Mostrar mensagens com a etiqueta Crianças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crianças. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O Pai Natal é Desobediente

O filho de uma amiga minha pediu ao Pai Natal Lego. A minha amiga, a Mãe, disse-lhe que era um desperdício ele receber mais Lego porque tinha muitos e pouco tinha brincado com eles no último ano. Ele aceitou e pediu outras coisas.
Entretanto a minha amiga viu uma promoção da Lego e resolveu comprá-la para o miúdo, até porque entretanto ele tinha dado alguns dos brinquedos antigos a instituições e aos primos.
No dia de Natal quando abriu a prenda da Lego, a reacção dele foi: 

'Ai que o Pai Natal desobedeceu à minha Mãe!'

domingo, 27 de junho de 2010

Criança é assim mesmo

Conversa entre a Joana que tem 12 anos, o Pipo que tem 9 e o L.


Pipo: L., porque é que os teus vizinhos têm a Nossa Senhora de Fátima no quintal?

L.: Porque são pessoas muito religiosas e devotas da Nossa Senhora.

Joana: Pensei que era porque tinham enterrado no quintal um cãozinho ou um gatinho e era a campa!

L.: Não é devoção mesmo. Devem sentir-se protegidos.

Pipo: Então porque não puseram na frente da casa? Porquê no quintal?
Realmente é difícil explicar porque é que uma estátua da Nossa Senhora de Fátima está 'plantada' no meio do quintal.

Bem, na parte da frente da casa foi colado um azulejo com a Nossa Senhora. A devoção deve ser grande. Lá têm os motivos deles. Respeitam-se. Agora explicar às crianças é mais complicado!



domingo, 20 de dezembro de 2009

O Pai Natal (não) existe!

Dois miudos que não tinham mais que oito anos:
-O Pai Natal vai-me trazer um homem aranha.-diz um todo entusiasmado.
O outro, a sussurrar ao ouvido do outro:
-O Pai Natal não existe!
-Existe sim senhor. Todos os anos aparece lá na sala na noite de Natal.
O outro insiste:
-Não é o Pai Natal! É o teu pai ou o teu tio. Eles vestem a roupa de Pai Natal para entregar as prendas.-insiste o outro, sempre a sussurra.
-Não digas isso. Ele até traz as prendas e tudo!- quase a chorar.
-É o teu pai que compra! Mas tu é que sabes. Se queres viver enganado é contigo, mas um dia vais-me dar razão!

Entretanto o pai de um deles chamou-os e eles foram ao encontro dele.

domingo, 1 de novembro de 2009

Doçuras ou travessuras.

Ontem foi noite de Halloween. Isso já todos sabemos, ou não os medias fizessem questão de o o anunciar aos sete ventos, como se tratasse de uma tradição muito portuguesa enraízada há séculos!
E como o nosso povo gostas de cumprir à risca as tradições dos outros, eram aí umas 21h tocaram-me à porta. Espreitei pelo vídeo porteiro e vi então que eram cinco miúdas da vizinhança com os lábios pintados de preto, uma com uma peruca e duas delas com chapéus de bruxa. Duas delas traziam ainda enfiado no braço dois baldes em forma de abóbora.
Como sempre a chave de casa insistia em não aparecer e como demorava, as raparigas desesperadas tocaram umas poucas de vezes à campainha. Quando estava mesmo para abrir a porta, duas delas começaram a escrever no portão, com terra 'Halloween'. Achei graça, deixei que acabassem, peguei num pacote de bolachas de chocolate ( não tina rebuçados) e finalmente abri a porta.

Ficaram um bocado atrapalhadas, mas uma mais expedita lá disse:
-Doçuras ou travessuras.
-Bem , parece que vocês já escolheram, já fizeram as travessuras, por isso não há doçuras.-respondi.
A mais velha das miúdas, aí com uns 12 anos disse:
-Pois, a senhora tem razão.
Uma outra, diz:
-Não fui eu quem fez isso.- E ia sacudindo as mãos na direcção das amigas que pintaram o portão.
Virei-me para a miúda e perguntei-lhe:
-Tu não estás com elas?
-Estou, mas não fui eu quem fez isso!
-Então se estás com elas, foste tu!-continuei- e sabes, este sujo do portão até a chuva lava. Agora a tua atitude é que está a ser uma grande travessura. Estás a trair as tuas amigas e estás a mostras que elas não podem contar contigo! Sabes, minha menina, aqui não interessa quem pintou, interessa sim, que vocês se juntaram para fazer isto e por isso todas são responsáveis por isto! Tu por acaso não concordaste com eles que se as pessoas não dessem doçuras se pintasse os portões?
-Então para mim foram todas!-disse
As outras começaram a rir-se e uma outra virou-se para mim e disse:
-Ela é sempre assim. Quando estamos a brincar e alguma coisa acontece ela diz sempre que não foi ela!


E perante isto sorri e dei-lhe o pacote das bolachas enquanto pensava: 'É assim que começam!'

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O melhor do Mundo são...

... as crianças!
O Amor visto por elas.

«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»
Rebeca, 8 anos

«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»
Billy, 4 anos

«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»
Karl, 5 anos

«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»
Chrissy, 6 anos

«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»
Terri, 4 anos

«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»
Danny, 7 anos

«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado nojentos quando se beijam.»
Emily, 8 anos

«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois, ele usa-a todos os dias.» Noelle, 7 anos

«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud diriam algo mais certo...)
Tommy, 6 anos

«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me beijinhos para dormir.»
Clare, 6 anos

«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»
Elaine, 5 anos

«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»
Chris, 7 anos

«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres deixado sozinho todo o dia.»
Mary Ann, 4 anos

«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)
Karen, 7 anos

«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se.»
Jessica, 8 anos

E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais cuidadosa.
A vencedora foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o rapazinho disse:
"Nada, só o ajudei a chorar".

domingo, 5 de julho de 2009

Crianças

-Então Nuno, gostavas de ir ao Brasil?
-Não...
-Não porquê? O teu pai não te leva?
-Não, este ano talvez vá a Itália.
-Itália?
-Sim, vou visitar a fonte Trevi.

-Porquê a fonte Trevi?
-Para atirar uma moeda para lá e pedir um desejo.
-Que desejo?
-Que me saia o euromilhões... assim depois já posso dar a volta ao mundo com os meus pais e os meus irmãos...

Nada de especial se não fosse uma conversa com uma criança de 5 anos!

domingo, 21 de junho de 2009

As Crianças

Hoje telefonei a uma amiga minha. Depois de alguns toques, e com medo que ainda não estivesse levantada (apesar de serem 11h00, é Domingo), desliguei.

Segundos depois ela liga-me de volta e a rir-se diz-me:
O Meu filho foi a correr ao quarto dizer que o telemóvel estava a tocar e disse: 'Ó Mãe é alguém que quer falar contigo!'. Quando parou de tocar disse: 'Afinal já não querem!'.

domingo, 7 de junho de 2009

Com um nó no Coração

'Todos temos dentro de nós uma criança.'
Lugar comum ouvir esta frase.

Quando casou já não era jovem, aos olhos dos mais velhos, para quem a idade casadoira de qualquer rapariga expira com entrada nos 30.
Tinha 31 anos quando casou, cedo olhando agora para trás, aos olhos da geração actual. São cada vez mais tarde os casamentos e cada vez mais tarde nascem os filhos.
Nunca fez parte dos planos de vida dela casar. Decidiu um dia que ia casar, marcou a data noutro e casou passados três meses. Foi por impulso.
Queria agora ter um filho. No dia do casamento achava que no ano seguinte já estaria com um filho nos braços. Foi o seu primeiro grande falhanço de planos. As coisas não correram de feição. Os anos passaram, os filhos tardaram, o tempo passou. O fim do prazo aproximava-se, a família e os amigos cobravam e ela sofria em silêncio. Não conseguia falar do assunto. Por mais que tentasse não conseguia aceitar, compreender que lhe tivesse acontecido.

Os médicos do serviço publico recusaram-se ajudá-la, mas poderia tentar o privado, que por coincidência era propriedade do mesmo médico que taxativamente lhe disse:
'Escusa de tentar aqui. Está a um ano de atingir a idade limite para tratamentos aqui. Enquanto é chamada e não é, passou o prazo. Agora o que pode fazer é tentar o privado. eu posso recomendar uma.'

Saiu revoltada do hospital. Para mais tinha visto dias antes uma notícia de que um casal de desempregados tinham tido quatro filhos através de um tratamento. Agora andavam a fazer um peditório para roupa e alimentos para as crianças. O casal tinha tido acesso aos tratamentos porque estava na faixa de idades aceitáveis para o tratamento, tinham 25, ela e 27 ele. Se as crianças iam passar fome não interessava...

A única coisa que se lembra é que o seu pensamento era constantemente preenchido com a pergunta 'Porquê?' . Parecia que via esta pergunta escrita por todo o lado.
Pior ficou quando a ginecologista lhe disse: 'Pronto, se queres tens de ir para privado, paciência'
E é assim? Eu que pago impostos, que tenho uma vida estável, só porque não estou dentro dos limites de idade que alguém se lembrou de definir, tenho de, para além de pagar os tratamento de quem não contribui par eles ainda pagar os meus a preço de ouro?´

Era muita a revolta. Os planos não eram aqueles.

Saiu do consultório zangada com a médica, muito zangada mesmo, porque no fim daquilo tudo a médica, num tom de voz a medo disse: 'Podes sempre adoptar...'
Antes de sair teve a última palavra: 'Quem os filhos das mulheres a quem o estado faz tratamentos e depois os abandonam porque não tem como as sustentar?!'

Nada mais fez. Cobardia? Não sabe responder... não quis pensar, recusou-se a pensar... mas sempre assolada pelo medo do arrependimento e de atingir o ponto de não retorno!

Vai viver sempre com esta sombra no seu coração. Com o turbilhão de sensações boas e más sempre que recebe notícias de chegada de crianças ao seu circuito familiar. Fica feliz, por eles... mas o nó aperta no coração, ai se aperta.

Ficção para a Fábrica de Histórias

quarta-feira, 3 de junho de 2009

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia Mundial da Criança

Das coisas que eu mais gostei na vida foi de ser criança.

Lembro-me que a maioria das crianças ansiavam pela idade adulta. Por serem como o pai, como a mãe, como os tios, os irmãos mais velhos...

Eu, ao contrário delas dizia sempre que não queria ser adulta.

Era a coisa que mais me atormentava: um dia ser adulta.

E como estava certa, eu!

Dia Mundial da Criança: Declaração Universal dos Direitos da Criança


Hoje em Portugal é o Dia Mundial da Criança.
Países há em que o dia se comemora em Outubro, ouros em Maio e há ainda países em que se comemora no dia 25 de Dezembro.

No seguimento da segunda Guerra Mundial, perante o cenário de fome e pobreza as crianças tiveram de trabalhar para contribuir para o sustento d família. Muitas delas ficaram orfãs e eram elas quem garantiam o seu próprio sustento.
A educação passou assim para segundo plano.
Perante um cenário de grande violência, pois muitas delas faziam trabalhos muito pesados, a ONU decidiu intervir e em 1950 surge a UNICEF.
O primeiro dia da crianças foi comemorado a 1 de Junho de 1950.

É criada a Declaração Universal dos Direitos da Criança, em 1950. Em 1959 passa para o papel e em 1990 passa a ser lei.


PRINCÍPIO 1º
A criança gozará todos os direitos enunciados nesta Declaração.Todas as crianças, absolutamente sem qualquer excepção, serão credoras destes direitos, sem distinção ou discriminação por motivo de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento ou qualquer outra condição, quer sua ou de sua família.

PRINCÍPIO 2º
A criança gozará de protecção especial e ser-lhe-ão proporcionadas oportunidades e facilidades, por lei e por outros meios, a fim de lhe facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade.
Na instituição de leis visando este objetivo levar-se-ão em conta sobretudo, os melhores interesses da criança.


PRINCÍPIO 3º
Desde o nascimento, toda criança terá direito a um nome e a uma nacionalidade.

PRINCÍPIO 4º
A criança gozará os benefícios da previdência social.Terá direito a crescer e criar-se com saúde;para isto, tanto à criança como à mãe, serão proporcionados cuidadose proteção especiais, inclusive adequados cuidados pré e pós-natais.A criança terá direito a alimentação, habitação,recreação e assistência médica adequadas.

PRINCÍPIO 5º
À criança incapacitada física, mental ou socialmente serão proporcionados o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos pela sua condição peculiar.

PRINCÍPIO 6º
Para o desenvolvimento completo e harmonioso de sua personalidade, a criança precisa de amor e compreensão.Criar-se-á, sempre que possível, aos cuidados e sob a responsabilidade dos pais e, em qualquer hipótese, num ambiente de afecto e de segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, a criança de tenra idade não será separada da mãe. À sociedade e às autoridades públicas caberá a obrigação de propiciar cuidados especiais às crianças sem família e aquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas.

PRINCÍPIO 7º
A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário. Ser-lhe-á propiciada uma educação capaz de promover a sua cultura geral e capacitá-la a, em condições de iguais oportunidades, desenvolver as suas aptidões, sua capacidade de emitir juízo e o seu senso de responsabilidade moral e social, e a tornar-se um membro útil da sociedade.Os melhores interesses da criança serão a directriz a nortear os responsáveis pela sua educação e orientação; esta responsabilidade cabe, em primeiro lugar, aos pais.
A criança terá ampla oportunidade para brincar e divertir-se, visando os propósitos mesmos da sua educação; a sociedade e as autoridades públicas empenhar-se-ão em promover o gozo deste direito.


PRINCÍPIO 8º
A criança figurará, em quaisquer circunstâncias, entre os primeiros a receber proteção e socorro.

PRINCÍPIO 9º
A criança gozará protecção contra quaisquer formas de negligência, crueldade e exploração. Não será jamais objecto de tráfico, sob qualquer forma.
Não será permitido à criança empregar-se antes da idade mínima conveniente; de nenhuma forma será levada a ou ser-lhe-á permitido empenhar-se em qualquer ocupação ou emprego que lhe prejudique a saúde ou a educação ou que interfira no seu desenvolvimento físico, mental ou moral
.

PRINCÍPIO 10º
A criança gozará protecção contra actos que possam suscitar discriminação racial, religiosa ou de qualquer outra natureza.Criar-se-á num ambiente de compreensão, de tolerância,de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universale em plena consciência que seu esforço e aptidãodevem ser postos a serviço de seus semelhantes.

Fontes:
UNICEF

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Deliciosa

'Ó Mãe, o Luis Miguel diz que as mães são mágicas.'
'Ai sim?'
'Mas eu disse-lhe que não eram todas. Tu és engenheira, não és mágica!'

(O filho de uma amiga minha que tem quatro anos, ontem...)


sexta-feira, 22 de maio de 2009

Deliciosa

-Ó mãe, a minha professora está super grávida!
-Ai sim?
-Sim, tem uma barriga muito grande. Ó mãe, como são feitos os bebés?
-Ó filho, é o pai que põe a sementinha na mãe...
-E por onde entra? Tem de haver um buraco...
-Pois, logo quando voltarmos. a mãe explica.
-E porque não explicas agora? Pela boca não deve ser, que é muito longe da barriga e nós não temos buracos na barriga.
-Então não temos? Temos o umbigo!
-Ó mãe, o umbigo não é furado!
-Pois...
-Caramba, diz lá agora. Afinal não temos assim tantos buracos!


Conversa entre o meu afilhado e a mãe sobre a proveniência dos bebés!

quinta-feira, 19 de março de 2009

As Crianças: Elas é que sabem

Há pouco no telejornal, vi uma reportagem em que desafiaram as crianças as desenhar um animal que descrevesse o Pai delas.

Ficaram-me estas três na memória:

Um Mocho: Porque se deita muito tarde e sabe muitas coisas.

Um Gato: Porque anda muito pela ruas.

Uma Formiga: porque é muito trabalhador.

quarta-feira, 4 de março de 2009

A visão, segundo Charles Darwin

Tenho de contar esta.

O filho de seis anos de um amigo um foi à psicóloga.
Pela psicóloga foi reportado que a criança tinha problemas de visão.
O pai, preocupado, levou-o a uma consulta de oftalmologia. Quando chegou ao consultório ele disse ao pai:
-Eu já espreitei para uma máquina dessas na psicóloga.
O médico:
-Pois e então, viste tudo?
-Vi…, respondeu.
-Mas ela disse que tu não vias bem, que falhaste lá uma coisa…, disse o médico.
-Não eu vi tudo. Deve ter sido por causa do homem!
-Que homem?-Pergunta o médico
-É um homem que tinha lá dentro e eu disse que era um macaco!
-Um macaco?
-Sim, o meu pai levou-me a ver a exposição do Darwin e disse que descendíamos do macaco… por isso eu quando vi o homem disse que era um macaco… é a mesma coisa!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Um Presente Cheio de Natal: Iniciativa Imaginarium, Cáritas e TMN.

Calma, não vou começar aqui a falar do Natal... ainda!
Só vou divulgar a seguinte campanha, que eu acho genial. Professores, Pais, Tios é para vocês!
Agora as palavras são do email que eu recebi e transcrevo:


Olá!
A Imaginarium, A Caritas e a TMN estão a promover uma campanha solidária 'Um presente cheio de Natal', e apelam à participação de todos.
É muito simples, e será certamente muito divertido para fazerem com os vossos filhos e/ou sobrinhos.
Basta pegarem numa caixa de sapatos, decorarem-na e colocar lá dentro pequenos mimos, para crianças que não têm a sorte das nossas!
Depois é só entregar numa loja Imaginarium!

Em anexo, segue a brochura que recebi, e onde está explicada a campanha, e como devem fazer.

Não deixem de participar! Quem sabe, naqueles almoços de Natal de amigos, em vez de trocarmos prendas juntarmos prendas e darmos a quem poderá tirar delas um gozo maior.
E não deixem também de divulgar!


sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A Nuvem

-Ó Mãe, a avó está no céu?
-Está, filho…
-Então vou por os meus óculos e olhar para o céu!
-Olá , estou aqui ( acenando). Ó Mãe, a Avó não responde!
-Ó Filho é porque a avó está numa estrelinha e a esta hora ainda não há estrelas…
-Não está nada, está naquela nuvem… põe os meus óculos que a vês!
Depois de a mãe por os óculos.
-Então, já vês? Manda-lhe um beijo.
A mãe dá um beijo na mão, abre-a e sopra na direcção da nuvem
-Ó Mãe, porque é que sopraste?
-É para chegar mais rápido, Filho.
-Ó Mãe, porque não a vais visitar?
-Porque é muito longe e não se consegue lá chegar…
-Vai de avião! O pai disse que os aviões chegam às nuvens!


Adenda: A criança tem 3 anos!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Com as Crianças Há Solução Para Tudo, Até Para...

Conversa entre um miúdo de três anos e a mãe:
-Mãe, tens saudades da tua mãe?
-Tenho filho, claro que tenho!
-E então porque não vais visitá-la?
-Ó filho, porque a minha mãe, tua avó morreu!
-E porque é que morreu?
-Porque estava doente...
-... então tinha uma madrinha para a curar(*)?
-Não filho...
-E tu tens saudades dela?
-Tenho sim...
-Então morre para ires ter com ela!
-Mas se eu morrer vou para longe de ti e depois tu tens saudades minhas!
-Eu quando tiver saudades tuas, também morro e vou ter contigo!


Difícil de digerir, ?

(*) A madrinha deste menino é médica