, que a própria campanha.
Acho mesmo que o resultado das eleições vai decidido ali e não na rua!
sábado, 11 de julho de 2009
Um parêntisis...
Vou abri aqui uma excepção no Desvios e vou falar de política!
Nunca me seduziu a política, apesar de quando pequena por mão dos meus pais ter participado em comícios, festas, campanhas eleitorais... até o meu pai ter sido expulso de um dos maiores partidos portugueses. Talvez fale disso num próximo parentisis...
Mas o motivo deste parêntisis é mesmo a questão das candidaturas.
Ora vamos lá ver uma coisa:
Eleições europeias. é apresentado um grupo de candidatos. O Zé, a maior parte da vezes mais por simpatia e confiança numa determinada pessoa, vota no partido que ele representa. Ele é eleito e lá vai e malas aviadas para o Parlamento Europeu.
Agora passadas meia dúzia de semanas temos as eleições autárquicas e essa mesma pessoa, em quem o Zé votou, mais por ele que pelo partido, resolve candidatar-se à presidência de uma autarquia e, se ganhar regressa. É colocado lá um outro membro do mesmo partido, de quem o Zé até não gostava tanto... é que se fosse para ir ele, o Zé nem votava neste partido!
Que vem a ser isto? Pergunto. Afinal o partido não são só os estatutos e a bandeira... são as pessoas que dão a cara por eles!
E quem garante que voltando a votar nessa pessoa, agora para um outro cargo, daqui a uns tempos ele não vai receber uma proposta para administrador de uma empresa, daquelas que não são publicas, mas também não são privadas e não vai outra vez de malas aviadas?!
É de confiança esta pessoa?
Não, claro que não. Ela afinal não está pela convicção de estar a ajudar um país ou uma cidade, mas sim de ajudar outros interesses!
Nunca me seduziu a política, apesar de quando pequena por mão dos meus pais ter participado em comícios, festas, campanhas eleitorais... até o meu pai ter sido expulso de um dos maiores partidos portugueses. Talvez fale disso num próximo parentisis...
Mas o motivo deste parêntisis é mesmo a questão das candidaturas.
Ora vamos lá ver uma coisa:
Eleições europeias. é apresentado um grupo de candidatos. O Zé, a maior parte da vezes mais por simpatia e confiança numa determinada pessoa, vota no partido que ele representa. Ele é eleito e lá vai e malas aviadas para o Parlamento Europeu.
Agora passadas meia dúzia de semanas temos as eleições autárquicas e essa mesma pessoa, em quem o Zé votou, mais por ele que pelo partido, resolve candidatar-se à presidência de uma autarquia e, se ganhar regressa. É colocado lá um outro membro do mesmo partido, de quem o Zé até não gostava tanto... é que se fosse para ir ele, o Zé nem votava neste partido!
Que vem a ser isto? Pergunto. Afinal o partido não são só os estatutos e a bandeira... são as pessoas que dão a cara por eles!
E quem garante que voltando a votar nessa pessoa, agora para um outro cargo, daqui a uns tempos ele não vai receber uma proposta para administrador de uma empresa, daquelas que não são publicas, mas também não são privadas e não vai outra vez de malas aviadas?!
É de confiança esta pessoa?
Não, claro que não. Ela afinal não está pela convicção de estar a ajudar um país ou uma cidade, mas sim de ajudar outros interesses!
domingo, 7 de junho de 2009
Eleições Para o Parlamento Europeu: É hoje que temos que ir votar
Votar é um direito.
Votar é um dever para quem lutou para que fosse um direito nosso.
E só por isso devemos fazer disto uma obrigação.
Não podemos que sejam outros a decidir o que queremos, por isso vamos votar.
Que ganhe o que nós todos escolhermos e não um escolhido só por alguns.
sábado, 2 de maio de 2009
Enquanto estava no Paraíso...
Hoje quando acordei depois de um dia off, a palavra que melhor descreve os acontecimentos de ontem: violência.
Violência em Portugal. Um candidato político agredido! Inadmissível, quaisquer que sejam as circunstâncias. Nada justifica, nada mesmo!
Agora andam aqui a exigir pedidos de desculpa uns aos outros. A condenarem-se ... enfim uma 'barulheira' à volta do assunto, onde todos insistem em defender que foi uma atitude condenável, principalmente porque o senhor tinha sido convidado para a manifestação.
Pergunto: se não estivéssemos em vésperas de eleições Europeias, a reacção seria a mesma? Todos fariam tanta questão de condenar estes actos?
Violência na Europa. Em, pelo menos três cidades Alemãs, violência em manifestações de 1º de Maio! A Alemanha não foi o único país a ser cenário de cenas de violência no dia de ontem!
De que será esta violência consequência? Todos sabemos, mas não é o melhor caminho. Ir por aqui é entrar num beco sem saída!
Este não é o mesmo 1º de Maio que eu conheci há 35 anos!
Entretanto os números da gripe suína continuam a aumentar... preocupante, também.
E eu que estive no Paraíso, ontem...
Eu falo disso, logo mais
Violência em Portugal. Um candidato político agredido! Inadmissível, quaisquer que sejam as circunstâncias. Nada justifica, nada mesmo!
Agora andam aqui a exigir pedidos de desculpa uns aos outros. A condenarem-se ... enfim uma 'barulheira' à volta do assunto, onde todos insistem em defender que foi uma atitude condenável, principalmente porque o senhor tinha sido convidado para a manifestação.
Pergunto: se não estivéssemos em vésperas de eleições Europeias, a reacção seria a mesma? Todos fariam tanta questão de condenar estes actos?
Violência na Europa. Em, pelo menos três cidades Alemãs, violência em manifestações de 1º de Maio! A Alemanha não foi o único país a ser cenário de cenas de violência no dia de ontem!
De que será esta violência consequência? Todos sabemos, mas não é o melhor caminho. Ir por aqui é entrar num beco sem saída!
Este não é o mesmo 1º de Maio que eu conheci há 35 anos!
Entretanto os números da gripe suína continuam a aumentar... preocupante, também.
E eu que estive no Paraíso, ontem...
Eu falo disso, logo mais
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Palin, McCaine, Obama, as Poderosas
Dois homens na corrida à Casa Branca: McCaine e Obama.
Três mulheres na sombra... a fazer-lhes sombra:)
Sarah Palin. As suas declarações polémicas sobre o aborto, o casamento, as energias. Como se não bastasse, a filha adolescente grávida e um marido preso há 20 anos por conduzir embriagado...
Cindy McCain. Passado ligado a drogas, herdeira de um a grande fortuna, apresenta-se na campanha com roupas e acessórios a somar valores superiores a 200 mil euros!
Michelle Obama: Advogada, das três a mais sóbria, o que a faz contrastar com as outras é falada pela sua franqueza, garra e frontalidade.
Os media não perdoam, muito menos os americanos... tudo é motivo para notícia, mesmo a falta dela!
E assim, mais uma vez, as mulheres a 'ofuscar' os homens. Qualquer dos dois, quando chegar à Casa Branca, terá de se esforçar bastante para se manter à tona!
Os media não perdoam, muito menos os americanos... tudo é motivo para notícia, mesmo a falta dela!
E assim, mais uma vez, as mulheres a 'ofuscar' os homens. Qualquer dos dois, quando chegar à Casa Branca, terá de se esforçar bastante para se manter à tona!
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Eles dizem cada coisa...
Palin admite declarar guerra se Rússia voltar a invadir a Geórgia!
Isto é coisa que se diga?
Uma canditata a vice presidente de um país como os EUA... dizer tal coisa?
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