E, um mês depois, a bike saiu à rua. O sol assim o convidava. Ressentimo-nos um pouco das temperaturas da época.
As calças deram lugar aos calções e as mangas substituíram as alças.
Foi um passeio pequeno. O milho já está nos espigueiros, os campos deixam ver mais além.
Definitivamente uma paisagem (muito) diferente de há um mês atrás.
O passeio não foi para além dos 12km. Deu para desenferrujar e perceber que temos que arranjar roupas apropriadas para a época...
E amanhã, permita-o o Sr. São Pedro, há mais...
Nenhum homem é uma ILHA isolada; cada homem é uma partícula do CONTINENTE, uma parte da TERRA; se um TORRÃO é arrastado para o MAR, a EUROPA fica diminuída, como se fosse um PROMONTÓRIO, como se fosse a CASA dos teus AMIGOS ou a TUA PRÓPRIA; a MORTE de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do GÉNERO HUMANO. E por isso não perguntes por quem os SINOS dobram; eles dobram por TI - John Donne
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sábado, 20 de outubro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Paralímpicos London 2012
E que nem o Google, nem o SAPO.
E que Simone Fragoso, nadadora portuguesa, já está apurada para a final dos 50 metros livres S5?
Pois, sobreo o assunto pouco se consegue saber. Na página de desporto do SAPO, temos isto:
Futebol, futebol, futebol... desculpem, esqueci-me que hoje hácompetições europeias e que as equipas portuguesas 'correm o risco' deganhar muito dinheiro!
sábado, 25 de agosto de 2012
Mudar de Vida
Depois de tantos anos sem mexer uma palha no que respeita a exercício físico, consegui convencer o L. a fazer caminhadas. E isto porque as bikes estavam encostadas na garagem e ele insistia que não podia andar.
Há uns meses ele veio com a novidade de que podíamos fazer umas caminhadas. E fomos. E amigos juntaram-se a nós. Ficou por fazer a ida para o estádio correr. Da única tentativa, ficamos pelo parque contíguo... isto depois de ver as crianças de 7 e 8 anos a correrem que nem gazelas... na nossa perspectiva.
Bem, seguiu-se a vontade da bicicleta. Chamamos o Bichinho, o senhor do gás que também tem uma oficina de reparação de bikes, e lá fomos nós.
Não correu nada bem. Aprendi a andar de bike, já adulta e a ultima vez que andei de bike ainda vivia no Porto... já vim para Braga há 15 anos!
Duas pedaladas depois estava no chão! O joelho sangrava e eu sem vontade de continuar. MAs continuei. Alguns metros mais à frente o equilíbrio voltou a falhar e... novo tombo!
Sim, segundo o L., foram tombos, não foram quedas!
Os dias seguinte não foram facéis. Alguns tombos se sucederam... e dificilmente atingia a dezena de quilómetros.
Fomos de férias, entretanto um amigo 'deu um jeito' à bike. Pô-la a travar melhor, pôs-lhe uma suspensão dianteira e fez umas melhorias na pedaleira ( já domino os termos!).
Entretanto o L. comprou uma bike nova, eu continuei a pedalar no meu 'arado'. O ritmo melhorou, já ando por caminhos mais sinuosos e já não me deixo atrapalhar com os carros, nem com paragens bruscas... se bem que continuo a não gostar da ideia de andar por sítios com muitos carros... pelo meio do monte é bem mais interessante.
E no meio disto tudo, ainda há tempo para tirar fotos e colher amoras bravas, para além de conhecer sítios e pessoas. Engraçado como se cria o hábito de encontrar as mesmas pessoas no caminho: o casal de velhotes que vai fazer a sua caminhada de final de tarde, o rapaz que vai fazer a sua corridinah, as senhoras que vão para os aparelhos do parque e fazer a sua caminhada em volta dele... e até os miúdos que vão dar as primeiras pedaladas.
São momentos muito agradáveis, principalmente quando temos encontros destes com a natureza:
De resto... a minha saúde agradece.
Há uns meses ele veio com a novidade de que podíamos fazer umas caminhadas. E fomos. E amigos juntaram-se a nós. Ficou por fazer a ida para o estádio correr. Da única tentativa, ficamos pelo parque contíguo... isto depois de ver as crianças de 7 e 8 anos a correrem que nem gazelas... na nossa perspectiva.
Bem, seguiu-se a vontade da bicicleta. Chamamos o Bichinho, o senhor do gás que também tem uma oficina de reparação de bikes, e lá fomos nós.
Não correu nada bem. Aprendi a andar de bike, já adulta e a ultima vez que andei de bike ainda vivia no Porto... já vim para Braga há 15 anos!
Duas pedaladas depois estava no chão! O joelho sangrava e eu sem vontade de continuar. MAs continuei. Alguns metros mais à frente o equilíbrio voltou a falhar e... novo tombo!
Sim, segundo o L., foram tombos, não foram quedas!
Os dias seguinte não foram facéis. Alguns tombos se sucederam... e dificilmente atingia a dezena de quilómetros.
Fomos de férias, entretanto um amigo 'deu um jeito' à bike. Pô-la a travar melhor, pôs-lhe uma suspensão dianteira e fez umas melhorias na pedaleira ( já domino os termos!).
Entretanto o L. comprou uma bike nova, eu continuei a pedalar no meu 'arado'. O ritmo melhorou, já ando por caminhos mais sinuosos e já não me deixo atrapalhar com os carros, nem com paragens bruscas... se bem que continuo a não gostar da ideia de andar por sítios com muitos carros... pelo meio do monte é bem mais interessante.
E no meio disto tudo, ainda há tempo para tirar fotos e colher amoras bravas, para além de conhecer sítios e pessoas. Engraçado como se cria o hábito de encontrar as mesmas pessoas no caminho: o casal de velhotes que vai fazer a sua caminhada de final de tarde, o rapaz que vai fazer a sua corridinah, as senhoras que vão para os aparelhos do parque e fazer a sua caminhada em volta dele... e até os miúdos que vão dar as primeiras pedaladas.
São momentos muito agradáveis, principalmente quando temos encontros destes com a natureza:
| U por-do-sol fantástico! |
De resto... a minha saúde agradece.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Novos vocábulos... de duas rodas
E desde que me virei para a prática do ciclismo, novos vocábulos passaram a fazer parte do meu vocabulário: desviador, espigão, pedaleira... componentes da bike, pois está claro!
E, já agora Onda, Focus, Fapel, Specialized... nomes de equipamentos, equipas e afins ligados ao ciclismo, senhores!
Para quem há poucas semanas apenas sabia que havia a Vilar, marca d de bicicletas portuguesa, entretanto extinta, tal como outras nacionais. Scott pensava ser a marca de bicicletas para quem estivesse disposto a pagar bem. A Berg, já conhecida em roupa desportiva, também tem bicicletas, das mais fraquinhos, dizem.
Bem, com isto, desporto é cultura!
E, já agora Onda, Focus, Fapel, Specialized... nomes de equipamentos, equipas e afins ligados ao ciclismo, senhores!
Para quem há poucas semanas apenas sabia que havia a Vilar, marca d de bicicletas portuguesa, entretanto extinta, tal como outras nacionais. Scott pensava ser a marca de bicicletas para quem estivesse disposto a pagar bem. A Berg, já conhecida em roupa desportiva, também tem bicicletas, das mais fraquinhos, dizem.
Bem, com isto, desporto é cultura!
domingo, 20 de setembro de 2009
Hoje houve karting. Com um kartródomo a 5 minutos de casa, fomos para Guimarães, para o kartródomo de Fafe!
Mas isso é o menos importante. Importante mesmo é que foi uma manhã fantástica, com o 'baptismo' de karting para uns e o 'alimentar do bichinho' para outros.
Desta vez, e o que me custou, não participei.
No final fomos para o parque da cidade comer o farnel:
pão-de-ló, pão da máquina, compotas, bolachas, sumos e, claro, uma pinga caseira.
Desta vez, e o que me custou, não participei.
No final fomos para o parque da cidade comer o farnel:
sábado, 19 de setembro de 2009
Beatriz Gomes, campeã do Mundo
Conhe
cem a Beatriz Gomes?
É uma canoísta que se sagrou-se campeã do Mundo, hoje!
Nada de mais... afinal não é futebolista!
Parabéns Beatriz e obrigada por teres levado a nossa bandeira ao ponto mais alto do pódium.
Notícia e imagem SIC:
É uma canoísta que se sagrou-se campeã do Mundo, hoje!
Nada de mais... afinal não é futebolista!
Parabéns Beatriz e obrigada por teres levado a nossa bandeira ao ponto mais alto do pódium.
Notícia e imagem SIC:
Canoista Beatriz Gomes sagrou-se campeã do Mundo de maratonas
A canoista olímpica Beatriz Gomes sagrou-se hoje campeã do Mundo de maratonas, em prova de 25.8 quilómetros disputada no Rio Douro, em Crestuma, Vila Nova de Gaia.
Depois da medalha de bronze no K4 200 com Teresa Portela, Joana Sousa e Helena Rodrigues nos mundiais de pista (disciplina olímpica) do Canadá, a atleta lusa conquistou agora um inédito título mundial nas maratonas, depois da prata em 2004 e bronze em 2006.
A professora universitária em Coimbra, de 28 anos, fez a prova em 1:58.41 horas, batendo ao sprint a hungara Renata Csay por um segundo e a inglesa Lani Belchser por 11 segundos.
Esta é a segunda medalha de Portugal nos mundiais de maratonas, depois de Fernando Pimenta ter alçancado sexta-feira a prata em sub-23.
Com este êxito, as selecções de Portugal já somam 12 medalhas em 2009 entre europeus e mundiais.
A canoista olímpica Beatriz Gomes sagrou-se hoje campeã do Mundo de maratonas, em prova de 25.8 quilómetros disputada no Rio Douro, em Crestuma, Vila Nova de Gaia.
Depois da medalha de bronze no K4 200 com Teresa Portela, Joana Sousa e Helena Rodrigues nos mundiais de pista (disciplina olímpica) do Canadá, a atleta lusa conquistou agora um inédito título mundial nas maratonas, depois da prata em 2004 e bronze em 2006.
A professora universitária em Coimbra, de 28 anos, fez a prova em 1:58.41 horas, batendo ao sprint a hungara Renata Csay por um segundo e a inglesa Lani Belchser por 11 segundos.
Esta é a segunda medalha de Portugal nos mundiais de maratonas, depois de Fernando Pimenta ter alçancado sexta-feira a prata em sub-23.
Com este êxito, as selecções de Portugal já somam 12 medalhas em 2009 entre europeus e mundiais.
domingo, 6 de setembro de 2009
Parabéns Armindo Araújo
Parabéns Armindo. E obrigada.
Armindo Araújo sagra-se campeão mundial de Produção à condição.
Do jornal Público:
O piloto português Armindo Araújo (Mitsubishi) sagrou-se hoje campeão mundial de ralis na categoria de Produção, mas ainda à condição, já que existe um recurso de um rival por decidir.
"É extremamente saboroso e é um dia fantástico para mim", contou o piloto à TSF. Armindo Araújo e o co-piloto Miguel Ramalho já começaram a festejar o título.
No entanto, o título só será oficial se o apelo que Nasser Al-Attiyah interpôs à sua desclassificação no Rali da Acrópole não for resolvido a favor do piloto do Qatar. A decisão deverá ser conhecida a 6 de Outubro.
"Neste momento somos campeões do mundo. Sabemos que estamos dependentes de uma decisão do Tribunal de Apelo, mas nós cumprimos com o que precisávamos. A decisão da FIA foi a desclassificação, os relatórios dizem que o carro [de Al-Attiyah] está ilegal, pelo que acredito que o Tribunal de Apelo manterá a decisão e temos confiança que isso possa suceder”, disse Armindo Araújo, citado pela sua assessoria de imprensa.
Armindo Araújo soma agora 42 pontos, mais 11 do que Al-Attiyah, depois de ter sido quarto classificado no Rali da Austrália. A desistência do japonês Toshi Arai na última classificativa do rali permitiu ao piloto de Santo Tirso alcançar o tão desejado quarto posto.
O português já participou nas seis provas em que pode pontuar (os pilotos só podem participar em seis dos oito ralis que contam para o P-WRC), enquanto o piloto do Qatar ainda estará no Rali da Grã-Bretanha, última prova do ano. Mesmo que vença e conquiste os dez pontos da vitória, Al-Attiyah já não pode alcançar Armindo Araújo, a não ser que a Federação Internacional do Automóvel reveja a desclassificação. Al-Atti
Armindo Araújo é o primeiro piloto português a vencer o Mundial de Produção (carros mais próximos dos automóveis de série) desde que a prova se disputa nos actuais moldes, mas Rui Madeira venceu um título similar, ao ganhar a Taça FIA de Grupo N, em 1995, lembra o site do "Autosport".
domingo, 5 de julho de 2009
Parabéns Telma, Parabéns Vanessa
sábado, 28 de março de 2009
Formula 1
O meu desporto favorito sempre foi o motorizado, o de quatro rodas.
A Fórmula 1, o meu preferido, sem sombra de dúvidas. A velocidade sempre me seduziu. Devo ter herdado essa parte do código genético do meu Pai.
Empoleirava-se nas árvores e nos candeeiros da Avenida da Boavista para ver a Formula 1, na década de 50. Em África participou em rallies, e já aqui 'na Metrópole' , para não preocupar a minha Mãe, que era ( e é) medriquinhas com estas coisas, muitos Sábados houve que saiu de casa para 'ir trabalhar' e apareceu em casa com o carro todo sujo e com uma taça na mão. Tinha ido 'participar num rally'... com o carro dele!
Quando comprei o meu primeiro carro, um VW Polo G40 de 115 cavalos, ele deliciou-se todo com o carro. Havia dias que chegava a casa, e todo contente, dizia: ' Hoje dei 220 km/h... na Via Norte'. Eu ria-me e a minha Mãe punha a mãos à cabeça e dizia-me para não lhe emprestar o carro!
Para ver os GP (Grande Prémios) de F1, púnhamos os despertadores para de madrugada, para podermos assistir em d
irecto. Era loucura!
A minha equipa predilecta nunca foi a Ferrari! E os meus pilotos preferidos nunca foram o Alain Prost, nem o Ayrton, nem o Schumacher. Acho até que o Schumacher tirou interesse a F1.
Gostava sim, do Niki Lauda, do Nelson Piquet e foi para mim uma tristeza muito grande a morte do Gille Villeneuve.
Sim, alguns destes correram pela Ferrari mas sempre dei mais valor aos pilotos que às marcas.
Este ano a 'estrela da companhia' é a Brawn. Começou pela forma e a quem foi vendida. E, se foi vendida porque não despertava interesse, agora começa a 'dar cartas': os dois carros na primeira linha da grelha! Ou não tivesse ela sido comprada por um dos melhores mecânicos da Área, o mecânico chefe do Schumacher!
Entretanto, tenho um grupo de colegas de trabalho que tiveram de ir à Austrália, em trabalho e compraram bilhetes para assistir ao GP. Sortudos. Vão assistir a um GP!
Ai deles que não mandem fotos!
A Fórmula 1, o meu preferido, sem sombra de dúvidas. A velocidade sempre me seduziu. Devo ter herdado essa parte do código genético do meu Pai.
Empoleirava-se nas árvores e nos candeeiros da Avenida da Boavista para ver a Formula 1, na década de 50. Em África participou em rallies, e já aqui 'na Metrópole' , para não preocupar a minha Mãe, que era ( e é) medriquinhas com estas coisas, muitos Sábados houve que saiu de casa para 'ir trabalhar' e apareceu em casa com o carro todo sujo e com uma taça na mão. Tinha ido 'participar num rally'... com o carro dele!
Quando comprei o meu primeiro carro, um VW Polo G40 de 115 cavalos, ele deliciou-se todo com o carro. Havia dias que chegava a casa, e todo contente, dizia: ' Hoje dei 220 km/h... na Via Norte'. Eu ria-me e a minha Mãe punha a mãos à cabeça e dizia-me para não lhe emprestar o carro!
Para ver os GP (Grande Prémios) de F1, púnhamos os despertadores para de madrugada, para podermos assistir em d
A minha equipa predilecta nunca foi a Ferrari! E os meus pilotos preferidos nunca foram o Alain Prost, nem o Ayrton, nem o Schumacher. Acho até que o Schumacher tirou interesse a F1.
Gostava sim, do Niki Lauda, do Nelson Piquet e foi para mim uma tristeza muito grande a morte do Gille Villeneuve.
Sim, alguns destes correram pela Ferrari mas sempre dei mais valor aos pilotos que às marcas.
Este ano a 'estrela da companhia' é a Brawn. Começou pela forma e a quem foi vendida. E, se foi vendida porque não despertava interesse, agora começa a 'dar cartas': os dois carros na primeira linha da grelha! Ou não tivesse ela sido comprada por um dos melhores mecânicos da Área, o mecânico chefe do Schumacher!
Entretanto, tenho um grupo de colegas de trabalho que tiveram de ir à Austrália, em trabalho e compraram bilhetes para assistir ao GP. Sortudos. Vão assistir a um GP!
Ai deles que não mandem fotos!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Da Pasteleira à Bike
Pois seja, e caro também: bicicletas caras, equipamento a condizer no preço, capacetes, óculos e quando está a chover até impermeáveis. É que na Segunda-feira é dia de trabalho e não podem correr o risco de se constiparem! Isso era antigamente, quando a bicicleta, a pasteleira, era meio de transporte para o trabalho. As molas da roupa prendiam as calças, para que elas não se prendessem na corrente, e no triângulo ia pendurada a bolsa com a marmita, que era aquecida na fogueira da obra ou do pátio da fábrica! Chovesse ou fizesse sol , o equipamento era sempre o mesmo: as botas de andar na obra, as calças rotas manchadas de tinta e o boné, não para proteger das quedas, mas do sol ou do frio. A alternativa era ir a pé! Não havia dinheiro para o bilhete do eléctrico!
Agora não. Ter uma bike de marca toda XPTO, algumas com nomes duvidosos, propensos a trocadilhos maliciosos, e uma outra 'para ir para o monte', uma BTT!
Algumas dessas 'bikes' cujos nomes são sonantes no meio, custam pequenas fortunas. Exactamente por não terem dinheiro é que 'os outros' andavam de pasteleira!
Como as coisas mudaram! Para melhor, talvez, porque agora só anda quem quer, só se molha quem quer e porque quer. Dantes o porque queriam era porque tinham de sustentar a família e precisavam dela para ir trabalhar.
Uma coisa ficou bem pior: a forma como se comportam os nossos ciclistas de fim-de-semana.
Aprenderam a avaliar uma bike, a escolher um equipamento e esqueceram algo de tão básico como que, quando se anda na estrada a pé ou de bicicleta se deve andar em fila indiana! Sinceramente!
Adenda: Enquanto procurava pela net uma imagem para ilustrar este post descobri que a ´pasteleira´agora é uma peça muito cobiçada por coleccionadores, que as compram por balurdios, as restauram e as expõem!
Há forums e blogues por esse mundo fora sobre este tema.
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
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