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sexta-feira, 16 de março de 2012

16- Um filme

Um filme. Não. Uma lista, sim!
No topo: Cinema Paraíso (Giuseppe Tornatore)
Seguem-se:

A Insustentável Levezado Ser (Philip Kaufman). O único filme que vi depois de ler o livro e não saí desiludida do cinema. O filme/livro que me despertaram a curiosidade por conhecer Praga. Já conheci. Já lá estive duas vezes. Da primeira nem gostei muito, da segunda gostei... e quero voltar.
'A Vida é Bela' (Roberto Benigni) , 'Underground' (Kusturica), 'O Tigre e a Neve' (Roberto Benigni), 'Gato Preto, Gato Branco' (Kusturica).

Adoro (re)ver filmes os nossos velhinhos filmes Catello Lopes: A Aldeia da Rupa Branca, O Costa do Castelo, A Menina da Rádio... todos. São os únicos filmes que consigo rever. Detesto (re)ver filmes, (re)ler livros.

Adoro cinema a preto e branco ( estou ansiosa por ver o 'Artista'). Ava GArdner, Ester Williams, Bette Davis, Clarck Gable, Bing Crosby... 'me encantam'!

E Hitchcock, fico colada ao ecran... aquele homem é único!
Detesto Pássaros, mas (consegui!) vi o filme do início ao fim sem 'descolar' um segundo do écran!

Mas pronto, era um filme, o pedido: 'Cinema Paraíso'


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 7 de março de 2011

Black Swan... Já Vi

E  nada de especial.
Natalie Portman, digna do Óscar, sim. Mas o filme não me prendeu à cadeira.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Alice no País da Maravilhas ou Alice in Wonderland

Alice, a do País das Maravilhas, saiu das palavras mais uma vez. Desta vez, numa produção fantástica da Disney com a assinatura de Tim Burton.


E enquanto não chega à tela, a 4 de Março, anda em tourné pelo país num fantástico autocarro inglês transformado em auto caravana.

Hoje quem passasse pela Avenida Central em Braga, era convidado para um chá com Alice.


Gosto de chá, da Alice, da Disney e adoro Tim Burton. Tudo para não deixar de entrar.

O chá era da Lipton, que se associou a esta campanha. Uma decoração fantástica, a do interior da caravana, em tudo a levar-nos ao ambiente da Alice.


E cá estamos nós, eu e o L, a tomar um cházinho com a Alice, numa chávena da Vista Alegre, imagine-se!
Tudo a meu favor. E por tantas coisa do meu agrado juntas, brindo, pela primeira vez, os meus visitantes com uma foto minha e do Luís... a tomarmos chá com a Alice, a do País das Maravilhas ... em chávenas VA.

E o trailler do filme, que, claro, irei ver...

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Invictus

Vi, ontem.
Opinião?

Morgan Freeman, é Morgan Freeman. Assim como Matt Damon é ... Matt Damon.
Custa a acreditar que a África do Sul tenha sido campeã do mundo de Rugby... de uma forma tão leve.
Falta alguma carga emocional pelo meio a justificar a intensidade de alguns fins.

Não me ficará na memória por muito tempo como ficou os Condenados de Shawshenk ( Morgan Freeman) ou um One Million Dollar bay ( Clint Eastwood).

terça-feira, 23 de junho de 2009

Tim Burton's Alice In Wonderland Trailer

O Trailer de Alice In Wonderland, de Tim Burton.

Este homem é único, ou se detesta ou se adora as obras dele... eu adoro.


domingo, 24 de maio de 2009

Arena de Ouro

Pela primeira vez um filme português, uma curta-metragem neste caso, ganhou a palma de Ouro.

Parabéns a todos os que trabalharam para ela.
E que sirva para Portugal ver com outros olhos o cinema português...

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Vamos ao Cinema?

01 de Abril, data de aniversário de Milan Kundera, o 'mágico' que escreveu o (um dos) livro(s) que mais me marcou: A Insustentável Leveza do ser.

Lembrei-me do dia em que fui a cinema ver o filme, lembrei-me de muitas pessoas que tenho guardadas no meu coração. Algumas delas ainda as vejo todos os dias, mas só o corpo, pois aquelas pessoas maravilhosas, que eu conheci, como diria um colega de trabalho, são passado, são museu!

Mas o que me deixou com uma lágrima ao canto do olho foi lembrar-me como era ir ao cinema dantes!

Lembram-se:
Como eram as salas? Cada sala era uma sala. O balcão, os camarotes, as frisas… e o 'galinheiro'… havia no Coliseu, era o mais barato!
Dos cinemas? Cada cinema era um cinema. Do Porto, o Coliseu, o S. João, o Trindade, o Batalha… e mais tarde, o Lumière, o Casa das Artes. O principio do fim do encantamento foi o Charlôt, no Brasília, que mesmo assim teve o seu lugar próprio sem tirar o encanto Às salas mais antigas.

E do lanterninha? Perguntem a um jovem de 18 anos se sabe o que é...

Comer no cinema? Não, no intervalo e comia-se na entrada. Agora perguntem ao mesmo jovem qual a primeira coisa que faz depois de comprar o bilhete.' Comprar pipocas', será a resposta!

Agora circulam por aí cópias dos filmes, mesmo antes das estreias, as salas de cinema mais parecem o recinto da feira no final do dia e falam, riem, enviam mensagens…. Se perderem alguma parte depois podem ver a cópia 'sacada da net'!

E agora, o Coliseu quase virou igreja universal do Reino de Deus. O Rivoli foi comprado pelo La Féria e lá podemos assistir aos seus musicais... enfim.

Mas nem tudo é mau. O Fantasporto continua no mesmo sitio, no Cine Teatro Carlos Alberto e nas salas do Lumière... ou também já não?

De resto, como se dizia antes, vai no Batalha, qe o Águia d'Ouro fechou!'

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A Insustentável Leveza das Coisas



Ainda a propósito do aniversário de Milan Kundera, lembrei-me do dia em fui ao cinema ver 'A Insustentável Leveza do Ser'.
Já sei Alberto, que vai dizer que eu tenho memória de elefante. Mas é depois de ler o post. Agora diga-me por onde anda. Tenho saudades.

Vi o filme no cinema Trindade, no Porto, no meu Porto, num Sábado à tarde depois de uma frequência.
Tinhamos aulas ao Sábado, porque o nosso querido professor de Tecnologia da Electricidade, não podia prescindir do seu magnífico tacho na EDP e então, só podia dar as aulas ao Sábado. Como se aquelas aulas não pudessem ser dadas por qualquer um. Era o segundo tacho dele!
Lembro-me que esse professor ao Sábado, no fim das aulas tinha sempre o 'caderno de encargos' à espera dele. Explico, segundo as más línguas, os finalistas ( nós éramos caloiros), era a secretária dele, que também era uma amiga especial, já que ele era casado...
Bem, foi um aparte, de que me lembrei de repente.

Voltando ao dia do cinema:
Fomos todos. Éramos muitos, estávamos naquele estado em que exaustão se mistura com alívio. A forma de repor energias, foi ir ao cinema. E foi bom, muito bom.
Aquele cinema maravilhoso, o Trindade, ficamos no balcão, mesmo em frente ao ecran, sessão da tarde, com pouca gente, num tempo em que pipocas no cinema era coisa de americanos e um filme lindo!

Quando vamos ver um filme depois de ler o livro, é desilusão quase na certa. Este foi um dos 'quase', não desiludiu. Os cenários do filme eram quase os que eu vi ao ler o livro. As personagens tinham as mesmas feições, vestiam-se da mesma forma... perfeito!

Ter conhecido uma outra faceta dos meus colegas, foi outra surpresa boa. Ver aqueles aspirante as a durões... ainda 'teens' a revelarem-se pessoas sensíveis e bonitas.

Bom, a cereja do bolo, foi que tiramos todos boa nota na frequência. Bem, a minha foi a melhor... tirei 19,5!
Tenho de dizer, pois poucas mais vezes, mais uma ou duas vezes, se tanto, tirei assim uma nota tão alta. É par verem que aquela cadeira só aquele senhor era capaz de a dar e dava tão bem que punha os alunos a tirarem notas destas!

Bem, e você, Alberto, por anda? Você também foi ao cinema naquele dia, ou já não e lembra do raspanete que levamos porque não avisamos a pensar que o filme não durava tanto e chagamos a casa tarde?!


Pela Teresa, pelo Tomás, pela Sabina e por tudo valeu a pena o raspanete.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cinema Girassol, o nosso Cinema Paraíso

A propósito do post O "cinema de pipoca" ou a pipoca no cimena..., do meu amigo Alberto, no Outras escritas: lembrei-me do Cinema Paraíso, do filme... e lembrei-me do Cinema Paraíso que eu conheci, onde estive ... o Cinema Girassol!

O Cinema Girassol era, era porque já não existe como cinema, era o cinema de Vila Nova de Milfontes, lembra-se Alberto?



Tal como o do filme, o dono era um senhor de idade, que mais tarde vim a saber chamar-se António Felician
o, que vendia os bilhetes e 'passava os filmes'. A bilheteira era uma casinha no pátio do recinto, tipo as das diversões das feiras, e o cinema, propriamente dito, era um edifício em pedra, pintado de branco, com o telhado à vista, mesmo de dentro do cinema e as cadeiras eram cadeiras de esplanada, em ferro, como as que vemos nas esplanadas a fazer publicidade à cerveja e à coca-cola.
Ir aquele cinema, era uma experiência única. O filme seria o menos importante, não fosse numa das vezes o filme visto ser o 'Silêncio dos Inocentes'.
Quando lá estive, numas férias em 1992, não conhecia a história do cinema.
Mais tarde, em 1994, numa reportagem da SIC tive a confirmação de que este é o nosso Cinema Paraíso. No blogue
Vila Nova de Milfontes, encontramos muitas semelhanças.
António Feliciano para além de proprietário do cinema Girassol, era também projeccionista ambulante, levando o cinema às terra da província com a sua 'carrinha de cinema'.
A SIC acompanhou-o durante uns dias e pôde registar que ele era festa que chegava às aldeias.
A sua paixão pelo cinema começou, também, ainda era ele criança, quando um também projeccionista ambulante, passou por Sabóia, sua terra Natal, no concelho de Odemira. Desde esse dia, o sonho de fazer o mesmo ficou, sonho esse que se concretizou: levar alegria às aldeias portuguesas.

Em 2004 voltei a Vila Nova de Milfontes e o cinema já não funcionava. Não sei os motivos, não quis saber, só ficar com a recordação das duas idas mais fantásticas ao cinema.

Porque eu fui ao Cinema Paraíso, aliás fomos, não fomos Alberto?

No diário das férias de 1992, está assinalada a nossa passagem pelo cinema:

Quarta-feira, 12 de Agosto de 1992

Ontem
à noite fomos ao cinema ver 'Ases Pelos Ares'. Gostamos muito...das cadeiras que eram super confortáveis. O filme também era bom (!?). ...


Quinta-feira, 13 de Agosto de 1992

Ontem À noite eu o Alberto e o Menino fomos ver o Silêncio dos Inocentes.

domingo, 28 de dezembro de 2008

O Sexo e a Cidade

Eu sei, que já todos viram, mas eu só vi agora... foi quando pude, que foi ontem à noite...
Sim, as meninas estão mais velhinhas... nota-se a diferença para 2004, mas nos também estamos!
Apesar de tudo, são quarentonas ( palavra feia!) todas enxutas e continuam em forma... as personagens e as actrizes!
Ah... e a Carrie, casou... e a Charlotte teve um bebé, uma menina... depois de ter adoptar uma menina asiática!
O mais fantástico, nestas quatro mulheres, é que apesar de casarem, namorarem, descasarem, engravidarem, ou seja fazerem tudo que é possível fazer... continuam a reservar lugar na vida delas para a amizade que as une...
É ficção, sim senhora, mas esta ficção, por vezes, a maior parte das vezes, não é tornada realidade porque não queremos, fechamo-nos demasiado nas relações e nas ralações!
Não faz mal nenhum um jantar de amigas (esta parte também não e fácil, não) de vez em quando... é tão fácil como querer um programa do tipo: jantar, cinema... ou melhor: começar pelo cinema, que nunca começa antes da 21h e depois vê-se...
O filme, este, O Sexo e a Cidade, é um filme light, na minha opinião, bem feito, com um argumento razoável, no seguimento da série, nesse aspecto acho que não tirou mérito à série, mesmo assim podemos tirar algumas 'lições' e a máis importante é não deixarmos de ser nós próprias, não nos deixarmos ensombrar com desculpas sobre os outros!

domingo, 14 de dezembro de 2008

... e Polar Express

Baseado no livro de Chris Van Allsburg, conta a história de um menino que não acredita no Pai Natal e é convidado a embarcar num comboio, o Polar Express, até ao Polo Norte.
A locomotiva do comboio é uma 284-S3, de 1931, o que dá uma magia única à história, como história de Natal que é.
Viajam no comboio outros meninos, entre os quais um menino reguila e mimado, uma menina negra e ainda um outro menino , o último a embaracar, o Billy, menino pobre, triste e sem amigos! É uma viagem cheia de aventuras, vividas pelos meninos e pelo revisor, onde os sentimentos são constantemente postos à prova.
Para não estragar a surpresa, só digo, que chegam ao Polo Norte, que é habitado por duendes que trabalham freneticamente a preparar as prendas que o pai Natal terá de distribuir.
Este filme, que também foi adaptado para jogo de vídeo, foi produzido por Tom Hanks, que também empresta a voz ao revisor; e realizado por Robert Zemeckis.

Bom, ontem a noite das visitas acabou a ver este filme. Crianças e adultos gostaram... as crianças conseguiram ficar quietas!

... e o jantar também correu muito bem, antes que perguntem.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Manoel de Oliveira: 100 Anos



Se muito já se tem falado nos últimos dias, e muito bem, diga-se; hoje muito mais se falará deste Senhor.
Não é todos os dias que se fazem 100 anos. Muito menos passar o dia do aniversário a trabalhar!
Sim, assim vale a pena fazer 100 anos.
É um Homem do Norte!
Mais não digo... deixo para os outros ... e fale,m falem, porque falar é agora, reconhecer e acarinhar é agora!

Parabéns Sr. Manoel de Oliveira.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Foi Há 66 anos, a Estreia de Casablanca


26 de Novembro de 1942, estreia no Theatro Hollywood, em Nova York. Realizado por Michael Curtis e protagonizado por um par que se tornaria um dos pares românticos mais famosos do cinema Ingid Bergman e Humphfrey Bogart.
Estou a falar do filme Casablanca. Quem não viu este filme?

sábado, 11 de outubro de 2008

Roberto Benigni

Foi singular a leitura que Benigni fez da Bíblia. Vê-se nos vídeos que circulam no youtube...
Este homem é realmente único em tudo que faz!
A Vida é Bela, filme que consta na minha galeria de preferidos, ficará para a história do cinema pelas mais óbvias razões!

Há, um outro filme dele, também na minha galeria, menos conhecido, mas não com menor qualidade que me encantoa igualmente: O Tigre e a Neve.
É uma história de 'Amor em Tempo de Guerra' dos tempos modernos, que tem como palco Bagdad, em tempo de guerra claro, e mais não digo, só que aconselho vivamente...


O filme, para além de lindíssimo, não podia começar de melhor forma: Tom Waits.