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terça-feira, 27 de novembro de 2012

Coffee, Cafes & Coffee Brands

Pois já todos sabemos que gosto de tudo que está relacionado com café. Cafés, daqueles com história e histórias.
E como eu, há outras pessoas, entre as quais amigos, dois dos quais se juntaram amim e 'fundamos' uma página no FB, a Coffee, Cafes & Coffee Brands.

E já é um sucesso. Em três horas atingiu os 50 seguidores e a poucas horas de completar dois dias está quase (se ainda não estiver) nos 100 seguidores.

E qual é o âmbito da página?
Fácil!

Publicar tudo que esteja relacionado com o tema. Fotos nossas, e vossas, em cafés. Fotos de cafés de todo o mundo (tiradas por nós... e vós), chávenas de café, anuncios... tudo, desde que seja da autoria de quem publica.

Gostaram da ideia?
Então boar lá fazer 'like' aqui.




Vá lá fazer 'gosto'

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O café quer-se falado...

Há dias, numa daquelas conversas depois de almoço, o tema foi o café.
Quando a conversa chegou às máquinas de cápsulas, as Nespresso e Delta, as opiniões sobre o custo do café divergiram. Enquanto uns, como eu, comparava o custo do café dessas máquinas ao custo de um café de café; outros comparavam com o custo de um café tirado numa máquina das ditas convencionais.

Do meio da discussão saiu uma frase que me deixou a pensar: 'O café quer-se falado.'



E é verdade! Há café mais saboroso, que aquele tomado à volta de uma mesa depois de um belo de um jantar? Ou aquele tomado à volta de uma mesa de café, num momento de descontracção?
E aquele hábito, diário de alguns, de ir ao café, ler o seu jornal, dar dois dedos de conversa com o 'conhecido' do lado? Muito melhor que acordar de manhã, pegar no jornal e sentar-se na mesa da cozinha a lê-lo, enquanto toma o café!
Sim, o café é um óptimo socializador e definitivamente... o café quer-se falado... e, acrescento eu: barulhento!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Terça, Flashback VI ( Porto (Re)visitado, da Brasileira ao Magestic )

E porque sou uma apaixonada por café, cafés, chávenas de café e porque o Carlos do Crónicas do Rochedo dedica este mês aos cafés com a rubrica A Rua dos Cafés, aproveito para trazer ao blogue esta minha paixão, o café.
(Sobre o café também há uma surpresa preparada entre o Desvios e o Outras Escritas. É anterior ao lançamento do tema do Carlos, mas foi agendada para uma data mais tarde... coincidências Bloguistas, das boas...)


Il Cafè di Roma. Lê-se na vidraça da esquina do edifício, do edifício da Brasileira!
Esta foi a primeira, e única suponho a 'degenerar'. A de Braga, continua ela mesma depois de umas refrescantes obras na primavera passada. A de Lisboa, não conheço o suficiente para avaliar, mas pelo que diz o Alberto aqui, continua digna do seu nome.

Há muitos anos, quase três décadas, que este café deixou de ser um café. Na década de 80, depois de umas obras de remodelação, numa das partes a da direita da imagem, passou a ter um balcão, onde as pessoas tomavam o café de pé.






Esta parte, onde se vêm ainda as cadeiras antigas, era dedicada à restauração. No exterior, bem por baixo da pala, durante o verão tinha uma esplanada. Que bem se estava!


Depois acabou de vez, a Brasileira. E se no Imperial, ficou a águia à porta a lembrar a quem passa que um dia foi ali o café Imperial, da Brasileira ficou a pala e dois andares acima, já acusando o pasmar do tempo: 'O melhor café do mundo é o café da Brasileira'.
Agora já é tarde para saber!



Do outro lado da rua, bem na curva, tem o Teatro Sá da Bandeira. Não quis olhar para lá! Da forma que o vi há poucos meses atrás, não iria encontrar um bom cenário!

Queria tomar café. Decidi então subir a rua Passos Manuel, já não com a ideia no Magestic. Depois dos outros dois, decidi que tomaria o café no fórum FNAC ou mesmo mais acima no Via Catarina.
Quando cheguei ao cruzamento da Rua Santa Catarina com Passos Manuel, olhei para a esquerda.
Lá estava o Magestic. As pessoas sentadas na esplanada, os empregados a servirem às mesas. Tudo como antes. Nada de nomes sobrepostos, só mesmo o Magestic de sempre. Recente, mas já de um passado, só mesmo a esplanada, que não desilude.

Mesmo assim quis ir para o interior, sentar-me nos recentemente restaurados sofás de couro, apoiar os cotovelos nas mesas de mármore e olhar, olhar, olhar tudo em volta e rever cada pormenor.


E que bem me soube, este café, Delta, tomado numa chávena VA, no interior do Café Magestic.
Afinal nem tudo acabou!


(Fotos minhas, Agosto 2010)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dia Mundial do Café.

Dos que se perderam no passado: Imperial, Negrita, Palladium.
Os que de lá, do passado, chegaram até hoje: Christina, Brasileira, Magestic, Astória, Nicola, Benard.E os que só fazem parte da história do presente: Delta, Nespresso.
E todos bebidos em chávenas, personalizadas ou não, mas sempre belas, da Vista Alegre.


O café também tem um dia, o Dia Mundial do Café, que é hoje.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Fim de dia de Sexta-feira



Um chá quente e um moletinho na Brasileira, aconchegaram este fim de tarde, frio, chuvoso e ventoso.


Cá fora, só as decorações pascais nos deixam perceber que estamos em Março e não num daqueles dias de Dezembro em que o Inverno acaba de chegar com toda a sua força...


Bom fim-de-semana, que se espera chuvoso.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Café


Havia de ser comigo! Eu!? Jamais.
Pois muitas vezes temos 'saídas' como esta, que por acaso vão diminuindo à medida que a idade avança. Porque será?
Fácil, porque mais cedo ou mais tarde acabamos por ser confrontados com situações reais e fazemos exactamente o que dias, semanas, meses, até anos; antes havíamos negado com todas as certezas.
Eu dizia que nunca pintaria o cabelo. Pois foi só aparecer as primeiras brancas e a 'tintinha' entrou logo em cena.
Café. Viver sem café? Impossível! Eu não vivo sem a minha meia de leite de manhã, o meu café a meio da manhã e o café depois do almoço, esse é que nunca, jamais! À custa disso já paguei pequenas fortunas por cafés durante viagens aos estrangeiro...
Pois e se me dissessem que eu estaria desde Sexta-feira ao almoço sem tocar em cafeína, nem eu acreditaria!
Mas podem crer que é verdade. Bastou um café, muito ranhoso, amargo, tomado no bar da empresa, para me deixar num estado tal, que estou sem coragem de tocar no café! Nem a dor de cabeça que isso, a falta de cafeína aliada à má disposição provocada pelo café, me visitou durante o fim-de-semana todo!
Só de pensar em café ficava com náuseas. Entretanto as náuseas passaram, a dor de cabeça também e esta será a oportunidade de reduzir ao nível de cafeína.
Espero amanhã já retomar à meia de leite e mais tarde ao café depois de almoço, não no bar, mas em almoços fora da empresa.
Ontem ao almoço senti-me uma ave rara, quando respondi que não tomava café e todos olharam para mim como se estivessem a ouvir a maior aberração alguma vez dita!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Porto (Re)visitado: Casa Christina




Entrei lá umas poucas de vezes, sempre com a minha Avó, para comprar café. Parece que estou a sentir o cheirinho do café a ser moinho na hora.
Gosto particularmente do nome deste café ;-)


domingo, 26 de julho de 2009

A Nespresso compromete-se com a Reciclagem

Há uns tempos atrás quando perguntei na loja Nespresso de Matosinhos o que fazer com as cápsulas usadas, responderam-me que as podia deitar no depósito amarelo.

Ontem qual não foi o meu espanto aos ver que a Nespresso colocou no mercado um recipiente para juntarmos as cápsulas usadas, que quando cheio pode ser entregue nas lojas Nespresso.

E tudo isto porque segundo um funcionário, também da loja de Matosinhos, a empresa que faz a reciclagem das embalagens não tem capacidade para reciclar as cápsulas.

Assim a Nespresso, contratou uma empresa que recebe as cápsulas e as trata: retira o café e encaminha-o para a industria transformadora de adubos e o aluminio para fundição.

Comprei a embalagem. Não é que seja necessário para se poder entregar as cápsulas nas lojas Nestlé, mas como a achei prática e com um preço acessível, comprei.

Como são poucoas as lojas Nespresso, está em negociação colocar pontos de recolha de cápsulas nas lojas que vendem as máquinas: Worten, Rádio Popular, Vista Alegre.


Por isso quem coloca as cápsulas no ponto amarelo do ecoponto que deixe de o fazer, pois as empresas que tratam desses lixos nada vão fazer com elas. Podem guardá-las e entregar nas lojas Nespresso. Se não tiverem uma por perto, terão de aguardar pelos Capsulo-pontos.


É uma iniciativa muito louvável por parte da Nespresso. Já que não há como, nem quem, a própria marca trata do 'lixo' que os produtos deles provocam.

São estas iniciativas que marcam a diferença entre as empresas grandes e as grandes empresas!
Nota: Há também instituições, tais como o IPO, que recolhem as cápsulas para fazerem trabalhos manuais.


quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Melhor Café...

Nestes dias de calor gosto de no fim do trabalho sentar-me um bocado na esplanada da Brasileira.
É um café central, onde pára todo o tipo de pessoas. É engraçado, e isso já o disse aqui, como em poucos minutos o 'cenário' daquele café é capaz de mudar radicalmente!

Tanto está cheio de avozinhas a tomarem o seu cházinho e a falarem dos netos... e das que não puderam ir naquele dia.; como está cheio de figurões de rasters, com calças feitas de um tecido que mais servia para fazer colchões ou pijama...
É único mesmo este lugar...


...Ah, e o melhor café não é o da Brasileira, mas as chávenas são lindas, uma réplica das antigas.



terça-feira, 31 de março de 2009

A Brasileira de Braga Reabriu


Acabaram as obras. A Brasileira está novamente aberta. Foi um trabalho rápido e bem feito... não perdeu a alma.

Está ainda mais linda... o 'velho' renovado, sem estar modernizado...

... e voltou a ser ponto de encontro. Tudo como dantes.

domingo, 22 de março de 2009

Nespresso-Pure Origin, Os Novos Aromas

Na Sexta-feira quando cheguei a casa tinha na caixa do correio uma carta da Nespresso.
Era o anúncio de 3 novos espessos, 'Os Pure Origin' .
Estou ansiosa por ir ao NorteShopping... vai ser uma perdição


...
(foto minha... sem os Pure Origin)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Férias 2004

Não tenho mais nada escrito no caderrninho sobre as férias de 2004!
... mas lembro-me que ainda estivemos em Campo Maior no Museu do Café,





onde eu comprei imensas chávenas ( sou louca por chávenas de café!) e também estivemos na Golegã.

Golegã, terra dos cavalos, em qualquer esquina encontramos algo alusivo a ele! è uma terra, onde ainda as pessoas se encontram no café central, como no antigamente!
Lembro-me de me ter sentado numa esplanada na praça em frente da igreja e de ver o empregado a tratar os clientes pelos nomes e pelos títulos:
-Que vai tomar hoje, Sr Doutor?
-Bom dia Sr Engenheiro, então veia de fim de semana, ou vai ficar mais alguns dias?

OS clientes também se tratavam com algum à vontade entre eles, aquela àontade de quem se conhece de muitos anos!

Se me falam em Golegã, a imagem que me surge é a de cavalos, é claro, mas da proximidade das pessoas! Gostei!