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terça-feira, 3 de maio de 2011

Casamento Real


Este post estava nos rascunhos do blogue desde 19 de Novembro de 2010!
A opinião mantém-se, claro: Coisa mais pirosa!



Gosto não se discutem, mas quem gosta desta piroseira?!

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Kate: Less is more




E estava curiosa, pois claro que estava. Sou mulher, gosto de roupa e, mesmo na minha fase de 'maria rapaz', sempre gostei de ver vestidos de noiva.
Este é lindo e simples. A prova de que 'less is more'.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Cenas de um Casamento

Quando arrumamos gavetas, temos surpresas destas...

E estes anos todos depois, encontramo-nos todos no FB

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Histórias Minhas (VII)

Assim como gosto de partilhar com os outros as (minhas) coisas boas, fico muito feliz por ser chamada para partilhar os bons momentos dos outros.
E um casamento, o dia, é sempre um dia lindo, mesmo que os vindouros sevenham a manifestar de tempestade, o dia do casamento é lindo, sentimo-nos a modos que os 'Donos do Mundo!'
E porquê esta história para hoje? Porque este anos, e apesar de fazer muito gosto em estar presente, este ano não tive ( não tenho?!) casamentos... e a carteira agradece...

Nota: Houve casamento e está para durar, de pedra e cal... ainda bem.

Um dia lembrou-se que não queria trabalhar mais naquele sítio. Concorreu para o ensino, foi colocada e despediu-se do emprego na multinacional. Continuou a frequentar a casa dos amigos que fez e um dia, no casamento de um outro, apareceu com o namorado. Até hoje não lhe conheço a voz, nem a cor dos olhos. Não falava e andava sempre a olhar para o chão, como se algo procurasse...
Nesse mesmo dia, num dia de Junho, trazia-nos convites de casamento, para o dela, aliás, o deles. Tinham-se conhecido na passagem de ano, marcado o casamento quinze dias depois e a data marcada era Setembro.
Passou Junho, Julho. Falamos em Agosto. Tudo pronto. A quinta marcada, a decoração da igreja decidida, ao vestido faltava a última prova... seria na semana anterior ao casamento.
Nos primeiros dias de Setembro toca o telefone. A voz não era a de quem estava a quinze dias de casar, a de quem andava entusiasmada com os últimos preparativos, nem a de quem estava ansiosa por ver o vestido de noiva pronto.
Pois não, porque o telefonema era para dizer que já não ia haver casamento. Que tinham falado e resolvido não casar. Tinham pensado, ponderado e tinham decidido que não era a melhor altura para casar. Que em vez de estarem felizes, estavam deprimidos, que o Paulo, o noivo, tinha tido uma recaída!
Recaída? Sim, o Paulo era propenso a depressões e já tinha tido 'algumas', disse ela. Não estava a aguentar a pressão do casamento e estava mal! Do lado de cá, ficou-se sem saber o que dizer. Ficamos por um: 'E tu estás bem? ‘. A resposta foi um 'Sim' de quem não quer deixar os amigos preocupados.
Desligamos, olhamos uns para os outros. Por coincidência, ou não, estávamos um grupo de amigos, que naquele dia resolveram ir até Ílhavo visitar o museu da Vista Alegre. A notícia pouco ou nada surpreendeu. Sentiu-se como que um respirar colectivo de alívio. Não admirou. Não admirou a reacção, não admirou que acabasse antes de começar. Um de nós, mais corajoso, disse: 'Ainda bem!'. Os outros acenaram com a cabeça, em concordância. 'Ainda bem que foi antes!', disse ainda um outro. Mais um acenar colectivo...
Em Novembro houve magusto em casa do Nossamigo. Foi convidada. Apareceu acompanhada. 'Este é o Gabriel', apresentou-o assim. Estavam de mão dada. Novo namorado. Tinha esquecido o Paulo. Ainda bem, mais uma vez. É que o Paulo era uma pessoa realmente pouco sociável e o casamento nunca iria resultar.
O mais parecido com aquele homem, que um dia num casamento, onde o conhecemos, fugiu para o cemitério e andou a fotografar campas, eram o Olharapos da Expo 98, lembram-se? O Gabriel não era assim. era simpático, extrovertido e alinhou nas maluqueiras d grupo. Gostamos dele, aprovamos, ficamos felizes por ela.
Passaram-se dois, três anos e há umas semanas novo telefonema. 'Vou casar', disse ela. Senti algum cepticismo, confesso. Adiei a máximo a compra da roupa, mesmo sabendo que foi uma decisão tomada com mais tempo, que o Gabriel não tinha nada a ver com o Paulo e que por isso a probabilidade de se repetir o 'não casamento' era pequena. Comprei a roupa na semana passada. Ontem a gravata para o L.. Sim porque para os homens basta a gravata para marcar a diferença! E o casamento é amanhã e desta vez vai haver casamento. Melhor dizendo, nada em contrário ainda foi dito!
Por isso amanhã há casamento.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

13

E muito haveria para dizer sobre estes 13 anos que foram uma autêntica montanha russa de emoções...

domingo, 11 de outubro de 2009

Balanço positivo

Este fim-de-semana está muito bom.
Ontem houve concerto Jazz/Bossa Nova no Espaço Remy. Estiveram presentes nomes como Paula Oliveira, Paulo Braga, Isabel Campelo e outros menos sonante, mas com a mesma qualidade.
Depois de deitar tarde, hoje foi dia de levantar cedo. Com casamento às 11h30, o dia tinha de começar cedo com a ida ao cabeleireiro logo às 8h00.
Às 17h00 uma chamada telefónica anuncia o nascimento da Bruna. Não podia ser melhor notícia.

Balanço positivo, para já, o do meu fim-de-semana.
Do resto do mundo não tenho notícias... até já, vou fazer a minha visita diária pelo Google reader para ver se o Mundo está tão de bem com a vida como eu tenho estado nas últimas horas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O Casamento


Um dia lembrou-se que não queria trabalhar mais naquele sítio. Concorreu para o ensino, foi colocada e despediu-se do emprego na multinacional.
Continuou a frequentar a casa dos amigos que fez e um dia, no casamento de um outro, apareceu com o namorado.
Até hoje não lhe conheço a voz, nem a cor dos olhos. Não falava e andava sempre a olhar para o chão, como se algo procurasse...
Nesse mesmo dia, num dia de Junho, trazia-nos convites de casamento, para o dela, aliás, o deles.
Tinham-se conhecido na passagem de ano, marcado o casamento quinze dias depois e a data marcada era Setembro.
Passou Junho, Julho. Falamos em Agosto. Tudo pronto. A quinta marcada, a decoração da igreja decidida, ao vestido faltava a última prova... seria na semana anterior ao casamento.
Nos primeiros dias de Setembro toca o telefone. A voz não era a de quem estava a quinze dias de casar, a de quem andava entusiasmada com os últimos preparativos, nem a de quem estava ansiosa por ver o vestido de noiva pronto.

Pois não, porque o telefonema era para dizer que já não ia haver casamento. Que tinham falado e resolvido não casar. Tinham pensado, ponderado e tinham decidido que não era a melhor altura para casar. Que em vez de estarem felizes, estavam deprimidos, que o Paulo, o noivo, tinha tido uma recaída! Recaída? Sim, o Paulo era propenso a depressões e já tinha tido 'algumas', disse ela. Não estava a aguentar a pressão do casamento e estava mal! Do lado de cá, ficou-se sem saber o que dizer. Ficamos por um: 'E tu estás bem? ‘. A resposta foi um 'Sim' de quem não quer deixar os amigos preocupados.

Desligamos, olhamos uns para os outros. Por coincidência, ou não, estávamos um grupo de amigos, que naquele dia resolveram ir até Ílhavo visitar o museu da Vista Alegre. A notícia pouco ou nada surpreendeu. Sentiu-se como que um respirar colectivo de alívio.
Não admirou. Não admirou a reacção, não admirou que acabasse antes de começar.
Um de nós, mais corajoso, disse: 'Ainda bem!'. Os outros acenaram com a cabeça, em concordância. 'Ainda bem que foi antes!', disse ainda um outro. Mais um acenar colectivo...

Em Novembro houve magusto em casa do Nossamigo. Foi convidada. Apareceu acompanhada. 'Este é o Gabriel', apresentou-o assim. Estavam de mão dada. Novo namorado. Tinha esquecido o Paulo. Ainda bem, mais uma vez. É que o Paulo era uma pessoa realmente pouco sociável e o casamento nunca iria resultar. O mais parecido com aquele homem, que um dia num casamento, onde o conhecemos, fugiu para o cemitério e andou a fotografar campas, eram o Olharapos da Expo 98, lembram-se?

O Gabriel não era assim. era simpático, extrovertido e alinhou nas maluqueiras d grupo. Gostamos dele, aprovamos, ficamos felizes por ela.

Passaram-se dois, três anos e há umas semanas novo telefonema. 'Vou casar', disse ela. Senti algum cepticismo, confesso. Adiei a máximo a compra da roupa, mesmo sabendo que foi uma decisão tomada com mais tempo, que o Gabriel não tinha nada a ver com o Paulo e que por isso a probabilidade de se repetir o 'não casamento' era pequena.
Comprei a roupa na semana passada. Ontem a gravata para o L.. Sim porque para os homens basta a gravata para marcar a diferença! E o casamento é amanhã e desta vez vai haver casamento. Melhor dizendo, nada em contrário ainda foi dito!
Por isso amanhã há casamento.



sábado, 19 de setembro de 2009

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Cenas (minhas) de um Casamento-II

Acabada a foto de grupo, fomos para os carros.
Depois desta cena lamentável, mas que acabou bem, seguimos para a quinta.
Não me perguntem onde é. Nestes dias de casamentos à ida a preocupação é a de não perder o carro da frente e à saída é seguir as instruções de alguém que conhece a zona para chegarmos até a uma estrada conhecida que nos traga a casa!
Uma quinta muito bonita com um lindo lago, onde fui chamada de 'emplastro'!
Estava a decorrer a sessão de fotos com os noivos e eu decidi ir para junto do lago. Estava a uma distância enorme dos noivos, muito atrás deles e muito mais ainda para a esquerda. Mais uma vez o senhor que manda nos casamento pára de tirar fotos e, 'a Senhora importa-se de sair daí?'-gargalhada geral e eu furiosa perguntei-lhe que lente tão boa tinha ele na máquina que consegui apanhar-me, estando eu tão à esquerda! Minutos antes tinha-nos mandado juntar mais para apanhar toda a gente!

Findas as fotos fomos para dentro e, estávamos já sentados, levantei-me para ir ao WC. Isto depois de um montão de gente ter ido. Mas não, tinha de ser quando eu estava no WC, que começa a música da entrada dos noivos!
Deixei-me lá ficar e quando cheguei à mesa fui gozada! É preciso ter azar!
´Hoje só estás onde não deves!'- comentário 'amoroso' do L.!

O resto da festa decorreu sem dramas... para mim. O Mr Bean que está dentro de mim deve-se ter cansado e adormeceu... o emplastro esse deve ter ido até ao Dragão!

Os noivos dançaram que nem dois principes.

Ela fez-me lembrar a imperatriz Sissi, de tão bonita e feliz que estava.
Foi dançar até não poder mais depois de trocar de sapatos. Não é meu costume trocar de sapatos, aliás, nem costumo levar de reserva, mas naquele dia lembrei-me e bem, pois a estrada do parque até ao salão era num paralelo muito irregular onde os tacões se metiam com facilidade e assim quando fui buscar a prenda ao carro, troquei, porque ia ser complicado guiar o L. e caminhar por lá fora com os tacões finos!

Pois, a prenda. A prenda foi um envelope com um postal muito engraçado, recheado, claro. E um conjunto de jantar da VA para duas pessoas, só para que ficassem com uma marca nossa. Adoraram até às lágrimas, deles e nossas. Foi lindo! Eles são lindos!

E pronto, viemos embora às 2 da manhã e no Domingo foi andar pela casa que nem zumbis... a idade não perdoa... já não é como antigamente, em que mesmo com directas, no dia seguinte não se tinha passado nada!


E o post vai longo. Compreendo que não o leiam até ao fim, mas eu queria, quero ficar com estas coisas todas ´guardadas' em mais que um sítio, ou não fosse este blogue o meu 'back up'!




Happy End ( algures na Escócia).
Façam o favor de serem felizes!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Cenas (minhas) de um Casamento

Este dia vai ficar na minha memória como o dia em que me senti uma mistura de Mr Bean com emplastro.


Tudo começa com a roupa, sempre um elementos chave nestes acontecimentos. Eu sem arranjar um modelito de meu agrado, optei por levar pela terceira vez o mesmo vestido a um casamento: um vestido preto, comprado há dois anos, que estreei no casamento de um outro Ricardo.


Mas como diria Ivone Silva, aquela grande personalidade do mundo do espectáculo 'com um simples vestido preto nunca me comprometo!'

E assim foi, outros sapatos, outra carteira, outros colares e o mesmo xaile, o da bisavó para proteger do frio da noite.
Fui ao cabeleireiro de véspera fazer o trabalho de fundo e no dia voltei lá para o penteado e a maquilhagem.
Isto depois de , depois de antes ter calcorreado as ruas da cidade em busca de uma flor para o cabelo. Sim porque já que levava um vestido com três anos e um xaile com 150, alguma marca do presente teria de lá estar.
Até aqui a normalidade esteve presente. O pior veio depois do almoço, quando os colares não estava a assentar como eu havia idealizado, o fecho do vestido quase a rebentar. Não, não engordei, Foi só o fecho que ficou preso no forro do vestido!
Enquanto isso o L cirandava à minha volta, ora a perguntar pelo fato, ora pela camisa, pelos botões de punho, pelo relógio. E por falar em relógio, o tempo a passar e a começarmos a ficar atrasados! Nervos e sair de casa já com neura e com a sensação de que falta algo.
no carro, como se não bastasse o atraso, ainda ter de espera que o GPS localizasse os satélites para que a 'Catarina' me indicasse o caminho.
Antes tivesse a Catarina apanhado a gripe A e não saído de casa! Mandou-nos pela auto estrada e quando demos conta Guimarães estava para trás.

Coordenadas erradas! Com a Catarina encafuada no porta luvas, procurar a saída para Guimarães, seguir as indicações do hospital, depois centro e finalmente a Pousada de Santa Marinha. Fácil, não tivesse eu já lá passado três dia, de trabalho, mas inesqueciveis.

Chegamos 35 minutos atrasados, no preciso momento em que a noiva saia do carro. Para não incomodar e não estragar aquele momento único à noiva, deixei-me ficar parada a um canto até que ela entrasse na igreja. Poderia muito bem entrar depois...

O senhor que manda nos casamentos é que não pensou o mesmo e com a maior cara de pau, vira~se para nós e diz:'Entrem, nós temos tempo. Venham com calma!'. E pronto, que fazer? Acatar as 'ordens' dele! Ainda houve tempo para dar um aperto de mão apertadinho à noiva e entramos.

Entramos com o olhar de TODOS os presentes na igreja em nós! Era suposto entrar a noiva! Vá lá que não tocaram a marcha nupcial... só faltava!
Na tentativa de minimizar o efeito, sentamos-nos no primeiro banco que encontramos e deixamo-nos lá ficar quase sem respirar, sossegadinhos.
Pois, mas foi só até a noiva chegar ao altar porque depois decidimos, pelo carreiro junto à parede ir para junto dos nossos amigos que estavam mais à frente. Igreja escura, o L. a ver mal, só podia! O L. mandou uma joelhada num banco e mais uma vez, desta só quase, toda a igreja com os olhos postos em nós!

O casamento correu bem. Nós ficamos quietos e o padre era uma pessoa muito directa e sem papas na língua. Quando foi a troca das alianças, ironicamente, pediu autorização ao fotografo para o fazer:' Pode ser agora, ou tenho de esperar que se ponha a jeito?' A brincar, a brincar foi dizendo umas assim! É bem feito!
O coro surpreendeu pela positiva. Foi qualquer coisa de extraordinário, ou não fizesse parte dele um amigo nosso! Teve um momento do Pai Nosso cantado que ainda me arrepio só de pensar! Bom, muito bom, mesmo!

À saída... pois à saída, foi tudo normal.Os noivos saíram depois de passarem pela sacristia.. Atiramos flores e eu estava com sede. E como tinha uma garrafa de água, ainda fresca no carro, resolvi ir buscá-la. E fui. E quando voltei estavam todos nos degraus da igreja a tirar a foto de grupo, com o fotógrafo, mais uma vez, a mandar naquela gente e toda, como se fossem ovelhas num rebanho!
Deixei-me ficar do lado de cá da câmara até os meus amigos me verem e começarem a chamar por mim. Só tive tempo de por o dedo à boca a manda-los calar, não fossem os noivos aperceberem-se e aí sim, o noivo era menino para parar tudo e 'mandar-me' para lá!

Escrever este post está a ser também, uma aventura. Comecei-o no Domingo de manhã, peguei nele na segunda-feira à noite, o computador encravou, tive de o reiniciar e quando voltei às mensagens, muito ficou por gravar! Nem queria acreditar!
E como o post já vai longo e a hora também, deixo umas fotos e o resto para um outro dia, amanhã, quem sabe?O Penteado. Estava bonito, a foto é que nem por isso... tirada a mim própria, melhor era impossível!

A Igreja e o Céu, que estava de um azul perfeito!


A noiva a entrar ( ainda deu para tirar fotos!)

Os noivos



Os convidados à porta da Igreja e a Pousada ao fundo... recomendo uma noite lá... com jantar.

domingo, 9 de agosto de 2009

Com um simples vestido preto...


'Com um simples vestido preto nunca me comprometo'.



Lembrei-me dela hoje, ontem e muitas outras vezes.


Lembro sempre que vejo o Camilo na TV. Impossível não associá-la a ele. Inesquecível o Sabadabadú, o Allegro... Lembro.me da Olívia Costureira e da Olívia Patroa, lembro-mo daquele inesquecível par de bêbados, Agostinho e Agostinha...


E ontem lembrei-me porque era o dia do casamento do Ricardor e da Cindy, e porque na falta de opções me decidi por usar pela terceira vez um vestido preto... e não me comprometi, penso eu... pelo menos o resultado final agradou-me. Algumas horas mais tarde e hoje, por motivos menos bons também me lembrei, ao perdermos o nosso, já saudoso Raúl Solnado. A D. Ivone Silva também deixou muitas saudades...

Enfim!

Há pessoas para as quais ainda não foram inventados objectivos para as classificar, de tão estúpidas, burras, broncas e más que são!

Ontem no casamento eu tinha o carro mesmo junto à saída do parque da igreja, onde grande parte dos convidados haviam estacionado.
A estrada é bastante inclinada e de um paralelo muito irregular. Lembro-me de ter lá estado no Inverno e os senhores da Pousada recomendarem cuidado tanto na condução como na forma como deixávamos o carro travado.
Os convidados que tinha o carro no parque não estavam a conseguir sair porque um carro se tinha atravessado na entrada. O Senhor estava lá dentro, mas nada fazia. As pessoas esperavam e nada.
Entretanto veio um outro carro a subir dá sinal de querer entrar no parque. Começo a ver as luzes da marcha atrás acenderem, o carro a descer em vez de subir e a acabar em travagem.
Conclui que o condutor, um homem estava em apuros. Toda a gente se deve ter apercebido, menos o estupor do homem que queria entrar para o parque que não parava de chamar o homem de azelha e afins...

Pensei em ir ajudar, mas enquanto pensava se iria ou não.
Nestas coisas penso sempre duas vezes, pois a oferta de ajuda de um senhora a um cavalheiro numa situação destas, ainda está mal resolvida nos genes deles.
MAs pronto, eu até ia, só que enquanto eu tirava o cinto, o outro cromo resmungava, um amigo meu saiu do carro e foi ajudar o homem.

Para avaliar o desespero dele, o homem saiu do carro, deixou lá ficar tudo que era dele ( máquinas fotográficas e foi encostar-se ao muro.
O Pedro, o meu amigo tirou o carro, o palerma ao ver o Pedro sair do carro, deve ter-se sentido desconfortável com o tamanho dele e foi estacionar mais acima, onde tinha lugares para a produção de uma manhã na Citroen de carros iguais a dele!

Depois do carro estacionado, na descida, mas sem nada à frente, o Pedro ainda teve de ir procurar o dono do carro para lhe dizer onde o tinha estacionado, pois o homem nem quis saber... estava completamente desorientado! Coitado!

E o outro palerma não teve a (in)feliz ideia de vir ter connosco, para bem dele... só levava uma corrida até ao carro!

Sociedade mesquinha esta!

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Amanhã há Casamento

E amanhã há casamento...
É o do Ricardo e da Cindy.
Vão casar neste sítio lindo, em Guimarães na igreja de Santa Marinha.



Pessoas lindas só podem casar em lugares lindos....


Começa a tornar-se hábito casamentos a 8 de Agosto! Quem serão os de 2010?

terça-feira, 14 de julho de 2009

Dia do Casamento

Das ronda por alguns blogues e da leitura de algumas revistas, claro a Caras, a Maria. Porque não? Alguém as lê... elas vendem e não é para fazer aviões nem forrar caixas de sapatos...
Pronto eu leio, no cabeleireiro, no café... pronto leio as que os outros compram...
... e como ia dizendo, destas leituras, começo a pensar que eu sou a única noiva que duas horas antes de sair de casa para casar estava sentada no terraço de casa a comer uvas!

E que boas que eram. Não fosse toda a gente à minha volta ( tinha a casa cheia de vistas) a moer-me o juízo sobre o atraso da cabeleireira estava-se bem!

Até a vizinha, aos pulos do outro lado do muro: 'Ainda estás aí? o casamento não é às quatro? E consegues ter fome?'

Acho que foi o dia, mesmo com todos os incidentes, que não foram poucos e suficientemente maus para partir tudo, em que estive mais calma!

E eu sou stressada... se eu fosse agora criança, seria 'hiper activa'!

Sobrevivi... por isso não stressem... o dia há-de chegar, passar a correr e se não o receberem com calma e descontracção nem o 'saboreiam'!

domingo, 12 de julho de 2009

12 Anos

Faz hoje doze anos era Sábado, estava um doa como o de hoje, de sol e calor.
Por esta hora mais de cem pessoas aguardavam dentro da Capela Carlos Alberto, nos jardins do Palácio de Cristal, não pela chegada da noiva, mas do padre.
O padre que insistira para que não houvesse atrasos, foi ele quem se atrasou e, numa tentativa de minimizar o atraso, resolve pular umas sebes e ... espalhou-se ao comprido num dos canteiros.

Eu não vi, poucos viram...
Houve casamento, houve festa, houve drama, houve incidente e muitos sinais de que... o que aconteceu depois ia acontecer e eu não 'vi'. Tudo foi 'dito' naquele dia e eu não vi (quis ver).

O maior cego não é o que não vê, é o que não quer ver!

domingo, 3 de maio de 2009

sábado, 2 de maio de 2009

O Casamento da Diana do Jorge

O casamento foi tão bom, tão bom, que fomos os últimos a sair!


Até o tempo ajudou ao brindar-nos com uns maravilhosos 20ºC.


Mas palavras para quê?
Fotos, fotos e mais fotos.




A saída da Igreja como manda a tradição...




E como brilha a aliança...



O tema da sala era o AMOR. Fiquei na mesa da 'Ternura'






Foram brindados com este maravilhos presente: uma torradeira. Para quem sai de casa de manhã cedo e não tem pão fresco, umas torradinhas sabem sempre bem!




O bolo, uma Filigrana de Viana do Castelo, terra dos Noivos.





Happy End

sexta-feira, 1 de maio de 2009

1º de Maio

No dia 1 de Maio vou estar:
Algures em Viana do Castelo num sítio onde vai haver um destes...



... o da D e do J.

Felicidades para os noivos...

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Será que vou bem?



Na próxima Sexta-feira casa-se a DP.

Apesar de já ter (quase tudo) comprado, decidi procurar na net dicas sobre 'O que vestir para um casamento'



Encontrei aqui, estas dicas:


Jamais usar branco. Essa é a cor do vestido da noiva.
Boa O meu vestido não é branco!

Nunca usar preto ou fatos com brilho durante o dia.
O meu vestido não é todo preto e não tem brilhantes.

Além de que revela pouca imaginação.
Será que tive imaginação? Continuemos...

Aventure-se com cores que lhe fiquem bem, em modelos diferentes que sejam adequados ao seu corpo.
Sempre tive a cor do meu vestido como uma cor que me fica muito bem... os outros também o dizem...

A simplicidade é sinónimo de bom gosto e elegância.
É simples, sim senhora...não tem folhos, nem lantejoulas, nem rendas... só um bordadinho...

Se optar pelo preto tente conjugar com outras cores, caso do vermelho.
Tem vermelho, sim. É a tal cor que me fica bem!

Estas duas tonalidades além de sensuais revelam uma forte personalidade.
Tenho forte personalidade (?). LOL

Vestir algo feminino mas não desrespeitoso.
Não é 'cinto', é vestido mesmo.

Respeite o tom da festa: formal, semi-formal ou informal. Nos primeiros os vestidos devem ser longos, brilhos e bijutaria já têm lugar. Já os restantes pedem indumentária pelo joelho e mais casual.
Formal, semi-formal com a DP? É para rir? Só não vai de sapatilhas, e não teria tanta certeza...

Os decotes devem ser disfarçados por lenços, écharpes… até ao final da cerimónia religiosa.
Tenho um xale, com 100 anos para me cobrir... se estiver frio...

Querem a prova? Só no Sábado... não vá algum convidado passar por aqui e copiar...

domingo, 26 de abril de 2009

Um Brinde aos Noivos





Desta vaga de casamentos, ontem fomos jantar com o Sr De. Nós e mais 20 pessoas. Foi a forma que ele encontrou de partilhar com os colegas e amigos este momento tão importante da vida dele: o Casamento.

Foi um jantar muito agradável, num restaurante da Póvoa, onde tivemos direito a uma sala só para nós.

Tivemos assim uma noite bué de fixe ,
Houve cantoria , discurso e brindem, pois está claro... era o jantar do casamento do Sr De com a M!

Estiveram muito bem no seu papel: Estão estão a gostar?', Obrigada por terem vindo', 'Até , vamos dar mais uma voltinha'... aquelas frase batidas dos noivos nestes dias!

Claro, que foram acusados de nos usarem como cobaias.

Foi uma noite muito agradável que durou até às 2h30!

Um brinde aos Noivos. Vivam os Noivos.

Felicidades De e M.