Por vezes dá-me para (re)ler o blogue. Acabo de (re)ler este post. As coisas não mudaram assim tanto. O numero de visitas diárias vai-se mantendo. O número de seguidores subiu para 57 (uaua!), Os comentários, esses, também se mantêm estáveis entre o nada e o zero.
Só mesmos os amigos e uma ou outra pessoa que por cá passa. Ultimamente não tenho tido muito tempo para o blogue, mas quando tenho vou fazendo um comentário num ou noutro blogue. Aí apercebo-me que o blogue é comentado... sobe para entre zero e um, o número de comentários!
A pergunta que se põe: aqui é como 'lá fora'? Dou-te quando me dás, ou seja, se comentas no meu blogue também te faço o jeito e deixo um comentário no teu...?
Pois, eu como 'lá fora' não funciono assim. Dou quando acho que tenho que dar e faço quando acho que tenho que fazer, e por isso não é aqui que vai ser diferente!
Fico triste quando não comento, assim como fico triste quando olho em volta e parece que todos fugiram. Mas não me sinto uma 'coitadinha' por isso, muito menos que o blogue não tem espaço na blogosfera. Tem, porque eu quero, porque eu gosto de nele escrever e porque , apesar de tudo, me dá gozo escrever nele!
Não visitam? Não comentam? Paciência!
Eu cá vou continuar assim: escrever e comentar nos outros quando puder e acima de tudo me apetecer, nunca para 'puxar' comentários, visitas ou seguidores para aqui!
Uma boa semana para que, entretanto, leu isto até ao fim. Para os outros também desejo, mas ficam sem o saber!
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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domingo, 5 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Divagando...
A propósito de alguns comentários menos agradavéis feitos num blogue que sigo, dei por mim a pensar que cada vez mais as pessoas falam de cor. E neste mundo, em que a cara está por detrás de um monitor, cobarde que se preze, diz o que jamais diria olhando nos olhos das pessoas. Coisas há que são ditas, que nem nem se atrevem a pensar nelas perante as pessoas, muito menos dizê-las!
E falando do tema do post, ou antes do comentário, tudo vem a propósito de a pessoa, dona do blogue, ser uma pessoa muito positiva, que olha sempre primeiro para o lado bom das situações.
Isso não é mau! É bom, muito bom!
O problema é que incomoda, e os incomodados, reagem com uma violência tal ao ponto de tocar nos pontos mais fragéis das pessoas.
Na minha opinião são pessoas que eu classifico de 'mal resolvidas'. E isto leva a que, em vez de arrumarem as suas casas, metem-se a desarrumar a dos outro!
Quando passamos por dificuldades na vida, não voltamos a ser os mesmos. Ponto assente.
E como ficamos?
Pessoas amarguradas, negativas e de mal com este e todos os mundos que nos aparecerem! Tudo é mau. Tudo lhes acontece. Sorte, alegria, sucesso, sorriso, deixaram de fazer parte dos seus vocabulários na primeira pessoa... são coisas dos outros! A inveja, se bem que por vezes, sem malícia (é possível, quero acreditar), o queixume e a revolta, comandam as suas vidas.
Há um outro grupo de pessoas, menor, infelizmente; que depois de grandes tempestades, ficam pessoas melhores. Pessoas menos superficiais e mais atentas. Com os imprevistos da vida, aprenderam que a luz ao fundo do túnel está sempre lá. Que o bem e o mal andam sempre a par, se bem que em proporções diferentes.
É difícil ser assim. E se para quem 'por elas passa' é difícil assumir esta postura, de muito pior compreensão será da parte de terceiros! Compreensível!
Mas, caramba, não é preciso magoar! As pessoas já estão suficientemente fragilizadas, simplesmente usam as poucas energias que têm para o bem!
Aqui há dias, a minha Mãe, pessoa pessimista por natureza, passou.me uma mensagem da avó dela:
'Quando estamos a por o pé fora de casa, devemos sorrir, e assim nos mantermos.'
Moral disto: Se andarmos com um sorriso, as pessoas vêm que estamos bem dispostas, limitam-se a perguntar como estamos e dizemos só o que queremos dizer. A tristeza, leva a que as pessoas nos abordem logo com um are ainda pior que o nosso, com energias negativas, que nos deixam ainda piores e que em nada ajudam, pelo contrário. Para além disso, somos alvo de 'pena', sentimento que não se quer de um amigo, nem para.
E não é tão bom chegarmos junto de uma pessoa, com um sorriso? Se essa pessoa é nossa amiga saberá interpretá-lo e estará ali para o que for preciso... e sem aquele ar de quem está numa missa de sétimo dia!
E falando do tema do post, ou antes do comentário, tudo vem a propósito de a pessoa, dona do blogue, ser uma pessoa muito positiva, que olha sempre primeiro para o lado bom das situações.
Isso não é mau! É bom, muito bom!
O problema é que incomoda, e os incomodados, reagem com uma violência tal ao ponto de tocar nos pontos mais fragéis das pessoas.
Na minha opinião são pessoas que eu classifico de 'mal resolvidas'. E isto leva a que, em vez de arrumarem as suas casas, metem-se a desarrumar a dos outro!
Quando passamos por dificuldades na vida, não voltamos a ser os mesmos. Ponto assente.
E como ficamos?
Pessoas amarguradas, negativas e de mal com este e todos os mundos que nos aparecerem! Tudo é mau. Tudo lhes acontece. Sorte, alegria, sucesso, sorriso, deixaram de fazer parte dos seus vocabulários na primeira pessoa... são coisas dos outros! A inveja, se bem que por vezes, sem malícia (é possível, quero acreditar), o queixume e a revolta, comandam as suas vidas.
Há um outro grupo de pessoas, menor, infelizmente; que depois de grandes tempestades, ficam pessoas melhores. Pessoas menos superficiais e mais atentas. Com os imprevistos da vida, aprenderam que a luz ao fundo do túnel está sempre lá. Que o bem e o mal andam sempre a par, se bem que em proporções diferentes.
É difícil ser assim. E se para quem 'por elas passa' é difícil assumir esta postura, de muito pior compreensão será da parte de terceiros! Compreensível!
Mas, caramba, não é preciso magoar! As pessoas já estão suficientemente fragilizadas, simplesmente usam as poucas energias que têm para o bem!
Aqui há dias, a minha Mãe, pessoa pessimista por natureza, passou.me uma mensagem da avó dela:
'Quando estamos a por o pé fora de casa, devemos sorrir, e assim nos mantermos.'
Moral disto: Se andarmos com um sorriso, as pessoas vêm que estamos bem dispostas, limitam-se a perguntar como estamos e dizemos só o que queremos dizer. A tristeza, leva a que as pessoas nos abordem logo com um are ainda pior que o nosso, com energias negativas, que nos deixam ainda piores e que em nada ajudam, pelo contrário. Para além disso, somos alvo de 'pena', sentimento que não se quer de um amigo, nem para.
E não é tão bom chegarmos junto de uma pessoa, com um sorriso? Se essa pessoa é nossa amiga saberá interpretá-lo e estará ali para o que for preciso... e sem aquele ar de quem está numa missa de sétimo dia!
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