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terça-feira, 14 de junho de 2011

Coisas fantásticas

E depois de um dia daqueles, chegar a casa, abrir a torneira e... 'ops, não há água!'.
Ligar para a Agere e ser informada que o durante as obras do Dolce Vita, rebentou um cano.

Vale que desta vez já sabiam o que se passava e que o 'piqué' já estava a consertar... e que ainda hoje (pode demorar) ainda terei água!



Bem, do mal o menor. Quando isto acontece, da Agere nunca sabem o que se passa e mandam-me perguntar ao vizinho se tem água, mesmo às 6 da manhã! Isto depois de me perguntar se tenho a certeza de ter pago a conta e de também me mandar ir ver se a torneira do contador está fechada (como se não fosse a primeira coisa a ver!)
E quando há avarias ao fim do dia, só as reparam no dia seguinte!

Não foi tudo mau. Agora é ir jantar fora e rezar para que quando chegar haja água para o banho!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Deliciada com tanta frescura

O tão desejado ar condicionado. É caso para dizer:'Quem tem amigos, não morre na cadeia.'
Alguém se esforçou muito para que eu o tivesse antes de... Setembro!


E entretanto a sala mais parece uma venda de natal. Com direito a quadro de Natal e tudo!


Já não tenho que desejar ir trabalhar para estar à fresca.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Reunião de Condomínio

O combinado era os rapazes fazerem TUDO!

Assim foi, quase. É que a Cláudia, carioca que é, quis fazer a caipirinha. Fez a primeira rodada. A segunda já ficou por conta e risco do Rui.


E que bem se saiu...


E foi uma noite bem passada, sem motivo para acontecer, simplesmente foi.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Grande Noite

1h30 da manhã. Acordo com um barulho estranho. Abano o L. e pergunto: 'L. não ouves um barulho?'
'Desliga a coluna do ar. Está a fazer muito barulho'-diz ele meio ensonado.
'Mas eu desliguei quando me deitei.'-respondi, enquanto tentava perceber o que era.
Era barulho de água, com toda a certeza. Mas de onde? Da rega não era. Mesmo com as janelas abertas não era tão audível!
Levantei-me, desliguei o alarme e desci as escada.
Mal deixei o último degrau da escada molhei os pés. Ouvia água a jorrar, mas de onde? A cozinha eram um 'mar de água', o tapete da entrada estava ensopado. Ops o som vinha de trás do frigorífico. Puxei pelo frigorífico. A mangueira que liga a torneira ao depósito da água rebentou!
Fechar a torneira e…'L. temos uma inundação!'
Meio a cambalear aprece à minha beira e meio atordoado e sem saber por onde começar põe as mãos à cabeça. Eu, mais prática, começo a descer as escadas em direcção à garagem para pegar mantas, esfregonas e panos velho. A água vai pela escada abaixo. Abro a porta da garagem. Literalmente chove na garagem! A água cai de todo o lado, mas principalmente de junto do motor do portão e da lâmpada. 'Os meus livros!', corro para o salão. Seco! Ufa, do mal o menos. É preciso tirar o carro da garagem para colocar bacias. É preciso ligar o disjuntor (desde o assalto que desligamos o disjuntos do portão à noite). Arrisco. Ligo. Não se passa nada. Pelo sim, pelo não abro os portões com os comandos. 'Em caso de curto circuito, ao menos não estou a tocar em nada.', penso.
Chega o L. . Fica ainda mais atordoado.
Levo o carro para a rua, volto para dentro. Subo e começo a varrer a água da cozinha em direcção à varanda. Atiro os tapetes varanda fora. (Os tapetes foram a grande salvação. Graças a eles a água não chegou à sala nem às madeiras da entrada!).
As coisas começam a compor-se. Tempo de tratar da garagem. Bacias debaixo das pingas, o saco da comida dos cães para o salão e a roupa do estendal também. Tempo de varrer a água para fora. É muita a água, a que está no chão e a que continua a cair do tecto.
4h00 da manhã. O chão limpo, bacias e baldes a aparar pingas na garagem. Mantas a secar a água das escadas. A cozinha virada do avesso. Rodapés fora do sítio, frigorífico fora do sítio, mesa na varanda. O cansaço é muito. Não há força para muito mais. Fechar as janelas, apagar as luzes, ligar o alarme e dormir, tentar dormir.
Custou a adormecer. Não sei quanto tempo, só sei que acordei às 5h00. Fui ver as bacias. Estavam cheias e a água continuava a cair. Esvaziar as bacias e voltar para a cama.
Dormir mais um pouco, precisava-se. 6h00 toca despertador. Para além da rotina das gotas e do pequeno almoço mais havia para fazer: esvaziar bacias, arrumar tapetes, por frigorífico no sítio e arrumar varanda.
O chão da cozinha entretanto secara, mas na garagem continuava a 'chover'.
E isto tudo para ficar pronto até às 7h10, hora de sair para o trabalho.
Grande noite!
E detesto coreanos! (o frigorífico é coreano)

sábado, 2 de janeiro de 2010

Encontrei...


Esta tarde encontrei, de entre as dezenas de álbuns de fotografias, a foto do caixote.
Aqui está ele todo decorado a preceito.

Esta foto é do Natal de 1997... hoje teria de arranjar o caixote de outra coisa que não a TV para fazer de mesa.
Já agora a árvore desse ano...

domingo, 29 de novembro de 2009

what a day!

Ufa! Finalmente deitada, finalmente na cama!
Há muito tempo que não tinha um Domingo com tanto para fazer, com tanto feito e tão cansada, mas satisfeita!
Começou bem. De manhã, dei a minha escapadinha da praxe. Foi também diferente. Encontrei a minha amiga M. Éramos inseparáveis no nosso passeio de Domingo de manhã, até ao dia em que a vida dela mudou e ela deixou de poder sair. Mas isso são assunto dela e o que interessa é que estive com ela. Tomamos o pequeno-almoço juntas, andamos de loja em loja e até comprámos uns modelitos para nós. Que bem nos fez ao ego. O encontro e as compras, claro!
Encontrei ainda as minhas princesas favoritas. Aproveitei para treinar a pequenina para o olhar à 31, mas não precisa de muito treino, pois ela é das que nasceram com livro de instruções. Cada dia que passa está mais linda aquela fofura.

O almoço foi outra inovação nos meus Domingos. Resolvi fazer pizza em casa. O Continente do ti Belmiro como não quer que tenhamos muito trabalho, tem à venda umas bases de massa fresca maravilhosas: massa folhada, massa quebrada e agora de pizza.
Et voilà: desenrola, manda os ingredientes lá para cima, leva ao forno e que boa que ficou! Há foto... amanhã sai...

Depois deste almoço totalmente inovador, chegou a hora de ir passar a ferro. Esta semana tenho de passar a roupa a ferro. Mãe em viagem, sobra a tarefa para mim! Mas prefiro assim. gosto que os meu pais viagem. Faz-lhes bem.

Com o Sr Bono e Dona Tigra a meus pés lá estive umas duas horitas a passar camisa, calças, blusa e afins ao som de Katie Melua e Putumayo.

Passada a roupa, foi ainda preparar o salão para o dia 8. Resumiu-se a mudar disposição da sala e fazer a árvore de Natal. A pequena, que era do apartamento, só mesmo para o salão ficar com ar Natalício. Ficou linda, com bolas e fitinhas vermelhas. Fotos amanhã...

O tempo passou a correr e só houve tempo para um banho, um chá, cultivar a quinta e vir para a cama.

Ops! Esqueci-me de plantar as tulipas, as frésias, as anémonas... que chatice!
Tomorrow is another day!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

O Caixote

Quando casei, a mobília da minha casa resumia-se à mobília de quarto, a dois sofás na sala e a uma televisão.
Era óptima, fácil de limpar, o pó não tinha onde se esconder e em duas horas a casa ficava arrumada.

As refeições faziam-se na sala, onde a mesa não era mais que o caixote da televisão 'embrulhado' numa toalha de papel. E nunca se deixou de receber os amigos por isso. Pelo contrário, os jantares eram bem divertidos e muito descontraídos. Para os jantares arranjava sempre umas toalhas bem coloridas que combinassem com as toalhas de papel que eu também mudava amiúde.

No Natal, o começo de uma tradição lá de casa, convidei um grupo de amigos para jantar. Éramos seis, à volta do caixote. As cadeiras eram os sofás e muitas vezes comemos sentados no chão, que nem uns chinezinhos.

Escusado será dizer que os miúdos adoravam. Para eles era uma brincadeira, era algo de diferente.

Quando chegou a mesa, a alegria da sua chegada confundia-se com a nostalgia da perda do 'caixote'. A cada passo o 'caixote' era evocado. Havia sempre um episódio para contar sobre um ou outro jantar no 'caixote'. Ou porque um ao tentar por as pernas debaixo 'da mesa' tinha entornado os copos do vinho, ou porque os miúdos fizeram questão de 'comer à mesa' e os adultos tiveram de comer de pratinhos na mão para que suas altezas pudessem 'estar à mesa'. E todos se lembravam da 'cova' que o caixote no seu fim de carreira já apresentava, fruto de levar com muitos pratos, copos e travessas em cima!

Confesso que tenho também algumas saudades do 'caixote' à volta do qual passei bons momentos. Tenho saudades do tempo que passava a 'embrulhá-lo', do cuidado com que escolhia as toalhas de papel, como as combinava com as de pano e a forma como 'acomodava' os pratos, os talheres, os copos e as travessas em cima dele.

O 'caixote' ficará pois para sempre no meu álbum de recordações, como a minha primeira mesa e a mesa que mais da minha imaginação usou.

Como era lindo o caixote!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Rotinas: tens ou não?

Sou avessa à rotina, já o tenho dito por aqui. Ter semanas, dias e horas fixas para fazer as coisas. Para mim é stressante!Uma coisa boa do meu emprego o não ter horas para entrar nem para sair [a segunda parte às vezes é a, mas enfim...]. Não consigo perceber como há pessoas que anos seguidos vão de férias para o mesmo sitio, que limpam a casa à sexta-feira à noite, que passam a ferro à segunda, que vão ao super mercado à quinta... que stress!

Mas hoje por duas vezes apercebi-me que quando me habituo a um serviço, me é extremamente difícil desligar-me dele e quando é necessário custa-me muito encontrar substituto.

Por exemplo, ginásio. Quando vivia no Porto, andava num ginásio, que adorava. Fazia todos os dias duas aulas seguidas, saia de lá com o suor em bica e com duas garrafas de litro e meio de água bebidas. Isto já foi há mais de dez anos e ainda não encontrei um outro que me dê o gozo que aquele dava. Inscrevo-me, frequento um, dois meses e farto-me!

Com o cabeleireiro a mesma coisa. Tive uma cabeleireira desde miúda, aliás era a da minha mãe, e foi minha até casar. Vim para Braga, já corri umas poucas! Agora acho que encontrei uma do meu agrado, mas com reservas: tem de ser a empregada a tratar-me do cabelo!

Com as limpezas, e até foi esta parte que me pôs a pensar, pois a minha amiga I. está a pensar em despedir a empregada e a minha amiga R. já teve umas poucas desde que a conheço. Trocam de empregada com uma facilidade tremenda! Eu não consigo. Levei cerca de quatro anos a mentalizar-me que alguém podia mexer nas minhas coisas e tive uma empregada durante seis anos. Só depois de algumas travessuras dela, é que a dispensei. Foram mais três anos sem ninguém, até que contratei uma empresa. Todas as semanas faço figas para que as coisas corram bem, para não ter razões para reclamar e dispensá-las, pois sei que é um tormento para mim voltar a 'habituar-me' a outros serviços!

Mas uma coisa é certa, quando me zango e dispenso, nem para trás olho. Despachei, está despachado... tenta novo... partidas só mas pregam uma vez!

Afinal isto também é rotina, ou não? É que se sim, andei-me a enganar uma data de tempo!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Noite de São João

Depois de em 2005 ter sido assaltada enquanto dormia. É das piores sensações, a de saber que desconhecidos andaram pela nossa casa enquanto dormíamos, levaram o que quiseram e foram com o nosso carro fazer street racinng para a rodovia.
Pior que isso só mesmo o ter acordado e enfrentar os assaltantes, como muitas vezes acontece. Um dos mais comentados é o de um treinador de futebol em que os assaltantes deixaram a família fechada dentro de casa horas... arrepia-me pensar.

E pronto depois do assalto foram umas poucas de noites mal dormidas, a acordar ao mais pequeno barulhos, a ligar o alarme, mesmo quando ia só ao fundo da rua comprar pão e a ter tudo que é janela e porta fechada, mesmo estando perto. Sim, o trauma foi grande.

Como o tempo é o melhor remédio, cura tudo, dizem, a normalidade foi voltando aos pouco. OS carros a chegarem a meio da noite já não me acordavam, os cães a ladrarem já não me punham o coração a bater a duzentos à hora e as janelas já se iam abrindo. Primeiro as dos quarto, que ficam no segundo andar , depois as do primeiro andar, sempre quando estava por cada, mas deixei de as fechar sempre que ia ao andar de cima...

Esta noite, a cicatriz abriu. Quando o relógio batia a primeira badalada, o alarme começou a tocar de uma forma ensurdecedora, acusando movimento na garagem!
Pânico, nervos, medo... a ordem pode não ser esta, mas todos presentes. Sabia que a porta da garagem, a corta fogo estava fechada À chave, logo se entraram pela garagem, não entravam em casa... e os cães? E o carro? E quem estava lá?
Vamos ver? Não vamos ver?
Sim vamos lá. Fica-se um bocado atrás da porta a tentar perceber o que se passa, não se ouve nada, os cães não ladram... abre-se a porta devagar.... luz apagada, portão descido. Por uma frincha da porta acende-se a luz, nada, avançamos até ao salão, nada... Não está ninguém... a memória do alarme, entretanto limpa, não voltou a registar movimentos.

Ufa, que alívio. E agora dormir? Precisava-se, mas não se conseguia. Aproveitar para ver se estava tudo fechado. Tudo bem fechado.
Vencida pelo cansaço por volta das quatro adormeci. Acordei às seis e trinta com o despertador do telefone. É que hoje é quinta-feira e por isso seria um dia para acordar a essa hora.
Não há energia em casa. Volta por essa hora. Espreito o alarme. Continua ligada. Desligo-o, começa a tocar de uma forma ensurdecedora. É auto alimentado, não adianta desligar o disjuntor. Cala-se de repente. E todo o painel do alarme se cala.

Muitas coincidências. O nervosismo volta a aumentar. Pela hora do almoço ligo para a assistência técnica. Não vivo sem alarme... impossível. Compreensível.

O técnico diz ser uma situação normal. que as baterias devia estar em baixo e que ele tocou por isso. E então os movimentos na garagem?!
E o tocar quando volta a energia? Normal.

Tudo normal! O que não será então normal é quando mo instalaram não terem dito que as baterias duravam três anos!

Ainda nem o Santo António foi e já tive a minha Noite de São João!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Hoje ia chover...

E porque acharam que hoje ia chover... não vieram pintar os muros.
E porque hoje não choveu, fiquei na mesma com os muros como antes, a garagem e o salão imundos... e os muros por pintar! Mas eles achavam que ia chover...
A única diferença é fiquei sem 20 euros, o preço de um dia dos cães no hotel, e vou ter de pagar outro tanto... quando (eles acharem que) não chover...
E nem vale a pena telefonar... 'Achavamos que ia chover', vai ser a resposta.
Haja paciência!
Descontracção e estupidez natural já há quem a tenha muita...

quarta-feira, 3 de junho de 2009

De um dia que já vai em três!

Ao fim de quase cinco anos de reclamações o construtor da minha casa decidiu arranjar o que estava mal.
O que ficaria pronto num dia, já vai em três com menos de um terço feito!

Pintar os muros do pátio. Demorava um dia. Se eu quisesse punha tijoleira para que os focinhos não sujassem. Demorava um dia na mesma.
Ok. Hoje foi o segundo dia e os focinhos estão pelo terceiro dia no hotel...porque o pátio ainda não está acabado!

Logo no início tive duas inundações seguidas por causa da banheira estar mal montada. Tive infiltração de água no tecto da cozinha e os móveis ficaram estragados. Ganharam bolor e como a qualidade não é da melhor, as madeiras incharam. Logo e módulos para substituir. Ontem o homem das cozinhas veio. Arranjou. O quê? Perguntei quando cheguei a casa e vi os armários como os deixei ( esta gente normalmente deixa tudo fora do sítio). Trocou uma das paredes do armário! O resto ficou igual!

As madeiras do chão abriram. 'No Verão fecham, no Inverno abrem). Pois no Inverno abriram fendas entre as tábuas onde cabem moedas de 2 centimos. Já passaram quatro Verões e em nenhum fecharam. Também não é junto À janelas... a desculpa inicial era que era devido ao sol nas vidraças!

Uma das banheiras não vedava. O picheleiro vinha ontem. Ia desmontar tudo e vedar. Pedi Às senhoras da limpeza para virem hoje, que assim limpavam a lixeira que ele fizesse. Pois, o picheleiro veio hoje à tarde. Elas vieram hoje de manhã!

Assim os meus Focinhos estão no hotel há três dias, eu a pagar 17 euros por dia, cheia de saudades e não sei se é amanhã que os vou buscar!
Ainda por cima amanhã chove e na volta fico com a obra a meio. Ou seja, os muros por pintar!

Bom, noutra altura eu já tinha arrancado os cabelos. Os meus, pois o construtor é careca. Hoje não stresso... só fico um bocado furiosa e desiludida com a falta de responsabilidade das pessoas que fazem parte da nossa sociedade!

Bom, amanhã chove. Ele tem o guarda sol... é que fez o obséquio de o abrir para não apanhar sol enquanto trabalhava... o Sol é perigoso!

terça-feira, 7 de abril de 2009

Pontos de Vista


Não sei se perdi a cabeça, ou se ganhei juízo.
Contratei uma empresa de limpezas para me limpar a casa. Estou farta de fins-de-semana a limpar pó, a lavar roupa, a secar roupa, a aspirar e a ficar numa pilha de nervos, porque as coisas não estão como eu quero e gosto que estejam, mas... não dá para mais!
Vou ter a casa limpa às terças feiras. Vou estar descansada nos fins-de-semana e vou poder voltar às minhas decorações, a poder mudar as coisas de sítio, a poder arrumar armários com calma e, essencialmente a ter tempo para mim sem pensar que ainda tenho de arrumar isto, lavar aquilo....
Vai ser ser dinheiro bem pago. Afinal nada paga o sossego e a serenidade...